Brasil
Dia do Desenrola – CAIXA mobiliza agências em mutirão para renegociação de dívidas
Nesta sexta-feira (21), o prazo para renegociar dívidas do programa foi ampliado de 96 para 120 meses
A CAIXA ampliou o atendimento à população e abriu as portas de suas agências uma hora mais cedo nesta sexta-feira (21) para O Dia do Desenrola. Além disso, o prazo de renegociação de dívidas foi ampliado de 96 para 120 meses. O Dia do Desenrola trouxe mais oportunidades aos brasileiros que desejam regularizar débitos atrasados e limpar seus nomes.
A presidenta do Banco, Maria Rita Serrano, esteve na Agência Guará, situada em Brasília (DF), e acompanhou a ação de perto. “Hoje, estamos realizando ações profundamente importantes para nossos clientes. Estamos dando às famílias a possibilidade de retomar o crédito de consumo”, disse Maria Rita.
Apenas nesta sexta-feira (21), até as 16h, o banco renegociou contratos de 5.333 clientes, no valor de R$ 13,8 milhões. O número de clientes é 30% superior à média da semana. Ressaltamos que a efetivação dos valores renegociados pelo banco depende do pagamento do boleto de cada contrato.
“Desnegativar os endividados é permitir que eles tenham caixa novamente, que possam fazer suas compras nas lojas. É devolver às pessoas o que elas têm de melhor, que é o nome”, enfatizou a presidenta. “Não há nada melhor do que permitir que as pessoas tenham seus nomes regularizados para poder obter crédito. É um orgulho para as pessoas conseguirem fazer isso. E mais ainda para nós”.
O banco também está promovendo a sua campanha própria Tudo em Dia CAIXA, que oferece oportunidades extras para renegociação das dívidas de seus clientes pessoas física e jurídica, com descontos de até 90%.
Renegociação de dívidas
Atualmente, a CAIXA possui 13,7 milhões de clientes em atraso e um acumulado de R$ 220,9 bilhões em dívidas em 17,8 milhões de contratos. Até quinta-feira (20), foram recebidos R$ 54,3 milhões referentes a 11.405 contratos de 9.254 clientes. A busca por informações sobre renegociação de dívidas no site do banco saltou de 69 mil para mais de um milhão de acessos ao dia.
As condições especiais para a renegociação e o pagamento de dívidas estão disponíveis à população até 31 de dezembro, conforme regras do programa. Mais informações sobre o Desenrola Brasil podem ser conferidas no site da CAIXA.
Dia do Desenrola CAIXA
A presidenta da CAIXA, Maria Rita Serrano, e dirigentes do banco acompanharam o mutirão para renegociação de dívidas em 16 agências e um caminhão-agência em 11 estados brasileiros. Confira como foi o atendimento ao redor do país.
Sudeste
Mauro Sampaio da Silva aproveitou o Dia do Desenrola para quitar suas dívidas junto à CAIXA. Durante o atendimento na Agência Saens Pena, no Rio de Janeiro (RJ), o cliente destacou a satisfação de poder regularizar o seu débito. “Com dívidas, porta nenhuma se abre para a pessoa. Quitando isso aqui, se Deus quiser, a partir de segunda-feira eu estou liberado. O negócio é dialogar. Se não dialogar não resolve o problema”, disse.
A região Sudeste contou com a presença de alguns vice-presidentes da CAIXA em suas agências nesse Dia do Desenrola. A vice-presidente de Logística, Operações e Segurança, Mônica Monteiro, esteve na Agência Saens Pena, no Rio de Janeiro.
Em Belo Horizonte (MG), o vice-presidente de Finanças e Controladoria, Marcos Brasiliano Rosa, acompanhou o trabalho na Agência Tupinambás.
A Agência Brás, em São Paulo (SP), recebeu os vice-presidentes de Fundos de Investimento, Sérgio Bini, e de Rede de Varejo, Julio Volpp.
Sul
O porteiro João Carlos Soares renegociou e já quitou sua dívida no Dia do Desenrola, na Agência Carlos Gomes, em Curitiba (PR). O cliente destacou a rapidez com que tudo foi feito. “Por incrível que pareça, fiquei sabendo hoje pela manhã dessa ação. Eu estava vendo jornal e descobri que precisava resolver um problema na CAIXA. Vim resolver isso hoje e, graças a Deus, meu atendimento foi ótimo. O rapaz me atendeu super bem, explicou tudo sobre minha dívida e quando poderia quitá-la”, comemorou.
“Graças a Deus, deu certo. Já quitei, está tudo certinho. Essa foi uma boa condição para o valor que eu estava devendo. Aliviou muito meus outros problemas. Esse era o mais pesado, mas, graças a Deus, está aliviado. Agora, com nome limpo novamente, vou procurar não sujar mais.”
Centro-Oeste
Em Goiânia (GO), o gerente de Varejo da Agência Anhanguera, Carlos Alberto, falou da satisfação em participar do Dia do Desenrola CAIXA. “Reativar pessoas, conhecer suas histórias, proporcionar melhores condições e reabilitar seus cadastros. O cliente volta a ter familiaridade com o banco e reestabelece seus laços. É um momento muito importante, em um momento muito bom para que a economia aqueça”, detalhou.
Além da presidenta Maria Rita Serrano, que acompanhou o Dia do Desenrola na Agência Guará, em Brasília (DF), vice-presidentes da CAIXA estiveram presentes em outras unidades pelo Centro-Oeste.
Na capital federal, o vice-presidente de Pessoas, Sérgio Mendonça, compareceu à Agência Planalto e a vice-presidente de Tecnologia e Digital, Adriana Salgueiro, esteve na Agência Conjunto Nacional
Em Goiás, a vice-presidente de Agente Operador, Lucíola Aor, esteve na Agência José Seabra, em Formosa; a vice-presidente de Riscos, Henriete Bernabé, acompanhou os trabalhos na Agência Planaltina, em Planaltina; e o vice-presidente de Governo, Marcelo Bomfim, compareceu à Agência Anhanguera, em Goiânia.
Nordeste
Rafaela Valença, gerente-geral da Agência Jaboatão, em Recife (PE), destacou que o mutirão realizado pela CAIXA foi promovido para dar amplitude ao programa Desenrola Brasil, do Governo Federal. “Fizemos esse dia para contribuir com o cidadão brasileiro, negociando para que aqueles que estão endividados tenham acesso novamente ao crédito. Mais uma vez a CAIXA mostra o seu papel firme, social, reincluindo essas pessoas no mercado de crédito.”
Na Agência Jaboatão, em Recife (PE), o Dia do Desenrola foi acompanhado de perto pelo vice-presidente de Negócios de Atacado da CAIXA, Ronny Peterson.
Norte
O gerente de Varejo da Agência São Brás, em Belém (PA), Elvis Paiva Gatinho, se emocionou ao falar do sentimento de participar da ação. “Eu me sinto privilegiado por poder participar mais uma vez de um programa que vai ajudar o cidadão brasileiro a voltar para a linha de crédito, poder negociar, realizar seus sonhos. Ainda mais na nossa agência, que é uma das maiores daqui do estado do Pará”, celebrou. “A minha sensação é de responsabilidade, por saber que a gente pode ajudar tanta gente a conquistar vários objetivos na vida.”
A Agência São Brás, em Belém (PA), recebeu a visita da vice-presidente de Habitação da CAIXA, Inês Magalhães.
Unidades móveis
Em Santos, no litoral paulista, o atendimento para o Dia do Desenrola foi reforçado com a instalação do caminhão-agência da CAIXA. Mostrando que pode chegar a qualquer lugar, sempre pronta a atender às necessidades da população brasileira, a unidade móvel passou o dia estacionada na Praça das Bandeiras, com a oferta da mesma estrutura e serviços prestados nas agências.
O cliente Denilson Ruiz aproveitou a facilidade e usou os serviços do caminhão-agência para resolver sua situação com a CAIXA. Ele destacou a importância de ter o nome limpo. “O CPF é algo que a gente deve manter sempre em ordem para termos oportunidade. Isso a gente passa de pai para filho. É muito importante ter o nome limpo. Com isso, você terá só benefícios”, afirma. “Eu já estou quase conseguindo comprar meu carro de novo. Como agora eu quitei os imóveis que comprei, eu quero comprar o meu carro.”
O dia de mutirão na agência-caminhão em Santos (SP) foi acompanhado de perto pela vice-presidente de Negócios de Varejo da CAIXA, Maria Cristina Farah.
Os clientes da CAIXA podem consultar seus contratos em atraso e conferir mais detalhes sobre as condições especiais de renegociação de dívidas pelo site do Banco, pelo telefone 4004 0104 ou nos Aplicativos Cartões CAIXA e CAIXA Tem.
Brasil
Eldorado Brasil reúne mais de 400 mulheres em evento e reforça protagonismo feminino no campo
Três Lagoas, 30 de março de 2026 – A Eldorado Brasil Celulose, referência global em sustentabilidade e eficiência no setor, reuniu mais de 400 mulheres nesta quarta-feira (24), em Três Lagoas, para celebrar a diversidade e a presença feminina no campo. Na quarta edição, o encontro Mulheres em Campo, promove palestras, talk show e, principalmente, a promoção de troca de experiências entre profissionais que desafiam limites e rompem barreiras diariamente nas operações da companhia e no setor florestal de Mato Grosso do Sul.
De desafiar padrões, Milena da Silva Melo, 27 anos, entende bem. Mecânica na Eldorado Brasil Celulose, ela deixou por muito tempo o diploma na gaveta de casa até participar de uma seleção na empresa. “Desde criança eu sempre fui diferente das outras meninas. Enquanto elas brincavam de barbie e boneca, eu já era o tipo de criança que gostava de montar e desmontar brinquedos para ver como era. Adulta, eu fiz o curso técnico de Mecânica Industrial e como eu trabalhava, era casada, tinha minha casa, acabei deixando de lado”, relembra.

Durante uma seleção da Eldorado Brasil Celulose, um dos recrutadores pediu para analisar o currículo de Milena e deu a sugestão para que ela tentasse a vaga de mecânica da Florestal.
“Foi uma oportunidade que surgiu na hora certa, e eu a abracei da melhor forma possível. Quando cheguei ao campo, tive receio de ser deixada de lado por ser mulher em uma área predominantemente masculina, mas fui muito bem recebida pelos colegas, tanto da mecânica quanto pelas lideranças da manutenção. Posso não ter a mesma força física que um homem, mas tenho a minha força e a minha inteligência, que uso a meu favor no dia a dia no campo”, pontua.
Milena integra o quadro de colaboradores da Eldorado desde 2025 e faz parte de um movimento crescente de ampliação da presença feminina nas operações da companhia. No comparativo entre 2023 e 2024, a Eldorado registrou um aumento de 14% no número de mulheres em seu quadro de colaboradores. Na área administrativa, elas já são maioria.
Marilu Ramos, coordenadora de Treinamento Operacional e da equipe Nossa Gente Florestal, destaca a importância da iniciativa. “Estamos na quarta edição das Mulheres em Campo. É um evento pensado com muito carinho, ele é desenhado para ser um dia de celebração, de festa, de valorizar a presença feminina e o trabalho que cada uma delas desempenha”, ressalta.
Engenheira florestal, Marilu também reforça as transformações no setor. “Historicamente, essa é uma área predominantemente masculina, mas, nos últimos anos, o número de mulheres nesse setor tem aumentado, a presença feminina tem crescido — e eu sou um exemplo disso. A diversidade é fundamental para o mercado de trabalho, seja de gênero ou de qualquer outra natureza. Podemos contribuir com nosso jeito, com nosso preciosismo e qualidades”, pontua.
Sobre a Eldorado Brasil Celulose
A Eldorado Brasil Celulose, empresa do Grupo J&F, é reconhecida globalmente por sua excelência operacional e seu compromisso com a sustentabilidade, resultado do trabalho de uma equipe qualificada de mais de 6 mil colaboradores. Inovadora no manejo florestal e na fabricação de celulose, produz 1,8 milhão de toneladas de celulose de alta qualidade por ano, atendendo aos mais exigentes padrões e certificações do mercado internacional. Seu complexo industrial em Três Lagoas (MS) também tem capacidade para gerar energia renovável para abastecer uma cidade de 2,1 milhões de habitantes. Em Santos (SP), opera o EBLog, um dos mais modernos terminais portuários da América Latina, exportando o produto para mais de 40 países. A Companhia mantém um forte compromisso com a sustentabilidade, inovação, competitividade e valorização das pessoas.
Brasil
Pós-Carnaval sem perrengue: o que fazer (e o que não fazer) para melhorar da ressaca
Depois de dias de folia, pouca água e sono bagunçado, é comum a manhã seguinte pesar. Dor de cabeça, enjoo, boca seca, tontura e cansaço intenso são sinais frequentes no pós-Carnaval, e não é exagero: a ressaca tem explicação fisiológica.
“A ressaca alcoólica é definida, sob o aspecto farmacológico e fisiológico, como um conjunto de sinais e sintomas resultantes dos efeitos tóxicos do etanol e de seus metabólitos”, explica Denise Basílio, coordenadora do curso de Farmácia da Estácio. Segundo ela, mesmo quando a concentração de álcool no sangue cai, o organismo segue com alterações metabólicas e inflamatórias.
O principal fator é o acetaldeído, substância formada no fígado durante o metabolismo do álcool. “O etanol é metabolizado principalmente no fígado pela ação da enzima álcool desidrogenase, resultando na formação de acetaldeído, um metabólito altamente reativo e tóxico”, afirma Denise. “Esse composto está amplamente associado a manifestações como náuseas, cefaleia, rubor e mal-estar geral.”
Além disso, o álcool ativa processos inflamatórios. “O consumo provoca a ativação de vias inflamatórias sistêmicas, levando ao aumento de citocinas pró-inflamatórias”, aponta. Isso ajuda a explicar a fadiga, dores no corpo e a sensibilidade maior a luz e som.
Por que a ressaca dá tantos sintomas? – A desidratação é um dos mecanismos principais, já que o álcool aumenta a perda de líquidos e eletrólitos. “Isso aumenta a diurese e provoca a perda de água e eletrólitos”, destaca Denise. Com isso, aparecem sintomas como dor de cabeça, tontura, boca seca e fraqueza.
Já o enjoo e a dor no estômago costumam ser consequência da irritação gástrica. “Estão mais relacionados à irritação da mucosa gástrica e ao aumento da secreção ácida provocados pelo álcool”, explica.
“A sensibilidade à luz e ao som, além da cefaleia pulsátil, também tem relação com alterações no cérebro. ‘Estão associadas à vasodilatação cerebral e à inflamação neurovascular’, acrescenta Denise.
E há ainda um agravante importante: o sono. O álcool diminui a qualidade do sono REM, fase considerada essencial para a recuperação do cérebro, ligada à consolidação da memória e ao descanso mental. “Quando esse ciclo é prejudicado, a pessoa pode acordar mais cansada, irritada e com dificuldade de concentração, mesmo tendo dormido por várias horas”, pontua.
O que melhora – Quando a ressaca já chegou, não existe milagre. “A recuperação da ressaca baseia-se, essencialmente, em medidas de suporte”, orienta Denise.
A principal delas é beber água. “A hidratação adequada, de preferência com água e associada a soluções eletrolíticas, é essencial”, diz. Alimentação leve também contribui, especialmente com carboidratos, e o repouso ajuda o corpo a se recuperar do estresse metabólico.
O que piora – Na tentativa de melhorar rápido, muita gente se automedica e isso pode trazer risco. “O alívio dos sintomas deve ser feito com cautela, evitando a automedicação inadequada”, reforça Denise.
Ela alerta para o paracetamol: “Seu uso após a ingestão de álcool aumenta o risco de hepatotoxicidade, que é quando o órgão sofre dano por estar sobrecarregado ao metabolizar substâncias, como álcool e alguns medicamentos”. Anti-inflamatórios também exigem cuidado, pois podem agravar a irritação gástrica e aumentar riscos renais. Já medicamentos depressores do sistema nervoso central, como benzodiazepínicos, podem ser perigosos quando associados ao álcool.
“A abordagem mais segura consiste em garantir hidratação, alimentação adequada, um ambiente tranquilo e descanso”, afirma Denise. “O uso de medicamentos deve ser reservado apenas para quando for estritamente necessário e sob orientação.”
Além disso, ela alerta que alguns sinais indicam necessidade de avaliação médica. “Vômitos persistentes, confusão mental, dor abdominal intensa, sonolência excessiva, convulsões ou icterícia não são sinais de uma ressaca comum.”
Como prevenir – Para evitar a ressaca, Denise reforça que medidas simples funcionam melhor. “Evitar o consumo em jejum, alternar bebida alcoólica com água, alimentar-se adequadamente e respeitar os limites individuais são medidas embasadas em evidências”, orienta.
Ela também chama atenção para práticas comuns que podem aumentar riscos. “O uso preventivo de medicamentos e a combinação de álcool com bebidas energéticas carecem de fundamentação científica e podem piorar os danos à saúde”, conclui.
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