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Mato Grosso do Sul

Com ameaças de massacre no maior presídio de MS, sindicato cobra providências

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“O Estado não tem preocupação em coibir que algo pior possa acontecer”, este é o relato de André Luiz Santiago, presidente do Sinsap/MS (Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária de Mato Grosso do Sul). A declaração foi feita no domingo (8), após uma visita ao PED (Presídio Estadual de Dourados), onde há indicativos e ameaças dos detentos de um confronto entre facções que pode resultar em um massacre.
Segundo o presidente do sindicato, há apenas duas torres ativadas na muralha do PED, onde deveria haver um número muito maior de policiais militares atuando e também fora do presídio, fazendo rondas. “Isso não está acontecendo”, disse. Atualmente, o presídio que tem capacidade para 700 detentos está, assim como a maioria dos presídios no Brasil, superlotado.
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, o presídio de Dourados, que é o maior do Estado, conta atualmente com 2.400 detentos. Em Manaus, o presídio onde ocorreu uma chacina tinha 1.800 presos. “Se alguma coisa acontecer em Dourados, vai ser muito pior do que em Manaus”, afirmou Santiago. Para o presidente do sindicato, os representantes do Estado não têm mostrado qualquer preocupação e nem ações para garantir a segurança nos presídios e evitar possíveis rebeliões e massacres.
“O que segura a bomba é o número mínimo de agentes, que ainda conseguem evitar que algo pior aconteça”, afirmou André Santiago. Há informação de que no domingo (8), só não houve movimentação no presídio porque o Raio 2, onde estariam os membros do PCC (Primeiro Comando da Capital), não teve visitas.
Conforme áudios divulgados anteriormente pelo Jornal Midiamax, os ataques estariam previstos para os dias de visitas nos presídios. De acordo com Santiago, há Lei Federal para porte de arma por parte dos agentes penitenciários, ao contrário do que acontece em Mato Grosso do Sul. “O Estado legisla contra uma Lei Federal. O porte de arma no Estado não foi regulamentado”, disse.
Em março de 2016, o órgão competente chegou a sinalizar que faria o treinamento necessário para que os agentes pudessem ter o porte de arma, mas a ação não foi finalizada. Por fim, o sindicato apontou que o ‘reforço’ de agentes penitenciários nos presídios do Estado não acontece de fato. “A resposta do diretor da Agepen foi péssima. Os agentes que assumiram agora são estagiários”, disse o presidente do sindicato.
No próximo fim de semana, dos dias 14 e 15, os membros do PCC que estão detidos no PED terão o dia de visitas. Os agentes já estão em alerta e aguardam posicionamento e reforço por parte do governo.
No domingo (8), a reportagem tentou contato com a direção da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), mas o presidente do órgão limitou-se a dizer que informações sobre a questão só serão repassadas por sua assessoria de imprensa, que não foi localizada no dia de visita de familiares aos detentos.
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Mato Grosso do Sul

Alerta: golpistas usam indevidamente nome da Agehab para enganar cidadãos

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A Agehab-MS (Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul) alerta a população sobre golpistas que estão entrando em contato com cidadãos, se passando por servidores do órgão, informando que elas – no caso os alvos do golpe – foram selecionadas para receber uma unidade habitacional, mas que o benefício está condicionado ao pagamento de taxas.

Qualquer tipo de contato nesse padrão se trata de um golpe! A Agência frisa que não realiza qualquer tipo de cobrança de taxa para seleção e/ou concessão a unidades habitacionais. O órgão explica ainda que contemplações de moradias não ocorrem fora dos processos oficiais de seleção, que envolvem até publicação em Diário Oficial.

Diante do cenário, a Agehab orienta que não sejam realizados pagamentos e nem fornecidos dados pessoais, senhas, códigos ou dados bancários a pessoas que façam esse tipo de abordagem, usando indevidamente o nome da instituição.

Em caso de contato suspeito, os canais oficiais da Agehab devem ser procurados para confirmar a veracidade da informação, e se possível registros policiais dos mesmos sejam feitos. A Agência já adotou as medidas cabíveis perante as ocorrências as quais já tomou conhecimento, também apurando internamente a situação.

CANAIS OFICIAIS DA AGEHAB
E-mail: [email protected]
Telefone: (67) 3348-4168

Comunicação Agehab

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Boletim Epidemiológico: MS registra 9.961 casos confirmados de chikungunya

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Mato Grosso do Sul registrou 12.520 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 9.961 foram confirmados. Os dados constam no Boletim Epidemiológico referente à 31ª semana epidemiológica, publicado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) nesta sexta-feira (14).

Até o momento, foram confirmados 30 óbitos por chikungunya nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã, Nioaque e Corumbá. O boletim também registra 114 casos confirmados da doença em gestantes.

Dengue

Em relação à dengue, o Estado contabiliza 4.551 casos prováveis, sendo 1.933 confirmados. Em 2026, foi confirmado um óbito pela doença, de um morador de Bonito, e um está em investigação.

Nos últimos 14 dias, Inocência, Santa Rita do Pardo, Sidrolândia, Amambai, Jardim, Itaporã, Paranhos, Maracaju, Nova Alvorada do Sul e Bataguassu registraram baixa incidência de casos confirmados de dengue.

Vacinação contra a dengue

Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue e registra 223.322 doses aplicadas. Desse total, 201.349 foram administradas na população-alvo.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacinação é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

Orientação à população

Em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde e evitar a automedicação. A população também deve eliminar recipientes que possam acumular água e servir de criadouro para o mosquito Aedes aegypti.

Confira os boletins:

BOLETIM DA DENGUE

BOLETIM DA CHIKUNGUNYA


Comunicação SES

Fonte: Governo MS

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