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Natura conquista o Grand Prix Sustainable Development Goals no Festival de Cannes 2025, prêmio inédito para o Brasil

Com case sobre inventário florestal recorde da Amazônia, feito em parceria com a agência Africa Creative, Natura retorna ao Festival após 15 anos e se consagra como a primeira empresa brasileira a receber prêmio realizado em colaboração com a ONU

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Crédito foto: Ale Oliveira

20 de junho – Pela primeira vez, uma empresa brasileira conquista o Grand Prix Sustainable Development Goals (SDG Lions) no Festival Internacional de Criatividade de Cannes 2025. O reconhecimento celebra a iniciativa da Natura com comunidades da sua cadeia de sociobiodiversidade na Amazônia para a condução do maior inventário florestal já feito no Brasil, utilizando drones com inteligência artificial para a conservação e recuperação ambiental.

O vídeo case, The Amazon Greenventory, foi desenvolvido em parceria com a agência Africa Creative especialmente para apresentar a iniciativa para os jurados de Cannes. Este reconhecimento reforça o compromisso da Natura com a inovação criativa, a regeneração socioambiental e o impacto positivo como pilares essenciais na construção de marca.

Tatiana Ponce, CMO da Natura, celebra com entusiasmo a conquista inédita para a empresa e para o Brasil. Para ela, o reconhecimento traduz como a empresa impulsiona seu compromisso com a Amazônia e fortalece suas cadeias produtivas dando protagonismo ao impacto positivo real na floresta. “É motivo de orgulho e celebração sermos reconhecidos em uma categoria tão especial do Festival Internacional de Criatividade de Cannes 2025. Essa conquista destaca um momento importante da Natura, em que estamos empenhados em compartilhar histórias inspiradoras sobre regeneração, diretamente com os nossos consumidores e força de vendas, fortalecendo ainda mais a conexão emocional com quem acredita em nossos propósitos”, destaca a executiva.

O Grand Prix de Sustainable Development Goals (SDG Lions) é uma categoria de premiação criada em 2018, em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de reconhecer e celebrar campanhas e iniciativas criativas que contribuem de forma significativa para o avanço dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Desde o início da premiação, essa é a primeira vez que uma iniciativa brasileira é reconhecida.

Com o mesmo case, a Natura conquistou na última quarta-feira (18/06) um Leão de prata na categoria Creative Data no Festival Internacional de Criatividade de Cannes 2025. No início da semana, a Natura já tinha sido reconhecida pela Kantar como a marca mais sustentável do mundo no Brand Blueprint Awards, dentre 880 marcas avaliadas em 22 países.  A Natura foi a única brasileira premiada nas 14 diferentes categorias do Brand Blueprint.

“Estamos juntos há quase 10 anos construindo uma parceria que se fortalece a cada projeto, unindo criatividade com propósito socioambiental. Nessa trajetória, Natura e Africa cresceram juntas, ancoradas em consistência e propósito como pilares. Ver a Natura, que é referência global em sustentabilidade, ser a primeira marca brasileira a receber esse reconhecimento só confirma a força e a relevância do que temos juntos. É um orgulho que nem cabe no peito”, comenta Verônica Gordilho, co-COO da Africa Creative.

Mapeamento da Amazônia para a restauração da biodiversidade

O estudo da Natura, em parceria com a startup brasileira Bioverse e a empresa Xmobots, mapeou e coletou em seis meses dados de 60 mil hectares de floresta no Pará, área que equivale a aproximadamente 100 mil campos de futebol. Pelos métodos convencionais, um inventário nessa área levaria mais de duas décadas.

O objetivo do estudo é ampliar as cadeias produtivas da Natura na Amazônia, onde a companhia atua há 25 anos por meio da bioeconomia, e coletar dados-chave para projetos de conservação e recuperação florestal, como mensuração de estoques de carbono, saudabilidade das espécies, além de potenciais produtivo e econômico da floresta conservada. O trabalho é feito em parceria com cerca de 70 famílias das comunidades dos municípios de Abaetetuba e Irituia.

O inventário florestal impacta no desenvolvimento e na manutenção das cadeias produtivas em longo prazo, como de tucumã e açaí, que originam bioingredientes presentes em linhas como Natura Ekos. A iniciativa também contribui com o objetivo da Natura em ser uma empresa regenerativa até 2050, com impactos positivos para as pessoas, a natureza e a sociedade.

Atualmente, a Natura utiliza 46 bioingredientes amazônicos e desenvolve 94 cadeias de fornecimento na região, onde ajuda a conservar de 2,2 milhões de hectares de floresta e gera benefícios para mais de 10,5 mil famílias. Em 2024, foram compartilhados R$ 48,5 milhões em recursos nas comunidades, sendo R$ 24,5 milhões referentes à compra de insumos da sociobiodiversidade.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 11 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

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Dia da Terra: Como traduzir em hábitos reais o consumo consciente e a preocupação em salvar o planeta

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Especialista da UniCesumar analisa a distância entre a intenção e a prática, já que muitas pessoas que antes não refletiam sobre as consequências de seus hábitos passaram a sentir um incômodo maior

No cenário atual onde o apelo para “salvar o planeta” é debatido em campanhas e redes sociais, especialmente em datas como o Dia da Terra, uma questão central aparece nesse contexto: quanto dessa fala se converte realmente em mudanças práticas e duradouras no dia a dia? A mudança de uma consciência simbólica para uma ação efetiva revela um consumidor confuso, que deseja fazer a diferença, mas que ainda esbarra em barreiras como custo, conveniência e a força de uma cultura de consumo acelerado. De acordo com o levantamento ‘Sustainability Sector Index’, realizado pelo instituto de pesquisas Kantar, 87% dos consumidores brasileiros desejam adotar um estilo de vida mais sustentável, mas somente 35% estão realmente alterando seus hábitos. O preço é o principal obstáculo para 35% dos entrevistados, seguido pela falta de informação.

Apesar da crescente preocupação ambiental, esses dados revelam que a mudança de comportamento ainda é um desafio. “As campanhas nesse sentido, mesmo que muitas vezes simbólicas, são cruciais para a formação de uma consciência coletiva. Os impactos ambientais se tornaram mais visíveis e concretos para a população e muitas pessoas que antes não refletiam sobre as consequências de seus hábitos passaram a sentir um incômodo maior, e esse mal-estar é o primeiro passo para a mudança”, avalia Heloise Quesada, professora do curso de Engenharia Ambiental da EAD UniCesumar.

A transição para hábitos sustentáveis não exige uma perfeição imediata e sim, o compromisso com o progresso contínuo. Ao fazer escolhas com mais análise, reduzir o desperdício e cobrar por alternativas mais acessíveis, o consumidor deixa de ser apenas uma peça do ecossistema do consumo acelerado e se torna um agente fundamental na construção de um futuro onde o bem-estar do planeta e o nosso andam em paralelo.

Da intenção à ação: os obstáculos no carrinho de compras

A jornada de quem deseja ser mais sustentável é marcada por algumas contradições, como uma espécie de “greenwashing do consumidor”, em que o discurso ecológico não se alinha com a prática. “Defender uma ideia é mais fácil do que incorporá-la na prática cotidiana. Mudar hábitos geralmente significa abrir mão de comodidades, e ainda vivemos em uma lógica estimulada pelo desejo de ter o mais novo e o mais atual”, explica Quesada.

Essa dificuldade é agravada por fatores práticos, pois além do custo mais elevado, a falta de alternativas viáveis e a conveniência de produtos convencionais pesam na decisão final. “Não basta ter consciência, é preciso que a mudança seja viável dentro da realidade das pessoas. As empresas têm um papel central em reduzir essa distância, oferecendo mais opções, sendo transparentes e tornando a escolha sustentável mais competitiva economicamente”, complementa a docente.

Pequenas mudanças, novos mercados

Apesar dos desafios, mudanças reais de comportamento já são visíveis e começam a moldar novos fluxos econômicos. A redução do uso de plástico é um exemplo claro, indo além dos canudos e sacolas. “A diminuição de copos plásticos em ambientes de trabalho, onde as pessoas passaram a adotar garrafas e xícaras reutilizáveis é uma pequena e perceptível alteração no consumo. Vemos também uma maior procura por produtos a granel e o uso de refis, principalmente quando isso representa economia”, pontua Heloise Quesada.

Essa transformação, ainda que gradual, fomenta o surgimento de “circuitos” econômicos mais sustentáveis, como feiras de produtos orgânicos, rotas de ecoturismo e comércios focados em economia circular. “Essas iniciativas já representam um avanço importante, mas ainda precisam ganhar escala, acessibilidade e competitividade para se consolidarem de maneira mais forte e atingir uma parcela maior da população”, conclui a especialista da UniCesumar.

Sobre a UniCesumar

Com 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de mais de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com mais de 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

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Serviço Geológico do Brasil realiza Projeto Kimberlitos no município de Jauru (MT)

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Foto: Divulgação/SGB

Brasília (DF) – O Serviço Geológico do Brasil (SGB) retoma atividades de campo do Projeto Kimberlitos no município de Jauru, em Mato Grosso. Os trabalhos seguem até 8 de maio e envolvem a caracterização geofísica da região.

O objetivo é identificar corpos kimberlíticos, rochas formadas em grandes profundidades, superiores a 90 quilômetros. Os dados gerados apoiam a pesquisa científica e a atração de investimentos, com potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico local.

Durante a ascensão à crosta terrestre, essas rochas podem transportar materiais do manto, incluindo diamantes. A identificação dessas rochas contribui para ampliar o conhecimento geológico da região e orientar estudos futuros.

A equipe é formada pelos pesquisadores Adolfo Barbosa da Silva, Ederson Ribeiro Silva e Felipe da Mota Alves, com apoio de Warley Sena de Oliveira.

Larissa Souza/Assessoria de Comunicação

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