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Fernanda Torres concorre como Melhor Atriz no Globo de Ouro e Canal Brasil exibe maratona com principais filmes estrelados por ela

Serão exibidos onze longas-metragens e dois programas de entrevistas, amanhã (10/12), a partir das 19h30

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“Tarja Preta”, apresentado com Selton Mello; “Os Normais - O Filme”, de José Alvarenga Jr.; “Terra Estrangeira”, de Walter Salles e Daniela Thomas; e “Casa de Areia”, de Andrucha Waddington. Fotos: Divulgação

Amanhã, dia 10, o Canal Brasil homenageia a grande atriz Fernanda Torres com uma programação especial repleta de filmes de sucesso estrelados por ela. A partir das 19h30, serão exibidos onze longas-metragens, além de entrevistas nos programas “Tarja Preta” e “Amigos, Sons e Palavras”. Fernanda Torres está sob os olhares do mundo desde a estreia do filme “Ainda Estou Aqui” no Festival de Veneza e, na manhã desta segunda, foi anunciado que ela vai concorrer ao prêmio de Melhor Atriz pelo filme de Walter Salles no Globo de Ouro 2025. O longa também foi indicado na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O Brasil volta à premiação após 25 anos, quando Fernanda Montenegro foi indicada como Melhor Atriz por “Central do Brasil”, em 2000.

A maratona preparada pelo Canal Brasil traz para a grade as produções “Terra Estrangeira”, de Walter Salles e Daniela Thomas; “O Primeiro Dia”, de Walter Salles e Daniela Thomas; “Eu Sei que Vou Te Amar”, de Arnaldo Jabor; “Casa de Areia”, de Andrucha Waddington, em que atua com sua mãe Fernanda Montenegro; “Traição”, de José Henrique Fonseca, Arthur Fontes e Cláudio Torres; “Gêmeas”, de Andrucha Waddington; “O Que É Isso companheiro?”, de Bruno Barreto; “Jogo de Cena”, de Eduardo Coutinho; “Os Normais”, de José Alvarenga Jr.; “Saneamento Básico”, de Jorge Furtado; e “Inocência”, de Walter Lima Júnior.

A programação especial inicia com o programa “Tarja Preta”, apresentado por Selton Mello. Na entrevista gravada em 2006, a atriz faz uma retrospectiva de sua carreira, conta curiosidades de bastidores e relembra memórias de filmes como “Terra Estrangeira”, “O que É Isso, Companheiro?” e “O Primeiro Dia”, além de sua experiência como roteirista em filmes como “Gêmeas” e “Traição”.

A maratona encerra no dia 11 de dezembro com a exibição de “Amigos, Sons e Palavras”. Na atração comandada por Gilberto Gil, eles conversam sobreo papel da mulher na preservação do afeto e reflexões existenciais sobre feminilidade e sociedade.

Maratona Fernanda Torres

Horário: Terça, dia 9/12, a partir das 19h30

Tarja Preta: Fernanda Torres (2006)

Horário: Terça, dia 10/12, às 19h30

Episódio: Selton e Fernanda Torres – T03Ep01

Sinopse: A irreverência de Fernanda Torres toma conta da conversa com Selton Mello. Descontraída, a atriz faz um retrospecto de sua consagrada carreira e revela episódios curiosos de bastidores de seus filmes.

Terra Estrangeira (1996) (110’)

Horário: Terça, dia 10/12, às 20h

Classificação: 16 anos

Direção: Walter Salles e Daniela Thomas

Sinopse: Após a morte de sua mãe, um jovem brasileiro decide deixar seu país e viajar para a terra natal de sua mãe. Em uma terra estrangeira, ele encontra o amor e o perigo

O Primeiro Dia (1997) (95’)

Horário: Terça, dia 10/12, às 21h40

Classificação: 14 anos

Direção: Walter Salles e Daniela Thomas

Sinopse: Em 31 de dezembro de 1999, o destino une um prisioneiro fugitivo e uma professora de classe média deprimida, à medida que o novo milênio se aproxima trazendo esperança para todos.

Eu Sei que Vou Te Amar (1986)

Horário: Terça, dia 10/12, às 22h55

Classificação: 14 anos

Direção: Arnaldo Jabor

Sinopse: Um jovem casal termina o namoro e três meses depois, os dois decidem se reencontrar para discutir a relação.

Casa de Areia (2005) (103’)

Horário: Quarta, dia 11/12, à 00h40

Classificação: 16 anos

Direção: Andrucha Waddington

Sinopse: O português Vasco (Ruy Guerra) leva a mulher grávida, Áurea (Fernanda Torres), e a mãe dela, Dona Maria (Fernanda Montenegro), em busca de um sonho: viver nas terras prósperas, recentemente compradas por ele. O sonho se transforma em pesadelo quando, após uma longa e cansativa viagem junto a uma caravana, o trio descobre que as terras estão em um lugar totalmente inóspito, rodeado de areia por todos os lados e sem nenhum indício de civilização por perto. Áurea quer retornar ao lugar de onde vieram, mas Vasco insiste em ficar e constrói uma casa de madeira para que lá possam viver. Depois de serem abandonados pela caravana, Vasco morre e deixa Áurea e Dona Maria sozinhas no local. Ao partirem em busca de ajuda, elas encontram Massu (Seu Jorge), um homem que nunca deixou o local. Massu passa a ajudá-las, levando comida e sal para que Áurea e Dona Maria possam sobreviver na casa recém-construída.

Traição (1998) (104’)

Horário: Quarta, dia 11/12, às 2h35

Classificação: 18 anos

Direção: José Henrique Fonseca, Arthur Fontes e Cláudio Torres

Sinopse: Três histórias onde a paixão, o ciúme e a vingança têm um aspecto comum: o pecado, que leva os protagonistas às últimas consequências.

Gêmeas (1999) (75’)

Horário: Quarta, dia 11/12, às 4h20

Classificação: 14 anos

Direção: Andrucha Waddington

Sinopse: A história é ambientada no início da década de 80 e se passa em um bairro de classe-média do Rio de Janeiro: as irmãs gêmeas idênticas Iara e Marilena (Fernanda Torres) vivem pregando peças nos homens, fazendo-se passar uma pela outra, para desespero de seu pai, Dr. Jorge (Francisco Cuoco). Marilena é bióloga. Iara, como sua mãe (Fernanda Montenegro), é costureira. Um dia Marilena conhece Osmar (Evandro Mesquita), dono de uma auto-escola, por quem se apaixona à primeira vista. O mesmo, entretanto, acontece com Iara, que decide seduzir o namorado da irmã sem que este (e esta) saiba. Tem início uma intensa rivalidade entre as irmãs, em busca do amor de Osmar, que irá trazer à história um desfecho surpreendente.

O Que É Isso companheiro? (1996) (110’)

Horário: Quarta, dia 11/12, às 5h30

Classificação: 16 anos

Direção: Bruno Barreto

Sinopse: O jornalista Fernando (Pedro Cardoso) e seu amigo César (Selton Mello) abraçam a luta armada contra a ditadura militar no final da década de 60. Os dois se alistam num grupo guerrilheiro de esquerda e, em uma das ações, César é ferido e capturado pelos militares. Fernando então planeja o sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick (Alan Arkin), para negociar a liberdade de César e de outros companheiros presos.

Jogo de Cena (2007) (106’)

Horário: Quarta, dia 11/12, às 7h25

Classificação: 12 anos

Direção: Eduardo Coutinho

Sinopse: Após um anúncio de jornal, as mulheres comuns contam parte das suas histórias de vida ao diretor Eduardo Coutinho, que são depois recriadas pelas atrizes, esbatendo os limites entre verdade, ficção e performance.

Os Normais (2015) (100’) 

Horário: Quarta, dia 11/12, às 9h15

Classificação: 14 anos

Direção: José Alvarenga Jr.

Sinopse: Baseado no seriado homônimo, o filme conta como Rui e Vani se conheceram. Eles estão prestes a se casar com parceiros diferentes quando conversam pela primeira vez, dando início a várias confusões.

Saneamento Básico (2007) (112’)

Horário: Quarta, dia 11/12, às 10h45

Classificação: 14 anos

Direção: Jorge Furtado

Sinopse: Moradores batalham para conseguir tratamento de esgoto na pequena vila onde vivem, e descobrem que não há verbas para solucionar o problema.

Inocência (1983) (118’)

Horário: Quarta, dia 11/12, às 12h40

Classificação: 14 anos

Direção: Walter Lima Jr.

Sinopse: No século 19, uma garota do interior é seduzida por um jovem médico que está tratando-a e também está hospedado em sua casa por alguns dias. Ela tenta esconder o romance proibido de seu pai, que desaprova o relacionamento.

Amigos, Sons e Palavras: Fernanda Torres (2018)

Horário: Quarta, dia 11/12, às 14h40

Episódio: Fernanda Torres – T01Ep02

Sinopse: “A mulher é ligada à preservação do afeto no ser humano. O mundo precisa se feminilizar”. Gilberto Gil recebe Fernanda Torres em bate-papo sobre a relação atual do mundo com as mulheres.

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“Estopim”, série que investiga as origens da violência de gênero, estreia neste domingo no Canal Brasil

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Neste domingo, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a série documental “Estopim” estreia no Canal Brasil, levando ao público uma nova abordagem do true crime, gênero cada vez mais popular e presente no audiovisual. Sem se limitar à investigação policial e à responsabilização individual dos casos, a produção volta o olhar para os contextos sociais, culturais e institucionais que ajudam a explicar por que a violência de gênero continua tão presente no país. Com direção de Ana Teixeira e produção da Escafandra Transmedia, a série conta com cinco episódios, que serão exibidos ao longo da semana de estreia, cada um dedicado a um “tipo” de crime: político, conjugal, sexual, de ódio e invisibilizado. Os episódios serão exibidos no Canal Brasil de domingo até quinta-feira (12), sempre às 21h.

A partir de casos conhecidos do público, “Estopim” analisa a reação da sociedade, da mídia e do sistema de justiça, ao mesmo tempo em que investiga os fatores históricos e culturais que contribuem para que essas violências continuem. Ao buscar as circunstâncias que antecedem a “explosão”, a série transforma relatos de crimes em uma reflexão sobre memória, responsabilidade coletiva e transformação social. Realizada por uma equipe composta majoritariamente por mulheres, a produção reúne entrevistas com algumas das principais vozes do debate público sobre violência de gênero, como Maria da Penha, Anielle Franco, Mônica Benício, Valeska Zanello e Soraia Mendes, entre outras especialistas, ativistas e pesquisadoras.

Maria da Penha, Valeska Zanello, Mônica Benício e Benedita da Silva participam da produção. (Crédito: Divulgação)

Segundo a diretora Ana Teixeira, o projeto nasceu de um questionamento sobre o true crime, gênero que inspira o projeto. “E se buscassem os culpados para além dos que apertaram o gatilho? Se o feminicídio é o grau máximo de violência contra mulher, rebobinar a fita e questionar o caminho que leva até essas agressões poderia ajudar a evitar novas mortes”, afirma.

Com direção de arte e ilustração de Lívia Serri Francoio e Luma Flôres, a série aposta em animações e imagens metafóricas que atravessam os episódios. Os recursos ajudam a abordar os casos de forma a preservar as vítimas e evitando a exposição direta das situações retratadas. Dividida por tipos de violência, a série revisita histórias que mobilizaram o país e outras que receberam pouca atenção da mídia.

O primeiro episódio, “Crimes Políticos” (8/03), examina assassinatos com motivação política que tiveram mulheres como alvo. A partir dos casos de Marielle Franco, Patrícia Acioli e Dora Barcellos, o capítulo mostra que essas mortes não são casos isolados e aponta falhas das instituições, além da violência de gênero que está presente nessas histórias. “Crimes Conjugais” (9/03) analisa casos cometidos em relações afetivas, muitas vezes classificados como “passionais”. Ao revisitar os casos de Eloá Pimentel, Ângela Diniz e Sandra Gomide, a série questiona a cultura de posse sobre o corpo feminino e retoma o debate sobre a violência doméstica. O episódio traz o depoimento de Maria da Penha e reflete sobre os avanços da lei.

“Crimes Sexuais” (10/03) parte dos casos de Aída Curi e Mônica Granuzzo para mostrar como abusos, estupros e assassinatos costumam ser tratados de forma sensacionalista, muitas vezes tirando o foco da origem da violência sexual e reforçando a objetificação do corpo feminino. Em “Crimes de Ódio” (11/03), a série revisita as histórias de Gisberta Salce, Dandara, Luana Barbosa e Carol Campelo para tratar de assassinatos motivados por preconceito e intolerância. O episódio mostra como gênero, identidade de gênero, orientação sexual, raça e classe social marcam essas histórias.

Encerrando a temporada, “Crimes Invisibilizados” (12/03) aborda feminicídios que permanecem fora do debate público em razão da origem, classe ou etnia das vítimas. Ao destacar também a Marcha das Margaridas como símbolo de resistência coletiva, o episódio ressalta a força da mobilização social em um contexto em que esses crimes muitas vezes recebem pouca atenção. A marcha é uma mobilização nacional de trabalhadoras rurais que reivindica direitos sociais e o combate à violência contra mulheres do campo e da floresta. Realizada desde 2000, a cada quatro anos reúne manifestantes em Brasília.

Dados recentes do Ministério da Justiça indicam que, em 2025, o país registrou o maior número de feminicídios desde a tipificação do crime, com média de quatro mortes por dia. Em um cenário no qual 35 mulheres são agredidas por minuto e uma é morta a cada seis horas, “Estopim” retoma essas histórias a partir do ponto de vista das mulheres e das questões que continuam urgentes.

Estopim (2026) (5 x 45’) – Inédito

Estreia: 08/03, às 21h (1 episódio por dia)

Exibição: de 08 a 12/03, às 21h

08/03 – Episódio 01 – Crimes Políticos, às 21h

09/03 – Episódio 02 – Crimes Conjugais, às 21h

10/03 – Episódio 03 – Crimes Sexuais, às 21h

11/03 – Episódio 04 – Crimes de Ódio, às 21h

12/03 – Episódio 05 – Crimes Invisibilizados, às 21h

Reprises:

Madrugada de sábado para domingo, dia 05/04, à 00h (1 episódio por dia)

Segunda, dia 06/04, às 18h15 (1 episódio por dia)

Sinopse:

Uma série factual que segue a linha de pólvora por trás dos grandes crimes contra as mulheres brasileiras. Vistos como pontuais e isolados, esses assassinatos, violações, estupros coletivos e espancamentos ganham os holofotes e geram um descontentamento social. A opinião pública e a justiça, quando muito, culpam os explosivos, mas não se preocupam com o fio que levou o fogo até a bomba. Estopim traça um caminho inverso, vai até a origem, busca a faísca e as causas estruturais da violência contra a mulher na sociedade. Com episódios que rememoram crimes conhecidos pelo grande público, a série examina a reação da sociedade frente a essas violências e depois passa a percorrer os antecedentes históricos e culturais que elucidam o porquê que esses crimes acontecem.

Episódio 01 – Crimes Políticos

O assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, em 2018, gerou uma onda de protestos no Brasil e no mundo. Marielle personificava muitas lutas: de classe, gênero, raça, entre outras. Ela e a juíza Patrícia Acioli, duas mulheres que ocuparam espaços de poder e enfrentaram os abusos da milícia, acabaram assassinadas. Nesse episódio será analisado por que as mulheres com projeção política e social sofrem constantes ataques machistas e qual a origem dessa violência.

Episódio 02 – Crimes Conjugais

Elevados a espetáculos, os crimes praticados pelos namorados, maridos ou companheiros das vítimas ganham os holofotes e são audiência garantida. Um dos casos mais chocantes foi o da adolescente Eloá Pimentel, que teve o seu sequestro televisionado em tempo real no ano de 2008. Alguns anos antes, Sandra Gomide perdeu seu prestígio profissional e também sua vida nas mãos de Pimenta Neves, então editor chefe de um dos maiores jornais de São Paulo. Ao rebobinar ainda mais essa fita, chega-se ao assassinato de Ângela Diniz, na década de 70, quando a imprensa fez um folhetim com uma história real. Cada capítulo era estampado em capas de revistas. Não importa a mídia nem o tempo histórico, a associação de romance com violência sempre prejudicou as mulheres em uma narrativa majoritariamente contada pelo ponto de vista masculino.

Episódio 03 – Crimes Sexuais

Mônica Granuzzo e Aída Curi foram mortas e jogadas do alto de dois prédios, no Rio de Janeiro, porque resistiram às investidas dos seus agressores sexuais, nos anos 80 e 50, respectivamente. Décadas depois, em 2016, uma adolescente foi violentada por 33 homens. Apesar da distância temporal entre os crimes, todas foram questionadas a respeito de suas posturas e o motivo de estarem na companhia de seus agressores. Por que a sociedade segue culpando a vítima? Por que, em mais de 70 anos, pouca coisa mudou na opinião pública em casos que envolvem crimes sexuais?

Episódio 04 – Crimes de Ódio

Gisberta Salce cresceu no interior de São Paulo, lugar em que sentia medo de sofrer violência por ser uma mulher trans, já que o Brasil é o país que mais mata transexuais no mundo. Ela, então, mudou-se para Portugal. Ali, na cidade do Porto, um grupo de meninos a espancou e a atirou em um poço ainda viva. Alguns anos depois, Dandara, transexual cearense, também foi torturada e morta por um outro grupo de homens que, além disso, filmou a dor e desespero da vítima. Se por um lado, mulheres trans são mortas por transfobia, por outro, mulheres lésbicas sofrem por não corresponderem ao ideal masculino de “feminilidade”. Luana Barbosa, mulher periférica e negra, morreu depois que dois policiais a espancaram. Ao ser abordada em sua moto, ela se recusou a ser revistada por eles e pediu por uma policial mulher, por conhecer os seus direitos. Carol Campelo também foi brutalmente assassinada no Maranhão, em um crime motivado por lesbofobia.

Episódio 05 – Crimes Invisibilizados

Esse último capítulo trata sobre os feminicídios invisibilizados pela origem, classe ou raça das vítimas e o porquê de muitos deles serem banalizados pela mídia. O episódio abordará crimes que acontecem no interior, com mulheres rurais, indígenas ou negras e que dificilmente se tornam estopim de grandes mudanças. O desafio dessa problemática é buscar meios de combater a violência em contextos e realidades diferentes.

Ficha Técnica:

Roteiro e Direção: Ana Teixeira

Produção Executiva: Ana Teixeira, Camila Santana e Rodrigo Forti

Direção de Arte e Ilustração: Lívia Serri Francoio e Luma Flôres

Animação: Flávia Godoy e Lou Bustamante

Direção e Roteiro de Animação: Radhi Meron

Direção de Fotografia: Ana Teixeira, Camila Santana e Camila Svenson

Fotografia Adicional: Jean Marcel Camargo e Paula Cintra Ferreira

Montagem: Ana Teixeira

Consultoria de Roteiro e Montagem: Ana Abreu

Som Direto: Priscila Alves, Martha Suzana, Luiza Chagas, Rodrigo Forti e Viravento Produções

Arte e Simulações: Natália Gregorini e Viravento Produções

Arquivos Bordados: Lorena Costa

Desenho de Som: Bianca Martins e Julia Teles

Edição de Diálogos: Bianca Martins

Edição de SFX: Mariana Leão

Mixagem: Julia Teles

Trilha Musical Original: Julia Teles

Direção de Produção: Rodrigo Forti, Marcelo Félix, Janaina Moraes e Larissa Cezarino

Coordenação de Pós-Produção: Lucas Lazarini e Manzano Serviços

Correção de Cor: Tobias Rezende

Produção Executiva de Desenvolvimento: Larissa Cezarino

Acessibilidade: Laboratório Cisco

Classificação: 14 anos

Produzida pela Escafandra Transmedia

Desenvolvida com recursos do Programa de Ação Cultural (ProAC) e realizada com recursos do Banco Regional do Sul, por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), e da Lei Paulo Gustavo da cidade de São Paulo.

Sobre a Escafandra Transmedia:

A Escafandra é um laboratório de projetos audiovisuais e narrativas transmídia que produz conteúdos voltados à criação de novos imaginários e à transformação social. Já desenvolveu projetos para parceiros como Instituto Alana, Sesc, USP, Unicamp, Ministério da Cultura e diversas ONGs. Formada por cineastas graduadas na EICTV (Escuela Internacional de Cine y Tv de Cuba) e também por midiálogos formadas na Unicamp (Estudos de Mídia), de forma que nossas peças unem a qualidade do cinema à democratização do acesso, buscando engajar o público e gerar mudanças.

Sobre o Canal Brasil:

O Canal Brasil é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 400 longas-metragens coproduzidos. No ar há 27 anos, reúne uma programação diversa com programas, séries, ficções, documentários e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de várias fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

ASSESSORIA DE IMPRENSA:

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Nordeste lidera buscas de férias no Brasil para dezembro e janeiro 

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Com a chegada das férias escolares e o clima de celebração de fim de ano, os viajantes brasileiros já definem seus destinos preferidos para dezembro e janeiro. Segundo levantamento realizado pela Booking.com, o Brasil é o país mais buscado globalmente por turistas que planejam viajar no período de 20 de dezembro de 2025 a 3 de janeiro de 2026. O resultado representa um crescimento de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior, reforçando a atratividade nacional para o turismo de lazer, especialmente durante as celebrações de Natal e Réveillon.

No ranking nacional de buscas, Porto de Galinhas (PE) teve um crescimento de 35% em relação ao mesmo período do ano anterior; Maceió (AL), com alta de 29%. A Pera Turismo, agência de viagens do Grupo Pereira, também observa que o Nordeste segue na liderança nas buscas e reservas nessas cidades, além de Fortaleza (CE).

Além dos destinos praianos, cidades do Sul, como Gramado (RS) e Balneário Camboriú (SC), também aparecem entre as favoritas, especialmente para quem busca clima ameno, gastronomia e atrações temáticas de Natal.

No cenário internacional, Buenos Aires e Santiago são os destinos mais procurados para viagens de curta duração. A proximidade, o câmbio mais favorável e a variedade de experiências culturais tornam as duas capitais escolhas estratégicas para famílias e casais durante o recesso.

Temos observado uma procura crescente por destinos que combinam bom custo-benefício, infraestrutura completa e atividades para todas as idades. O Nordeste se mantém no topo por oferecer praias espetaculares e excelente oferta de hotéis, enquanto Gramado e Balneário Camboriú seguem fortes por conta do calendário de eventos. No internacional, Buenos Aires e Santiago se destacam como opções acessíveis e com voos rápidos, ideais para as férias escolares”, afirma Mayra Pereira, gerente nacional da Pera Turismo.

Criada a partir de uma demanda interna do Grupo Pereira para atender colaboradores em viagens corporativas, a Pera Turismo evoluiu e tornou-se uma agência completa, aberta ao público. Hoje, reúne serviços de consultoria personalizada, apoio no planejamento de férias e facilidades de pagamento, incluindo a possibilidade de parcelamento pelo Vuon Card. Com unidades no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, além de atendimento online para clientes de qualquer região do país, a agência oferece suporte para cotação de pacotes, emissão de passagens e organização de roteiros. Interessados podem entrar em contato pelos canais oficiais da Pera Turismo por meio do site oficial da agência (www.peraturismo.tur.br) e seguir as redes sociais @peraturismo para solicitar orçamentos e conhecer os planos disponíveis.

Lojas em Mato Grosso do Sul

Campo Grande: no Comper Itanhangá (Rua Joaquim Murtinho, 1679), telefone (67) 3301-1153
Dourados: no Comper da cidade (Av. Marcelino Pires, 3855), telefone (67) 2108-5490

E-mail: [email protected]

Sobre o Grupo Pereira

Fundado em 1962, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o Grupo Pereira completa 63 anos de história em 2025. Atualmente, conta com 23 mil funcionários nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.

O Grupo Pereira tem 181 unidades de negócio, incluindo 36 lojas da rede de supermercados Comper, 72 lojas do Fort Atacadista (atacarejo), 1 loja Schmit, 21 unidades do restaurante Trudy’s e uma steakhouse, 3 filiais do Atacado Bate Forte (atacadista de distribuição), 29 lojas SempreFort (varejo farmacêutico), um Broker – distribuidor oficial da Nestlé -, 5 agências de viagens, 2 postos de combustível e um Centro de Distribuição. Além disso, o Grupo Pereira completa seu ecossistema de soluções ao incluir o braço logístico Perlog e os serviços financeiros do Vuon, que inclui o private label Vuon Card, com mais de 1,6 milhão de cartões emitidos, além de gift cards, seguros e assistência odontológica.

O Grupo Pereira é o primeiro varejista brasileiro a ser contemplado com o selo CAFE (Certified Age Friendly Employer), concedido pelo norte-americano Age Friendly Institute a empresas que promovem a contratação e retenção de funcionários 50+.

Com a missão de oferecer uma experiência de compra positiva por meio da excelência no relacionamento com clientes, fornecedores e funcionários, o Grupo Pereira também contribui para a sociedade por meio de diferentes programas socioambientais.

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