Mato Grosso do Sul
Diretrizes ambientais pautam ações do Governo de MS e definem perfil dos investimentos no Estado
A sustentabilidade está no centro das discussões, tem norteado ações e pauta projetos de médio e longo prazo do Governo de Mato Grosso do Sul nos últimos anos. Para além do setor público, o olhar de proteção ambiental se estende à iniciativa privada na forma de ajustes nas normas de licenciamento e zoneamento econômico, em respeito a biodiversidade e às características do meio.
Esse esforço não é isolado, faz parte de uma ambiciosa meta de transformar Mato Grosso do Sul um Estado Carbono Neutro até 2030, cumprindo sua parte nos objetivos das Nações Unidas para amenizar os efeitos das mudanças climáticas.
“Um dos quatro eixos de desenvolvimento da atual gestão é o verde”, lembra o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck. Vinculado à Semadesc, o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) é o órgão responsável por normatizar, fiscalizar e fazer a gestão da ambiental do Estado.
O passo decisivo em direção ao Estado Verde pode estar numa medida aparentemente simples. Todo novo empreendimento que busca se instalar em Mato Grosso do Sul precisa juntar o balanço de carbono ao processo de licenciamento ambiental.
Ou seja: através de metodologia certificada, o técnico responsável pelo projeto vai apontar a quantidade de gases geradores do efeito estufa (GEE) que a empresa vai gerar e apontar as ações mitigadoras ou compensatórias. Com isso, o Estado assegura que o empreendimento siga os padrões atuais de sustentabilidade.
Para unir sob uma única coordenação as ações de cunho ambientais o Governo do Estado instituiu o Proclima (Programa Estadual de Mudanças Climáticas), que compreende um conjunto abrangente de projetos e medidas transversais e garante as características de sustentabilidade em todas as intervenções da administração pública. O Proclima foi concebido e é conduzido pela Semadesc e se transformou em diretriz geral do Governo, explica Verruck.
“O meio ambiente é a tônica do Governo Riedel, e não poderia ser diferente. O Brasil está no centro das atenções num momento crucial para o planeta, quando sentimos de forma dura os efeitos das mudanças climáticas. O rastro da destruição causada no Rio Grande do Sul, que é impossível de ser mensurada, porque mais de uma centena de vida se perderam, infelizmente foi só um aviso. Mato Grosso do Sul é uma potência agroambiental e pode servir de modelo para o novo Brasil que precisaremos construir”.
Prosolo
Uma das iniciativas implantadas pelo Governo do Estado dentro do Proclima foi a criação, em 2021, do Plano Estadual de Manejo e Conservação do Solo e da Água (Prosolo).
Esse programa compreende o desenvolvimento de atividades de contenção de processos erosivos, como terraceamento, adequação de estradas vicinais e restauração da vegetação nativa visando nas barrancas dos rios e nascentes. No âmbito do Prosolo já foram recuperados mais de 1.200 hectares de áreas degradadas na bacia do Rio Taquari, também em Bonito e outra frente atua na região Sul do Estado, na Bacia do Paraná.
Além disso, por meio do Prosolo todos os 79 municípios sul-mato-grossenses foram contemplados com uma patrulha ambiental que consiste em uma motoniveladora, caminhão com caçamba, pá carregadeira e escavadeira hidráulica. Esse maquinário deve ser utilizado exclusivamente nas ações de conservação e adequação de estradas vicinais e obras de conservação de solo em áreas críticas.
Serviços ambientais
Onde o braço do poder público não alcança, chega o incentivo a quem preserva. O Governo do Estado criou o Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), um estímulo aos proprietários rurais que respeitam as leis e vão além, fazendo um pouco mais pelo meio ambiente.
Essa boa ação que já é recompensada pelo ambiente pelos recursos naturais, agora também rende um dinheiro a mais para o proprietário. O primeiro PSA foi lançado em 2021 e distribuiu R$ 942 mil para 40 propriedades rurais estabelecidos nas margens dos rios Formoso e da Prata, em Bonito e Jardim.
No ano passado foi lançado novo edital destinando mais R$ 1 milhão e estendendo a área de abrangência do programa para os municípios de Bodoquena e Miranda, visando proteger também os rios Betione e Salobra.
Dentre as ações remuneradas pelo programa estão: usos do solo mais sustentáveis e adoção de práticas conservacionistas, como a implantação de sistemas agroflorestais e silvipastoris, extrativismo, restauração de florestas estacionais e demais formas de vegetação arbórea nativas do Cerrado e Mata Atlântica; restauração de áreas úmidas, implantação de práticas de conservação de solo e água, com componentes arbóreos, entre outros.
ICMS Ecológico
Nessa mesma lógica, o Governo do Estado vem repassando milhões de reais todos os meses aos municípios que comprovam regularidade com as normas ambientais. O ICMS Ecológico é um programa que corresponde a 5% do valor total arrecadado com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a principal fonte de recursos do Estado.
Essa fatia é dividida entre os municípios que tenham parte de seu território integrando terras indígenas homologadas, unidade de conservação da natureza devidamente inscrita no Cadastro Estadual de Unidades de Conservação e, ainda, que possuam plano de gestão, sistema de coleta seletiva e disposição final de resíduos sólidos urbanos devidamente licenciados.
Durante o ano de 2022 os municípios sul-mato-grossenses receberam quase R$ 140 milhões a título de ICMS Ecológico. Em 2023 o valor global do programa ultrapassou R$ 154 milhões e para 2024 pode superar R$ 160 milhões. O secretário Jaime Verruck destaca a importância do programa como instrumento de desenvolvimento da política ambiental do Estado.
“É um trabalho técnico desenvolvido pelos servidores da Semadesc e do Imasul a partir de critérios legais, faz-se a distribuição desses recursos em função da estrutura da política ambiental do Estado, a gente define quais são os vetores importantes de pontuação. Sempre, obviamente, mantendo a posição das Unidades de Conservação, das áreas de proteção ambiental, mas focado também naqueles municípios que avançam na questão de resíduos sólidos”, pontuou Verruck.
Legislação
Todas essas iniciativas estão acomodadas num plano ambicioso –transformar Mato Grosso do Sul em Estado Carbono Neutro até 2030 – e ancoradas em um conjunto de normas que garantem segurança jurídica tanto para investidores quanto para os servidores que aplicam as leis.
Esse ambiente é fundamental para o desenvolvimento econômico e sustentável, com regras claras e precisas, ponderou Verruck. Foi com esse objetivo que o Governo do Estado liderou esforços para criar uma legislação ousada – a Lei do Pantanal – fruto do consenso entre produtores rurais estabelecidos na região, comunidades tradicionais, ambientalistas, pesquisadores, técnicos e especialistas.
A Lei Estadual 6160 foi sancionada em 18 de dezembro de 2023 e entrou em vigor 60 dias após, impondo alterações significativas nas normas de conservação, proteção, restauração e exploração ecologicamente sustentável em toda área de uso restrito do Pantanal (AUR-Pantanal).
Conforme mapa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2019, a porção sul-mato-grossense da AUR Pantanal corresponde a cerca de 6 milhões de hectares.
A lei inova ao focar em pontos sensíveis que, na avaliação técnica, careciam de revisão. Foi o caso de definir como áreas de proteção permanente (APP) os landis, as salinas, as veredas e os meandros abandonados (espécies de ilhas por onde passavam rios e que, com a mudança de curso, ficaram cercadas por água). Todas essas formações geográficas passam a ser protegidas com a nova lei, inclusive em seu entorno.
Capões e cordilheiras também recebem proteção especial da área coberta com vegetação arbórea-arbustiva. Com relação à reserva legal – a área que o proprietário deve preservar de seu imóvel – prioriza-se a formação de corredores ecológicos, interligando as áreas de diversas propriedades para criar ambientes ecossistêmicos preservados à vida silvestre.
A lei veda o cultivo de soja, cana-de-açúcar, eucalipto e quaisquer outras culturas exóticas ao meio, excetuando apenas àquelas áreas em que já está consolidado o plantio, que não poderão ser ampliadas nem rotacionadas e dependerão de licenciamento ambiental para o replantio.
É permitido, entretanto, a atividade da pecuária extensiva nessas áreas, desde que não provoquem nenhum tipo de degradação ambiental. Também estão fora da proibição o cultivo de gêneros alimentícios por agricultores familiares e de culturas não destinadas ao comércio, como forrageiras para o gado.
Ao sancionar a lei, ao lado da ministra Marina Silva, o governador Eduardo Riedel elogiou o resultado de uma “construção coletiva” e disse se tratar de uma vitória da sociedade visando preservar a maior planície alagável do mundo.
“A Lei do Pantanal foi amplamente discutida, não apenas pelo governo, mas pela sociedade sul-mato-grossense e vai ajudar o Estado a ser uma referência na preservação da biodiversidade, sem esquecer dos homens e mulheres que vivem e trabalham nesse bioma”.
Monitoramento
Para otimizar a fiscalização e garantir o pleno cumprimento da lei, sobretudo no que tange à proteção dos remanescentes florestais, o Imasul implantou o Sistema de Monitoramento de Alertas de Desmatamento Ilegal em Mato Grosso do Sul. O sistema é abastecido com imagens de satélite que fotografam os 357 mil quilômetros quadrados do Estado. Dessa forma, permite a atuação antecipada nas ações de desmatamento evitando maiores perdas.
Além disso, com o sistema, há uma redução de até 72% da análise manual de processos de desmatamento. “É uma decisão baseada em dados garantindo segurança técnica, jurídica e institucional e que utiliza dados oficiais em conformidade com Autos Autorizativos do Imasul”, explicou o diretor presidente do instituto, André Borges.
O sistema de monitoramento também indica focos de queimadas, permitindo uma gestão mais eficiente e sustentável dos recursos naturais. Os dados são compartilhados com os bombeiros para ações imediatas e precisas.
Nesse ano, o sistema identificou pontos da planície pantaneira com acúmulo de massa em pelo menos 140 propriedades identificadas com riscos em potencial de ocorrência de incêndios. Nessas propriedades o Corpo Bombeiros está realizando a queima prescrita, com toda segurança para evitar o alastramento das chamas.
Concurso
Ao mesmo tempo em que investe em tecnologia para dinamizar e agilizar a resposta do setor público, o Governo reforça o quadro de servidores. Após 18 anos o Imasul realiza concurso público, nesse domingo (9), para selecionar 61 servidores de nível superior que atuarão no órgão como fiscais ambientais (40) e analistas ambientais (21) e 38 com nível médio.
O último concurso público para provimento de cargos do Imasul ocorreu em 2006, desde então muitos servidores se aposentaram, outros deixaram a carreira ou faleceram, de modo que o quadro efetivo estava defasado.
Para André Borges, o concurso demonstra o compromisso do Governo do Estado com o fortalecimento da estrutura das políticas ambientais.
“Temos um longo processo de quase 20 anos sem contratação de servidores. Nesse período o Estado se desenvolveu muito, a questão ambiental perpassa todas as políticas públicas, tivemos o CAR, o Código Florestal, recentemente a Lei do Pantanal. Somos referência nacional em logística reversa de embalagens, na gestão de recursos hídricos, e temos demandas gigantescas que surgem nesse reordenamento da geopolítica mundial em que as mudanças climáticas determinam as ações tanto na esfera pública como privada. Em todas essas frentes de políticas públicas ambientais a gente vai ter condição de dar uma resposta melhor”, afirmou.
João Prestes, Comunicação Semadesc
Foto de capa: Saul Schramm/Secom
Galerias 1 e 2: Bruno Rezende
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Relacionada:
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Tacuru reúne investimentos superiores a R$ 11 milhões em habitação, pavimentação e saneamento
Moradia, infraestrutura urbana e saneamento básico concentraram um conjunto de ações que impulsionaram o desenvolvimento de Tacuru, em agenda marcada por autorizações de obras e novos investimentos no município.
Em meio às comemorações pelos 46 anos de emancipação político-administrativa, foram autorizadas intervenções que somam mais de R$ 11 milhões, com foco no atendimento ao loteamento Sebastião Caetano Torquetti, uma das áreas em expansão da cidade.
Na área de infraestrutura, foi assinada a ordem de serviço para pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais, com investimento de cerca de R$ 3,7 milhões. A obra contempla mais de 10,7 mil metros quadrados de pavimentação e 1,6 mil metros de drenagem, alcançando a Avenida Máximo Giácomo e as ruas Destéfani, Salvador, Zenir Lacerda de Assunção, Marrom Bombom, Carla Danielle Vilhava Antunes, Brandina de Souza Moreira e Felipe Ávalos.
Durante a solenidade em Tacuru, o governador Eduardo Riedel associou os investimentos anunciados ao fortalecimento da gestão municipal e ao desenvolvimento regional. “Quando a gente abre um novo bairro, leva junto pavimentação, saneamento e habitação, garantindo que não haja mais áreas sem estrutura básica.”
Ele também defendeu a política de incentivos como instrumento de desenvolvimento econômico no Estado. “Incentivo fiscal é para atrair empresas que não estavam aqui, gerando emprego e renda, que é o maior programa social que existe.”
Governador na solenidade em Tacuru, ao lado do prefeito Torqueti, e no local onde são aplicados investimentos
No eixo habitacional, foram destinados aproximadamente R$ 7,3 milhões para a construção de 75 unidades, por meio do Programa de Habitação Municipal. Os recursos incluem repasse estadual superior a R$ 6,9 milhões, somado à contrapartida da Prefeitura, viabilizando novas moradias para famílias do município.
Por fim, o governador conectou os resultados à união entre instituições e ao compromisso com o futuro. “Estamos reestruturando o Estado, com crescimento e oportunidades, sempre olhando para as pessoas e garantindo dignidade para todos.”
O prefeito de Tacuru, Rogério Torqueti, atribuiu os avanços recentes do município à união entre lideranças políticas e ao trabalho conjunto das instituições. “Já foram mais de R$ 44 milhões investidos, uma média de mais de R$ 11 milhões por ano, e isso está chegando na ponta, gerando emprego e renda.”
A agenda também contemplou a autorização para licitação da ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário, com investimento estimado em R$ 450 mil. A obra prevê a implantação de cerca de 1,7 mil metros de rede coletora e mais de 120 ligações domiciliares, ampliando o acesso ao saneamento básico no loteamento.
As ações reforçam a estratégia de desenvolvimento urbano planejado, integrando habitação, infraestrutura e saneamento para garantir melhores condições de vida à população e acompanhar o crescimento do município.
Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Bruno Rezende/Secom-MS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
R$ 176 milhões: Governo de MS lança pacote de obras de saneamento para 16 municípios
Rede de captação de água de Corumbá
Um investimento de R$ 176 milhões com foco em ampliação e modernizzação de sistemas de abastecimento de água em 16 municípios sul-mato-grossenses e também em melhorias na rede de esgoto de Ribas do Rio Pardo. Esse montante faz parte de um dos maiores pacotes da área de saneamento em Mato Grosso do Sul nos últimos anos, que será lançado nesta sexta-feira (15) pelo Governo do Estado e pela Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul).
O ato, que acontecerá às 10h na seda da Sanesul, em Campo Grande, será conduzido pelo governador Eduardo Riedel e pelo diretor-presidente da estatal, Renato Marcílio. Prefeitos das cidades contempladas, parlamentares e demais autoridades públicas estarão presentes.
Entre os municípios contemplados estão Aral Moreira, Bataguassu, Bodoquena, Chapadão do Sul, Corumbá, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Inocência, Miranda, Naviraí, Pedro Gomes, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Sonora e Terenos, além de Ponta Porã – que inclui o distrito de Sanga Puitã.
O pacote atende municípios em diferentes regiões do Estado, levando em consideração o crescimento populacional, a expansão urbana e a necessidade de reforço nos sistemas existentes.
Já os recursos fazem parte de contratos vinculados ao programa Avançar Cidades e ao Novo PAC, com financiamento viabilizado pela Caixa Econômica Federal e contrapartidas associadas à execução das obras – que incluem ampliação da capacidade de reservação, melhorias operacionais, reforço na distribuição, modernização de estruturas e implantação de novos sistemas voltados à segurança hídrica e à eficiência operacional.
Mesmo com a universalização do abastecimento de água já alcançada nos 68 municípios atendidos pela empresa, a Sanesul mantém investimentos contínuos para garantir estabilidade no fornecimento e preparar os sistemas para o crescimento das cidades.
Segundo Renato Marcílio, os investimentos fazem parte de um planejamento permanente desenvolvido pelo Governo de Mato Grosso do Sul. “Estamos avançando com investimentos estruturantes que ampliam a capacidade dos sistemas e garantem maior confiabilidade no abastecimento, acompanhando o desenvolvimento dos municípios”, afirma o dirigente.
Segurança hídrica e expansão da infraestrutura
Entre os maiores volumes de recursos previstos no pacote estão os de Corumbá, com R$ 25,6 milhões em obras de abastecimento de água. Ribas do Rio Pardo, que soma mais de R$ 42 milhões em investimentos (R$ 13,8 milhões em abastecimento de água e R$ 28,2 milhões em esgotamento sanitário), e Inocência, que receberá R$ 13,1 milhões para ampliação do sistema de abastecimento de água, aparecem na sequência.
Ponta Porã e o distrito de Sanga Puitã receberão R$ 12,3 milhões, enquanto Naviraí terá R$ 12,3 milhões destinados ao fortalecimento do sistema de abastecimento. Chapadão do Sul contará com investimento de R$ 11,3 milhões, Miranda receberá R$ 11 milhões e Dourados terá aporte superior a R$ 8,9 milhões. Também serão contemplados Bataguassu, Bodoquena, Dois Irmãos do Buriti, Pedro Gomes, Sonora, Santa Rita do Pardo, Terenos e Aral Moreira.
As obras já possuem frentes em andamento e outras em estágio avançado de contratação e execução. A expectativa é ampliar a capacidade operacional dos sistemas e garantir maior regularidade no abastecimento, especialmente em municípios que apresentam crescimento acelerado.
O governador Eduardo Riedel tem defendido o fortalecimento da infraestrutura de saneamento como uma das prioridades da gestão estadual, alinhando os investimentos à política de desenvolvimento regional e melhoria da qualidade de vida da população.
Além de assegurar abastecimento com maior eficiência, os investimentos também reforçam a preparação dos municípios para o futuro, ampliando a capacidade dos sistemas públicos diante do avanço urbano e industrial registrado em diversas regiões de Mato Grosso do Sul.
O pacote de investimentos integra o planejamento estratégico da Sanesul voltado à modernização permanente da infraestrutura operada pela empresa e ao fortalecimento da segurança hídrica nos municípios atendidos.
Comunicação Sanesul
Fotos: Sanesul/Arquivo
Fonte: Governo MS
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