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Mato Grosso do Sul

Secretário de Fazenda define pontos importantes da Reforma Tributária em Brasília

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Reforma tributária é um dos principais assuntos no cenário político e econômico do País

Com vistas a definir em conjunto os pontos importantes a serem defendidos na proposta da Reforma Tributária, o secretário estadual de Fazenda Flávio César esteve reunido com o colegiado do Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários Estaduais de Fazenda) em Brasília. O encontro ocorreu na terça-feira (30) por solicitação dos chefes dos Poderes Executivos das 27 unidades federativas, durante última reunião dos Fóruns de Governadores em 24 de maio.

Comprometidos com o fortalecimento do federalismo brasileiro e o bem estar social da população, os secretários de Fazenda dos Estados e do DF vêm se dedicando na elaboração de uma proposta que, além de subsidiar os governadores nos debates, também enfrente as distorções e ineficiências do sistema tributário atual, bem como encontre respostas adequadas às alterações estruturais essenciais na economia brasileira.

Durante o encontro, os secretários de Fazenda defenderam a criação do IVA dual, que reúne os tributos federais, estaduais e municipais, e garante a manutenção da arrecadação para todos os entes da federação. Nesse modelo, cria-se o IBS subnacional e a CBS, de competência federal.

O secretário Flávio César pontua que a substituição de cinco tributos por dois impostos, o IVA dual, é o modelo que tem participação maior de estados e municípios, ou seja, melhor para ‘pactuações’. “A adoção de um imposto não cumulativo e cobrado no destino (Imposto sobre Valor Agregado, o IVA) é o futuro do novo sistema tributário que vai ser implantado no Brasil. Precisamos promover a mudança fiscal com responsabilidade, para proteger o Estado de eventuais perdas de arrecadação e garantir mais qualidade de vida para nossa população”, declarou.

Na avaliação do presidente do Comsefaz, Carlos Eduardo Xavier, este é um momento de união e diálogo entre os estados. “Esse debate é importante para que todas as unidades federadas saiam fortalecidas com a aprovação da reforma tributária. Uma reforma que reduza as desigualdades regionais, que traga competitividade para o país e estimule a criação de emprego e renda para a sociedade brasileira”, disse.

Os secretários debateram ainda detalhadamente os tópicos das duas principais propostas que tramitam no Congresso Nacional hoje, a PEC 45 e a PEC 110. O objetivo é apresentar um projeto que traga maior conforto na migração para o princípio do destino e segurança para os estados que tenham situações peculiares, como no caso da Zona Franca de Manaus, garantindo a manutenção das suas políticas de atração de investimentos fundamentais para o desenvolvimento de suas regiões.

A partir desses diálogos, o Comsefaz irá elaborar um documento, o qual será assinado pelos secretários de Fazenda de todos os estados e encaminhado ao Fórum dos Governadores, com o intuito de subsidiar o diálogo com a União e Congresso Nacional.

Diana Gaúna, com informações do Comsefaz

Foto: Marcella Lasneaux/Comsefaz

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas

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Único hospital público do Centro-Oeste com MALDI-TOF, o hospital identifica bactérias e fungos em menos de 24 horas — revolucionando o tratamento de infecções graves

Com investimento contínuo no parque tecnológico, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) deu mais um passo na qualidade do atendimento aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). O Laboratório de Análises Clínicas da unidade passou a contar com o MALDI-TOF — técnica avançada de espectrometria de massa que identifica microrganismos como bactérias e fungos com alta velocidade e precisão. O HRMS é o único hospital público do Centro-Oeste equipado com essa tecnologia.

Se antes a identificação de bactérias e fungos levava até cinco dias, agora o diagnóstico microbiano pode ser liberado em menos de 24 horas. Na prática, isso significa que o paciente inicia o tratamento adequado mais rápido e, com isso, pode até receber alta mais cedo.

Segundo a bióloga Eliane Borges de Almeida, gerente e responsável técnica do laboratório, a grande inovação está na velocidade. “Enquanto os métodos tradicionais de identificação de bactérias e fungos levam de 48 a 72 horas, o MALDI-TOF entrega o resultado em poucos minutos. Para um paciente em estado grave, como em casos de sepse, cada minuto conta para aumentar as chances de sobrevivência”, explica.

Ela destaca ainda o impacto no uso de medicamentos: com a identificação imediata do agente causador da infecção, a equipe médica pode prescrever o antibiótico exato logo no início do tratamento. Isso evita o uso de medicamentos de amplo espectro desnecessários, combatendo a resistência bacteriana.

Os benefícios vão além do paciente individual. A diretora técnica do HRMS, Patricia Rubini, ressalta o impacto no sistema como um todo. “Quando o paciente recebe o tratamento com o antibiótico específico desde o primeiro dia, sua recuperação é mais rápida e segura. Isso significa alta mais precoce, mais leitos disponíveis para quem precisa e um uso muito mais responsável dos recursos do SUS. O MALDI-TOF é, ao mesmo tempo, uma conquista clínica e uma ferramenta de gestão eficiente para o hospital”, destaca a médica.

Na prática, a redução no tempo de internação permite que mais pacientes sejam atendidos pela unidade, otimizando a fila do SUS.

Patrícia Belarmino, Comunicação HRMS
Fotos: Patrícia Belarmino

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Motor novo, horizonte aberto: como a Agraer mudou a vida de uma família na Serra do Amolar

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Na borda mais isolada do Pantanal sul-mato-grossense, a Serra do Amolar se ergue como um recorte de resistência. Ali, o acesso não se mede em quilômetros, mas em horas de navegação. Não há estrada e quem chega, chega pelas águas – ou pelo céu. Para a maioria, a rodovia é o rio.

Entre as pessoas que vivem ali está a família de Edilaine Nogales de Arruda, pescadora profissional e moradora da região. Até então, a burocracia era uma barreira concreta: a distância da cidade tornava quase impossível a emissão de documentos essenciais para acessar políticas públicas.

“Como nós somos ribeirinhos, temos o privilégio de sermos pescadores profissionais. Sou filiada a uma colônia, e por meio dela me orientaram sobre o CAF (Cadastro da Agricultura Familiar). Para termos a possibilidade de investimento, melhorar os equipamentos de pesca, motor e ter os benefícios’’, afirma.

O problema é que dificilmente a família se deslocava até Corumbá, município mais próximo. Foi então que ano passado a Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) entrou na jogada por meio da 10ª Expedição Pantanal, organizada pela PMA (Polícia Militar Ambiental). Na ocasião, o extensionista Isaque Pécora de Andrade passou vários dias embarcado e voltou com 45 novos CAFs na bagagem.

Na vida de Edilaine, o serviço abriu a possibilidade do financiamento via Pronaf B de um motor para o barco da família. “Antes da melhoria, o pescado muitas vezes não passava da porta de casa. A venda dependia de quem chegasse. Agora conseguimos transportar o nosso produto. Só nos trouxe melhoria.”

Além disso, o equipamento também encurtou o tempo. E, no Pantanal, isso é expandir o mundo. Corumbá, que antes consumia um dia inteiro de deslocamento, passou a caber em menos horas. O que era exceção virou possibilidade.

‘’Melhorou muito a nossa logística. Agora em caso de uma emergência, consigo chegar mais rápido com minha família até a cidade’’, diz Edilaine.

Não se trata apenas de velocidade. Trata-se de autonomia. De poder escolher quando ir, para onde ir, a quem vender. De transformar o rio — antes obstáculo — em caminho de escoamento e renda.

A presença da Agraer na expedição não levou soluções prontas; levou acesso a direitos. Em territórios como o da Serra do Amolar, políticas públicas não chegam por inércia. Precisam ir — com planejamento, parceria e disposição para atravessar distâncias reais.

E no fim, a história de Edilaine não é sobre um motor. É sobre o que ele move: dignidade, renda e a possibilidade de ficar — por escolha, não por falta de opção. No coração do Pantanal, onde tudo parece longe, um documento aproximou o futuro.

A Agraer está presente em todos os municípios de Mato Grosso do Sul e segue ao lado de quem faz o campo acontecer. A instituição mantém o compromisso de fortalecer práticas sustentáveis, unindo conhecimento, tecnologia e tradição para que cada propriedade avance com equilíbrio e rentabilidade.

Produtores que desejam iniciar e aprimorar alguma atividade, ou agregar valor à produção, podem procurar um de nossos escritórios e conversar com nossos extensionistas.

Ricardo Campos Jr. e Brennon Quintino, Comunicação Agraer
Foto de capa: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo
Internas: Agraer

Fonte: Governo MS

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