PET
Cuidados e recuperação de animais silvestres por meio da homeopatia veterinária são temas de live no dia 27
Promovida pela Sigo Homeopatia, iniciativa contará com participação de especialistas e apresentação de cases de sucesso
Com foco na cura de forma global, tratando não apenas os sintomas, mas as causas, a homeopatia é uma ciência que busca o equilíbrio orgânico do indivíduo. A terapêutica respeitada no tratamento de humanos, ganha cada dia mais espaço na Medicina Veterinária e apresenta resultados positivos também entre os animais silvestres.
Para debater o tema, com apresentação de cases de sucesso, ocorre no próximo dia 27 de maio, às 19 horas, a live “A Homeopatia no cuidado dos Animais Silvestres”, realizada pela Sigo Homeopatia Veterinária.
Mediada pela médica veterinária e responsável técnica pela marca, a iniciativa conta com as participações do médico veterinário do CRAS/Imasul (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), Diogo Borges de Arruda e da médica veterinária, especialista e mestre em homeopatia, doutora em Ciências da área de Epidemiologia aplicada a Zoonoses – USP e Pós-Doc (PHD) em Patologia Ambiental Experimental, Professora Dra. Cidéli Paula Coelho.
Os três participantes da live contam com ampla experiência no trato de animais silvestres. A Profa.Dra. Cidéli Paula Coelho atua há mais de 20 anos na área de Silvestres, Etologia e Bem-Estar Animal.
O médico veterinário Diogo Borges de Arruda, além do trato diário de animais silvestres, onde atualmente lida com cerca de 200 animais silvestres de espécies variadas, vítimas de desastres ou maus-tratos, atuou nas queimadas que atingiram a Serra do Amolar, região do Pantanal, que em 2020, registrou uma das maiores queimadas de sua história, devastando cerca de 4 milhões de hectares da maior área alagada do planeta, afetando diretamente na fauna do cerrado.
Já Mônica de Souza, foi presidente da AMVHB (Associação Médico Veterinária Homeopática Brasileira) e há quase 20 anos é responsável técnica pela Sigo Homeopatia Veterinária, empresa dedicada ao tratamento e prevenção de doenças em animais, tanto pets, quanto de campo, por meio da homeopatia.
“Convidamos especialistas na área, para conversar e comprovar o quanto a homeopatia é eficaz e grande aliada no trato dos animais silvestres, colaborando para a recuperação destes, que muitas vezes estão ameaçados de extinção e sofrem tanto por catástrofes da natureza, quanto pela ação do homem”, destaca Dra. Mônica de Souza.
Cases de Sucesso
Há oito meses, a Sigo Homeopatia Veterinária e o Cras firmaram parceria, onde a empresa fornece medicamentos e orientação homeopática ao centro de reabilitação. Em pouco tempo de tratamento, as aves, tratadas exclusivamente com homeopatia, registram queda de 40% na mortalidade. Outros dois casos são da anta Antônio e da arara Frango. Antônio é uma anta macho encontrada ainda filhote perdido em uma fazenda. Frágil e debilitado, o animal recebeu tratamento homeopático para ganho de peso, problemas nas patas e pêlos e em poucos meses de tratamento já está completamente recuperado.
Já a arara Frango, é uma ave da espécie Canindé, resgatada completamente sem penas e muito fragilizada, com o tratamento homeopático, em seis meses ela recuperou as penas e a saúde.
Homeopatia Ambiental
A homeopatia também pode ser aplicada nas nascentes de água, resultando no tratamento ambiental, como no caso da Serra da Cantareira, em São Paulo, onde em 2018, um surto de febre-amarela se disseminou entre macacos bugios, espalhando pânico entre os moradores.
Por meio do grupo de voluntários Sonho de Bugio, a Sigo Homeopatia desenvolveu uma fórmula sem resíduos ambientais para aplicação nas nascentes, o que resultou na possibilidade de tratar animais silvestres no seu habitat sem necessidade de captura. Toda a fauna da região foi tratada via água e, em pouco tempo, não houve mais registro de casos da doença infecciosa na região.
“O ambiente ficou tratado como um todo através da água, que permeou todo o sistema e assim, conteve o surto da doença nos animais silvestres”, relata a Dra. Mônica Souza.
Essa experiência criou o conceito da homeopatia ambiental e se tornou case de sucesso que inspirou trabalho apresentado na Water Conference, ocorrido na Bulgária em 2019, em Londres.
Estes e outros cases de sucesso serão apresentados na live:
“A Homeopatia no cuidado dos Animais Silvestres”
Data: 27 de maio de 2021 (quinta-feira) – 19h
Transmissão pelo Instagram: @sigohomeopatia
Fotos: Animais atendidos pelo Centro de Reabilitação de Animais Silvestres de MS
PET
Em Campo Grande| Conexão Pet reúne tutores e animais em manhã de diversão, aprendizado e solidariedade no próximo sábado (25)
Em alusão ao Abril Laranja Mês de Combate aos maus-tratos aos animais e ao Dia Mundial da Medicina Veterinária, celebrado em 25 de abril neste ano, a Casa Hub será palco de uma manhã especial dedicada aos apaixonados por animais. No próximo sábado, das 8h às 12h, acontece o Conexão Pet, evento gratuito e aberto ao público, organizado pela Hub Incorporações e pela Nature Vet, com uma programação que une informação, lazer e solidariedade.
O grande diferencial do Conexão Pet é que ele foi pensado para tutores e pets. Enquanto os humanos aproveitam a gastronomia dos food trucks, participam de palestras e bate-papos com especialistas sobre saúde e bem-estar animal e visitam estandes de marcas do segmento, os animais poderão brincar e socializar em uma área exclusiva preparada especialmente para eles.
A solidariedade também fará parte do evento, com uma feirinha de adoção em parceria com o Abrigo Independente Lar Doce Lar Angel de Patas, reunindo mais de 20 cães e gatos que aguardam um lar e uma nova chance de viver com amor. Durante toda a programação, também serão recebidas doações de ração, que serão encaminhadas para entidades que atuam na proteção animal.
A ideia do Conexão Pet nasceu após a médica veterinária Gisele Crepaldi, especialista em nutrição e gastroenterologia, participar como expositora da Feirinha Casa Hub. Segundo ela, o espaço e a proposta acolhedora do local despertaram o desejo de criar um evento maior, voltado à conscientização e ao bem-estar animal.
“O Conexão Pet surgiu porque eu sempre gostei desse tipo de evento. Quando participei da Feirinha da Hub, percebi que ali havia um espaço excelente, bem localizado e com potencial para receber uma programação completa para tutores e pets. A ideia é trazer conhecimento, principalmente sobre especialidades veterinárias, porque muitos ainda não sabem que elas existem, além de valorizar empreendedores locais e ajudar os animais que precisam de um lar”, explica Gisele.
Além de celebrar a medicina veterinária, o evento também reforça a importância do Abril Laranja, mês de conscientização e combate à crueldade contra os animais.
“O principal objetivo é conscientizar os tutores sobre manejo adequado, cuidados com alimentação, prevenção de doenças e respeito aos animais. Eu vejo o Conexão Pet como uma forma de conectar o tutor com o seu pet, para que eles tenham uma vida mais longa e saudável. Será uma manhã de muita troca, muito aprendizado, brindes e sorteios”, completa.
Para o sócio-diretor da Hub Incorporações, Pedro Naciff, o Conexão Pet reforça uma premissa que faz parte da essência da empresa: apoiar causas que transformam realidades, incluindo o respeito e o cuidado com os animais.
“A Hub nasceu com esse olhar de acolhimento e responsabilidade social, e a causa animal sempre esteve presente. Mas ela se fortaleceu ainda mais depois da vinda do Bueno, o gatinho que apareceu na Casa Hub, foi resgatado e acabou conquistando todo mundo. Hoje ele faz parte do nosso dia a dia e nos lembra o quanto os animais merecem cuidado, carinho e respeito. O Conexão Pet é isso, um evento para celebrar, conscientizar e espalhar amor”, destaca Naciff.
Gastronomia, produtos pet e programação para toda a família
O Conexão Pet contará com uma feirinha gastronômica recheada de opções para os tutores, com chopp, pastel, garapa, doces e açaí, além de uma área com expositores voltados ao universo pet, oferecendo produtos e serviços variados.
Entre os empreendedores confirmados na feirinha pet estão:
- CakePet (biscoitinhos e bolos)
- Le Gout Canin (alimentação natural e petiscos)
- PokePet (coleiras e bandanas)
- Nalivia Crochê (rede para gatos)
- NatureVet (petiscos)
- LivrAUria (venda de livros com renda revertida para a causa animal)
Também estarão presentes expositores e marcas parceiras como:
- QuintAU (creche pet)
- Agener (vermífugo para os adotados)
- Organnact (suplementos)
- BotuPharma (suplementos)
- Fórmula Natural (ração)
- Fórmula Animal (farmácia)
- Premiére (ração)
- Nexgard (comprimidos para carrapatos)
- DrogaVet (farmácia de manipulação)
- PetPax (crematório pet)
A programação inclui ainda orientação nutricional com a veterinária Gisele Crepaldi, além de bate-papos com especialistas a cada 30 minutos, abordando temas fundamentais para o cuidado e bem-estar animal.
Confira a programação de palestras:
- 9h00: Clínico-geral da Clínica VitaCare – doenças infecciosas
- 9h30: PositivaCão – comportamento e adestramento
- 10h00: Clínica Parque dos Príncipes – especialista em felinos
- 10h30: Dermatologista Camila – dermatologia em cães e gatos
- 11h00: Clínica Pró Exotics – animais exóticos
Com uma proposta leve, acolhedora e cheia de conteúdo, o Conexão Pet promete reunir famílias inteiras em uma manhã inesquecível, reforçando que amor e cuidado caminham juntos quando o assunto é saúde animal.
A entrada do evento é gratuita e os valores dos produtos comercializados serão destinados aos expositores ou à causa animal. Durante o evento, o público poderá ainda conhecer a Casa Hub, central de decorados da Hub Incorporações.
Serviço – Conexão Pet
Data: 25 de abril (sábado)
Horário: 8h às 12h
Local: Casa Hub – Avenida Afonso Pena, 5842
Evento gratuito
PET
Lei que proíbe tatuagens e piercings em cães e gatos
O presidente da República em Exercício, Geraldo Alckmin, sancionou a Lei nº 15.150, que proíbe, em todo o território nacional, tatuagens e piercings em cães e gatos com fins estéticos. O texto foi publicado na edição desta terça-feira, 17 de junho, do Diário Oficial da União. A publicação representa um avanço na proteção dos direitos dos animais, contribui para o fortalecimento das políticas de bem-estar animal e coíbe práticas cruéis que ainda têm recorrência.
DETENÇÃO E MULTA
O texto altera o artigo 32 da Lei Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. O artigo determina que praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime passível de detenção de três meses a um ano, além de multa.
O artigo ressalta ainda que incorrem nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. E, quando se tratar de cão ou gato, a pena será de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição da guarda. Agora, com a sanção da nova lei, passa a ser passível das mesmas penas quem realiza ou permite tatuagens e colocação de piercings em cães e gatos com fins estéticos. A pena poderá ser maior caso a tatuagem ou piercing resulte na morte do animal.
A modificação foi proposta pelo deputado Fred Costa (Patriota – MG) e passou pelas relatorias de Paulo Bengtson (PTB) na Câmara dos Deputados e de Alexandre Silveira (PSD) e Izalci Lucas (PL) no Senado.
INFECÇÕES
Durante o período de trâmite da matéria no Congresso Nacional, o Conselho Federal de Medicina Veterinária se posicionou contra tatuagens e piercings em animais. As tatuagens podem ter como consequências hemorragias, reações inflamatórias, infecções cutâneas profundas, infecções graves, traumas psicológicos e comprometimento do bem-estar do animal.
IRRITABILIDADE
Já a colocação de piercing ocorre, em geral, com a contenção à força do animal e com a perfuração com agulha ou pistola perfuradora de áreas sensíveis como orelhas, nariz, cauda e língua, e, por fim, a inserção do adorno. A prática pode levar a infecções locais e sistêmicas, rejeição ou expulsão do corpo estranho, irritabilidade, agressividade, apatia, automutilação, reações alérgicas, cicatrizes, sensibilidade aumentada e aversão ao toque.
MICROCHIPS
Embora no passado piercings e tatuagens tenham sido usados para identificar animais, principalmente em contexto de reprodução animal, de animais de laboratório e de fazenda, essas práticas têm sido substituídas por métodos modernos, mais eficazes e menos dolorosos, como o uso de microchips, que permitem a identificação eletrônica e segura sem causar dor contínua ou mutilação estética.
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