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Saúde

Tendências fitness para 2024

Descubra o que estará em alta para quem quer manter o corpo em movimento e garantir mais bem-estar este novo ano

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A cada início de ano, um padrão se repete: pessoas estabelecem metas para melhorar a saúde e embarcam em uma jornada rumo a um estilo de vida mais ativo e saudável. Toda essa motivação é impulsionada pela expectativa de alcançar bons resultados e experimentar novas tendências em gadgets, aplicativos ou estilos de exercício.

Apesar da busca por uma boa aparência ainda ser um importante objetivo, também é crescente reconhecimento da importância dos exercícios físicos nas atividades cotidianas, como algo essencial para o bem-estar geral. “Aliás, o conceito de bem-estar holístico veio para ficar e enfatiza que a saúde física está ligada ao bem-estar mental, à nutrição adequada e ao descanso de qualidade”, coloca Samantha Clayton, vice-presidente global de Desempenho Esportivo e Educação Física da Herbalife.

Ficar ativo neste ano será mais fácil do que nunca, pois a tecnologia, a inovação e os conceitos de ciência esportiva evoluíram, prometendo um ótimo período para focar em se manter em forma e viver sua melhor vida.

A seguir, confira algumas previsões do que estará em alta em 2024:

Dispositivos de monitoramento de atividades físicas

As novas tecnologias estão cada vez mais sofisticadas e não apenas analisam o quanto você se movimenta, mas também o quanto descansa, a eficiência do seu exercício, as variações da sua frequência cardíaca e muito mais. Essas informações são apresentadas aos usuários de forma intuitiva e fácil de entender. Há vários dispositivos de monitoramento no mercado, incluindo relógios, anéis e aplicativos — todos fornecem dados para ajudar os usuários a entenderem seus hábitos de vida. “Embora não exista um algoritmo perfeito e 100% preciso, estudos sugerem que pessoas que usam esses dispositivos tendem a ser mais responsáveis e a se exercitar mais do que aquelas que não os utilizam”, comenta Clayton.A boa notícia é que o mercado de dispositivos de monitoramento de saúde e fitness está cada vez mais competitivo, com opções de custo para todos os orçamentos e níveis de exercício, atendendo desde iniciantes até atletas profissionais.

Pilates

Apesar de não ser uma modalidade nova, o Pilates continua ganhando força como escolha de muitos. “Devido à sua eficácia, é uma tendência que sempre esteve e continuará em destaque no mundo fitness”, coloca Clayton. A popularidade do Pilates é atribuída à confiança corporal, ao tônus muscular e à estabilidade muscular geral experimentados pelos praticantes, sem movimentos de alto impacto que outros estilos de exercício frequentemente exigem. Nos últimos anos, também vimos combinações de exercícios com o Pilates, como aulas que mesclam com os movimentos do boxe (Piloxing), com pesos, além de aulas combinadas que utilizam tanto exercícios no tapete (versão solo) quanto nos equipamentos. Também dá para praticar e desfrutar dos benefícios do Pilates em sua própria casa com aulas on-demand ou com outras pessoas em um estúdio.

A experiência de correr

A corrida realmente veio para ficar! Afinal, o exercício promove uma maneira fantástica de obter condicionamento cardiovascular, resistência muscular e força. Estudos também sugerem que os benefícios da corrida para a saúde mental são vastos, especialmente relacionados à melhora do humor. Outro ponto positivo é que a prática tem uma barreira de entrada baixa, pois tudo que você precisa é de um bom par de tênis e vontade para levantar e correr. “A ótima notícia para quem prefere caminhada é que seus benefícios são tão impressionantes quanto os da corrida”, complementa a treinadora.

Envolvimento com a comunidade

Os exercícios em grupo também continuam em alta no pós-pandemia, como as aulas de spinning, dança e circuitos. O lado bom disso é que o apoio de um grupo (ou da comunidade) ajuda a manter as pessoas motivadas a seguirem um plano de exercícios. Neste ano, o estilo de aula que deve prevalecer inclui HIIT (sigla para treino intervalado de alta intensidade, em português), treinamento de core, aeróbica com step e treino com elásticos.

Personalização impulsionada por inteligência artificial

A experiência fitness personalizada será uma megatendência nos próximos anos. Em combinação com dispositivos de rastreamento, a inteligência artificial (IA) promete revolucionar o planejamento dos treinos para atender cada indivíduo onde ele está em sua jornada de saúde, além de guiá-lo em direção aos seus próprios objetivos. Algoritmos de IA em aplicativos continuam evoluindo e serão capazes de orientar os usuários em várias rotinas para entrar em forma.

Abordagens holísticas e direcionadas

As pessoas estão mais conscientes do que nunca sobre a necessidade de uma estratégia de saúde integral, na qual o treino é apenas um pilar. Portanto, está se tornando comum adotar uma visão holística que engloba uma alimentação equilibrada, escolhas de vida saudáveis, redução do estresse e aprimoramento do sono. “A ideia de que uma dieta inadequada não pode ser compensada apenas com exercícios está ganhando adeptos”, destaca Clayton. Paralelamente, observa-se um aumento na procura por programas específicos, atendendo necessidades particulares como prevenção de diabetes, cuidados pós-gravidez, antienvelhecimento ou exercícios focados em reabilitação. As pessoas buscam soluções precisas e eficientes, e a indústria responde com inovações. “É um ano para priorizar a saúde, abraçar o bem-estar e viver plenamente”, finaliza Clayton.

Sobre Samantha Clayton

Samantha Clayton é vice-presidente global de desempenho esportivo e educação física da Herbalife, responsável por todas as atividades relacionadas a exercícios para distribuidores independentes e colaboradores da Herbalife. Por meio de treinamentos presenciais, ferramentas, materiais educativos e de seu blog (DiscoverGoodFitness.com), ela garante que todos entendam a importância do exercício para compor uma vida ativa e saudável. Também ajuda a criar, organizar e promover atividades e programas de educação física como parte essencial do programa de bem-estar corporativo da empresa. Samantha foi atleta profissional, representando a Grã-Bretanha nas Olimpíadas de Sydney em 2000 na corrida de revezamento de 200m e 4x100m. É personal trainer com certificações em condicionamento físico em grupo, condicionamento juvenil, condicionamento físico para terceira idade e alto rendimento. Samantha também é responsável por atividades relacionadas ao exercício e educação para Consultores Independentes e colaboradores da Herbalife Nutrition.

Sobre a Herbalife Ltd.

A Herbalife (NYSE: HLF) é uma empresa e comunidade líder em saúde e bem-estar que vem mudando a vida das pessoas com excelentes produtos de nutrição e uma oportunidade de negócios para seus distribuidores independentes desde 1980. A empresa oferece produtos de qualidade, respaldados pela ciência, para consumidores em mais de 90 mercados. Eles são comercializados por distribuidores independentes que oferecem acompanhamento personalizado e uma comunidade de apoio que inspira os clientes a adotarem um estilo de vida mais saudável e ativo.

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Saúde

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão: condição silenciosa atinge cerca de 28% dos brasileiros 

Especialista reforça a importância do acompanhamento médico e de hábitos saudáveis para diminuir riscos e complicações da doença

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Silenciosa e muitas vezes assintomática, a hipertensão arterial atinge cerca de 28% da população brasileira adulta, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento contínuo dos pacientes.

Doença silenciosa

Caracterizada pela elevação persistente da pressão arterial, geralmente igual ou superior a 140/90 mmHg, a hipertensão pode evoluir sem apresentar manifestações claras. Quando surgem, sinais como dor de cabeça frequente, tontura, falta de ar e alterações visuais podem indicar a necessidade de avaliação médica.

De acordo com Leonardo Abreu, médico de família e comunidade e coordenador técnico da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária à Saúde do Grupo Sabin, a hipertensão costuma evoluir de forma silenciosa, mas a ausência de sintomas não significa ausência de risco, uma vez que seus impactos são acumulativos e potencialmente graves. “Quando não tratada, pode comprometer órgãos vitais como coração, cérebro e rins”, explica.

Diagnóstico e acompanhamento

O especialista destaca que o diagnóstico deve ser feito com medições repetidas e acompanhamento ao longo do tempo. “Vale lembrar que uma única aferição acima do normal não fecha diagnóstico, mas serve como alerta. O mais importante é acompanhar esse paciente de forma contínua, para agir precocemente e reduzir riscos”, explica.

“Com um monitoramento regular e ajustes progressivos no tratamento é possível manter níveis de pressão arterial mais estáveis e reduzir significativamente o risco de eventos graves ao longo do tempo”, completa.

Nesse contexto, modelos de cuidado baseados na Medicina de Família e Comunidade (MFC) têm ganhado destaque por priorizar a prevenção, o vínculo entre médico e paciente e monitoramento regular. Iniciativas como a Amparo Saúde oferecem linhas de cuidado especializadas para grupos populacionais em, por exemplo, empresas e operadoras de saúde, que vão de pacientes com condições crônicas, como hipertensão, até pessoas saudáveis, para prevenção e cuidado integral.

Segundo o médico, a especialidade tem um papel no manejo da hipertensão por sua atuação proativa e integral, diferente de modelos reativos, que esperam o paciente chegar doente ao consultório. “Esse cuidado antecipatório é fundamental diante de uma condição silenciosa, permitindo identificar precocemente alterações e intervir antes do surgimento de complicações”, destaca Leonardo.

Além de fatores genéticos, a hipertensão está associada ao estilo de vida. Consumo excessivo de sal, sedentarismo, tabagismo, álcool e estresse estão entre os principais fatores de risco. “Pequenas mudanças na rotina já fazem diferença, mas precisam ser sustentáveis. Quando o cuidado é construído junto ao paciente, os resultados tendem a ser mais consistentes”, completa.

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Saúde

Novo tratamento para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é aprovado no Brasil

• Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que inibe a ação da IL-58
• Aprovação é baseada em resultados do estudo de fase III, que demonstrou redução significativa das exacerbações moderadas e graves2
• Tratamento é indicado para pacientes com DPOC não controlada associada à inflamação tipo 22,3
• Dados também mostram redução de exacerbações que levam a hospitalizações e atendimentos de emergência2
• Subdiagnosticada, DPOC é a quinta causa de morte no Brasil9

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Créditos da imagem: Freepik (Licença gratuita)

Rio de Janeiro, abril de 2026 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou Nucala (mepolizumabe) para o tratamento de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).1 No Brasil, o medicamento já possui aprovação regulatória para outras indicações, como Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8

A aprovação da nova indicação contempla seu uso como tratamento complementar de manutenção em pacientes adultos com DPOC não controlada, caracterizada por níveis elevados de eosinófilos no sangue, apesar do uso de terapia inalatória otimizada com corticosteroide inalatório (ICS), broncodilatador de longa duração beta-agonista (LABA) e antagonista muscarínico de longa duração (LAMA)1,8,conhecida também como tripla terapia.

A decisão é baseada nos dados de estudo de fase III MATINEE, que avaliou a eficácia e segurança de mepolizumabe em uma população ampla de pacientes com DPOC e evidência de inflamação tipo 2, identificada por contagem elevada de eosinófilos. No estudo, o medicamento demonstrou redução estatisticamente significativa e clinicamente relevante na taxa de exacerbações, episódios de crises, moderadas ou graves. Além disso, foi observada redução na taxa de exacerbações que resultam em atendimentos de emergência ou hospitalizações, eventos associados à progressão da doença, piora da qualidade de vida e aumento do risco de mortalidade.2

DPOC é subdiagnosticada

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma doença inflamatória pulmonar, progressiva e heterogênea, que inclui condições como bronquite crônica e enfisema. Estima-se que mais de 390 milhões de pessoas vivam com a doença globalmente, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo.3,4 No Brasil, a doença afeta aproximadamente 15 milhões de brasileiros, sendo a quinta causa de morte no país.5,9 A doença também representa um importante desafio de saúde pública, pois estima-se que cerca de 70% das pessoas com a doença não tenham diagnóstico, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o risco de complicações.5,6

Caracterizada por sintomas respiratórios persistentes, como falta de ar, tosse e produção de muco, a DPOC decorre de alterações nas vias aéreas que levam à limitação progressiva do fluxo de ar. Embora não tenha cura, a doença pode ser tratada e controlada. O manejo adequado, que inclui farmacoterapia, reabilitação pulmonar e acompanhamento médico, pode melhorar a qualidade de vida, retardar a progressão da doença e reduzir o risco de mortalidade.3

Apesar dos avanços no tratamento, muitos pacientes continuam apresentando sintomas persistentes e crises, mesmo com o uso de terapias inalatórias combinadas. Essas exacerbações, também conhecidas como “ataques pulmonares”, representam episódios agudos de piora dos sintomas e podem levar a danos irreversíveis nos pulmões, além de aumentar o risco de hospitalização e morte.3

“A DPOC é uma doença complexa e heterogênea, e uma parcela relevante dos pacientes apresenta inflamação tipo 2, associada a maior risco de exacerbações graves. Com mepolizumabe, biológico de administração mensal, ampliamos a possibilidade de uma abordagem mais direcionada e personalizada, baseada em biomarcadores, com potencial de reduzir eventos que aceleram a progressão da doença e impactam significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Luciana Giangrande, Diretora Médica da GSK Brasil.

Mais sobre o tratamento

O mepolizumabe é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína central no processo inflamatório tipo 2. Ao inibir a ação da IL-5, o tratamento reduz os níveis de eosinófilos, contribuindo para o controle da inflamação subjacente à doença.7,8

“A aprovação de mepolizumabe para DPOC no Brasil representa um avanço importante no cuidado de pacientes que continuam passando por crises, mesmo com o uso de outras terapias. Esse marco reforça o compromisso da GSK em trazer inovações que atuem nos mecanismos da doença e contribuam para reduzir o impacto da DPOC na vida das pessoas e no sistema de saúde”, afirma Olavo Corrêa, presidente da GSK Brasil.

Sobre a DPOC

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por inflamação persistente das vias aéreas e limitação progressiva do fluxo de ar, resultando em sintomas como falta de ar, tosse crônica e produção de secreção.3

Sobre o estudo MATINEE

O MATINEE é um estudo clínico de fase III, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, que avaliou o mepolizumabe como terapia complementar em pacientes com DPOC e histórico de exacerbações, apesar do tratamento com terapia inalatória otimizada.2

O estudo incluiu pacientes com diferentes apresentações clínicas da doença, incluindo bronquite crônica, enfisema ou ambos, todos com evidência de inflamação tipo 2 caracterizada por contagem elevada de eosinófilos.2 Os participantes receberam mepolizumabe 100 mg por via subcutânea a cada quatro semanas, além do tratamento padrão, por um período de até 104 semanas.2

Sobre Nucala (mepolizumabe)

Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína-chave na inflamação tipo 2.7,8 O medicamento foi desenvolvido para o tratamento de doenças associadas a esse tipo de inflamação e já é aprovado para outras indicações, incluindo Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8

Sobre a GSK

A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Respiratória/Imunologia/Inflamatória. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Referências

  1. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.583, de 16 de abril de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 abr. 2026. Seção 1, p. 254. Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2026.
  2. Sciurba F, et al. Mepolizumab to prevent exacerbations in COPD with an eosinophilic phenotype. N Engl J Med. Apr 2025;392:1710-1720. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  3. Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). 2026 Gold Report. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  4. Adeloye D, et al. Global, regional, and national prevalence of COPD. Lancet Respir Med. 2022; 10: 447-458.
  5. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. 2025. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  6. Moreira GL et al. PLATINO, a nine-year follow-up study of COPD in the city of São Paulo, Brazil: the problem of underdiagnosis. J Bras Pneumol. 2013; 40(1): 30-37.
  7. Maspero J, et al. Type 2 inflammation in airway diseases. ERJ Open Res. 2022; 8: 00576–2021.
  8. Nucala (mepolizumabe). Bula do produto
  9. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. DPOC on the road [Internet]. 2025 [citado 2025 out 24]. Disponível em: Acesso em abril de 2026.

Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico

Por Thiago Nascimento

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