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10 Modinhas e tendências japonesas que são um tanto estranhas para nós

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O Japão é um país que realmente parece ter saído de outro mundo. Lá encontramos as coisas mais inusitadas que, para os japoneses, são até normais. Sem dúvidas, é um país encantador, que devemos visitar pelo menos uma vez na vida. Veja abaixo algumas tendências do Japão que podem parecer muito loucas e no surpreender, mas vindo daquele país, são até esperadas!

1 – Uma nova forma de carregar as bolsas

A tendência começou em maio de 2018, por uma cosplayer japonesa chamada Yui Okadae. É simplesmente uma nova maneira de transportar a mochila, e sua criadora afirma que o método é “seguro, confortável e sexy”.

2 – Decora

O nome dessa tendência vem da palavra inglesa “decoration” (decoração). Surgiu no final dos anos 90 e se tornou popular nos anos 2000. Depois de desaparecer por um tempo, essa tendência voltou agora com bastante força. A maquiagem é feita para que as pessoas pareçam crianças. Os acessórios são cheios de brilho e chamativos, englobando adesivos para o rosto, brilho, grampos de cabelo, presilhas, tiaras, pulseiras, colares, meias multicoloridas, polainas para as pernas e braços, etc.

3 – Ganguro

Pele morena “bronzeada”, cabelos claros – ruivo, louro ou cinza – e detalhes de maquiagem branca: lábios, a parte frontal do nariz e a área ao redor dos olhos fazem parte dessa tendência. Além disso, os adeptos também usam cílios postiços, cristais faciais e roupas brilhantes para completar o visual chamativo.

4 – Molde para batom

Esse molde é ideal para as mulheres que já tiveram problemas para aplicar o batom. Ele faz parte da tendência “chindogu”, que significa “ferramentas incomuns”, e que são consideradas soluções simples para os problemas cotidianos. Essas invenções são, em sua maioria, raras e inúteis.

5 – Filtros faciais

Os japoneses adoram truques que ampliam os olhos, e eles usam de tudo, desde lentes de contato até cirurgia plástica. A era do Instagram trouxe uma nova tendência: os filtros faciais. Eles não só ajudam a alcançar enormes olhos de anime, como também uniformizam a pele, fazendo com que pareça lisinha e brilhante.

6 – Rosquinhas na testa

Esta tendência foi levada do Canadá ao Japão. Se trata de uma injeção de solução salina com efeito temporário, que desaparece após 24 horas e é usada principalmente na cena underground.

7 – Shironuri

A palavra “shironuri” significa “pintado de branco”, especialmente o rosto. A roupa não é tão importante; é possível usar uma vestimenta tradicional japonesa ou do estilo “Lolita” com inspiração vitoriana ou qualquer outra tendência. A principal característica é a pele branca, produzida usando maquiagem, produtos de beleza ou coberta com panos claros.

8 – Kigurumi

Essa tendência também é popular fora do Japão. Esses pijamas de estilo animal fazem parte da moda de rua japonesa, usada por homens e mulheres – e não apenas por adolescentes. Outra tendência, conhecida como animegao kigurumi, é um fenômeno mais interessante, em que as pessoas usam máscaras, além das roupas dos personagens habituais para se tornarem ainda mais parecidas com seus idolatrados personagens de anime.

9 – Máscaras faciais

O Japão é conhecido por produzir inúmeros produtos para o tratamento facial. Por lá é possível encontrar máscaras faciais diferentes, ferramentas para massagens e outras coisas desse tipo. Esta máscara em particular é um tipo de exercício para o rosto. Ela foi criada para ajudar a eliminar as rugas, tonificar as bochechas e melhorar a circulação sanguínea.

10 – Formadores de pálpebras

Este dispositivo foi criado para fazer com que as pálpebras fiquem mais parecidas com as pessoas do ocidente, deixando os olhos menos puxados. Criado para evitar as cirurgias plásticas que teriam o mesmo objetivo, o dispositivo tem feito bastante sucesso.

 

Fonte: Bright Side

 

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Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

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Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

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A menina que não sente dor, fome e sono

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Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

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