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C-Pack participar de evento sobre tendências em tecnologias “verdes” no mercado de embalagens

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Workshop Embalagem & Sustentabilidade 2022, promovido pelo Instituto de Embalagens, conta com a palestra de André Michel Kehrwald, diretor de Inovação e Qualidade

Cada vez mais os alimentos, bebidas e cosméticos são embalados com materiais novos ou alternativos, resultando em maior crescimento para este mercado. Um grande catalisador nesse processo é o surgimento de materiais de embalagem que reduzem o impacto no meio ambiente.

E para contribuir com mais informações sobre os últimos desenvolvimentos nesta área, o Instituto de Embalagens promove o “Workshop Embalagem & Sustentabilidade 2022”, que vai acontecer no formato on line, ao vivo, nos dias 17 e 18 de maio a partir das 8h30 até 13h. As inscrições podem ocorrer pelo site https://institutodeembalagens.com.br/shop/workshop-embalagem-e-sustentabilidade/ .O intuito é promover a capacitação de profissionais da indústria usuária de embalagens (alimentos, bebidas etc.), assim como fabricantes de embalagens e equipamentos.

André Michel Kehrwald, diretor de Inovação e Qualidade, vai palestrar sobre “Soluções inteligentes em tubos plásticos para cosméticos”.  Os demais temas abordarão Embalagem e Sustentabilidade; Análise do Ciclo de Vida (ACV); Reciclagem; Simbologia e Rotulagem Ambiental; Embalagem Amiga do Meio Ambiente; Papelão Ondulado e suas Soluções Inovadoras e Circulares; Economia Circular; Soluções Inteligentes em Tubos Plásticos para Cosméticos; Otimização de Embalagem para o Mercado de Proteína Animal; Ecodesign: Inovações e Tendências em Prol da Sustentabilidade; e A Tecnologia e o Impacto Social da Reciclagem de Plásticos.

O mercado global de embalagens “sustentáveis” (com redução de impacto ambiental) está projetado para crescer a um CAGR, (Compound Annual Growth Rate), de 5,03% para atingir US$ 348,919 bilhões até 2026, segundo dados da Research and Markets.

O Banco Mundial estima que a geração global de resíduos sólidos atinja 4,7 bilhões de toneladas até 2050. A geração desses resíduos, nos próximos anos, será tão volumosa que a capacidade de reciclagem não poderá acompanhar a produção. É necessária uma solução de embalagem mais “ecológica” ou responsável para reduzir a enorme quantidade de resíduos sólidos gerados a cada ano. A indústria de embalagem do futuro exigirá a adoção de um modelo de negócio que respeita o meio ambiente e proporciona o desenvolvimento de embalagens mais adequadas para um mundo melhor.

Palestrantes confirmados

André Michel Kehrwald – diretor de Inovação e Qualidade da C-Pack

 Assunta Napolitano Camilo – diretora do Instituto de Embalagens

Caio Prado – líder da Área de Assuntos Regulatórios e Sustentabilidade para América Latina da Sealed Air

Cláudio Marcondes – diretor do Núcleo de materiais do Instituto de Embalagens

 Cynthia Wolgien – diretora de Sustentabilidade e Comunicação Corporativa da WestRock

João Alves – gerente de Sustentabilidade da Valgroup

Keyse Ramalho – gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios da Avery Dennison

Serviço:

Workshop Embalagem & Sustentabilidade Online

Quando: 17 e 18 de maio

Valor da inscrição: R$ 1.150,00

Inscrições: aqui

Patrocínio: Valgroup, Avery Dennison, Indorama, Sealed Air, C-Pack, WestRock, Evertis, Md Papéis

Apoio: Toyobo

Sobre o Instituto de Embalagens

Fundado em 2005, o Instituto de Embalagens atua na formação e capacitação de profissionais da cadeia de embalagens. O trabalho consiste na coordenação e realização de cursos, encontros, treinamentos e publicações técnicas.

Desde a criação do Kit de Referências de Embalagens, primeiro material didático do Instituto de Embalagens, a entidade já publicou 21 livros e realizou 96 cursos e 132 eventos, com a participação de 13.983 mil profissionais.

A crença do Instituto de Embalagens é de que melhores embalagens promovem um mundo melhor.

Sobre a C-Pack®

 A C-Pack® começou as suas atividades em 2002 com apenas 14 colaboradores. E, desde lá, traz em seus valores a constante preocupação com o aspecto social e ecológico, tanto na estrutura, quanto em suas atividades e produtos. Com um vasto portifólio de bisnagas plásticas que envasam desde 5ml até 400 ml de produto, dispõe de diversos recursos de impressão, tampas, aplicadores e inovações vinculados a embalagens de baixo consumo de matéria-prima e resinas sustentáveis. O reconhecimento dos avanços no desenvolvimento e na qualidade dos produtos, no início de 2020, resultaram na conquista da certificação internacional do ISO 22716. Por meio dos pilares de inovação, confiança e sustentabilidade, a empresa é hoje uma das referências globais na fabricação de bisnagas para o segmento de cosméticos e tem como propósito inspirar e proteger produtos, as pessoas e o planeta.

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Eldorado Brasil reúne mais de 400 mulheres em evento e reforça protagonismo feminino no campo

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Três Lagoas, 30 de março de 2026 – A Eldorado Brasil Celulose, referência global em sustentabilidade e eficiência no setor, reuniu mais de 400 mulheres nesta quarta-feira (24), em Três Lagoas, para celebrar a diversidade e a presença feminina no campo. Na quarta edição, o encontro Mulheres em Campo, promove palestras, talk show e, principalmente, a promoção de troca de experiências entre profissionais que desafiam limites e rompem barreiras diariamente nas operações da companhia e no setor florestal de Mato Grosso do Sul.

De desafiar padrões, Milena da Silva Melo, 27 anos, entende bem. Mecânica na Eldorado Brasil Celulose, ela deixou por muito tempo o diploma na gaveta de casa até participar de uma seleção na empresa. “Desde criança eu sempre fui diferente das outras meninas. Enquanto elas brincavam de barbie e boneca, eu já era o tipo de criança que gostava de montar e desmontar brinquedos para ver como era. Adulta, eu fiz o curso técnico de Mecânica Industrial e como eu trabalhava, era casada, tinha minha casa, acabei deixando de lado”, relembra.

Durante uma seleção da Eldorado Brasil Celulose, um dos recrutadores pediu para analisar o currículo de Milena e deu a sugestão para que ela tentasse a vaga de mecânica da Florestal.

“Foi uma oportunidade que surgiu na hora certa, e eu a abracei da melhor forma possível. Quando cheguei ao campo, tive receio de ser deixada de lado por ser mulher em uma área predominantemente masculina, mas fui muito bem recebida pelos colegas, tanto da mecânica quanto pelas lideranças da manutenção. Posso não ter a mesma força física que um homem, mas tenho a minha força e a minha inteligência, que uso a meu favor no dia a dia no campo”, pontua.

Milena integra o quadro de colaboradores da Eldorado desde 2025 e faz parte de um movimento crescente de ampliação da presença feminina nas operações da companhia. No comparativo entre 2023 e 2024, a Eldorado registrou um aumento de 14% no número de mulheres em seu quadro de colaboradores. Na área administrativa, elas já são maioria.

Marilu Ramos, coordenadora de Treinamento Operacional e da equipe Nossa Gente Florestal, destaca a importância da iniciativa. “Estamos na quarta edição das Mulheres em Campo. É um evento pensado com muito carinho, ele é desenhado para ser um dia de celebração, de festa, de valorizar a presença feminina e o trabalho que cada uma delas desempenha”, ressalta.

Engenheira florestal, Marilu também reforça as transformações no setor. “Historicamente, essa é uma área predominantemente masculina, mas, nos últimos anos, o número de mulheres nesse setor tem aumentado, a presença feminina tem crescido — e eu sou um exemplo disso. A diversidade é fundamental para o mercado de trabalho, seja de gênero ou de qualquer outra natureza. Podemos contribuir com nosso jeito, com nosso preciosismo e qualidades”, pontua.

Sobre a Eldorado Brasil Celulose

A Eldorado Brasil Celulose, empresa do Grupo J&F, é reconhecida globalmente por sua excelência operacional e seu compromisso com a sustentabilidade, resultado do trabalho de uma equipe qualificada de mais de 6 mil colaboradores. Inovadora no manejo florestal e na fabricação de celulose, produz 1,8 milhão de toneladas de celulose de alta qualidade por ano, atendendo aos mais exigentes padrões e certificações do mercado internacional. Seu complexo industrial em Três Lagoas (MS) também tem capacidade para gerar energia renovável para abastecer uma cidade de 2,1 milhões de habitantes. Em Santos (SP), opera o EBLog, um dos mais modernos terminais portuários da América Latina, exportando o produto para mais de 40 países. A Companhia mantém um forte compromisso com a sustentabilidade, inovação, competitividade e valorização das pessoas.

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Pós-Carnaval sem perrengue: o que fazer (e o que não fazer) para melhorar da ressaca

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Foto de Pixabay

Depois de dias de folia, pouca água e sono bagunçado, é comum a manhã seguinte pesar. Dor de cabeça, enjoo, boca seca, tontura e cansaço intenso são sinais frequentes no pós-Carnaval, e não é exagero: a ressaca tem explicação fisiológica.

“A ressaca alcoólica é definida, sob o aspecto farmacológico e fisiológico, como um conjunto de sinais e sintomas resultantes dos efeitos tóxicos do etanol e de seus metabólitos”, explica Denise Basílio, coordenadora do curso de Farmácia da Estácio. Segundo ela, mesmo quando a concentração de álcool no sangue cai, o organismo segue com alterações metabólicas e inflamatórias.

O principal fator é o acetaldeído, substância formada no fígado durante o metabolismo do álcool. “O etanol é metabolizado principalmente no fígado pela ação da enzima álcool desidrogenase, resultando na formação de acetaldeído, um metabólito altamente reativo e tóxico”, afirma Denise. “Esse composto está amplamente associado a manifestações como náuseas, cefaleia, rubor e mal-estar geral.”

Além disso, o álcool ativa processos inflamatórios. “O consumo provoca a ativação de vias inflamatórias sistêmicas, levando ao aumento de citocinas pró-inflamatórias”, aponta. Isso ajuda a explicar a fadiga, dores no corpo e a sensibilidade maior a luz e som.

Por que a ressaca dá tantos sintomas? – A desidratação é um dos mecanismos principais, já que o álcool aumenta a perda de líquidos e eletrólitos. “Isso aumenta a diurese e provoca a perda de água e eletrólitos”, destaca Denise. Com isso, aparecem sintomas como dor de cabeça, tontura, boca seca e fraqueza.

Já o enjoo e a dor no estômago costumam ser consequência da irritação gástrica. “Estão mais relacionados à irritação da mucosa gástrica e ao aumento da secreção ácida provocados pelo álcool”, explica.

“A sensibilidade à luz e ao som, além da cefaleia pulsátil, também tem relação com alterações no cérebro. ‘Estão associadas à vasodilatação cerebral e à inflamação neurovascular’, acrescenta Denise.

E há ainda um agravante importante: o sono. O álcool diminui a qualidade do sono REM,  fase considerada essencial para a recuperação do cérebro, ligada à consolidação da memória e ao descanso mental. “Quando esse ciclo é prejudicado, a pessoa pode acordar mais cansada, irritada e com dificuldade de concentração, mesmo tendo dormido por várias horas”, pontua.

O que melhora – Quando a ressaca já chegou, não existe milagre. “A recuperação da ressaca baseia-se, essencialmente, em medidas de suporte”, orienta Denise.

A principal delas é beber água. “A hidratação adequada, de preferência com água e associada a soluções eletrolíticas, é essencial”, diz. Alimentação leve também contribui, especialmente com carboidratos, e o repouso ajuda o corpo a se recuperar do estresse metabólico.

O que piora – Na tentativa de melhorar rápido, muita gente se automedica e isso pode trazer risco. “O alívio dos sintomas deve ser feito com cautela, evitando a automedicação inadequada”, reforça Denise.

Ela alerta para o paracetamol: “Seu uso após a ingestão de álcool aumenta o risco de hepatotoxicidade, que é quando o órgão sofre dano por estar sobrecarregado ao metabolizar substâncias, como álcool e alguns medicamentos”. Anti-inflamatórios também exigem cuidado, pois podem agravar a irritação gástrica e aumentar riscos renais. Já medicamentos depressores do sistema nervoso central, como benzodiazepínicos, podem ser perigosos quando associados ao álcool.

“A abordagem mais segura consiste em garantir hidratação, alimentação adequada, um ambiente tranquilo e descanso”, afirma Denise. “O uso de medicamentos deve ser reservado apenas para quando for estritamente necessário e sob orientação.”

Além disso, ela alerta que alguns sinais indicam necessidade de avaliação médica. “Vômitos persistentes, confusão mental, dor abdominal intensa, sonolência excessiva, convulsões ou icterícia não são sinais de uma ressaca comum.”

Como prevenir – Para evitar a ressaca, Denise reforça que medidas simples funcionam melhor. “Evitar o consumo em jejum, alternar bebida alcoólica com água, alimentar-se adequadamente e respeitar os limites individuais são medidas embasadas em evidências”, orienta.

Ela também chama atenção para práticas comuns que podem aumentar riscos. “O uso preventivo de medicamentos e a combinação de álcool com bebidas energéticas carecem de fundamentação científica e podem piorar os danos à saúde”, conclui.

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