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Saúde

MS já recebeu 2.094.020 vacinas para enfrentamento da Covid-19

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Mato Grosso do Sul já recebeu do Ministério da Saúde 2.094.020 de doses de vacinas que foram repassadas para os 79 municípios utilizarem como aplicação da primeira, segunda ou dose única contra o Coronavírus. A Campanha de Imunização Contra a Covid-19 iniciou no dia 18 de janeiro e recebeu até o momento 29 remessas, sendo 1.930.708 doses de vacinas aplicadas de quatro laboratórios diferentes: AstraZeneca, Coronavac, Pfizer e Janssen.

Para o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, a marca representa um fato histórico para Mato Grosso do Sul. “Isto mostra que somos eficientes na logística de distribuição e aplicação de doses. Mostra o quão queremos atingir a nossa meta de vacinar a nossa população o mais rápido possível. Para nós, estarmos à frente, é um evento histórico. Acredito que até agora seremos o primeiro Estado a sair desta pandemia”.

Geraldo Resende ainda lembra que as ações positivas são resultados de parcerias importantes, principalmente com os municípios. “Durante a pandemia, nós tivemos a colaboração de todos os secretários (as) municipais e prefeitos (as) dos 79 municípios. Pedimos a cada um deles, que avançasse na vacinação tanto nos finais de semana quanto nos feriados. Assim, estamos colhendo os frutos positivos, mas não podemos baixar a guarda e precisamos avançar ainda mais neste enfrentamento à Covid-19”.

Secretário espera que até agosto de 2021, o Estado consiga atingir o percentual de 70% a 80% dos sul-mato-grossenses vacinados contra a Covid-19. “Este é o nosso desejo, mas precisamos lembrar que as vacinas são encaminhadas pelo Ministério da Saúde para que os estados e municípios possam avançar nos seus esquemas vacinais. Assim, dependemos da disponibilidade de doses enviadas por eles”.

Histórico 

O ato simbólico da Campanha de Imunização Contra a Covid-19 ocorreu no dia no dia 18 de janeiro, quando quatro sul-mato-grossenses pertencentes à primeira fase determinada pelo PNI (Plano Nacional de Imunização), abriram a campanha. Na ocasião, o evento aconteceu na sede do Hospital Regional de MS, unidade hospitalar de referência no tratamento da doença. Representando os grupos prioritários foram vacinados: dois profissionais da saúde, uma indígena e uma idosa que mora em instituição de longa permanência e que receberam a primeira dose da vacina.

A primeira a ser vacinada foi a indígena Domingas da Silva, de 91 anos, da aldeia Tereré, em Sidrolândia, que na época rompeu o isolamento de meses apenas para ser vacinada. Pelo grupo dos idosos, a dona Maria Bezerra de Carvalho, de 83 anos, residente no Asilo São João Bosco foi a segunda a ser vacinada.

Já pelos profissionais de saúde de linha frente foram vacinados o médico Márcio Estevão Midom, de 43 anos, trabalha no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, unidade de referência no tratamento da pandemia, desde 2010. E por fim, a auxiliar de enfermagem Sandra Maria de Lima, de 50 anos. A vacinação para o público prioritário começou no dia 19 de janeiro de 2021.

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Brasil

Covid-19: Rio registra 4 primeiros casos de morte por variante Delta

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Os quatro primeiros casos de mortes pela variante Delta da covid-19 foram registrados no estado do Rio de Janeiro. As confirmações foram feitas na noite desta quinta-feira (22) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Segundo a secretaria, os quatro casos foram: uma mulher de 73 anos, moradora de São João de Meriti; um homem de 50 anos, morador de Duque de Caxias; uma mulher de 43 anos, moradora de São João de Meriti, e um homem de 53 anos, ainda sem identificação do município de residência.

“A SES informa que o estado do Rio de Janeiro tem um dos maiores programas de vigilância genômica da covid-19 de todo o Brasil. Na última rodada, quando 380 amostras foram analisadas, os dados mostraram que aproximadamente 78% eram da variante P.1 (Gama/Brasil) e cerca de 16% da variante B1.617.2 (Delta). Dessa forma, é possível afirmar que foi identificada circulação da variante Delta no estado do Rio de Janeiro. Contudo, a variante P.1 ainda continua sendo a mais frequente”, informou a secretaria.

A SES explicou que o estudo ocorre por amostragem, sendo que um dos critérios de escolha das amostras são as que têm maior carga viral, de pacientes que podem ter maior gravidade clínica. “Com isto, as vigilâncias municipais, após investigação epidemiológica com apoio da SES, identificaram quatro casos de óbitos por covid-19 entre os pacientes que foram confirmados com a variante Delta”.

Por Agência Brasil

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Saúde

Fiocruz: cai média de idade de mortes e de casos de covid-19

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A idade média dos casos e das mortes de covid-19 apresentou uma queda quando se compara a semana epidemiológica (SE) 1 (3 a 9 de janeiro) e a 27 (3 a 10 de julho) de 2021, segundo o Boletim Observatório Covid-19, publicado hoje (22) pela  Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Nos dados mais recentes, a média de idade das internações está em 53 anos, contra 62,5 na SE 1; as médias de óbitos foram 73 e 65 nas semanas epidemiológicas 1 e 27, respectivamente.

Os dados foram obtidos a partir do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SivepGripe)  e, segundo os especialistas, apontam para uma nova fase da epidemia no país. “Convém ressaltar que houve uma inflexão na tendência de declínio. Para os casos, a média de idade das internações já chegou a 52,1 anos. Para os óbitos, a inflexão é mais evidente: a média da idade atingiu 59,4 anos”, disseram os especialistas.

Em comparação com a semana epidemiológica 23 (6 a 12 de junho), houve um aumento de internações entre idosos, que esteve em 27,2% na semana epidemiológica  23 e na 27 subiu para 31,8%. Os dados indicam que na semana epidemiológica 23 foi registrada a menor porcentagem de idosos no número de óbitos (44,8%). Na SE 27, esse percentual subiu para 58,2%. Os dados mostram também redução de internações em leitos de terapia intensiva na faixa etária de 50 a 59 anos e uma interrupção no aumento na faixa de 40 a 49 anos na comparação entre as duas semanas epidemiológicas.

Duas últimas SE

Nas últimas duas semanas epidemiológicas, a trajetória descendente no número de casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) desacelerou. Segundo os cientistas do Observatório Covid 19, nas últimas duas semanas epidemiológicas, o aumento recente ou o registro de estabilidade em alguns estados sugere um quadro a ser monitorado. Nesse período foi registrada uma queda tanto no número de casos novos (-2,1%), quanto no de óbitos (-2,6%), tendência sustentada desde a análise das semanas anteriores. A taxa de letalidade foi mantida em torno de 3%.

Os pesquisadores destacaram a importância do avanço da campanha de imunização para a  melhora nos números da pandemia. “O avanço da vacinação no Brasil tem ocorrido de forma mais lenta do que a desejável. Ainda assim, a melhoria do quadro pandêmico no país é uma consequência direta do aumento no número de imunizados”, disseram os especialistas.

Estados

Não houve aumento das taxas de incidência ou mortalidade em nenhum estado. Houve uma redução expressiva no número de casos de covid-19 no Rio Grande do Norte, em Rondônia e em Alagoas e uma redução no número de óbitos expressiva no Piauí, no Acre, no Pará e em Sergipe.

As maiores taxas de incidência de covid-19 no período das últimas duas semanas foram observadas nos estados de Roraima, de Mato Grosso e de Santa Catarina. Paraná, Mato Grosso e São Paulo apresentam as maiores taxas de mortalidade. As maiores taxas de letalidade foram registradas no Rio de Janeiro (5,7%), São Paulo (3,4%), Amazonas (3,4%) e Pernambuco (3,1%).

Para os especialistas, as altas taxas de letalidade “revelam falhas no sistema de atenção e vigilância em saúde nesses estados, como a insuficiência de testes diagnósticos, da triagem de infectados e seus contatos, identificação de grupos vulneráveis, bem como a incapacidade de se identificar e tratar adequadamente os casos graves de covid-19”.

Por Agência Brasil

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