Economia
Com a colaboração de mais de 136 empresas, Avery Dennison divulga balanço positivo de sua iniciativa de economia circular
Liderado pela multinacional especialista em ciência de materiais, o Programa AD Circular cresce na cadeia de rótulos e etiquetas com a adesão de novos participantes, números expressivos e novo dashboard de mensuração de resultados da iniciativa
São Paulo, abril de 2023 – Com o objetivo de conectar toda a cadeia de embalagens do Brasil, por meio de uma consolidada estratégia de economia circular, a Avery Dennison, uma líder mundial em ciência de materiais, divulga o balanço positivo protagonizado pelo seu Programa AD Circular – iniciativa voltada à reciclagem e transformação dos resíduos gerados na conversão e aplicação de suas soluções autoadesivas.
Atualmente sob gestão da Polpel, parceira de longa data na reciclagem de liners, o Programa AD Circular vem ganhando, desde seu lançamento em 2019, novos volumes e participantes entre marcas, convertedores e gestores de resíduos provenientes do processo de etiquetagem e rotulagem. Algumas das marcas de peso que aderiram ao programa são: Natura, Davene, C&A, Sakura, Cepêra, Nazca Cosméticos e L’Occitane.
“O liner é uma das partes que compõem o material autoadesivo e que se torna resíduo após o processo de rotulagem, gerando impactos significativos ao meio ambiente. O reaproveitamento do liner reduz diretamente o descarte e a extração de recursos naturais. A cada tonelada de papel reutilizado ou reciclado, evita-se a derrubada de 15 a 30 árvores, um valor considerável, já que cada uma delas captura, em média, 190 kg de gás carbônico. Desde que aderimos ao AD Circular, já reciclamos cerca de oito toneladas desses resíduos. Um avanço alinhado ao nosso propósito de desenvolvimento sem agressão ao planeta, pelo bem das futuras gerações”, comenta Marcos Penha, supervisor de segurança do trabalho da Sakura Nakaya Alimentos
Programa AD Circular
O programa AD Circular nasceu da necessidade de criar um sistema de conexão na cadeia para aumentar o volume de resíduos corretamente destinados e reciclados, repensar o descarte e removê-los de aterros sanitários para, assim, dar uma nova vida a esses materiais. O maior objetivo deste programa é oferecer, para toda a cadeia envolvida no uso de rótulos e materiais autoadesivos, soluções de fácil acesso para que estes resíduos sejam corretamente destinados. Por isso, em 2023 o foco da Avery Dennison será expandir as áreas impactadas pelo programa, não apenas no Brasil, mas também na América Latina. Hoje, o programa já está disponível no Brasil e no México, e em breve lançaremos o programa em outros países da região.
“É por meio da nossa cadeia de valor que atingiremos as metas preestabelecidas. Tais parcerias validam todos os esforços que direcionamos para a sustentabilidade, nosso principal pilar, responsável pela inovação constante que aplicamos às nossas soluções. Nosso trabalho é pela conexão global entre a indústria e as empresas usuárias dos rótulos e etiquetas que serão aplicados aos mais diversos produtos, a fim de atingirmos uma forte consciência ambiental para que juntos encontremos sempre o melhor caminho, mais limpo, transparente e economicamente viável aos envolvidos. O AD Circular é para todos que fazem parte desse processo”, enfatiza Camila Benedetti, Diretora de R&D e Sustentabilidade da Avery Dennison, na América Latina.
Novo dashboard
Para compartilhar as conquistas e desempenho da iniciativa, o Programa AD Circular passa a contar com um novo dashboard, completo e estruturado em indicadores ambientais, que oferece uma análise mais aprofundada de cada empresa participante dos benefícios proporcionados pela ação. De acordo com o mais recente painel divulgado, por meio de cálculos realizados com base nos dados fornecidos pela WWF – referente à reciclagem do papel e do plástico – de 2019 até o final de 2022, 243 mil árvores foram poupadas do desmatamento e 27 milhões de KWh foram economizados.
Ainda segundo a Avery Dennison, ao longo de todo esse período, mais de 7,8 mil toneladas de resíduos foram transformadas em novos produtos. Atualmente, com mais de 136 empresas colaborando com a iniciativa, a companhia estima que outras 3 mil toneladas sejam igualmente processadas até o final de 2023. Em virtude de suas grandes contribuições e alto desempenho, a iniciativa foi vencedora da premiação Environmental and Sustainability Award, categoria de sustentabilidade do prêmio internacional Label Industry Global Awards 2020, e reconhecida, por meio de sua parceria com a Natura, na 15ª edição do Prêmio Grandes Cases de Embalagem, realizada em 2021.
Sobre a Avery Dennison
Avery Dennison Corporation (NYSE: AVY) é uma empresa global de soluções de ciência de materiais e identificação digital que fornece soluções, incluindo materiais autoadesivos, inlays e etiquetas de identificação por radiofrequência (RFID), entre outras soluções de comunicação visual. A empresa projeta e fabrica uma ampla gama de rotulagem e materiais funcionais que aprimoram embalagens, carregam ou exibem informações que conectam o físico e o digital e melhoram o desempenho dos produtos. Os produtos da companhia são usados em diversos segmentos em todo o mundo, incluindo cuidados pessoais e domésticos, vestuário, comércio eletrônico, logística, alimentos, varejo, produtos farmacêuticos, automotivos e muito mais. A Avery Dennison emprega aproximadamente 36.000 funcionários em mais de 50 países. As vendas relatadas em 2022 foram de US$ 9,0 bilhões. Saiba mais em www.averydennison.com.
Economia
Reajuste da Energisa MS é homologado pela ANEEL com efeito médio de 12,11%
Índice aprovado incorpora diferimento solicitado pela distribuidora; Conselho de Consumidores alerta para pressão crescente de encargos
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) homologou, nesta terça-feira (22), durante a 8ª Reunião Pública Ordinária da Diretoria, o reajuste tarifário anual da Energisa Mato Grosso do Sul (EMS), com efeito médio de 12,11% a ser percebido pelos consumidores. O novo índice passa a valer a partir da publicação da resolução homologatória.
O percentual aprovado considera o pedido de diferimento apresentado pela distribuidora dentro dos limites regulatórios, no valor de R$ 21 milhões. Sem esse mecanismo, o reajuste médio seria de 12,61%. Com a aplicação do diferimento, o impacto foi reduzido para 12,39% para consumidores em alta tensão e 11,98% para os de baixa tensão.
Relatora do processo, a diretora-geral da ANEEL, Agnes Maria de Aragão da Costa, destacou que a medida contou com a anuência do Conselho de Consumidores, ainda que acompanhada de ressalvas. Segundo ela, o posicionamento do colegiado trouxe uma preocupação recorrente: o acúmulo de componentes financeiros que acabam sendo transferidos para ciclos tarifários futuros, além da necessidade de enfrentamento de questões estruturais no setor.
“O Conselho chama atenção, especialmente, para a ausência de políticas públicas mais estruturais que reduzam a presença desses componentes dentro da tarifa, com destaque para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE)”, pontuou.
Durante a deliberação, o diretor-geral Sandoval Feitosa ressaltou que os reajustes tarifários seguem regras contratuais e refletem decisões que vão além da atuação regulatória. Para ele, a discussão precisa avançar para além de soluções pontuais.
“Esses processos decorrem de obrigações contratuais. Temos, de forma recorrente, ações conjunturais que não resolvem o problema de forma estrutural. É importante que todos os agentes — Congresso, Executivo e o próprio setor — atuem para que se alcance uma tarifa mais previsível, equilibrada e estável ao consumidor”, afirmou.
Posicionamento do Concen-MS
Ao longo da tramitação, o Conselho de Consumidores da Área de Concessão da Energisa MS (Concen-MS) acompanhou o processo e manifestou concordância com o diferimento como medida de mitigação imediata do impacto tarifário. No entanto, a entidade manteve o posicionamento de cautela quanto ao efeito acumulado desses componentes ao longo do tempo.
O Conselho também reiterou a preocupação com o crescimento contínuo de encargos setoriais, especialmente da CDE, e defendeu a necessidade de maior previsibilidade e transparência na composição das tarifas, com atenção à capacidade de pagamento dos consumidores.
“É fundamental que o processo tarifário considere tanto a sustentabilidade do setor quanto os efeitos diretos sobre o consumidor. As decisões precisam ser avaliadas com responsabilidade, especialmente em relação aos impactos futuros que podem recair sobre a população”, pontuou a presidente do Conselho, Rosimeire Costa.
Trâmite marcado por adiamentos e tentativas de redução
A etapa decisiva do processo de reajuste da Energisa MS teve início no começo de abril e passou por uma sequência de análises técnicas, reuniões e articulações institucionais. Inicialmente previsto para deliberação no dia 8, o tema foi retirado de pauta e reavaliado, em meio a negociações do Ministério de Minas e Energia (MME) na tentativa de reduzir o impacto ao consumidor.
Durante esse período, foram discutidas alternativas dentro dos limites regulatórios, incluindo o diferimento de componentes financeiros — mecanismo que acabou sendo incorporado ao cálculo final.
Na última semana (14), o diretor-geral da ANEEL, Sandoval Feitosa, pediu destaque para o processo, adiando novamente a homologação para a reunião ocorrida nesta terça (22). O intervalo entre a previsão inicial e a homologação foi marcado por diálogo entre ANEEL, distribuidora e representação dos consumidores, em busca de um índice que, embora ainda elevado, apresentasse alguma moderação frente ao cenário original.
A decisão desta terça-feira encerra o debate, mas mantém o desafio já apontado ao longo de todo o processo: equilibrar a sustentabilidade do setor com tarifas compatíveis com a realidade dos consumidores.
Economia
13º antecipado do INSS traz alívio imediato, mas exige planejamento ao longo do ano
Pagamento começa neste mês e pode ser oportunidade para organizar finanças, reduzir dívidas e construir reserva
A antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS começa ainda este mês e deve representar um alívio no orçamento de milhões de brasileiros. O valor extra pode ajudar a colocar as contas em dia e trazer mais fôlego financeiro, desde que utilizado com organização.
Segundo o Ministério da Previdência Social, a medida deve injetar cerca de R$ 78,2 bilhões na economia, sendo aproximadamente R$ 39 bilhões pagos na primeira parcela, entre 24 de abril e 8 de maio, e outros R$ 39 bilhões na segunda, de 25 de maio a 8 de junho.
O calendário de pagamentos segue o número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador após o traço. Têm direito à antecipação os beneficiários que receberam, em 2026, aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, salário-maternidade ou auxílio-reclusão.
Dívidas devem ser prioridade
Avaliar a situação financeira atual é o primeiro passo, segundo Daniel Oliveira, coordenador de Produtos de Renda Fixa do Banco Mercantil, instituição financeira especializada no público 50+. Para quem possui dívidas, especialmente as de juros mais elevados, como cartão de crédito ou cheque especial, a recomendação é priorizar a quitação ou renegociação desses compromissos.
“O 13º pode ser uma ferramenta importante para reequilibrar o orçamento. Quitar ou negociar dívidas costuma ser o melhor caminho, já que reduz o peso dos juros e melhora a saúde financeira no médio prazo”, afirma Daniel Oliveira.
Consumo exige cautela
Além disso, o uso consciente do recurso ajuda a evitar decisões impulsivas. Embora o consumo faça parte da rotina, o ideal é planejar os gastos e evitar comprometer todo o valor de uma só vez.
Outro ponto de atenção é que, como o pagamento ocorre antes do período tradicional, esse recurso não estará disponível no fim do ano, quando as despesas costumam aumentar. “Planejar o uso do 13º é fundamental para não gerar um desequilíbrio mais adiante. Separar uma parte do valor pode ajudar a evitar aperto no orçamento nos próximos meses”, complementa o especialista do Banco Mercantil.
Reserva e aplicações simples
Para quem quer investir, aplicações conservadoras podem ser uma alternativa para preservar o dinheiro e obter algum rendimento ao longo do tempo. Produtos simples, com baixo risco e liquidez, como CDBs com resgate diário, podem ser opções a serem consideradas, desde que estejam alinhados ao perfil do investidor e sejam de fácil compreensão e acesso.
“Organizar o uso do 13º desde o recebimento faz diferença no restante do ano. Para quem conseguir guardar uma parte do valor, aplicações simples, conservadoras e com liquidez podem ajudar a formar uma reserva sem abrir mão do acesso ao dinheiro quando necessário. Pequenas decisões agora podem evitar a necessidade de recorrer a crédito no futuro”, finaliza o especialista do Mercantil.
Sobre o Mercantil
O Banco Mercantil vem passando por uma importante transformação nos últimos anos, pautada no investimento em inovação, dados, tecnologia e pessoas. Contando com mais de 10 milhões de clientes, o banco tem foco no público com 50 anos ou mais, e carrega em seu DNA o propósito de oferecer a seus clientes uma experiência única.
Sustentado por seus talentos, o crescimento dos números vem acompanhado de posições de destaque nos rankings de melhores empresas para se trabalhar em Minas Gerais e na posição de quinto maior pagador de benefícios previdenciários do país.
O banco atingiu o patamar de excelência na pesquisa NPS (Net Promoter Score), que fornece informações sobre fidelidade dos clientes e seu grau de satisfação com crédito e serviços, apurada de forma contínua. A instituição possui uma rede com mais de 350 agências distribuídas em 269 cidades pelo país.
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