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Saúde

Anvisa se reúne com responsáveis por vacina Sputinik V

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Representantes de um instituto russo e da empresa União Química, que conduzem os estudos para o desenvolvimento da vacina Sputinik V, apresentaram o trabalho desenvolvido e a situação atual dos testes de imunização contra a covid-19 à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os representantes da Agência esclareceram dúvidas sobre os próximos passos e os procedimentos para o início de testes clínicos no Brasil.

Representantes da empresa disseram que responderão aos questionamentos dos técnicos da agência nos próximos dias.

O laboratório responsável pelo desenvolvimento da Sputinik V não submeteu à Anvisa, até o momento, o pedido para o registro da vacina. Essa ação é necessária para que qualquer empresa ou ente público possa comercializar um medicamento no Brasil.

A União Química entrou na Anvisa com um pedido de avaliação prévia.

Paraná

Em agosto, o governo do Paraná assinou um convênio com o embaixador da Rússia, Sergey Akopov, para produção da vacina Sputnik V. O acerto prevê o repasse de tecnologia para a fabricação da vcina pelo governo paranaense.

A vacina Sputinik V foi a primeira anunciada como eficaz contra a covid-19. Contudo, houve questionamentos pela comunidade científica pela falta de estudos publicados em periódicos de renome mostrando os resultados dos testes.

Na semana passada, o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF) afirmou que a vacina é 92% eficaz. A entidade declarou que seguirá com os testes por mais seis meses e que os resultados serão publicados em periódico científico.

Outras vacinas

Ontem (17), o Ministério da Saúde se reuniu com uma equipe que atua no desenvolvimento da vacina pelas empresas Pfizer, dos Estados Unidos, e Biontech, da Alemanha. De acordo com a assessoria da pasta, foi apresentada a situação dos estudos.

O Ministério da Saúde tem na agenda desta semana encontros marcados com equipes de outras vacinas em desenvolvimento, como Janssen, Johnson & Johnson e Bharati Biotech (Vocaxin), além dos responsáveis pela Sputinik V.

Por Agência Brasil

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Saúde

Brasil acumula 159,4 mil mortes por covid-19 desde início da pandemia

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Foto: Peter Ilicciev/Fiocru

Balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta sexta-feira (30), aponta que as mortes decorrentes da covid-19 chegaram a 159.477 desde o início da pandemia. As informações são consolidadas a partir de dados das secretarias estaduais de saúde.

Em 24 horas, desde a divulgação do boletim de ontem até a divulgação dos dados de hoje, foram registrados 508 óbitos. Ontem, o sistema de dados sobre a pandemia marcava 158.969 mortes por complicações pela doença. Ainda há 2.300 mortes em investigação.

O balanço indica que o número de pessoas infectadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia atingiu 5.516.658. Entre ontem e hoje, foram notificados 22.282 novos diagnósticos positivos. Ontem, o sistema do ministério trazia 5.468.270 pessoas com covid-19 desde o início da pandemia.

Conforme a atualização do ministério, ainda há 390.917 pacientes em acompanhamento. Outras 4.966.264 pessoas se recuperaram da doença.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (39.255), Rio de Janeiro (20.565), Ceará (9.337), Minas Gerais (8.962) e Pernambuco (8.609). As Unidades da Federação com menos óbitos são Acre e Roraima (692), Amapá (747), Tocantins (1.097) e Rondônia (1.455).

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Saúde

Justiça manda governo federal informar no site do Ministério da Saúde se feijão do Pastor Valdemiro Santiago cura Covid-19

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O juiz federal Tiago Bitencourt de David, da 5ª Vara Cível Federal de São Paulo, determinou que a União informe no site do Ministério da Saúde, em até 15 dias, se há ou não eficácia comprovada das sementes de feijão no combate à Covid-19. O uso das sementes é defendido em vídeo pelo líder religioso Valdemiro Santiago de Oliveira, da Igreja Mundial do Poder de Deus.

A decisão do magistrado, publicada na terça-feira (27), determina ainda que o governo federal apresente, no prazo de 30 dias, a identidade completa de quem determinou a supressão da informação sobre os feijões que antes estava publicada no site do Ministério da Saúde.

A ordem ocorre após investigação iniciada pelo Ministério Público Federal (MPF), que viu indícios de estelionato por parte do pastor Valdemiro Santiago que, em vídeos na internet, incentivava os fiéis a plantar as sementes por ele comercializadas. Na ação, o MPF afirma que os feijões não curam e são propaganda “enganosa”.

O pastor vendia as sementes por valores entre R$ 100 a R$ 1 mil, sob o argumento de que teriam eficácia terapêutica para a cura da Covid-19, mesmo em casos graves.

A reportagem solicitou posição do governo federal e do Ministério da Saúde sobre o caso e aguarda retorno.

Para o MPF, houve prática abusiva da liberdade religiosa, já que Valdemiro e a Igreja Mundial do Poder de Deus tinham o objetivo de angariar recursos financeiros com a venda das sementes.

O MPF alegou ainda que pediu ao Google a retirada dos vídeos de Valdemiro na internet que propagavam o uso das sementes e, ao Ministério da Saúde, que a notícia veiculada pelo líder religioso fosse incluída no site oficial do órgão como sendo “fake news” (notícia falsa). A notícia foi incluída pelo governo federal no site, mas retirada posteriormente, o que, para o MPF, “induziu, equivocadamente, ao questionamento da fé e crença de uma parcela da população”.

Durante o processo, o governo federal informou que “tem adotado as medidas necessárias para neutralizar as informações equivocadas que colocam em risco a saúde pública e que causam prejuízos sociais, incluindo em seu site a informação de que inexistem estudos científicos sobre alimentos que garantam a cura ou o tratamento da Covid-19”.

Em sua decisão, o juiz afirmou que “é preciso considerar que a liberdade de crença não pode ser indevidamente restringida pelo Estado e nem este pode ser cooptado por entidade religiosa, pois a Constituição Federal estabelece que o Estado é laico, não combatendo a profissão de fé e nem incorporando-a no próprio governo, de modo que os fiéis não têm mais ou menos direitos que os ateus”.

Para o juiz, se uma pessoa deseja gastar seu dinheiro de um modo e não de outro, isso é assunto dela, “não podendo o Estado dizer que ela é ignorante e não sabe fazer boas escolhas”.

Mas, diz o magistrado, apresentar os dados significa dar condições para que a população “escolha de modo informado e consciente”. Ele entende que cabe à União “informar a população acerca da (in) eficácia curativa do feijão apresentado como abençoado e alegadamente dotado de poder restaurador da saúde”.

Na opinião do juiz, o governo “deve informar de forma cuidadosa e respeitosa, neutra, limitando-se a dizer que (não) há eficácia comprovada do produto no que tange à Covid-19”.

A Justiça Federal determinou ainda que a Google preserve os vídeos e informe o endereço na internet de quem os postou nas redes sociais.

A notícia-crime do procurador federal Wellington Saraiva contra o pastor Valdemiro Santiago de Oliveira. Foto: Divulgação.A notícia-crime do procurador federal Wellington Saraiva contra o pastor Valdemiro Santiago de Oliveira. Foto: Divulgação.

Igreja disse que ‘não prometeu cura’

Em nota quando começou a ser investigada pelo MPF sobre o vídeo, a Igreja Mundial do Poder de Deus disse que a referência ao feijão nos vídeos não se referia a “uma promessa de cura, mas sim o início de um propósito com Deus”.

Segundo a instituição, “a semente é uma figura de linguagem, amplamente mencionada nos textos bíblicos, para materializar o propósito com Deus” e que não há nenhum oferta de venda de cura por parte do pastor Valdemiro Santiago.

“Nos vídeos não há menção de nenhuma venda, o que rechaçamos veemente, haja vista que trata-se de uma sugestão de oferta espontânea, não tendo nenhuma correlação com venda de quaisquer espécies”, disse a nota da igreja.

A Igreja Mundial do Poder de Deus afirmou, ainda, que “a instituição, ao longo de todos esses anos, tem o único e exclusivo propósito de propagação da fé Cristã, onde todas as nossas atitudes se baseiam nos princípios bíblicos, na ética e na legalidade”.

Por G1.

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