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Política

57,2%: Paraná Pesquisas mostra Doria como o mais rejeitado entre os presidenciáveis para 2022

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Não há lobby para chineses e nem marketing da vacina com dinheiro público que dê jeito na imagem de João Doria (PSDB). Uma recente pesquisa divulgada nesta quinta-feira (17) pelo instituto Paraná Pesquisas mostrou o tucano como o mais rejeitado dentre os potenciais candidatos à Presidência da República em 2022.

O levantamento revelou que 57,2% dos entrevistados não votaria em Doria de jeito nenhum para presidente do Brasil. A rejeição de Doria é maior na faixa etária de 35 a 44 anos, chegando a 59,5%. Já entre os entrevistados que possuem apenas o ensino médio, a rejeição ao tucano chega a impressionantes 64,2%. Entre a População Economicamente Ativa, a rejeição do governador de São Paulo é de 58,9%.

Talvez o eleitor tenha percebido que tudo em João Doria é artificial e ensaiado e que tudo que ele faz é marketing eleitoral para ganhar votos, inclusive as vacinas e as medidas de fechamento do comércio em São Paulo.

Os flagrantes de Doria aglomerando sem máscara tiraram ainda mais da credibilidade do governador. Enquanto pregava o fique em casa e impunha medidas restritivas aos moradores de São Paulo, o governador foi flagrado em um hotel de luxo, curtindo uma piscina, cercado de pessoas, sem máscara e sem vergonha.

Veja os números completos na imagem abaixo:

Metodologia


O universo desta pesquisa abrange os eleitores brasileiros. Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 2040 eleitores, sendo esta estratificada segundo sexo, faixa etária, grau de escolaridade, nível econômico e posição geográfica. O trabalho de levantamento dos dados foi feito com abordagem pessoal em domicílios, com eleitores de 16 anos ou mais, em 26 Estados e Distrito Federal e em 156 municípios brasileiros durante os dias 11 a 15 de junho de 2021, sendo auditadas simultaneamente à sua realização, no mínimo, 20,0% das entrevistas.

Tal amostra representativa do Brasil atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,0% para os resultados gerais. Nas análises das questões por localidade, o grau de confiança atinge 95,0% para uma margem de erro de 3,5% para o estrato da Região Sudeste, onde foram realizadas 878 entrevistas, 4,5% para o estrato da Região Nordeste, onde foram realizadas 547 entrevistas, 5,5% para o estrato da Região Norte + Centro-Oeste onde foram realizadas 313 entrevistas e 5,5% para o estrato da Região Sul, onde foram realizadas 302 entrevistas. A Paraná Pesquisas encontra-se registrada no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/21.

Por Portal Novo Norte

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Política

Jerson Domingos se filia ao União Brasil e reforça partido em Mato Grosso do Sul

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O ex-deputado estadual e conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Jerson Domingos, oficializou nesta terça-feira (17), em Brasília, sua filiação ao União Brasil, uma das maiores forças políticas do país. A decisão marca um novo capítulo em sua trajetória pública, construída ao longo de décadas de atuação em defesa dos municípios, das famílias e da construção de políticas públicas voltadas às crianças e às novas gerações.

Natural de Campo Grande, Jerson Domingos possui uma longa história na vida pública sul-mato-grossense. Foi deputado estadual por cinco mandatos consecutivos e presidiu a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul por quatro mandatos, período em que se consolidou como uma das principais lideranças do parlamento estadual, conduzindo debates importantes para o desenvolvimento do Estado e para o fortalecimento das instituições.

Em 2015, foi indicado para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, onde também exerceu a presidência entre 2022 e 2024. À frente da instituição, sua atuação ficou marcada pelo incentivo à transparência, ao fortalecimento da responsabilidade fiscal e à orientação dos gestores públicos para uma administração eficiente e comprometida com o interesse coletivo.

A escolha pelo União Brasil nasce da convergência entre a trajetória pública de Jerson Domingos e os princípios defendidos pelo partido em todo o país. Ao longo de sua vida pública, ele sempre pautou sua atuação pelo fortalecimento do municipalismo, pela defesa das famílias e pela construção de políticas públicas voltadas à primeira infância e ao futuro das novas gerações.

No cenário nacional, o União Brasil é presidido por Antônio Rueda e tem se consolidado como uma das principais forças políticas do país, defendendo uma política baseada no diálogo, na responsabilidade com a gestão pública e na construção de soluções para os desafios dos estados e municípios.

Em Mato Grosso do Sul, o partido é presidido pela ex-deputada federal Rose Modesto e integra a federação União Progressista, formada com o Progressistas e liderada no Estado pela senadora Tereza Cristina, fortalecendo uma base política ampla e comprometida com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul.

Para Jerson Domingos, a filiação representa uma decisão alinhada com sua trajetória. “Depois de tantos anos dedicados à vida pública, essa é uma decisão que nasce da reflexão sobre valores e propósitos. Sempre acreditei no diálogo, no fortalecimento dos municípios e na construção de políticas públicas que olhem para as famílias e para as novas gerações. Encontrar esses princípios também presentes no União Brasil foi determinante para essa escolha”, afirmou.

O ex-parlamentar também destacou que o momento representa a oportunidade de iniciar uma nova etapa de contribuição para Mato Grosso do Sul.

“Minha trajetória sempre foi construída ouvindo as pessoas, dialogando com os municípios e buscando caminhos para melhorar a vida da população. A filiação ao União Brasil representa a vontade de continuar contribuindo com o desenvolvimento do nosso Estado, sempre com responsabilidade, equilíbrio e compromisso público”, completou.

Para a direção nacional do partido, a chegada de Jerson Domingos representa o fortalecimento da legenda com uma liderança reconhecida pela experiência administrativa e pela capacidade de diálogo na construção de políticas públicas.

“A chegada de Domingos tem que ser comemorada porque é um reforço muito qualificado, um currículo que só tem a somar em um estado com o potencial que tem Mato Grosso do Sul. Estamos falando de um homem que atuou durante 20 anos como deputado estadual. É muita coisa!”

A filiação ocorreu em Brasília e reuniu lideranças políticas nacionais e estaduais.

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Política

Ministra Simone Tebet comunica a Lula decisão de sair do governo

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Simone Tebet anunciou que planeja deixar o Ministério do Planejamento no próximo mês para se lançar como candidata ao Senado. A ministra marcou prazo: até 30 de março.

Em evento em São Paulo, Tebet revelou que já acertou a saída com o presidente Lula, que apoia sua entrada na corrida eleitoral de 2026.

“Deixo o Ministério do Planejamento e Orçamento até o dia 30 de março, quando o presidente definir, porque o presidente entende que eu sou importante no processo eleitoral, acho importante a minha candidatura”, afirmou.

Substituição será anunciada em breve

A decisão final sobre sua substituição deve ser anunciada na semana que vem. Tebet ainda não definiu por qual estado disputará, mas destacou seu compromisso: “Para mim, política é missão, sempre foi. Eu sempre abri mão muitas vezes daquilo que eu achava que deveria fazer para cumprir missão em nome do meu partido, em nome do meu estado”. Sobre a possibilidade de concorrer por São Paulo, ela disse apenas: “Não chegamos nesse detalhe. Eu me coloquei à disposição do presidente”.

A mudança faz parte de um movimento maior no governo: cerca de 20 ministros devem sair até abril para disputar as eleições, conforme exige a lei eleitoral.

Em 2026, Lula inicia as mudanças em seu ministério. Após a saída de Ricardo Lewandowski, a Justiça está sob um interino. A próxima deve ser Anielle Franco (Igualdade Racial), que confirmou sua candidatura a deputada federal com aval do presidente

Fernando Haddad (Fazenda) também já anunciou a sua saída até fevereiro para comandar a campanha de Lula. Nomes como Camilo Santana (Educação) e Wellington Dias (Assistência Social), senadores em mandato, são cotados para realocações internas, substituindo Rui Costa e Gleisi Hoffmann.

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