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Mato Grosso do Sul

Modelo de Municipalismo Ativo vira marca do Governo e acelera obras, serviços e inclusão social em todo o MS

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Programa fortalece a capacidade de entrega dos municípios e impulsiona um desenvolvimento regional mais equilibrado

O Governo de Mato Grosso do Sul consolidou uma nova estratégia de desenvolvimento regional baseada no Municipalismo Ativo, modelo que direciona investimentos e ações estruturantes para todos os municípios, com foco na redução de desigualdades, modernização dos serviços públicos e melhoria da qualidade de vida da população. A iniciativa integra obras, programas sociais e expansão econômica, garantindo que o crescimento do Estado seja equilibrado, inclusivo e sustentável.

O conjunto de ações permite que cada município se beneficie diretamente dos resultados do planejamento estadual, abordagem que reforça a importância de um desenvolvimento descentralizado, capaz de atender às especificidades locais e gerar impactos efetivos na vida das pessoas.

Entre os resultados, destaque para a saúde, que passa por um ciclo de modernização com a implantação de uma nova arquitetura na área, responsável pela reorganização do atendimento regional e o fortalecimento da estrutura do SUS no Estado.

Este redesenho inclui mudanças em curso nos hospitais regionais, como a reestruturação do HRMS por meio de uma Parceria Público-Privada que ampliará a capacidade de 362 para 577 leitos. Essa PPP, que também irá otimizar a infraestrutura da unidade e implementar soluções sustentáveis e de automação, deve ser consolidada com o leilão agendado para o dia 04 de dezembro, na B3 em São Paulo.

Em relação aos repasses, foi registrado um incremento de 75,39%, saltando de R$ 680,5 milhões em 2019 para R$ 1,19 bilhão em 2025 (dado consolidado até a primeira quinzena de outubro), o que inclui apoio a ações, serviços de saúde e atenção primária, além do programa MS Saúde, que reduz filas de consultas, exames e cirurgias eletivas e também contempla os hospitais regionais e municipais, que recebem a maior parcela dos recursos governamentais.

07/11/2025 Entrega de Obras nos municípios Sonora, Pedro Gomes e Coxim

A inovação tecnológica é outro destaque. O programa de Saúde Digital foi expandido e o número de teleatendimentos (teleconsultas, telediagnósticos e teleducação) apresentou crescimento expressivo 370%, saltando de 21.749 em 2022 para 81.135 em 2025. Avanço que representa a ampliação do acesso da população aos serviços especializados e reduz deslocamentos desnecessários.

Outro impulso importante é a expansão dos centros de hemodiálise, que operam atualmente com 555 máquinas distribuídas em macrorregiões, garantindo atendimento mais próximo das cidades, reduzindo deslocamentos e promovendo melhoria na qualidade de vida dos pacientes renais crônicos.

Esses investimentos reforçam a capacidade do Estado em oferecer serviços de saúde de excelência e elevam Mato Grosso do Sul ao patamar de referência nacional, a exemplo da nota máxima alcançada em cobertura vacinal no Ranking de Competitividade dos Estados 2025, divulgado pelo CLP (Centro de Liderança Pública).

Redução de desigualdades e fortalecimento das famílias

O mesmo modelo de gestão que moderniza a saúde e orienta o desenvolvimento regional também tem promovido transformações profundas na área social, que vem registrando resultados expressivos no combate à pobreza e na proteção das famílias em situação de vulnerabilidade.

Com ações articuladas entre Estado e municípios, o MS alcançou avanços significativos: 34 mil lares deixaram a insegurança alimentar em 2024 e o Estado obteve o 6º menor índice do país (18,5%). Além disso, a extrema pobreza caiu 25% entre 2022 e 2023 — de 2,7% para 2% — retirando mais de 56 mil pessoas dessa condição, segundo o IBGE.

Somente nos últimos 2 anos (2023 e 2024), mais de 25 mil famílias beneficiárias do Mais Social devolveram o cartão por terem melhorado a renda e não precisarem mais do auxílio — resultado direto da combinação entre assistência social, emprego e desenvolvimento regional. Hoje, o Mais Social continua amparando quem mais precisa, atendendo mais de 39 mil famílias, ao lado de programas que formam uma grande rede de proteção: a Cesta Indígena garante alimentação a 20 mil famílias em 86 aldeias de 27 municípios.

No Conta de Luz Zero são beneficiadas mais de 29 mil famílias, e o Cuidar de Quem Cuida concede apoio a aproximadamente 1.700 cuidadores de pessoas com deficiência. Na educação, o MS Supera assegura a permanência de 2.000 estudantes de baixa renda no ensino técnico ou superior.

A Sead também modernizou a política de assistência com a busca ativa, que permitiu incluir mais de 3.100 novas famílias no Mais Social, e integrou os beneficiários ao MS Qualifica, criando oportunidades de emprego e renda. O objetivo é claro: fortalecer a rede de proteção, ampliar a autonomia das famílias e fazer de Mato Grosso do Sul o primeiro estado brasileiro a erradicar a extrema pobreza.

“Sou mãe de cinco crianças e, no momento mais difícil da minha vida, fui acolhida. Com os R$ 450 do Mais Social, eu garanto o leite, o feijão e o arroz de cada dia, e não deixo faltar o gás para cozinhar o que eles precisam. Esse apoio chegou quando eu mais precisava e me deu força para seguir. Hoje, meus filhos, de 1 a 12 anos, têm o que comer, e isso não tem preço. ” — Maria Luzia da Silva, beneficiária do Mais Social.

Investimentos estruturantes para o desenvolvimento regional

O avanço social caminha em sintonia com outro pilar estratégico do Municipalismo Ativo: os investimentos em infraestrutura. O Governo entende que políticas sociais sólidas precisam estar acompanhadas de obras estruturantes capazes de gerar oportunidades, ampliar a competitividade e reduzir desigualdades regionais. Essa visão posiciona Mato Grosso do Sul entre os estados que mais investem no país, ocupando a 6ª colocação nacional em investimento público, segundo o Centro de Liderança Pública (CLP).

02/07/2024 MS Ativo Supervisão às obras de pavimentação urbana em Anastácio e entrega da estrada do 21 em Bonito MS Foto Saul Schramm

Entre 2023 e 2025, o Estado já garantiu um ciclo expressivo de entregas, com mais de R$ 2 bilhões investidos em infraestrutura rodoviária. Deste montante, R$ 1,5 bilhão foi alocado na pavimentação de 1.153 quilômetros e outros R$ 511 milhões aplicados na restauração de 517 quilômetros de rodovias estaduais.

O planejamento, entretanto, não para por aí. Para os anos de 2026 e 2027, o Governo de Mato Grosso do Sul já estrutura um novo ciclo de investimentos, com R$ 3,1 bilhões previstos para obras rodoviárias — sendo R$ 1,7 bilhão destinados à pavimentação de 394 quilômetros e R$ 1,3 bilhão para a restauração de mais de 1.030 quilômetros de estradas estaduais.

Esse conjunto de intervenções traduz o compromisso do Estado em promover o desenvolvimento econômico, fortalecer a conectividade regional e aprimorar a logística rodoviária, além de encurtar distâncias e impulsionar um Mato Grosso do Sul mais competitivo e pronto para crescer.

Prefeito de Nova Andradina, Leandro Fedossi (Foto: Max Arantes/Casa Civil)

Entre as obras estruturantes que simbolizam esse esforço, destacam-se a restauração da MS-436 (Camapuã–Figueirão), a MS-338 (Camapuã–Ribas do Rio Pardo) e os avanços na Hidrovia do Rio Paraguai — eixo logístico que deve reduzir custos de transporte, fortalecer o agronegócio e abrir uma nova fronteira de integração com o continente.

Parte significativa desses resultados se deve à força do programa MS Ativo Municipalismo, que em sua primeira etapa somou R$ 1,5 bilhão em obras finalizadas, em execução e com projetos em análise. Já o MS Ativo 2 projeta R$ 995 milhões em investimentos até 2027, garantindo a continuidade das ações em todas as regiões de Mato Grosso do Sul.

Esse movimento ganha ainda mais robustez com os R$ 500 milhões adicionais em obras executadas ou planejadas em parceria com a bancada federal, por meio de recursos da Sudeco, PAC, Focem, Funasa e transferências especiais. Somados, os investimentos do MS Ativo chegam a R$ 3 bilhões, contemplando os 79 municípios sul-mato-grossenses.

De forma complementar, a Seilog destaca a execução de R$ 676 milhões em obras civis — finalizadas, em andamento e planejadas — acompanhadas tecnicamente pela Agesul nas áreas de saúde, segurança pública, esporte, cultura, lazer e cidadania. Esse conjunto de ações reafirma o compromisso do Governo do Estado em promover infraestrutura de qualidade, elevar o bem-estar e garantir um desenvolvimento equilibrado para toda a população.

Outra frente decisiva é o saneamento básico. Com 74% de cobertura atual e previsão de universalização até 2028, Mato Grosso do Sul está prestes a se tornar o primeiro estado do país com cobertura total — resultado que representa saúde preventiva, valorização urbana e proteção ambiental. O sistema já retirou dos rios o equivalente a 27 mil piscinas olímpicas de esgoto, fruto de R$ 1,193 bilhão investido entre 2023 e 2025.

Na prática, esses investimentos se traduzem em melhorias diretas na vida das pessoas. Em Nova Andradina, por exemplo, os resultados já são percebidos no cotidiano. O prefeito Leandro Fedossi destaca obras que mudam a realidade local.

“Somente aqui, são aproximadamente R$ 30 milhões em obras anunciadas pelo Governo do Estado. São R$ 15 milhões na contenção e recuperação da MS-473, R$ 12 milhões em pavimentação no distrito de Nova Casa Verde e outros R$ 3 milhões no Jardim Tropical. Esse modelo de parceria nos dá capacidade de entrega e melhora a vida da população”, frisa.

Educação: a transformação que prepara o futuro

Governador visita escola em Nova Andradina; ao lado dele a diretora Ediana (Foto: Saul Schramm/Secom/Arquivo)

O mesmo compromisso que aproxima o desenvolvimento das cidades também está transformando a Educação em Mato Grosso do Sul. O Estado vive um dos maiores avanços da sua história na educação pública, com investimento de R$ 1 bilhão que já garantiu a modernização de 80% da Rede Estadual de Ensino. O ritmo das entregas é acelerado: 163 obras desde 2023, o equivalente a uma escola reformada a cada seis dias, com acessibilidade e estrutura adequada para o aprendizado.

Com 62% da rede em tempo integral e 45% dos estudantes do Ensino Médio no ensino profissional, o Estado fortalece a aprendizagem e amplia oportunidades. A política educacional também coloca o MS entre os melhores do país, com 2º maior crescimento em alfabetização, impulsionado pelo MS Alfabetiza, desenvolvido com os 79 municípios.

A tecnologia passou a fazer parte do cotidiano escolar com laboratórios, robótica e lousas digitais, enquanto a segurança foi reforçada em 298 escolas com videomonitoramento e botão de emergência. Na alimentação escolar, o Estado garante 50 milhões de refeições por ano e, na valorização profissional, mantém o melhor salário do país para professores efetivos de 40 horas.

O impacto é percebido na prática. Em Nova Andradina, a reforma e ampliação da Escola Estadual Padre Anchieta, com mais de R$ 5 milhões em investimentos, transformou a rotina dos 190 alunos atendidos em tempo integral. O resultado se reflete no comportamento, no interesse e no desempenho dos estudantes. A diretora Ediana Milhorança resume a transformação.

“Tínhamos uma escola com história, mas sem o ambiente adequado. Agora, com quadra coberta, salas climatizadas e espaços renovados, os alunos se sentem acolhidos, valorizados e pertencentes. O clima escolar mudou: reduziram-se os conflitos, aumentou a participação e o engajamento. Quando o estudante percebe que o Estado investe nele, ele passa a acreditar mais em si mesmo — e isso faz toda a diferença no aprendizado”, conclui.

Com planejamento, inovação e valorização das pessoas, Mato Grosso do Sul constrói uma educação mais inclusiva, estruturada e preparada para o futuro.

Elaine Paes, Comunicação Segov
Foto de capa: Bruno Rezende/Secom/Arquivo
Galeria:
Murilo Destefani – PMNA/Cogecom

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Turismo de MS amplia conectividade com mais um voo da Latam entre São Paulo e Bonito

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A conectividade aérea de Bonito, considerado o principal destino de ecoturismo do Brasil, será fortalecida a partir de 25 de outubro com a ampliação da operação da LATAM Airlines entre o Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) e Bonito (MS). A companhia aérea passará a oferecer três voos semanais, o que amplia a integração de Mato Grosso do Sul com o principal hub aéreo do país.

Atualmente com operações às quartas-feiras e aos sábados, a LATAM incluirá um novo voo aos domingos e ajustará sua malha para operações às quartas, sextas e domingos. Os voos seguirão os seguintes horários: saída de Guarulhos (GRU) às 9h30, com chegada em Bonito (BYO) às 10h30, e retorno às 11h10, pousando em São Paulo às 14h05.

A ampliação da frequência representa um importante avanço para o turismo sul-mato-grossense, proporcionando mais opções de deslocamento aos visitantes, maior flexibilidade na programação das viagens e ampliação das conexões nacionais e internacionais por meio do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

O elevado índice de ocupação dos voos foi determinante para viabilizar a expansão da operação, resultado do trabalho contínuo desenvolvido pelo Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundação de Turismo (Fundtur MS), em parceria com o trade turístico.

Segundo o diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, Bruno Wendling, a nova frequência representa mais um avanço na estratégia de fortalecimento da malha aérea do estado. “A ampliação da operação da LATAM demonstra que o mercado responde positivamente aos investimentos realizados na promoção do destino. O bom desempenho da taxa de ocupação dos voos comprova o protagonismo de Bonito e a confiança da companhia em ampliar sua oferta. Além de facilitar o acesso ao principal destino de ecoturismo do Brasil, essa nova frequência amplia as possibilidades de conexão com diversos destinos nacionais e internacionais via Guarulhos, tornando Mato Grosso do Sul ainda mais competitivo no mercado turístico”.

Débora Bordin, comunicação FundturMS
Foto: Infraero

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

MS consolida protagonismo e recebe reconhecimento internacional por vigilância de vírus respiratórios

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Visita técnica do Ministério da Saúde, TEPHINET e CDC de Atlanta destacou modelo integrado desenvolvido pela SES e fortaleceu cooperação para enfrentamento de doenças respiratórias

Mato Grosso do Sul encerrou quinta-feira (25) a programação da visita técnica promovida pela Coordenação-Geral de Vigilância da Covid-19, Influenza e Outros Vírus Respiratórios do Ministério da Saúde, com participação da TEPHINET e do CDC (Centers for Disease Control and Prevention), de Atlanta, nos Estados Unidos. Durante três dias, representantes das instituições conheceram de perto a estrutura e as estratégias adotadas pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) para vigilância, prevenção e resposta aos vírus respiratórios.

A escolha do Estado para receber a missão técnica representou o reconhecimento dos avanços alcançados na área e da capacidade de articulação entre diferentes setores envolvidos na vigilância em saúde.

Reconhecimento ao trabalho desenvolvido no Estado

Para a gerente de Influenza e Doenças Respiratórias da SES, Lívia Mello, a visita reforçou que Mato Grosso do Sul vem construindo, ao longo dos anos, uma resposta sólida e integrada frente aos vírus respiratórios.

“A visita da Coordenação Nacional da CG Covid, do Ministério da Saúde, da TEPHINET e da equipe do CDC de Atlanta nos trouxe a certeza de que estamos no caminho certo. Desde o convite, ficou claro que Mato Grosso do Sul foi escolhido por conseguir implementar medidas satisfatórias no enfrentamento aos vírus respiratórios, resultado de um trabalho contínuo de qualificação das equipes e fortalecimento das capacidades institucionais”, afirmou.

Segundo Lívia, a programação permitiu apresentar a estrutura estadual de vigilância, envolvendo áreas como Gerência de Influenza e Doenças Respiratórias, unidades sentinelas, imunização, Lacen, RENAVEH (Rede Estadual de Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar), Cievs, assistência farmacêutica e rede hospitalar.

“São diferentes áreas e superintendências que atuam de forma integrada para garantir uma resposta conjunta e eficiente. Esse reconhecimento nos estimula a continuar aprimorando nossas ações e buscando novas ferramentas para fortalecer ainda mais a vigilância”, destacou.

Modelo sul-mato-grossense recebe avaliação positiva do Ministério da Saúde

Durante a visita, a equipe do Ministério da Saúde conheceu o funcionamento do Lacen, do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, referência para SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), além de unidades sentinelas em Campo Grande e Sidrolândia.

Para a assessora técnica da Coordenação-Geral de Vigilância da Covid-19, Influenza e Outros Vírus Respiratórios do Ministério da Saúde, Walquiria Almeida, o Estado se destaca nacionalmente pela capacidade de resposta e pela adoção de estratégias alinhadas às recomendações internacionais.

“A avaliação do Ministério da Saúde é muito positiva. Mato Grosso do Sul segue as diretrizes preconizadas pelo Ministério, alinhadas às recomendações da OMS/OPAS (Organização Mundial da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde). O Estado frequentemente está à frente na implementação de estratégias e na capacidade de resposta da vigilância dos vírus respiratórios”, ressaltou.

Ainda conforme Valquíria, a integração entre os diferentes setores envolvidos no enfrentamento das doenças respiratórias contribui para uma atuação mais eficiente e qualificada no território.

Cooperação internacional fortalece vigilância em saúde

A consultora da TEPHINET e articuladora do projeto de cooperação técnica entre Ministério da Saúde e CDC, Graziela Alvares, destacou que Mato Grosso do Sul foi selecionado não apenas por características estratégicas, como a extensa faixa de fronteira internacional e a forte presença da suinocultura e avicultura, mas também pelos resultados alcançados pelo Estado.

“Mato Grosso do Sul foi escolhido com muito cuidado e carinho justamente pelo trabalho consistente que vem desenvolvendo na vigilância dos vírus respiratórios. Esta visita representou uma oportunidade importante para conhecermos, na prática, a realidade brasileira e fortalecermos a troca de experiências para qualificar ainda mais as ações em todo o país”, avaliou.

Ao longo da programação, os participantes acompanharam o fluxo laboratorial realizado pelo Lacen, conheceram a atuação dos Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalares e visitaram unidades sentinelas estratégicas para monitoramento de Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave, reforçando a importância da vigilância integrada para proteção da saúde pública.

André Lima, Comunicação SES
Fotos: André Lima

Fonte: Governo MS

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