Curiosidades
Desperdício zero: como aproveitar cascas de alimentos
Atire o primeiro tomate quem nunca jogou comida fora. A prática de descartar frutas e verduras, principalmente cascas e talos, é comum. Uma pessoa chega a descartar 53 quilos de resíduos orgânicos por ano, segundo estudo da Embrapa em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Para se ter uma ideia do volume, cerca de 37 milhões de toneladas de restos de alimentos vão para o lixo. Um dado que pesa no bolso, afinal, de acordo com a pesquisa, esse desperdício pode ultrapassar R$ 1.002 em cada família. A situação é tão alarmante no mundo inteiro que a ONU conta com um programa ambiental com a meta de reduzir pela metade o desperdício per capita até 2030.
Algumas práticas podem colaborar quando o assunto não é apenas reduzir a quantidade do que vai para o lixo, mas economizar no bolso e ajudar na alimentação saudável. Quem dá a dica é a responsável técnica em nutrição do Fort Atacadista, Anne Shirley da Silva. Segundo a especialista, as cascas dos alimentos escondem um tesouro de nutrientes e benefícios para a saúde e podem aumentar o valor nutricional das refeições. A profissional explica que muitas cascas dos alimentos são frequentemente ricas em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes.
“Existe uma variedade de alimentos que podemos comer a casca como banana, manga, melancia, mamão, batata, abóbora, além de talos e caules como agrião, rúcula, brócolis, couve-flor e espinafre”. A lista é extensa e alguns já são mais comuns, como usar cascas de limão e laranja como temperos em pratos salgados ou sobremesas. Outras são menos usuais, mas garantem sabor e saúde nas receitas, como usar cascas de cebola e alho em sopas e caldos.
A recomendação para adotar esse tipo de hábito é, além de observar o estado e conservação do alimento, caprichar na higienização. Lavar bem vai ajudar a remover sujeira e resíduos, principalmente de pesticidas utilizados na agricultura. Outra dica é utilizá-los frescos ou desidratados. As cascas de frutas cítricas ou maçãs rendem snacks saudáveis e crocantes ou dão mais aroma se adicionados aos chás.
Para dar o primeiro passo nessa jornada de aproveitamento e economia, Anne Shirley compartilha uma receita de brigadeiro com casca de banana. Confira:
RECEITA DE BRIGADEIRO LIGHT COM CASCA DA BANANA
INGREDIENTES
4 unidades casca de banana madura picadas
2 colheres de sopa cheias açúcar demerara
½ xícara leite em pó
2 colheres de sopa cacau em pó sem açúcar
1 colher de sopa manteiga sem sal
leite para dar o ponto (se necessário)
água fervente
Modo de fazer :
Lave bem as cascas de banana em água corrente e cozinhe em uma panela com água fervente no fogão até as cascas ficarem macias. Desligue o fogo e espere ficar morno. Escorra a água e bata no liquidificador até formar uma espécie de purê. Se for preciso, adicione um pouco de água. Depois, despeje o purê de casca de banana em uma panela, acrescente o açúcar, a manteiga e o leite em pó. Leve ao fogo médio e misture até cozinhar e ficar bem encorpado. Se achar que está muito grosso, junte um pouco de leite. Adicione o cacau em pó e misture até ficar homogêneo. Desligar o fogo e esperar esfriar. Coloque o brigadeiro em um pote e leve para geladeira por 20 minutos. Se quiser, você também pode enrolar o brigadeiro.
Em Mato Grosso do Sul são dez unidades: Loja Cafezais, Cônsul Assaf, Coronel Antonino, Getúlio Vargas, Guanandi, Parati, Norte Sul Plaza, Tiradentes, Três Barras e União. No site do Fort Atacadista estão todos os endereços, telefones e horários de funcionamento das lojas disponíveis em: www.fortatacadista.com.br/nossas-lojas/
Sobre o Grupo Pereira
Fundado em 1962, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o Grupo Pereira completou 61 anos de história em 2023. Atualmente, conta com 18 mil funcionários e 800 representantes comerciais autônomos nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.
O Grupo Pereira tem mais 114 unidades de negócio, incluindo 30 lojas da rede de supermercados Comper, 56 lojas do Fort Atacadista (atacarejo), cinco filiais do Atacado Bate Forte (atacadista de distribuição), 18 lojas SempreFort (varejo farmacêutico), um broker, duas agências de viagens e dois postos de combustível. Além disso, o Grupo Pereira completa seu ecossistema de soluções ao incluir o braço logístico Perlog e os serviços financeiros da Vuon, que inclui o private label Vuon Card, com mais de 1 milhão de cartões emitidos, além de seguros e assistência odontológica.
O Grupo Pereira é o primeiro varejista brasileiro a ser contemplado com o selo CAFE (Certified Age Friendly Employer), concedido pelo norte-americano Age Friendly Institute a empresas que promovem a contratação e retenção de funcionários 50+.
Com a missão de oferecer uma experiência de compra positiva por meio da excelência no relacionamento com clientes, fornecedores e funcionários, o Grupo Pereira também contribui para a sociedade por meio de diferentes programas socioambientais.
Curiosidades
Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade
Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.
Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática: 76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.
Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina
O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.
Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.
Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”
Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição
Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.
Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.
Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.
Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo
A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.
Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”
Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”
Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar
Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.
Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”
Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença
Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”
A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”
Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”
Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”
Sobre o Sexlog
Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.
Curiosidades
A menina que não sente dor, fome e sono
Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.
O que é a deleção do cromossomo 6p?
A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono
Impactos no cotidiano
A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com
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Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.
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Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.
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Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.
Um caso único
Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.
Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:
She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger
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