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Mato Grosso do Sul

COXIM/MS| Morador colhe ‘mandiocão’ de quase 5 m; uma das maiores do país

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Famoso na cidade de Coxim, município a 253 quilômetros de Campo Grande, por ter encontrado há dois anos, uma mandioca de 2,35m, o serviço gerais Itamar Marçal de Oliveira, de 59 anos, colheu na manhã desta quinta-feira (19), uma mandioca que mede 4,65m de comprimento, na rua Frei Cirino João Primon, no bairro Senhor Divino.

De acordo com site Coxim Agora, ele plantou a rama a aproximadamente dois anos e meio e teve que retirá-la para iniciar a construção de um muro no local, assim que começou a cavar percebeu que se tratava de uma “mandioca gigante”, onde passou a ter todo um cuidado para não quebra-lá.

No dia 07 de outubro de 2014 o pedreiro havia colhido uma mandioca de 2,35 m no mesmo terreno e desta vez ficou surpreso com a raiz que tem o dobro do tamanho, um braço de 1,20m e 0,57 cm de circunferência.

Um levantamento do site Coxim Agora, aponta que a mandioca é uma das maiores já encontradas no país.

Itamar informou ainda que vai cortá-la e distribuir para os vizinhos e sua família preparar um bijú, uma iguaria a base de farinha de mandioca.

Terra boa

Em abril de 2013, o funcionário público Adonias Rodrigues da Silva, 58 anos, colheu uma mandioca de 1,88 metro. O caso ocorreu em uma propriedade rural na zona rural de Coxim. Adonias contou ao Coxim Agora que nunca viu uma mandioca daquele tamanho e mesmo tirando com cuidado a raiz quebrou.

O morador da área rural preferiu fazer farinha e misturar com coco ralado para consumo. O engenheiro agrônomo Raimundo Alves Junior, informou em entrevista ao jornal que a raiz pode ser consumida normalmente apesar do tamanho. “Uuma raiz desse tamanho não é normal, mas como as condições climáticas da região são propicias para a cultura da mandioca, podem ocorrer fatos isolados como este do senhor Adonias”, explicou o agrônomo.

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Mato Grosso do Sul

Pesquisa aponta redução no preço do diesel no anel viário de Campo Grande

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Monitoramento de preços realizado pelo Procon Mato Grosso do Sul, instituição vinculada à Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), identificou redução no valor do diesel comercializado em postos nas saídas de Campo Grande. A análise compara dados coletados nos dias 10 e 23 de abril de 2026.

Considerando os maiores valores praticados no período, o litro do Diesel S10 caiu 5,93% nas bombas de abastecimento, independentemente da forma de pagamento. Já o Diesel S500 teve uma redução de 5,38% no crédito e 4,80% no dinheiro ou débito.

A análise considera os preços de seis postos situados em regiões estratégicas do anel viário, incluindo as saídas para Sidrolândia, Três Lagoas, Corumbá e Coxim. Ela ainda avalia os efeitos de medidas anunciadas pelo governo para conter a alta dos preços dos combustíveis no Brasil, impulsionada pelo aumento dos custos internacionais do petróleo.

Medidas provisórias vêm sendo editadas para conter a alta de valores decorrente de conflitos no Oriente Médio, ofertando subsídios de até R$ 1,20/litro na importação e R$ 0,80/litro para a produção nacional. Houve, ainda, isenção de PIS/Cofins aplicada ao biodiesel. Os valores, no entanto, diluem-se nas etapas de importação, distribuição e revenda até o consumidor final.

No período, não houve variação nos preços aplicados na venda de etanol e gasolina comum nos postos monitorados. O levantamento, realizado de forma periódica, seguirá sendo executado a fim de orientar os consumidores e subsidiar eventuais ações de fiscalização no setor.

Serviço

Pesquisa Combustíveis Anel Viário (Campo Grande)

Kleber Clajus, Comunicação Procon/MS
Foto: Kleber Clajus/ProconMS/Arquivo

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas

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Único hospital público do Centro-Oeste com MALDI-TOF, o hospital identifica bactérias e fungos em menos de 24 horas — revolucionando o tratamento de infecções graves

Com investimento contínuo no parque tecnológico, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) deu mais um passo na qualidade do atendimento aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). O Laboratório de Análises Clínicas da unidade passou a contar com o MALDI-TOF — técnica avançada de espectrometria de massa que identifica microrganismos como bactérias e fungos com alta velocidade e precisão. O HRMS é o único hospital público do Centro-Oeste equipado com essa tecnologia.

Se antes a identificação de bactérias e fungos levava até cinco dias, agora o diagnóstico microbiano pode ser liberado em menos de 24 horas. Na prática, isso significa que o paciente inicia o tratamento adequado mais rápido e, com isso, pode até receber alta mais cedo.

Segundo a bióloga Eliane Borges de Almeida, gerente e responsável técnica do laboratório, a grande inovação está na velocidade. “Enquanto os métodos tradicionais de identificação de bactérias e fungos levam de 48 a 72 horas, o MALDI-TOF entrega o resultado em poucos minutos. Para um paciente em estado grave, como em casos de sepse, cada minuto conta para aumentar as chances de sobrevivência”, explica.

Ela destaca ainda o impacto no uso de medicamentos: com a identificação imediata do agente causador da infecção, a equipe médica pode prescrever o antibiótico exato logo no início do tratamento. Isso evita o uso de medicamentos de amplo espectro desnecessários, combatendo a resistência bacteriana.

Os benefícios vão além do paciente individual. A diretora técnica do HRMS, Patricia Rubini, ressalta o impacto no sistema como um todo. “Quando o paciente recebe o tratamento com o antibiótico específico desde o primeiro dia, sua recuperação é mais rápida e segura. Isso significa alta mais precoce, mais leitos disponíveis para quem precisa e um uso muito mais responsável dos recursos do SUS. O MALDI-TOF é, ao mesmo tempo, uma conquista clínica e uma ferramenta de gestão eficiente para o hospital”, destaca a médica.

Na prática, a redução no tempo de internação permite que mais pacientes sejam atendidos pela unidade, otimizando a fila do SUS.

Patrícia Belarmino, Comunicação HRMS
Fotos: Patrícia Belarmino

Fonte: Governo MS

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