Mato Grosso do Sul
Com biodiversidade única, turismo e conservação no Pantanal e em Bonito atraem olhares do mundo todo
As paisagens de Mato Grosso do Sul, que abrigam as mais diversas espécies de animais no Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica, encantam turistas e moradores do Estado. Nos vastos campos pantaneiros ou nas matas, a presença dos animais é comum e chama a atenção, comprovando que o ambiente saudável contribui para a conservação da fauna e da flora.
Animais que são alguns dos símbolos da biodiversidade do Estado, como onça-pintada, tuiuiú, arara, podem ser avistados no Pantanal sul-mato-grossense, e também nas regiões dos municípios de Bonito e Jardim, que margeiam o bioma.
Além disso, o Mato Grosso do Sul é um dos importantes pontos de parada da principal rota de migração de diferentes espécies do Continente Americano.
A dinâmica das espécies migratórias está entre os assuntos da 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS COP15) – sediada pela primeira vez no Brasil –, que teve início na segunda-feira (23) e segue até domingo (29), em Campo Grande, reunindo representantes de 133 países.
“A COP de biodiversidade, no que diz respeito às espécies migratórias, ela é de extrema importância para o Brasil e tem muito a ver com o Pantanal, que é a maior planície inundável do planeta. Com dois terços que estão no Mato Grosso do Sul, um terço no Mato Grosso, e envolve também áreas na Bolívia e no Paraguai. Nós estamos falando de um dos principais pontos de parada de espécies migratórias do Hemisfério Norte, que saem do Alasca, da bacia do Rio Hudson, de Ontário, e descem por dentro do continente ou contornando a costa e vêm parar aqui no Pantanal para descansar, esperar o fim do frio do Hemisfério Norte”, explicou Rodrigo Agostinho, presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
Em pontos turísticos conhecidos, como no Buraco das Araras – que faz parte da APA (Área de Proteção Ambienta) Serra da Bodoquena –, corredor ecológico entre Cerrado e Pantanal – é possível observar espécies de aves que pertencem ao bioma como arara, mutum, garça, bem-te-vi, entre outras. O céu tomado por aves e no chão muitos outros animais, como cervo-do-pantanal, tatu, tamanduá e ema.
Na mesma região, já próximo a RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) Rio da Prata, espécies migratórias se misturam aos animais residentes, em uma harmonia calma.
Próximo a um pequeno lago, foi possível observar aves como o pernilongo de costas brancas (Himantopus melanurus), irerê (Dendrocygna viduata) e também marreca cabocla (Dendrocygna autumnalis). Todos são “visitantes” no Estado e encontraram nos campos da região pantaneira abrigo e alimento durante a travessia migratória.
“É muito importante a conservação dessas espécies. Elas fazem a reciclagem de nutrientes para a polinização, dispersão de sementes, controle de pragas. Então é muito importante uma estratégia em relação a isso. Tem muito a ver com temas da atualidade, como, por exemplo, da gripe aviária. Muitas dessas espécies também disseminam a gripe aviária. Nós estamos no lugar certo para falar desse assunto, explicou Agostinho, que também é biólogo.
Já nas águas cristalinas dos rios da Prata e Olho D’Água, durante flutuação no Recanto Ecológico Rio da Prata – outro atrativo turístico da região –, diversas espécies de peixes podem ser vistas com facilidade, inclusive o dourado – considerado migratório porque realiza deslocamentos sazonais longos, principalmente ligados à reprodução.
Diferente de outros biomas, o Pantanal não possui muitas espécies endêmicas (exclusivas daquele local). “O Pantanal é como se fosse um grande espaço de confraternização da biodiversidade brasileira. No norte existem muitas espécies da Amazônia. No sul, aqui na região do Mato Grosso do Sul, a gente tem espécies do Cerrado e Chaco (bioma presente no Paraguai), como o caso de Porto Murtinho, espécies das florestas chiquitanas, que tem uma influência enorme ali na região, por exemplo, da Serra do Amolar. Na Serra da Bodoquena, têm a presença de muitas espécies da Mata Atlântica”, disse Rodrigo Agostinho.
Em fotos e vídeos, a beleza dos animais é evidente, comprovando ainda a biodiversidade predominante em todo o Estado. Para o biólogo da Sema (Secretaria Municipal de Meio Ambiente) de Bonito, Lucas Yanai – que também é observador de aves e guia de observação da vida silvestre –, a beleza natural de Mato Grosso do Sul chama a atenção, especial dos turistas. Ele também pontua que é possível conservar e garantir desenvolvimento econômico por meio da produção agropecuária.
“A natureza é muito resiliente e existem boas práticas de propriedades que utilizam a área de reserva legal como corredores ecológicos. As matas ciliares muito importantes porque elas se tornam corredores naturais para os animais. A conexão das propriedades com áreas de reserva, parques de preservação e unidades de conservação são muito importantes. Então, especificamente sobre os animais migratórios, essas ilhas são importantes, como dormitório, área de reprodução e alimentação. A gente tem boa parte do Pantanal, cadeias de montanhas, a Serra de Maracaju e da Bodoquena, áreas de cavernas calcárias. Então são ambientes extremamente distintos e tão próximos uns dos outros e que se relacionam o tempo todo. E junto dessa geografia, são muitos animais em um curto território com muita biodiversidade”, disse Yanai.
Já na região do município de Miranda, onde o Pantanal fica ainda mais presente, a paisagem impressiona moradores e visitantes. Em rios ou corixos, nas trilhas e matas, o movimento dos animais que andam livremente na Fazenda São Francisco, atrai turistas do país e do mundo.
O guia de turismo Edir Alves da Silva observa que o encantamento das pessoas com o Pantanal se deve principalmente por haver no bioma, diversos animais em vida livre. “O Pantanal tem diversos animais que hoje em dia, infelizmente, a gente não encontra mais em algumas regiões. Com certeza, todos os turistas querem ver a onça. É um animal que impressiona não só os visitantes, e até mesmo a gente que está aqui e tem contato com esse animal. Mas também o tamanduá-bandeira, tuiuiú e até o pintado. É um peixe que alguns ficam empolgados, emocionados em ver um animal diferente e único”, disse Silva.
As mudanças na paisagem pantaneira, provocadas por períodos de cheia e seca, também contribui para atrair as espécies migratórias. “Tem períodos de chuva e vai começar a inundar o Pantanal, que atrai algumas espécies de aves migratórias que buscam ambientes com água. Tem muitos insetos e aí facilita para que essas aves possam se reproduzir e ter alimentos o suficiente”, explicou o guia.
Turismo
Reconhecido como referência brasileira em turismo de natureza e sustentabilidade, Mato Grosso do Sul reafirma seu posicionamento como destino internacional de aventura e ecoturismo, com foco no turismo como ferramenta de conservação ambiental.
“Além do evento da COP15 é uma oportunidade de mostrar as belezas naturais do Mato Grosso do Sul e todo o trabalho de conservação da Rota Pantanal Bonito”, disse, Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundtur (Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul).
O Estado tem o primeiro manual do mundo voltado para mudanças climáticas de destinos turísticos dentro do contexto da Declaração de Glasgow (documento lançado durante a 27ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima COP27, principal evento de mudanças climáticas do planeta), e com isso se consolidou como uma das principais referências internacionais em turismo de natureza, graças à força de seus dois grandes destinos que são Bonito/Serra da Bodoquena e Pantanal. Ambos demonstram que é possível aliar conservação ambiental, desenvolvimento econômico e bem-estar das comunidades locais, servindo de exemplo para o Brasil e o mundo.
Bonito, que é considerado polo de ecoturismo, se tornou referência mundial em turismo responsável e sustentável, e se destaca como o principal da região turística Bonito/Serra da Bodoquena (que compreende os municípios de Bonito, Jardim e Bodoquena), destino de ecoturismo e turismo de aventura.
O município também é o primeiro destino de ecoturismo do mundo a receber ‘Certificação Carbono Neutro’ e possui o primeiro atrativo de ecoturismo considerado ‘clima positivo’, chancelado pela Green Initiative. Em 2022, o destino recebeu o certificado que permite a promoção de ações que impulsionem a inovação de produtos e serviços inteligentes e representa um compromisso com o meio ambiente.
Por meio de voto popular, o destino foi eleito 18 vezes no prêmio ‘Melhor Destino de Ecoturismo do Brasil’, concedido pela Revista Viagem e Turismo da Editora Abril.
Pantanal
O Pantanal é a vitrine da biodiversidade e da vida silvestre, enquanto Bonito é referência em conversação ambiental, inovação e governança. Reconhecido como o maior ecossistema de áreas alagáveis tropicais do mundo e Patrimônio Natural da Humanidade reconhecido pela UNESCO, o bioma abriga uma das concentrações mais ricas de fauna da América do Sul, incluindo a onça-pintada, símbolo da região.
O Pantanal se estende pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, cobrindo aproximadamente 250 mil quilômetros quadrados, com 67% do território pantaneiro localizado em Mato Grosso do Sul. O turismo de observação, conduzido por guias de turismo especializados, promove experiências únicas em lodges, barcos-hotel e fazendas pantaneiras, sempre aliado a programas de conservação e pesquisa científica.
A gestão turística no Pantanal se apoia em princípios de conservação e uso sustentável. Fazendas adaptaram suas estruturas para receber visitantes sem perder a essência da vida rural, integrando a pecuária tradicional ao turismo de natureza.
O Pantanal abriga uma das maiores concentrações de vida selvagem das Américas, com estimativa de que o bioma hospede mais de 4,7 mil espécies de animais e plantas, incluindo aves, peixes, mamíferos, répteis e anfíbios.
O turismo de observação de aves, ou birdwatching, é um dos segmentos que mais cresce no mundo, impulsionado pela busca por experiências sustentáveis e pelo encantamento com a vida silvestre.
Mato Grosso do Sul tem mais de 670 espécies de aves registradas, o que representa cerca de 35% da avifauna brasileira, o que torna o destino um dos destinos mais ricos para a prática do aviturismo no Brasil. E essa diversidade é resultado da presença de quatro importantes biomas: Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e a porção brasileira do Chaco.
A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul é o órgão responsável pela promoção e desenvolvimento do turismo no estado, com atuação nas áreas de marketing, inteligência de mercado, governança para sustentabilidade e projeção internacional dos destinos sul-mato-grossenses. A instituição tem a missão de impulsionar o turismo como vetor de desenvolvimento econômico, social e cultural do estado.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom-MS
ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com imagens de pontos turísticos de Jardim, Bonito – Serra da Bodoquena – e Miranda – Pantanal.
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Redução do índice de criminalidade nos últimos anos mostra cenário positivo da segurança de MS
Com uma segurança pública eficiente, moderna e renovada, Mato Grosso do Sul construiu resultados positivos, tornando o estado um dos mais seguros do Brasil. Este cenário fica evidente com a redução dos índices de criminalidade em diferentes modalidades, como homicídio, roubo, furto e latrocínio, além do aumento na apreensão de drogas, combatendo diretamente o crime organizado.
Os dados do Observatório de Segurança Pública da Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) fazem uma comparação dos crimes entre janeiro a abril dos últimos quatro anos. Os números mostram uma queda (número) expressiva (crimes). Cidadão mais seguro e Estado mais próspero para gerar empregos e atrair novas oportunidades.

“Em Mato Grosso do Sul nós conseguimos os melhores resultados desde 2019. São reduções dos índices de criminalidade, principalmente nos crimes contra a vida e contra o patrimônio. Temos queda nos crimes de roubos no comércio, em vias públicas, assim como de furtos”, afirmou o secretário estadual de Segurança Pública, Antônio Carlos Videira.
Um trabalho sólido que traz benefícios diretos à população. “Isso é fruto de investimentos interruptos e maciços na segurança, assim como integração e aplicação (investimentos) em inteligência. Mas tudo isso alinhado com o compromisso de cada policial em levar segurança ao cidadão sul-mato-grossense”, completou Videira.
Os roubos em vias públicas tiveram queda de 57,54% na comparação entre (janeiro a abril) 2023 e 2026. Foram 1.230 casos registrados (2023), contra apenas 554 neste ano. Este mesmo crime (roubo) no comércio caiu em 68,17%. Foram 77 casos em 2023 e apenas 26 nestes primeiros quatro meses do ano. Este delito (roubos) nas residências segue o mesmo patamar, com redução de 31,66% e de veículos (roubos) os dados mostram uma queda de 43,40%.

Foram quatro casos de latrocínio de janeiro a abril de 2023 e nenhum registrado neste ano (mesmo período). Os homicídios dolosos tiveram redução de 8,98%, com 145 casos (2023), contra 140 (2026).
Os furtos também diminuíram nos últimos quatro anos. Foram 12.873 (janeiro a abril) em 2023, e apenas 10.392 em 2026. Uma queda de 23,90% dos casos. Quando leva em conta os locais do crime também teve redução de 33,40% (furtos de veículos) e 27,76% (furtos em residências).
Outro índice positivo que faz a diferença na segurança do Estado e de todo Brasil, trata do combate ao crime organizado na apreensão de drogas, principalmente na região de fronteira. O trabalho consistente das forças de segurança tem feito a diferença.
Houve um aumento de 99,50% no número de apreensões na comparação entre janeiro a abril de 2026, em relação ao mesmo período de 2023. Quatro anos atrás foram 81.079,85 Kg (apreendidos), contra 161.757,82 kg neste ano.
“São resultados que vão muito além das nossas fronteiras e das nossas divisas, porque se nós estamos no Estado que mais aprende drogas no país, nós estamos produzindo resultados para todo o Brasil”, ponderou o secretário estadual de Segurança.

Segurança renovada
Desde 2023 os investimentos na aquisição de novos equipamentos, com a renovação dos ativos, é uma das peças fundamentais para colocar a segurança do Mato Grosso do Sul entre as melhores do Brasil.
Segundo dados da Sejusp, foram investidos 232,9 milhões na aquisição de mais de 25 mil equipamentos e veículos desde 2023. Na lista aparecem aparelhos de comunicação (2.383), equipamentos de áudio e vídeo (1198), veículos de tração mecânica (467), equipamentos de proteção de segurança e socorro (806), aeronaves (110), máquinas e equipamentos rodoviários (165).
Neste pacote ainda aparecem os armamentos (7838), veículos diversos (19), embarcações (13), equipamentos de mergulho e salvamento (225), mobiliários em geral (7744). Estão sendo preparados mais 525 novas viaturas ainda neste ano. São mais R$ 170 milhões de investimento.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto da capa: Álvaro Rezende/Secom-MS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
MS avança em qualidade de vida e ocupa 7ª colocação nacional no Índice de Progresso Social 2026
Estado aparece acima da média nacional no Índice de Progresso Social e se destaca em dimensões ligadas à oportunidades, moradia e necessidades humanas básicas
Mato Grosso do Sul consolidou-se entre os estados com melhor qualidade de vida do país ao alcançar a 7ª colocação no Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, levantamento que avalia o desempenho social e ambiental dos 5.570 municípios brasileiros. O Estado obteve pontuação de 64,14, acima da média nacional de 63,40, ficando atrás apenas do Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Goiás.
Produzido pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), em parceria com o Social Progress Imperative e outras instituições, o IPS mede diretamente a qualidade de vida da população a partir de 57 indicadores sociais e ambientais, sem utilizar critérios econômicos como composição do índice. O estudo avalia aspectos relacionados à saúde, educação, moradia, segurança, acesso à informação, meio ambiente, inclusão social e oportunidades.
O resultado reforça o posicionamento de Mato Grosso do Sul como um dos estados que conseguiram combinar crescimento econômico, geração de empregos, investimentos em infraestrutura e ampliação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável e à melhoria das condições de vida da população.
“O IPS mostra que desenvolvimento não pode ser medido apenas pelo tamanho da economia. Mato Grosso do Sul vem avançando em qualidade de vida, oportunidades e acesso a serviços essenciais, resultado de uma estratégia que alia crescimento econômico, sustentabilidade e inclusão produtiva”, destaca o secretário da Semadesc, Artur Falcette, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).
Um dos principais destaques do relatório para Mato Grosso do Sul está na dimensão Oportunidades, considerada a mais desafiadora do IPS em todo o país. Nacionalmente, essa dimensão apresentou média de apenas 46,82 pontos, o menor desempenho entre os três grandes eixos avaliados pelo índice.
Mesmo diante desse cenário, Mato Grosso do Sul aparece entre os 13 estados brasileiros com desempenho acima da média nacional neste indicador, ao lado de unidades federativas como Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás. A dimensão reúne componentes relacionados a direitos individuais, inclusão social, acesso ao ensino superior e liberdades individuais e de escolha.
O desempenho demonstra o resultado das políticas implementadas pelo Governo do Estado, por meio da Semadesc, voltadas à qualificação profissional, empregabilidade, inovação, inclusão produtiva e fortalecimento da educação técnica e superior.
Nos últimos anos, Mato Grosso do Sul ampliou investimentos em programas de qualificação de mão de obra, incentivo à inovação e interiorização do desenvolvimento, ao mesmo tempo em que consolidou um ambiente favorável para atração de novos empreendimentos industriais e tecnológicos.
Outro ponto de destaque do relatório é o desempenho de Mato Grosso do Sul na dimensão Necessidades Humanas Básicas, que avalia itens fundamentais para a qualidade de vida da população, como nutrição, cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia e segurança pessoal.
O estudo aponta Mato Grosso do Sul entre os oito estados brasileiros com desempenho superior à média nacional neste eixo, ao lado de estados das regiões Sul e Sudeste e do Distrito Federal. Segundo o relatório, as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul concentram os melhores resultados nacionais nessa dimensão, especialmente em municípios de menor porte populacional, que apresentam melhores indicadores ligados à infraestrutura urbana e acesso a serviços essenciais.
Modelo de desenvolvimento sustentável
O IPS Brasil 2026 reforça também o debate sobre a relação entre desenvolvimento econômico e progresso social. O relatório destaca que crescimento econômico sem avanços sociais pode resultar em desigualdade, degradação ambiental e conflitos sociais.
Nesse contexto, Mato Grosso do Sul aparece como um dos estados que vêm buscando associar expansão econômica à sustentabilidade e inclusão social, especialmente a partir da consolidação de políticas ligadas à bioeconomia, industrialização sustentável, qualificação profissional e transição energética.
Nos últimos anos, o Estado registrou forte crescimento econômico impulsionado pela agroindústria, pela cadeia da celulose, pela bioenergia e pela atração de novos investimentos privados. Paralelamente, ampliou programas de ciência, tecnologia, inovação e formação profissional para atender à demanda crescente do mercado de trabalho.
“O desenvolvimento sustentável precisa chegar na vida das pessoas. O desafio não é apenas crescer economicamente, mas transformar esse crescimento em oportunidades, renda, infraestrutura e qualidade de vida para a população. É isso que os indicadores mostram em Mato Grosso do Sul”, afirma o secretário Artur Falcette.
O levantamento completo do IPS Brasil 2026 está disponível neste link no portal oficial do Índice de Progresso Social Brasil.
Marcelo Armôa, Comunicação Semadesc
Foto: Saul Schramm/Secom/Arquivo
Fonte: Governo MS
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