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Mato Grosso do Sul

Uma das cidades mais antigas do MS, Miranda completa hoje 242 anos

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Miranda, considerada uma das cidades mais antigas de Mato Grosso do Sul tendo sua história com relação a Guerra do Paraguai, completa hoje (16) 242 anos de fundação.

Nesse ano, uma comemoração diferente de anos anteriores, onde acontecia uma programação recheadas de eventos, mas com a pandemia do novo Coronavirus Covid-19, a data passará sem festas, sem  parque de exposições e atrações artísticas.

A prefeitura Municipal de Miranda, decretou ponto facultativo nos dias 16 e 17 de julho. Os órgãos públicos estarão fechados nessas datas por conta do feriado aniversário de Miranda e ponto facultativo, conforme estabelecido nos termos do Decreto nº 2849, de 08 de julho de 2020.

Os serviços essenciais como coleta de lixo continuam funcionando, conforme cronograma já estabelecido pela Secretaria de Obras.

Nestes dias, atendimentos de saúde serão realizados exclusivamente no Hospital Municipal Renato Albuquerque Filho.

História

Miranda -Foto: Ronaldo Video

A região onde hoje está situada a cidade de Miranda começou a ser palmilhada pelos espanhóis ainda no século XVI. Aleixo Garcia, náufrago da expedição de Juan Dias Solis, viveu por cerca de oito anos entre os índios da Ilha de Santa Catarina, tendo ouvido falar de uma região onde havia muita prata, o atual Peru. Em 1525 Aleixo organizou uma expedição com centenas de índios e, partindo da ilha, atravessou a região onde hoje são os estados de Santa Catarina e Paraná, entrando no atual Mato Grosso do Sul, ultrapassando a Serra de Amambai/Maracaju e descendo o rio Miranda até alcançar o rio Paraguai. Adentrando o território onde hoje é a Bolívia, conseguiu prata e cobre, mas não sobreviveu à viagem de retorno. Assim, Aleixo Garcia foi o primeiro europeu a passar por esta região.

Mais tarde os espanhóis tentaram assegurar a posse de toda a região onde atualmente se encontra o Mato Grosso do Sul com a fundação da cidade de Santiago de Xerez, por Ruy Dias de Gusman, erigida inicialmente nas proximidades da confluência do rio Ivinhema com o rio Paraná, em 1593, porém posteriormente transladada para a margem do Aquidauana, por Ruy Dias de Melgarejo. Com o acirramento do bandeirantismo, no início dos anos seiscentos, e com a destruição do Guairá, em 1628, jesuítas e bandeirantes se voltam para a região conhecida como Província Teocrática do Itatim, com vistas nos últimos povos Guarani da região.

O Itatim era uma região compreendida entre os seguintes limites naturais: a leste, a Serra de Maracaju, a oeste o rio Paraguai; ao sul o rio Apa e ao norte o rio Taquari. A palavra Itatim tem sua origem na língua guarani (ita = pedra e tin, contração de morotin = branca) e seu significado é Pedra Branca.

A despeito das experiências prévias com os Itatim aldeados anteriormente, os jesuítas começaram a catequese no Itatim em 1632, com a redução de índios Ñuara, que ocupavam o rio Miranda, na missão de San Jose de Yacaroy. Todavia, logo depois, com o apoio dos colonos de Xerez, uma bandeira comandada por Ascenso Quadros assaltou várias aldeias na região, causando uma série de prejuízos. Mesmo assim, a obra missioneira continuou e, depois de muitos reveses, logrou algum progresso, até que, em 1647, Antônio Raposo Tavares, acompanhado por André Fernandes, desestabilizou as Missões do Itatim.

Procurando impedir o avanço espanhol em direção às minas de Cuiabá, onde fora descoberto ouro em 1719, pelo bandeirante paulista Pascoal Moreira Cabral, fundou-se um presídio, mais tarde transformado em Forte Coimbra, abaixo da embocadura do Mbotetei, em 1775. Um ano mais tarde, João leme do Prado faz o reconhecimento dos rios da região, encontrando vestígios de Santiago de Xerez nas proximidades da confluência dos rios Mbotetei (Miranda) e Arariani (Aquidauana).

O rio Mbotetei passou a ser o rio Mondego, nome dado por João Leme do Prado. Em 1778 João Leme do Prado foi enviado novamente a região para sua povoação. O governador da província era Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres A finalidade de povoar a região era de evitar que os espanhóis tentassem de novo entrar em terras brasileiras pelo rio Mondego.

Após realizar longas viagens no rio Mondego, João Leme do Prado e um grupo de pessoas desembarcaram na margem direita do rio (atualmente próximo à ponte do rio Miranda), escolhendo um sítio razoavelmente limpo para iniciar uma povoação e futuramente erguer um presídio. Estavam lançados os alicerces da vila Mondego (Miranda), precisamente no dia 16 de Julho de 1778.

Em 1797 o Capitão Francisco Rodrigues do Prado foi encarregado da missão da fundação e construção do Presídio (fortificação), tendo escolhido o mesmo local onde, dezenove anos antes, seu irmão dera início à colonização da região e fundado o povoado de Nossa Senhora do Carmo do Rio Mondego. Francisco Rodrigues do Prado desembarcou no povoado de Mondego em 15 de outubro e no dia 20 de outubro escolheu o local da construção do Presídio, 600 metros da beira do Rio Mondego, para fugir aos efeitos das inundações. Doze dias foram suficientes para a desmate, limpeza do terreno, construção de ranchos para abrigo dos trabalhadores. A seguir, como era do estilo, para assinalar o inicio dos trabalhos, o comandante da expedição Francisco Rodrigues do Prado plantou a primeira estaca da paliçada e hasteado o pavilhão das quinas. O dia 03 de Novembro foi à data da fundação do Presídio de Miranda, 19 anos depois da fundação do povoado.

O novo povoado crescia vagarosamente, lutando, sobretudo contra a falta de melhores meios de navegação pelo rio Mondego (atual rio Miranda), sobrevivendo apenas pelo ideal daqueles que lançaram suas fundações. A manutenção do povoado era penosa, mas, de qualquer maneira, avançava em progresso, haja vista, que em 1797, quando foi construído o presídio, o número de casas de adobe (tijolo cru) e pau a pique se elevava a mais de 40 (quarenta), todas cobertas de telhas, já algumas obedecendo a um traçado de rua cuja principal denominava de rua “Nossa Senhora do Carmo”, (atualmente rua do Carmo), bastante extensa, indo mesmo atingir a margem do rio. O povoado contava com mais de 500 habitantes, entre os quais razoável número de índios pacificados. Entre as edificações existentes, destacava-se a igreja de adobe sob a invocação de Nossa senhora do Carmo, mais tarde elevada a categoria de Matriz.

Já em 1834 Miranda atrai famílias oriundas do norte de Mato Grosso, entre elas estão os principais empreendedores da época, como: Alves Ribeiro, João Prado, João da Costa Lima, José Gomes Caetano Albuquerque e Salvador Santos.

Por vários anos Francisco Rodrigues do Prado, empenhou-se em conseguir a elevação da localidade à categoria de Vila, o que foi conseguido somente em 30 de Maio de 1857, por Lei Provincial, recebendo, então o nome de Miranda, em homenagem ao ex- Governador da Província de Mato Grosso Caetano Pinto de Miranda Montenegro.

A Fazenda Imperial (Betione) começou a ser instalada em 1853, por determinação do Imperador D. Pedro II, para abastecer as guarnições militares da região, tendo sido definitivamente organizada em 1857.

O progresso que vinha sendo conhecido pela vila de Miranda foi bruscamente cortado com a Guerra do Paraguai. Depois de ser pressionado pelo Brasil, Uruguai e Argentina, obedecendo jogada política da Inglaterra, o Paraguai invadiu a Argentina e o Brasil.

Os homens de Francisco Izidoro Resquim, num total de cinco mil soldados, invadiram Mato Grosso, com uma coluna chagando até Miranda. A invasão se deu em 28 de dezembro de 1.864, por Bela Vista, tendo as tropas paraguaias chegando à vila de Miranda em 12 de janeiro de 1.865, causando destruição e se apropriando a maioria do gado e cavalos existente na Fazenda Imperial do Betione.

Importantes nesse período foram os índios da região que, influenciados e exercitados pelo furriel Pires e por Vilas Boas, procuravam por meios estratégicos de que dispunham hostilizar os invasores, obrigando-os a ficarem constantemente em alerta.

Frei Mariano de Bagnaia refugiou-se com os paroquianos às margens do rio Miranda na localidade chamada Salobra. Como tivesse cuidados pela sua paróquia de Miranda invadida, Frei Mariano saiu do esconderijo e tentou implorar clemência. Nada conseguiu, pelo contrário, foi preso e levado a Nioaque, depois para as margens do rio Apa e em seguida para Assunção. Graças a sua nacionalidade, italiana, anos mais tarde foi solto, tendo falecido na cidade de Campos Novos Paulista, interior de São Paulo.

Por Lei Provincial de 07 de Outubro de 1871 a Vila de Miranda foi elevada à categoria de Município de Miranda, pertencendo-lhe ainda todo o território que hoje compreende os municípios de Aquidauana, Rio Brilhante, Dourados, Ponta Porã, Nioaque, Amambaí, Bela Vista, Porto Murtinho, Bonito, Paranaíba, Jardim, Guia Lopes da Laguna e Três Lagoas, sendo então o maior município de Mato Grosso, em extensão territorial, no Sul da Província (Estado).

Se nos primeiros 150 anos de existência de Miranda o rio foi meio de transporte e que teve sua construção iniciada em 1905 na cidade de Bauru, passando por algumas mudanças em seu traçado nos anos de 1907 e 1908. Segundo o traçado definitivo, a ferrovia deveria chegar até Corumbá, na fronteira sul-mato-grossense com a Bolívia, o que só ocorreu na metade do século. Em 1914, foi concluído o trecho principal, ligando Bauru às margens do rio Paraguai, no local chamado Porto Esperança; o trecho restante, até Corumbá, somente foi concluído em meados da década de 195o.

A estação de Miranda foi inaugurada em 31 de dezembro de 1912, tendo sido restaurada, primeiro pela Prefeitura Municipal e depois pelo Governo do Estado, abrigando hoje as secretarias de Turismo, Meio Ambiente e Recursos Hídricos; e de Habitação, assim como o Departamento Municipal de Trânsito – DEMUTRAN.

Com as mudanças em relação à Estrada de Ferro, ganhou importância a BR-262, que faz a ligação Corumbá/Bolívia e a região Sudeste do Brasil.

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Mato Grosso do Sul

Com foco na agricultura familiar, mutirão da Agraer atende produtores de assentamento em Itaquiraí

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Com oferta de serviços, cidadania e apoio ao produtor rural, o “Mutirão Agraer – Juntos pelo campo” promovido pela Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), atende a população do assentamento Santo Antônio, em Itaquiraí. A ação reúne diversos órgãos públicos e entidades parceiras para oferecer serviços essenciais às famílias assentadas e pequenos produtores rurais.

A distância entre os assentamentos e a área urbana dificulta o acesso da população aos serviços públicos, por isso os moradores buscaram atendimento ontem (21), horas antes da abertura da ação, realizada na Escola Municipal Santa Rosa (Extensão Caburaí).

“Essa região de assentamentos fica a 70 quilômetros da sede do município. Então existe uma dificuldade dos agricultores em acessarem os serviços”, afirmou o coordenador da Agraer em Itaquiraí, Adriano Schuffner.

Além dos atendimentos, o evento contou com café da manhã para os participantes e música ao vivo, criando um ambiente de acolhimento para as famílias do campo. “Esperamos que todos consigam o que vieram buscar nesse mutirão, seja documento, certidão”, disse o secretário municipal de Agricultura, Jefferson Lopes.

Os moradores têm acesso à emissão de RG para maiores de 15 anos, atualização e regularização de CPF, atendimentos previdenciários, CadÚnico, Bolsa Família, Carteira do Idoso e serviços da Junta Militar, durante o período de atendimento que termina hoje (22).

Na área da saúde são oferecidos serviço de vacinação, testes rápidos, atendimento médico especializado em psiquiatria, preventivo, avaliação de saúde bucal, orientações sobre prevenção ao câncer e ações voltadas à saúde da mulher.

A Agraer também realiza emissão e atualização do CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar), além da elaboração de projetos de crédito rural para programas como Pronaf, Pronamp e FCO. O mutirão ainda oferece orientações sobre microcrédito orientado, comercialização por meio do PNAE e PAA, apicultura, Proape e capacitações ligadas à produção rural.

Em parceria com o Banco do Brasil, são realizadas consultas prévias e orientações sobre crédito rural, incluindo carta-consulta para financiamentos agrícolas. Também participam instituições ligadas à regularização ambiental, cooperativismo, empreendedorismo, sanidade animal e vegetal, assistência social, capacitação profissional e apoio à produção rural.

A expectativa da organização é atender centenas de famílias da região, fortalecendo o acesso às políticas públicas e incentivando o desenvolvimento da agricultura familiar nos assentamentos de Itaquiraí.

O “Mutirão Agraer – Juntos pelo campo” nasce com o propósito de fazer o Governo chegar onde o povo está, levando cidadania, desenvolvimento e oportunidades diretamente às comunidades rurais e fortalecendo quem produz, gera renda e movimenta o campo sul-mato-grossense.

E assim, a Agraer se faz presente em todos os municípios de Mato Grosso do Sul e segue ao lado de quem faz o campo acontecer. A instituição mantém o compromisso de fortalecer práticas sustentáveis, unindo conhecimento, tecnologia e tradição para que cada propriedade avance com equilíbrio e rentabilidade. Produtores que desejam iniciar e aprimorar alguma atividade, ou agregar valor à produção, podem procurar um de nossos escritórios e conversar com nossos extensionistas.

Ricardo Campos, Agraer
Fotos: Agraer

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Redução do índice de criminalidade nos últimos anos mostra cenário positivo da segurança de MS

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Com uma segurança pública eficiente, moderna e renovada, Mato Grosso do Sul construiu resultados positivos, tornando o estado um dos mais seguros do Brasil. Este cenário fica evidente com a redução dos índices de criminalidade em diferentes modalidades, como homicídio, roubo, furto e latrocínio, além do aumento na apreensão de drogas, combatendo diretamente o crime organizado.

Os dados do Observatório de Segurança Pública da Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) fazem uma comparação dos crimes entre janeiro a abril dos últimos quatro anos. Os números mostram uma queda (número) expressiva (crimes). Cidadão mais seguro e Estado mais próspero para gerar empregos e atrair novas oportunidades.

Comando de Policiamento Metropolitano (Foto: Bruno Rezende/Secom-MS)

“Em Mato Grosso do Sul nós conseguimos os melhores resultados desde 2019. São reduções dos índices de criminalidade, principalmente nos crimes contra a vida e contra o patrimônio. Temos queda nos crimes de roubos no comércio, em vias públicas, assim como de furtos”, afirmou o secretário estadual de Segurança Pública, Antônio Carlos Videira.

Um trabalho sólido que traz benefícios diretos à população. “Isso é fruto de investimentos interruptos e maciços na segurança, assim como integração e aplicação (investimentos) em inteligência. Mas tudo isso alinhado com o compromisso de cada policial em levar segurança ao cidadão sul-mato-grossense”, completou Videira.

Os roubos em vias públicas tiveram queda de 57,54% na comparação entre (janeiro a abril) 2023 e 2026. Foram 1.230 casos registrados (2023), contra apenas 554 neste ano. Este mesmo crime (roubo) no comércio caiu em 68,17%. Foram 77 casos em 2023 e apenas 26 nestes primeiros quatro meses do ano. Este delito (roubos) nas residências segue o mesmo patamar, com redução de 31,66% e de veículos (roubos) os dados mostram uma queda de 43,40%.

Evento de comemoração dos 190 anos da PM (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

Foram quatro casos de latrocínio de janeiro a abril de 2023 e nenhum registrado neste ano (mesmo período). Os homicídios dolosos tiveram redução de 8,98%, com 145 casos (2023), contra 140 (2026).

Os furtos também diminuíram nos últimos quatro anos. Foram 12.873 (janeiro a abril) em 2023, e apenas 10.392 em 2026. Uma queda de 23,90% dos casos. Quando leva em conta os locais do crime também teve redução de 33,40% (furtos de veículos) e 27,76% (furtos em residências).

Outro índice positivo que faz a diferença na segurança do Estado e de todo Brasil, trata do combate ao crime organizado na apreensão de drogas, principalmente na região de fronteira. O trabalho consistente das forças de segurança tem feito a diferença.

Houve um aumento de 99,50% no número de apreensões na comparação entre janeiro a abril de 2026, em relação ao mesmo período de 2023. Quatro anos atrás foram 81.079,85 Kg (apreendidos), contra 161.757,82 kg neste ano.

“São resultados que vão muito além das nossas fronteiras e das nossas divisas, porque se nós estamos no Estado que mais aprende drogas no país, nós estamos produzindo resultados para todo o Brasil”, ponderou o secretário estadual de Segurança.

Trabalho integrado das forças de segurança de MS (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

Segurança renovada

Desde 2023 os investimentos na aquisição de novos equipamentos, com a renovação dos ativos, é uma das peças fundamentais para colocar a segurança do Mato Grosso do Sul entre as melhores do Brasil.

Segundo dados da Sejusp, foram investidos 232,9 milhões na aquisição de mais de 25 mil equipamentos e veículos desde 2023. Na lista aparecem aparelhos de comunicação (2.383), equipamentos de áudio e vídeo (1198), veículos de tração mecânica (467), equipamentos de proteção de segurança e socorro (806), aeronaves (110), máquinas e equipamentos rodoviários (165).

Neste pacote ainda aparecem os armamentos (7838), veículos diversos (19), embarcações (13), equipamentos de mergulho e salvamento (225), mobiliários em geral (7744). Estão sendo preparados mais 525 novas viaturas ainda neste ano. São mais R$ 170 milhões de investimento.

Novas viaturas serão entregues para as forças de segurança de MS (Foto: Bruno Rezende/Secom-MS)

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto da capa: Álvaro Rezende/Secom-MS

Fonte: Governo MS

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