Mato Grosso do Sul
De cidadania à cultura, turismo, memória e desenvolvimento, MS coloca territórios quilombolas em evidência
Na véspera do 13 de Maio, data que provoca reflexões sobre resistência, ancestralidade e reparação histórica, o Governo de Mato Grosso do Sul reuniu representantes de 18 comunidades quilombolas do Estado no evento “MS Sem Racismo: Territórios Quilombolas em Evidência”, realizado no auditório da Secretaria de Estado da Cidadania, em Campo Grande.
A agenda marcou uma mobilização inédita voltada às comunidades quilombolas, reunindo ações integradas nas áreas de cultura, turismo, audiovisual, patrimônio histórico, geração de renda, segurança alimentar e fortalecimento das políticas públicas nos territórios.
Promovido pela Secretaria de Estado da Cidadania, por meio da Subsecretaria de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial, o encontro reuniu lideranças quilombolas, universidades, instituições públicas, movimentos sociais e representantes da sociedade civil em uma programação voltada à valorização da memória, da identidade e do protagonismo negro em Mato Grosso do Sul.

Durante a abertura, o subsecretário de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial, Deividson Silva, destacou o simbolismo da realização do encontro na data que antecede o 13 de Maio.
“Quando a gente fala em resistência e sobrevivência, estamos falando diretamente das comunidades quilombolas, populações que durante muito tempo resistiram e sobreviveram a um sistema que oprimiu, massacrou e eliminou boa parte da população negra deste país”, afirmou.
Deividson ressaltou que a proposta do encontro foi reunir instituições e parceiros para ampliar a presença das políticas públicas dentro dos territórios quilombolas. “Trazer um evento institucional como esse, com entregas da Fundação de Turismo, Fundação de Cultura, Setesc, Semadesc, UFMS e parceiros da sociedade civil, é reafirmar o compromisso do Governo do Estado com as comunidades quilombolas”, disse.
Estiveram presentes integrantes das comunidades Furna dos Baianos, de Aquidauana; Águas de Miranda, de Bonito; Tia Eva, São João Batista e Chácara Buriti, de Campo Grande; Campos Corrêa, Família Ozório e Família Maria Theodora, de Corumbá; Santa Tereza, de Figueirão; Furnas do Dionísio, de Jaraguari; São Miguel, Maracaju; Família Jarcem, de Rio Brilhante; Araújo e Ribeiro, Família Bulhões, Família Cardoso e Família Romano Martins, de Nioaque; Família Bispo, de Sonora, Descendentes de Tertuliana e Canuto dos Pretos, de Terenos.

Painel Quilombola
Entre as entregas apresentadas esteve o lançamento do Painel Quilombola do Observatório da Cidadania de Mato Grosso do Sul, plataforma da UFMS em parceria com a SEC, que reúne informações sobre população, comunidades, territórios, moradias, saneamento e infraestrutura a partir de dados do Censo 2022 do IBGE e da Secretaria de Estado da Cidadania.
Os números mostram que Mato Grosso do Sul possui 2.572 pessoas quilombolas distribuídas em 21 municípios. As mulheres representam 51% dessa população. Campo Grande concentra o maior número de moradores quilombolas, seguida por Corumbá, Jaraguari, Nioaque e Rio Brilhante.
O secretário de Estado da Cidadania, José Francisco Sarmento, celebrou o lançamento do Painel Quilombola e a presença das comunidades durante o encontro, destacando a importância da escuta e da construção coletiva das políticas públicas.
“O Governo do Estado, junto com seus entes, tem esse desejo, como diz o nosso governador, de não deixar ninguém para trás. Vamos continuar avançando com responsabilidade, e que vocês consigam trazer para nós propostas e proposições. Acho muito importante apontar críticas e questões, mas trazer junto com elas caminhos e construções coletivas”, destacou.
Afroturismo

A programação também marcou o lançamento da primeira edição do guia “Isto é MS – Afroturismo”, desenvolvido pela Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul em parceria com o Sebrae/MS, Guia Negro e Secretaria de Estado da Cidadania. O material reúne histórias, trajetórias, manifestações culturais e experiências ligadas às comunidades quilombolas e ao empreendedorismo negro sul-mato-grossense.
Diretor de Desenvolvimento do Turismo e Mercado da Fundtur, Geancarlo de Lima Merighi descreveu que o guia posiciona Mato Grosso do Sul entre os estados que vêm ampliando o olhar sobre o turismo de experiência e identidade cultural. “Entendemos que o afroturismo é uma das grandes potencialidades do Estado. Nós levamos esse guia para ser lançado na WTM Latin America porque ele representa uma das melhores coisas que temos em Mato Grosso do Sul”, afirmou.


Responsável pela construção do material ao lado do Guia Negro, o jornalista e pesquisador Guilherme Soares Dias enfatizou o caráter pioneiro da publicação.
“Esse guia é inédito no Brasil. Não existe outro estado com um material tão profundo e extenso sobre afroturismo como esse. Mato Grosso do Sul está saindo na frente”, disse.
O conteúdo reúne oito comunidades quilombolas, afroempreendedores urbanos e expressões culturais ligadas à cultura negra em cidades como Campo Grande, Corumbá e Dourados.
As experiências construídas a partir da memória e da identidade negra também ganharam espaço durante a apresentação do teaser do documentário “Pantanal Negro”, conduzida pela empreendedora social e idealizadora da Bela Oyá, Thayna Cambará.

A obra retrata experiências, memórias e vivências da população negra pantaneira em Corumbá e nasce de um processo de reconexão da própria autora com sua ancestralidade. “Pantanal Negro tem o propósito de falar sobre território, memória e cultura viva. Esses três princípios são os norteadores de todo trabalho que a Bela Oyá desenvolve”, declarou.
Ao apresentar o teaser, Cambará também chamou atenção para a importância da transversalidade nas políticas públicas voltadas às comunidades tradicionais. “É assim que se efetiva uma política pública: quando cidadania, educação, turismo, cultura e fomento dialogam com os territórios”, resumiu.
Cultura
As ações culturais apresentadas durante o encontro reforçaram o papel da memória, da preservação patrimonial e do fortalecimento das expressões tradicionais quilombolas. Diretora de Memória e Patrimônio Cultural da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Melly Sena frisou o restauro da Igreja São Benedito e a revitalização do entorno da comunidade quilombola Tia Eva como uma das principais entregas em andamento no Estado.
“Foi uma luta histórica da própria comunidade e uma das entregas mais especiais que temos hoje dentro das políticas públicas culturais”, afirmou.

A Fundação de Cultura também lançou oficialmente o Edital Raízes de MS, iniciativa que vai destinar R$ 1 milhão ao fomento de projetos culturais desenvolvidos por povos e comunidades tradicionais, incluindo quilombolas, indígenas, ribeirinhos, ciganos, povos de terreiro e imigrantes. As propostas poderão contemplar áreas como rituais e festas populares, arte popular e performática, transmissão de saberes, memória, manutenção de espaços culturais, economia criativa e geração de renda.
“A palavra quilombola entrou muito recentemente dentro das políticas públicas culturais. Hoje a gente consegue ampliar esse olhar e construir editais específicos junto com a Secretaria de Estado da Cidadania”, destacou Melly.
Ela também anunciou o início da parceria para o Cine Povos Tradicionais, braço do Rota Cine MS voltado à difusão cinematográfica nas comunidades tradicionais.

Outro momento importante da programação foi a apresentação do processo de tombamento da comunidade quilombola Tia Eva, conduzida por técnicos do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). O território se tornou o primeiro quilombo oficialmente reconhecido como patrimônio cultural do Brasil após regulamentação federal específica sobre o reconhecimento de territórios quilombolas.
A equipe do Iphan detalhou o processo construído em diálogo com a comunidade, incluindo escutas qualificadas, elaboração de mapas afetivos e identificação coletiva das referências culturais, religiosas e territoriais que estruturam a memória local. O órgão também ressaltou que a experiência desenvolvida em Mato Grosso do Sul passou a servir de referência para outros territórios quilombolas brasileiros que buscam reconhecimento patrimonial.
Desenvolvimento

As discussões sobre desenvolvimento econômico e segurança alimentar também estiveram entre os principais pontos apresentados durante o encontro. Secretária-executiva de Agricultura Familiar, Povos Originários e Comunidades Tradicionais da Semadesc, Karla Nadai, apresentou os resultados do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) voltado às comunidades quilombolas. Em menos de seis meses de execução, mais de 40 toneladas de alimentos produzidos nos territórios quilombolas já foram comercializadas.
“Os quilombolas já alimentam Mato Grosso do Sul há muito tempo. O que estamos fazendo agora é reconhecer essa produção e estruturar uma política pública específica para essas comunidades”, afirmou.
A iniciativa beneficia produtores quilombolas e famílias em situação de insegurança alimentar, por meio da distribuição realizada pelos equipamentos socioassistenciais dos municípios.
Fórum Quilombola
A programação também marcou a instalação oficial do Fórum Quilombola de Mato Grosso do Sul, espaço permanente de articulação política e construção coletiva de propostas voltadas às comunidades quilombolas do Estado. A proposta é garantir participação direta das comunidades na formulação das ações e estratégias desenvolvidas pelo poder público, a partir de debates organizados em cinco eixos temáticos: Educação, Cultura e Memória; Juventude; Preservação Ambiental e Questões Territoriais; Geração de Renda (produção e turismo quilombola) e Saúde.

Durante os grupos de trabalho, representantes das comunidades apresentaram demandas, fragilidades enfrentadas nos territórios e propostas construídas a partir da própria realidade quilombola.
Coordenadora de Igualdade Racial do município de Jaraguari e representante da comunidade Furnas do Dionísio, Grace Martins de Jesus, falou da importância da escuta ativa das comunidades dentro da construção das políticas públicas.
“Esse fórum foi gratificante porque as comunidades precisam ser escutadas, precisam ser assistidas e precisam falar sobre o que está acontecendo dentro dos territórios. Ver a própria comunidade pensando e construindo seu protagonismo dentro da cidadania é maravilhoso”, defendeu.
Coordenadora estadual das comunidades quilombolas de Mato Grosso do Sul e moradora da comunidade Chácara Buriti, Lucinéia de Jesus Domingos Gabilão classificou o momento como histórico.
“É raro ter um espaço em que as políticas públicas sejam construídas ouvindo diretamente o público beneficiado. Normalmente as coisas chegam prontas. Hoje foi diferente”, afirmou.
Ela também ressaltou que ouvir as comunidades é fundamental para que as políticas públicas reflitam as necessidades reais dos territórios. “O que for criado a partir de agora precisa nascer da realidade das comunidades quilombolas, não de algo inventado fora dela”, destacou.
Paula Maciulevicius, da Comunicação da Cidadania
*com informações da FCMS, e Fundtur
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Eldorado celebrou 50 anos com entrega do Espaço Cultural Arandu e novos investimentos na cidade
Em uma noite fria, a população de Eldorado se reuniu para celebrar, de forma coletiva, o orgulho pelo lugar onde vive. Com forte presença de moradores, a inauguração do Espaço Cultural Arandu, na quarta-feira (13), marcou a entrega de um ambiente voltado ao encontro, à convivência e ao desenvolvimento, destinado à realização de eventos culturais, educacionais, sociais e institucionais.
A agenda no município incluiu ainda a assinatura de autorizações para obras de mobilidade e infraestrutura. O Espaço Cultural Arandu foi concebido como um local de troca de saberes, incentivo a talentos e valorização de artistas, além de acolher a população e ampliar as possibilidades de desenvolvimento social e cultural.

O nome Arandu tem origem na língua indígena guarani e significa “sabedoria” ou “conhecimento”, refletindo o propósito de preservar a identidade e a história local. Para os cidadãos o espaço representa pertencimento, identidade e futuro. Em âmbito regional do Cone Sul, simboliza integração, oportunidade e fortalecimento cultural.
Na entrega do espaço, o governador Riedel enfatizou a importância da continuidade das ações e da parceria entre Estado e municípios para o avanço regional em todas as áreas. “Quando a gente sonha para uma cidade, a gente sonha para a comunidade. E às vezes esse sonho leva anos para se concretizar, mas ele chega”.

Ele ainda mencionou o esforço conjunto na execução de políticas públicas. “Cada um contribui no seu tempo. Teve quem sonhou, quem cobrou e quem deu continuidade. Hoje, a gente vê esses projetos acontecendo”.
Na área de mobilidade urbana, foram autorizadas melhorias na sinalização viária, com execução de 1.077 metros quadrados de sinalização viária, com execução de 1.077 metros quadrados de sinalização horizontal, instalação de 62 placas de sinalização vertical, implantação de semáforo no cruzamento da Avenida Brasil com a Rua Santa Catarina, além da construção de duas faixas elevadas e quatro ondulações transversais em pontos estratégicos, próximos a escola, creche e unidade de saúde.

Também foi autorizada a licitação para obras de recapeamento no Bairro Cerâmica. As intervenções contemplam as ruas Adelina, Anaurilândia, Santa Lúcia, Maria Auxiliadora, Maria de Jesus, Doze de Junho e Onze de Outubro.
Já a prefeita de Eldorado, Fabiana Maria Lourenci, ressaltou a importância da união entre lideranças e da continuidade administrativa para a concretização de projetos no município. “Eu nunca vi uma junção de nomes tão fortes e tão especiais quanto essa noite. Isso mostra o quanto Eldorado é importante e o quanto as pessoas acreditam no nosso município”.
A prefeita também enfatizou o papel coletivo na realização de iniciativas estruturantes. “Um sonho que se sonha só é só um sonho, mas um sonho que se sonha junto se torna realidade. Esse projeto foi pensado lá atrás e hoje está aqui. A gente deu continuidade.”
A festa de aniversário em Eldorado terminou com a participação maciça da população da cidade com a apresentação de espetáculos de dança e música, reunindo crianças, jovens, adultos e idosos.
Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Bruno Rezende/Secom-MS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso do Sul possui mais de 2 mil instrutores ativos e amplia atuação de autônomos; saiba como se credenciar
Mato Grosso do Sul possui 5.604 instrutores de trânsito registrados, atualmente. Deste total, 2.130 estão com atuação ativa no Estado, sendo aproximadamente 1.200 na Capital e 930 no interior. Entre os profissionais em atividade, cerca de 37 já atuam como instrutores autônomos.
O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) orienta os profissionais interessados em atuar como instrutores de trânsito autônomos sobre os requisitos, procedimentos e regras atualmente vigentes para o credenciamento no Estado. A modalidade de atuação sem vínculo com autoescola está prevista na Resolução Contran nº 1.020/2025 e vem sendo implementada gradualmente em todo o país.
Segundo a gerente de Controle de Credenciamento de Habilitação de Condutores do Detran-MS, Noêmia Rodrigues da Silva, o processo exige o cumprimento rigoroso dos critérios estabelecidos pela legislação nacional. “O instrutor autônomo precisa atender a todos os requisitos legais e manter sua documentação regularizada para exercer a atividade com segurança e responsabilidade”, destaca.
Para se credenciar como instrutor de trânsito autônomo, o profissional deve ter no mínimo 21 anos de idade, possuir pelo menos dois anos de habilitação, ensino médio completo e não ter cometido infração gravíssima nos últimos 60 dias. Não estar cumprindo processo de suspensão e nem cassação da CNH.
Também é obrigatória a apresentação da certidão negativa de antecedentes criminais e a conclusão do curso de Formação de Instrutor de Trânsito, que pode ser realizado por meio da Secretaria Nacional de Trânsito ou em instituições credenciadas. Os documentos podem ser autenticados em cartório ou receber carimbo de “confere com original” diretamente nas agências do Detran-MS da Capital ou interior do Estado.
Documentação necessária
Para solicitar o registro como instrutor de trânsito vinculado a autoescola ou autônomo, o candidato deve apresentar os seguintes documentos originais ou cópias autenticadas:
– Certificado de Formação de Instrutor de Trânsito;
– Carteira Nacional de Habilitação (CNH) emitida pelo DETRAN/MS ;
– Comprovante de residência ou declaração de residência;
– Histórico Escolar do Ensino Médio (Modelo 19);
– Certidão de Ações Criminais expedida pela Justiça Estadual. Em caso de certidão positiva, também deverá ser apresentada a Certidão de Objeto e Pé;
– Formulário de credencial devidamente preenchido;
– Comprovante de pagamento da guia de 1º registro (código 3018) e da guia de credencial (código 3019).
– O pedido de credenciamento pode ser feito presencialmente em qualquer agência do Detran-MS, tanto na Capital quanto no interior do Estado.
Para realizar o credenciamento como instrutor de trânsito, o profissional deve efetuar o pagamento da guia de 1º registro (código 3018), no valor de R$ 136,93. Já para a emissão anual da credencial obrigatória para exercício da atividade, é necessário o pagamento da guia de credencial (código 3019), no valor de R$ 54,77. Os valores equivalem a UFERMS de maio/2026.
O município de atuação do instrutor autônomo será definido de acordo com o comprovante de residência apresentado no momento do credenciamento.
Veículo e aulas práticas
Para atuar como instrutor autônomo, o profissional deve utilizar veículo devidamente autorizado para aprendizagem, identificado conforme a legislação de trânsito e em condições adequadas de circulação e segurança.
Também é permitida a realização de aulas e exames em veículo particular do candidato, desde que haja vistoria prévia realizada pelo Detran-MS. Nesses casos, o automóvel recebe identificação diferenciada da utilizada em veículos de autoescola.
Além da vistoria, para a segurança de ambos é necessária a assinatura de uma declaração de responsabilidade pelo instrutor, pelo aluno e também pelo proprietário do veículo, quando este não pertencer ao candidato. O documento formaliza ciência e responsabilidade sobre eventuais riscos durante a realização das aulas ou exame prático.
Nos casos de utilização de veículo de aprendizagem, também é exigida a vistoria do automóvel, mediante pagamento da guia de vistoria (código 2026), no valor de R$ 228,22. Para veículos de uso eventual ou particular utilizados pelo candidato, não haverá cobrança da taxa de vistoria. O Detran-MS ressalta que os valores são reajustados periodicamente conforme a Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul (UFERMS), e os valores mencionados são referentes ao mês de maio/2026.
Agendamento de exames
Atualmente, o agendamento dos exames práticos realizados por instrutores autônomos ocorre mediante envio prévio das informações dos candidatos ao Detran-MS, por e-mail. O profissional encaminha a relação dos alunos e informa as datas pretendidas para realização dos exames.
Os candidatos interessados em encontrar instrutores autônomos credenciados podem consultar a plataforma da Secretaria Nacional de Trânsito, onde é possível localizar profissionais por município e até por bairro.
Noêmia Rodrigues da Silva ressalta que as regras atuais seguem as diretrizes já estabelecidas nacionalmente, mas ainda poderão passar por ajustes conforme o avanço da implementação da Resolução Contran nº 1.020/2025 em todo o país. “Estamos acompanhando todas as atualizações para garantir que os procedimentos sejam realizados com segurança, transparência e dentro da legalidade”, finaliza.
Mireli Obando, Comunicação Detran-MS
Fotos: Rodrigo Maia/Detran
Fonte: Governo MS
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