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Agronegócios

Koppert apresenta novo fungicida e reforça liderança em bioinsumos na 16ª AgroBrasília

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A Koppert Brasil está confirmada para a 16ª AgroBrasília, realizada de 19 a 23 de maio, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, às margens da BR-251, no PAD-DF (Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal). Considerado uma das principais feiras de tecnologia e inovação do agronegócio do Centro‑Oeste, o evento reunirá mais de 500 expositores e milhares de produtores em busca de eficiência, sustentabilidade e produtividade nas grandes culturas.

Líder e pioneira em biológicos de alta performance para agricultura, a Koppert leva para a feira um conjunto de soluções robustas que dialogam diretamente com os desafios do cultivo de soja, milho e demais culturas estratégicas da região.

O principal destaque é o Macan® (Bacillus velezensis CECT8237), o mais novo fungicida biológico e uma das inovações mais aguardadas do setor. Desenvolvida com a cepa exclusiva, a solução inaugura um novo patamar de proteção dentro dos programas premium de manejo, entregando sanidade, estabilidade e alto desempenho para as principais culturas agrícolas.

Na ocasião, também serão apresentados os resultados obtidos com as primeiras aplicações do produto em áreas estratégicas, com ganhos significativos – e, em muitos casos, superiores – a programas químicos completos.

Outro destaque é o Trichodermil FS® (Trichoderma asperelloides ESALQ 1306), primeiro biodefensivo no mundo desenvolvido à base desse fungo para Tratamento de Sementes Industrial (TSI). Lançado no segundo semestre de 2025, o produto atua desde a fase de germinação, promovendo raízes mais vigorosas e protegendo contra nematoides e fungos de solo.

Completando o portfólio, a Koppert traz ainda o Buick Evo® (SfMNPV), bioinseticida de alto desempenho no controle da lagarta Spodoptera frugiperda, reconhecido pela precisão, estabilidade e compatibilidade com outros métodos de manejo integrado (MIP). A solução chama atenção pela consistência mesmo em condições desafiadoras, sendo especialmente valorizada por produtores do Cerrado que operam em sistemas intensivos.

Durante os cinco dias de evento, a equipe da Koppert estará disponível para esclarecer dúvidas e demonstrar, na prática, como biológicos de nova geração estão redefinindo o manejo no campo.

Para a Koppert, a participação na 16ª edição de uma das feiras mais estratégicas do país reforça seu compromisso com inovação, ciência aplicada e entrega de resultados reais no campo — pilares que sustentam sua liderança na transformação do agronegócio brasileiro.

Sobre a KOPPERT BRASIL

A Koppert, líder mundial em controle biológico desde 1967, trabalha para agricultores em todo o mundo promovendo sustentabilidade e rentabilidade de cultivos, preservando a biodiversidade e contribuindo para sistemas alimentares mais seguros.

No Brasil desde 2011, conta com três modernas unidades de produção: microbiológicos em Piracicaba (SP) e unidades de formulações e de macrobiológicos em Charqueada (SP). Com processos produtivos padronizados e altamente tecnificados, a empresa assegura qualidade, rastreabilidade e escalabilidade do portfólio, além da aplicação de macrobiológicos via drones por meio da Natutec® by Koppert.

A Koppert mantém um departamento próprio de P&D voltado à agricultura tropical e é parceira do SPARCBio (São Paulo Advanced Research Center for Biological Control) e do Gazebo, primeiro hub de inovação do agronegócio especializado em controle biológico no país. Saiba mais em: www.koppert.com.br

SERVIÇO

16ª AgroBrasília

Data: 19 a 23 de maio

Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – às margens da BR-251 no PAD-DF (Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal)

Entrada: Gratuita

Mais informações: www.agrobrasilia.com.br

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Agronegócios

Pecuária brasileira ainda depende de vacinas importadas para evitar morte súbita

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O mercado de sanidade animal no Brasil vive um desafio silencioso, mas de impacto direto no bolso do pecuarista. Dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mostram que, em julho, foram disponibilizadas 5,44 milhões de doses de vacinas contra clostridioses — grupo de doenças responsáveis pela “morte súbita” no gado. O que chama a atenção, porém, é a alta dependência de insumos vindos de fora: das doses ofertadas, 4,03 milhões (74,09%) são importadas, enquanto apenas 1,41 milhão (25,91%) possui fabricação nacional.

Para o produtor rural, o termo técnico “clostridiose” passa longe do vocabulário da lida, mas os sintomas são velhos conhecidos. No campo, essas doenças são temidas pela rapidez com que derrubam o rebanho, como a “manqueira” (ou mal do carvão), que causa inchaço muscular e morte em poucas horas, e o botulismo, associado à ingestão de toxinas em pastos ou rações contaminadas. Por serem fatais e não darem tempo para tratamento, a vacina é o único “seguro” eficiente para evitar o prejuízo total de um animal.

O “ladrão silencioso” no pasto

Embora o governo não consolide um censo de mortalidade animal por causa específica, estudos de sanidade animal apontam que as doenças clostridiais figuram entre as maiores causas de morte evitável no rebanho brasileiro. Em surtos não controlados, a mortalidade pode atingir de 5% a 10% de um lote em poucos dias.

O prejuízo é um “ladrão silencioso”. O pecuarista raramente contabiliza a perda em estatísticas oficiais — o animal morre, é enterrado e o cálculo fica apenas na planilha da fazenda. Mas o rombo é severo: com um bovino de corte de qualidade valendo facilmente entre R$ 2,5 mil e R$ 4 mil, a morte de poucos animais em um surto elimina a margem de lucro de todo o lote. Soma-se a isso a perda do potencial genético, o investimento em nutrição e o custo operacional.

A alta dependência de importações, que hoje supre quase três quartos da necessidade do mercado, coloca o setor em posição de alerta. Qualquer entrave logístico ou burocrático na entrada desses insumos pode deixar o curral desprotegido no momento crítico da vacinação.

Ciente dessa vulnerabilidade, o Ministério da Agricultura tem intensificado a atuação junto aos laboratórios de insumos veterinários. A estratégia da pasta é dupla: estimular a ampliação das linhas de produção dentro do Brasil para reduzir a dependência externa e, simultaneamente, agilizar os procedimentos de fiscalização e liberação das vacinas importadas para evitar desabastecimento nas revendas.

A meta de aumentar a produção nacional não é apenas uma questão de industrialização, mas de blindagem econômica. Com a pecuária brasileira sob constante pressão para elevar índices de produtividade e atender exigências globais de sanidade, a disponibilidade constante dessas vacinas é o que separa um ciclo produtivo rentável de um prejuízo incalculável pela perda súbita de matrizes e bezerros. Enquanto o setor tenta equilibrar essa balança, o mercado segue monitorando a oferta mensal, ciente de que, no campo, a prevenção é o único investimento que não admite atrasos.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócios

Estado concentrou 56% de toda a expansão regional. Crescimento de 98 mil hectares de soja

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O segundo capítulo da série “Mapas Agro”, da Serasa Experian, aponta um avanço de 175 mil hectares na área de soja plantada na safra 2025/2026, considerando a soma dos dados de Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. O ritmo de crescimento foi puxado principalmente pela Bahia, que concentrou 56% de toda a expansão registrada no bloco analisado, o equivalente a cerca de 98 mil hectares.

Com esse resultado, a Bahia consolida seu protagonismo como o maior produtor de soja do Nordeste. O estado atingiu 2,27 milhões de hectares cultivados, uma alta de 4,5% frente ao ciclo anterior e um salto acumulado de 23% nos últimos seis anos. Os municípios de São Desidério, Jaborandi, Correntina, Formosa do Rio Preto e Cocos foram os principais motores desse aumento na área plantada.

O avanço do milho Além da soja, o levantamento destaca uma alta expressiva de 20% na área de milho de primeira safra, que atingiu 360 mil hectares nas regiões estudadas. A Bahia lidera esse cenário, com 190 mil hectares, movimento diretamente ligado à expansão da indústria de etanol de milho no Oeste baiano. A estratégia das usinas em busca de biomassa tem incentivado produtores a ampliar o cultivo do grão.

Crescimento no Centro-Oeste Em Goiás e no Distrito Federal, a soja segue em ritmo forte, atingindo 5,84 milhões de hectares. Comparado à safra 2020/2021, o crescimento acumulado na região chega a 28,4%, ou 1,2 milhão de hectares a mais. No Mato Grosso do Sul, a área cultivada chegou a 3,9 milhões de hectares, com uma expansão de 14,4% nos últimos seis anos.

Transparência e compliance Mais do que medir hectares, o relatório da Serasa Experian oferece uma ferramenta de inteligência para bancos, cooperativas e tradings, que utilizam esses dados para monitorar riscos e garantir a conformidade socioambiental. O mapeamento identifica áreas cultivadas em imóveis que possuem registros de supressão de vegetação após julho de 2019, conforme as regras previstas no Manual de Crédito Rural (MCR).

O levantamento também aponta a presença da cultura em assentamentos rurais, com destaque para o Mato Grosso do Sul (100 mil hectares) e Goiás/Distrito Federal (70 mil hectares).

Para Dyego Santos, gerente de soluções agro da Serasa Experian, essa tecnologia de monitoramento é hoje um ativo estratégico para o setor. “Em um cenário marcado pela restrição de crédito e novas exigências de rastreabilidade, a previsibilidade tornou-se fundamental. O cruzamento de imagens de satélite com inteligência territorial permite que as instituições avaliem o risco com mais profundidade, garantindo que o crédito chegue a quem opera dentro das normas e contribuindo para um desenvolvimento mais sustentável”, afirma.

O uso dessas informações permite que as empresas do setor planejem suas operações logísticas e comerciais com antecedência, antecipando tendências e ajustando estratégias de investimento conforme a real ocupação do solo e a conformidade das propriedades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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