Selvíria
Escola Municipal Rural São Joaquim de Selvíria é contemplada com mais de 500 livros literários através do programa Empreendedorismo Social do SESI-Três Lagoas
Na última segunda-feira (26), a Escola Municipal Rural – Pólo e Extensões, de Selvíria foi contemplada através do programa “Empreendedorismo Social”, do SESI – Serviço Social da Indústria, de Três Lagoas, com mais de 500 livros. A ação aconteceu através da arrecadação dos alunos dos 8ºs anos do Ensino Fundamental da unidade escolar do SESI, que se uniram para levar os livros até a escola, localizada no assentamento São Joaquim do município.
Os livros literários de gêneros variados completarão o acervo da nova biblioteca da escola. Os alunos foram pessoalmente fazer a entrega, juntamente com a diretora, Zuleica Guimarães; professora, Bruna Barros, e a supervisora administrativa, Vanessa Mandarihi.
A equipe SESI foi recepcionada na ocasião, por alunos do 4º ano do Ensino Fundamental – por terem desenvolvido recentemente projetos ligados ao incentivo da leitura, entre outros –, juntamente com a diretora Eliane Marques, e coordenadoria da unidade.
Após o ato da entrega, ambas as turmas puderam se socializar com um café da manhã no sítio da “Dona Estela”, moradora local, onde ouviram relatos da mesma sobre a vida no campo e também uma poesia, de autoria própria.
Os alunos na ocasião se demonstraram muito satisfeitos com a entrega e visita no assentamento, e ressaltaram que irão continuar com o Programa, e que pretendem voltar com mais contribuições para a escola.
A diretora Eliane Marques destacou sobre a ação do SESI: “Estamos muito contentes com a contribuição do SESI de Três Lagoas para a Escola São Joaquim, pois sem dúvida será de grande serventia para o dia-a-dia dos alunos, principalmente para o aperfeiçoamento da leitura e ampliação do conhecimento no âmbito literário. Agradeço, também em nome da coordenadoria, e principalmente dos alunos por todo empenho dedicado”.
Por: Assessoria de Comunicação.
Selvíria
Polícia Civil de Mato Grosso do Sul conclui que morte em Selvíria foi suicídio, e não feminicídio
A Delegacia de Polícia de Selvíria (MS) informou, por meio de nota oficial, que o caso inicialmente investigado como possível feminicídio foi reclassificado como suicídio após a conclusão das diligências.
De acordo com a investigação, os depoimentos colhidos e o laudo necroscópico indicam que a vítima teria empurrado a faca contra o próprio peito. Segundo a autoridade policial, a lâmina não estava totalmente cravada — característica considerada compatível com casos de autoferimento —, diferentemente do que normalmente ocorre em homicídios ou feminicídios. A angulação do golpe também reforça a hipótese de lesão autoprovocada.
O depoimento do filho da vítima, responsável pelo socorro, corroborou a conclusão dos investigadores. Ele relatou que a mãe enfrentava um tratamento contra câncer e teria manifestado anteriormente a intenção de tirar a própria vida. Conforme apurado, não havia registros de violência envolvendo o casal, e o interrogatório do então suspeito seguiu a mesma linha dos demais elementos coletados.
Diante das evidências, a autoridade policial determinou a exclusão da classificação inicial de feminicídio. Todos os laudos — necroscópico e de local de crime — foram anexados aos autos para os registros finais.
Com isso, a Polícia Civil declarou encerrada a apuração do caso, permanecendo à disposição para eventuais esclarecimentos.
Selvíria
Jovem assentada se matricula na universidade após ação da Defensoria
Maria Eduarda Soares Pereira Leal, assentada de Selvíria, é uma jovem de 18 anos cheia de sonhos… E o caminho para começar a concretizá-los está em outro Estado, mas a apenas 15 quilômetros: em Ilha Solteira/SP. Na cidade paulista, ela cursa o 1º bimestre do bacharelado em Engenharia Agronômica, algo conquistado com uma forcinha dada pela Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul.
Leal, após ter sido aprovada no vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), estava impedida de se matricular por causa de uma burocracia. Isso porque só iria concluir o 3º ano do ensino médio em dezembro de 2025 e a escola estadual onde estudava se negava a fornecer antecipadamente o certificado de conclusão da educação básica.
Assistida por Stephany Oliveira Giardini Fonseca, defensora substituta em Três Lagoas, a caloura conseguiu obter na Justiça de 1º Grau a tutela de urgência. Como resultado, a escola foi obrigada judicialmente a emitir o certificado e a jovem pôde, então, matricular-se na universidade. Fonseca, feliz com o resultado do processo, pontua que Leal “será a 1ª a conseguir essa grande conquista [formar-se num curso superior], capaz de mudar a realidade de um núcleo familiar para sempre”.
“Sempre foi um sonho meu entrar em uma universidade pública… Eu tinha 48 horas para fazer minha matrícula e o trabalho da defensora foi muito bem-feito! Nunca vou ser capaz de agradecer à altura”, emociona-se a futura engenheira.
Sobre nós
Há 43 anos, a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul acolhe, orienta, faz educação em direitos e promove assistência jurídica integral e de graça a quem mais precisa. Estamos onde a população necessita: na comunidade, na aldeia, na rua, no Fórum… Nossa atuação é pela saúde, por moradia, proteção às mulheres, crianças e adolescentes, pessoas idosas, povos indígenas, população em situação de rua, pessoas com deficiência, comunidade LGBTQIAPN+ e demais cidadãos e cidadãs em vulnerabilidade socioeconômica
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