Mato Grosso do Sul
Com mais 26 policiais penais formados, Agepen conclui Curso de Armamento e Tiro, Vigilância e Escolta em Cassilândia
Ministrado em Cassilândia, a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), por meio da Espen (Escola Penitenciária), finalizou o 20º Cave (Curso de Armamento e Tiro, Vigilância e Escolta). Foram mais 26 capacitados, que somados, totalizam 794 policiais penais qualificados em Mato Grosso do Sul.
Representando a direção da Agepen, o diretor-geral da Polícia Penal, Creone da Conceição Batista, destacou a importância de promover a capacitação no interior do Estado para formar novos policiais penais na atuação em escoltas, muralhas e custódias hospitalares. “Este é o primeiro curso realizado na cidade de Cassilândia e reforça o nosso quadro de policiais penais a atuarem na linha de frente, aumentando a nossa capacidade técnica no rol das forças de segurança pública do estado”, afirmou, parabenizando os formandos.
Coordenado pela Espen, o curso é ministrado com instrutores do próprio quadro da Agepen, profissionais altamente capacitados que atuam no Cope (Comando de Operações Penitenciárias), em conformidade com parecer emitido pela Deleaq (Delegacia de Controle de Armas e Produtos Químicos) da Polícia Federal. Nesta edição, recebeu a parceria da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Clube de Treinamento de Tiro de Cassilândia.
Discursando em nome da turma, o formando Jorge Mário Leite dos Santos agradeceu todo o corpo de instrução e a relevância do curso para o crescimento da Polícia Penal.”Nesses 22 anos servindo dentro da agência, expectamos muitos eventos e transformações, estamos conduzindo para um futuro mais promissor, bem como, com mais responsabilidades, visando à segurança penitenciária e da sociedade”, afirmou.
Durante o evento, o diretor de Operações, Raul Ramalho, destacou a excelência da atuação dos servidores para conter a crise ocorrida no presídio masculino da cidade, em março deste ano, reforçando a necessidade de capacitações constantes como essa. Para fortalecer ainda mais o trabalho que vem sendo desenvolvido pela categoria, orientou os servidores acerca de recomendações importantes no exercício da atividade da Polícia Penal, prezando sempre pelo zelo e dignidade.
Em nome do Governo do Estado, o secretário-executivo de Justiça da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), Rafael Garcia Ribeiro, ressaltou a relevância da Polícia Penal na segurança pública e que, com essas capacitações, a Agepen prepara os policiais penais para o o novo desafio.
Com carga horária de 70 horas/aula, a qualificação aborda técnicas de algemação, manuseio de armas de fogo, escolta a pé e embarcado, vigilância de muralhas e torres, guarda interna e externa, abordagem policial, como se portar em serviço, entre outros temas. O curso já foi promovido também nas cidades de Campo Grande, Corumbá, Dourados, Naviraí e Três Lagoas em atendimento aos servidores dessas regiões.
De acordo com a diretora da Espen, Soraya Placência, um dos focos da escola está sendo trabalhar a inteligência emocional aliada à parte técnica dos cursos. “Precisamos desenvolver essa habilidade também para um desempenho das nossas atribuições de forma ainda mais completa. Nos dedicaremos a buscar e ofertar cursos e palestras que contribuam com o desenvolvimento do controle das emoções”, disse, ressaltando que, desta forma, as entregas à população serão ainda mais eficientes e eficazes.
A solenidade contou ainda com a presença do coordenador de Supervisão Penitenciária da Sejusp, Rodrigo Almeida Morel; comandante do CPA-2 da Polícia Militar, coronel Gil Alexandre Rocha; comandante da 2ª Companhia da PM de Cassilândia, Cap Jonas Santos de Souza; os comandantes Rangel Schveiger (COPE) e Evandro Mota (Grupamento de Escolta Penitenciária de Gampo Grande); além de convidados, chefias e diretores de unidades da Agepen em Cassilândia.
Texto: Tatyane Santinoni e Keila Oliveira, Agepen/MS.
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Gabinete itinerante: Governo de MS reúne setor produtivo para ouvir demandas e apresentar resultados
Com foco no desenvolvimento das cadeias produtivas de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado atua em ações que resultam no crescimento econômico aliado a geração de emprego e renda para a população. Diante disso, o governador Eduardo Riedel fez reuniões e atendimentos a representantes de diversas áreas do agronegócio nesta quinta-feira (16) durante 86ª Expogrande, realizada em Campo Grande.
Logo às 7h30, Riedel se reuniu com produtores no estande da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul). Ao todo, 13 entidades do agro estadual estavam representadas no encontro, onde foi formalizada a assinatura de protocolos de intenções envolvendo as secretarias de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) e de Educação (SED), além da Famasul e Funar (Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural).
O primeiro ato foi a entrega, por parte do setor produtivo, de documento consolidando as principais demandas do agronegócio sul-mato-grossense, reforçando o diálogo institucional entre Poder Público e cadeias produtivas.
“São situações muito importantes entre o Governo do Estado e a Famasul. Primeiro é receber do setor organizado propostas e sugestões para um plano de governo, para manter o nosso setor cada vez mais competitivo. As propostas são muito alinhadas com aquilo que a gente pensa”, disse Riedel.
Além disso, duas iniciativas foram tratadas na reunião. Uma delas objetiva a criação de um centro de ensino no Pantanal para ofertar educação gratuita com foco no ensino regular gratuito para a população da região.
A ideia é em mútua colaboração aperfeiçoar estudos e métodos de trabalho para estabelecer bases preliminares de futura cooperação técnica e financeira para estruturar o funcionamento de tal centro, que será edificado pela Funar.
“É um convênio para uma escola no Pantanal. A Famasul vai investir num equipamento em uma modelagem nova, no coração do Pantanal, e oferecer acesso à educação de qualidade e, principalmente, o significado de permanência de famílias, crianças por meio da educação. É um convênio transformador, que a gente consegue levar a infraestrutura e também é um sinal de manutenção da nossa cultura pantaneira”, afirma Riedel.
Já a outra iniciativa tratada visa o desenvolvimento de ferramenta tecnológica voltada à regularização fundiária em áreas de fronteira. A ferramenta terá foco em leitura, interpretação e estruturação automática de documentos, incluindo reconhecimento de texto OCR e análise de assinaturas.
“O convênio é para a ratificação dos títulos de faixa de fronteira. São 10 mil títulos. A gente pode usar inteligência artificial para agilizar o processo, que demoraria mais de dois anos e meio, mas vamos fazer em quatro, cinco meses. Também outra tecnologia sendo aplicada de uma maneira mais intensiva dentro do governo. A boa parceria público e privada, ela sempre dá bons resultados”, explica o governador.
Na sequência dessas agendas, representantes da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul) apresentaram dados atualizados da safra de soja. Segundo a entidade, até o dia 10 de abril, Mato Grosso do Sul já havia colhido cerca de 4,5 milhões de toneladas do grão.
A região sul do Estado lidera os trabalhos, com 99,3% da área colhida, seguida pelas regiões centro (91,7%) e norte (82,7%). O preço médio da saca foi registrado em R$ 110,23.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Edição: Nyelder Rodrigues/Secom-MS
Fotos: Saul Schramm/Secom-MS
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Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Para fortalecer cadeia produtiva da laranja, Riedel participa de remoção simbólica de murtas na Expogrande
Como parte das ações para fortalecer o agronegócio, e a cadeia produtiva da laranja, em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado apoia a realização da 86° Expogrande. O governador Eduardo Riedel cumpre agenda de trabalho no evento nesta quinta-feira (16), no ‘gabinete itinerante’ na maior feira agropecuária do Estado, realizada em Campo Grande.
Riedel participou da remoção de murtas como atividade simbólica, no parque da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), onde a tradicional feira é realizada anualmente.
“Este ato de extração da murta é para fortalecer a cadeia produtiva da citricultura da laranja. A murta é hospedeira de um vetor da maior doença da laranja que tem afetado os laranjais em São Paulo e outras regiões. A gente está fazendo um gesto retirando as murtas. Este ato garante sanidade para os nossos pomares de laranja”, explicou Riedel.
A murta é uma planta ornamental, comum nas áreas urbana e rural. ” Buscamos eliminar a murta de regiões onde a laranja está sendo plantada. Assim damos garantia para quem está investindo aqui, no aspecto sanitário, o Mato Grosso do Sul tem feito a sua parte”, afirmou Riedel.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm, Secom-MS
Fonte: Governo MS
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