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Ribas do Rio Pardo

Em Ribas do Rio Pardo| Celulose provoca boom imobiliário e valor de imóveis sobe até 70%

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Bastou o maquinário que vai construir a fábrica da Suzano chegar em solo riopardense para o boom imobiliário acontecer. Alugueis triplicaram e falta até terreno para quem quer investir. A valorização está calculada em até 70% o que alegra corretores, mas também traz preocupação. Com a vinda da fábrica de celulose, adeus cidade pacata de Ribas do Rio Pardo.

Agente empreendedor do setor imobiliário, Marco Teixeira tem 66 anos de vida, 38 deles passados no município. Advogado, ele já mexe há anos com o setor e viu terreno que ninguém tinha interesse em comprar saltar de R$ 30 mil para R$ 70 mil, isso de bairros mais afastados, porque na avenida principal, chamada Aureliano Moura Brandão, lote que custava R$ 400 mil subiu para pelo menos R$ 1,5 milhão. Os valores se referem a terrenos de 12×30.

“Aluguel sobrou, triplicou. Isso desde quando eles anunciaram efetivamente. Quando máquina chegou aqui, aí que subiu mesmo”, diz Marco Teixeira.

Terrenos, aluguel, venda, tudo vem subindo na cidade desde o anúncio da instalação da Suzano. (Foto: Arquivo/Suzano)

Terrenos, aluguel, venda, tudo vem subindo na cidade desde o anúncio da instalação da Suzano. (Foto: Arquivo/Suzano)

O aumento de pessoas já é sentido, tanto de gente que foi para trabalhar na construção da fábrica quanto quem já chegou para investir. “Até março estava parado, se falava do negócio, mas não tinha começado ainda. Agora está todo mundo alugando, comprando. Não existe mais salão para alugar. Houve um incremento aí de 70%, explica o agente.

Corretor na Livre Linto Imóveis, Linto Vilmar Ferreira, de 63 anos, é nascido e criado na região. No dia a dia da imobiliária sentiu aumento de pelo menos 50% nos valores. “Estou no mercado há aproximadamente 30 anos, desde que vem comentando a vinda dessa fábrica, os investidores já começaram a chegar”, conta.

E é gente de todo todo País. O corretor chegou a mostrar imóveis para empreendedores de Alagoas, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná. “Já vieram, compraram e vai sair muito imóvel ainda tanto para alugar quanto para vender”, diz.

Para a cidade, Linto diz que financeiramente isso é ótimo, mas ele como morador vê o fim da cidade pacata. “Vai gerar emprego, vai? Mas aqui era uma cidade pacata que vai mudar totalmente o padrão de vida. A situação financeira vai melhorar, os imóveis já estão valorizando, vai ter muito emprego, mas em contrapartida como vai ficar o pessoal que mora e trabalha, o salário deles vai subir também?” questiona.

O corretor fala que terrenos que antes não despertavam interesse algum agora tem uma correria de investidores para a compra. “Tem a expectativa de sair um loteamento muito grande, as novas empresas estão chegando e procurando terras em Ribas. Vim até Campo Grande para agilizar novos empreendimentos, pleitear reuniões”, resume Linto.

Um exemplo da correria é que a cidade, que conta com 24.966 mil habitantes, e que não tinha nenhuma cozinha industrial agora se prepara para receber a instalação de pelo menos cinco.

Previsão é de que a fábrica seja ativada até 2024. (Foto: Arquivo/Suzano)

Previsão é de que a fábrica seja ativada até 2024. (Foto: Arquivo/Suzano)

Fábrica – O anúncio oficial da vinda da Suzano, uma das principais indústrias do ramo da celulose no mundo, para a cidade de Ribas do Rio Pardo, distante 100 quilômetros da Capital, aconteceu no dia 12 de maio e concretizou de fato o boom imobiliário que a cidade já vinha passando.

A unidade deve ter capacidade de produzir 2,3 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, sendo previsto que a fábrica deve ser ativada até março de 2024. O investimento na indústria chega a marca de 14,7 bilhões.

Batizada de ‘projeto Cerrado’ pela empresa, o empreendimento vai ampliar em até 20% a atual capacidade de produção de celulose da Suzano, que é de 10,9 milhões de toneladas. A empresa também espera que a fábrica em Ribas do Rio Pardo seja a unidade mais competitiva da empresa – ultrapassando a unidade de Três Lagoas.

A planta de Ribas do Rio Pardo, segundo dados divulgados pela Suzano, terá capacidade para exportar aproximadamente 180 MW médios ao sistema elétrico nacional, já que ela também será uma gerada de energia renovável, podendo ainda ser a primeira do setor no Brasil a ser considerada livre de combustível fóssil.

Empregos – Durante a construção, o empreendimento deve gerar cerca de 10 mil empregos diretos no pico da obra, além de milhares de empregos indiretos em toda a região, prevê a Suzano. Quando concluída, a nova unidade deve empregar 3 mil pessoas entre colaboradores próprios e terceiros.

Por Campo Grande News

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Ribas do Rio Pardo

Em Ribas do Rio Pardo| Reforma da usina da Vetorial Siderurgia já gera impacto na economia

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O processo de reforma da planta da Vetorial Siderurgia em Ribas do Rio Pardo, cuja produção será reiniciada no segundo semestre deste ano, segue em ritmo acelerado e já provoca reflexos na economia do município. Com novos equipamentos, que agregam tecnologia de ponta, a unidade vai produzir impacto ambiental mínimo quando entrar em operação.

Os reflexos do processo de reforma da unidade já começam a ser observados pela população e pelos setores do comércio e de prestação de serviços de Ribas do Rio Pardo. Isso porque já na atual fase de revitalização estão sendo gerados 120 empregos diretos, principalmente para mecânicos, eletricistas, torneiros e operadores industriais.

Com mais trabalhadores empregados, aumenta o consumo das famílias, o município é beneficiado com a ampliação do recolhimento de tributos e fornecedores e prestadores de serviços, como a própria indústria envolvida no setor de siderurgia – fabricantes e fornecedores de peças –, ampliam o volume de vendas.

Alta tecnologia

De acordo com Mário Souza, diretor de operações da Vetorial, o processo de produção do ferro-gusa nesta usina conta com equipamentos de alta performance que garantirão elevada produtividade e rigoroso controle ambiental e de segurança de seus colaboradores.

“A usina conta ainda com geração própria de energia elétrica, condição na qual é pioneira, pois foi a primeira usina siderúrgica a implementar essa tecnologia no Brasil, na década de 1990”, ressaltou.

Além disso, continua Mário Souza, “a usina conta com moderna planta de PCI (injeção de finos de carvão pulverizado) que faz o aproveitamento de todas as partículas do carvão geradas no processo de produção, garantindo alta competitividade no mercado siderúrgico interno e externo”.

Capacidade de produção

Ocupando uma área de 11.800 metros quadrados, o alto-forno que irá entrar em operação vai produzir 237 mil toneladas/ano de ferro-gusa, prevê Luiz Nagata, presidente da Vetorial, ao lembrar que estão sendo investidos R$ 20 milhões na recuperação da capacidade de produção da planta, desativada em 2014.

Uma vez em operação, a usina deverá gerar pelo menos 180 novos postos de trabalho, além de produzir fortes impactos na cadeia produtiva, em particular na silvicultura e carbonização, com a possibilidade de um fator multiplicador de empregos por volta de 5 para cada 1 emprego direto.

Por Assessoria de Imprensa da Vetorial Siderurgia e Vetria Mineradora

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Brasilândia

Reinaldo Azambuja retoma Governo Presente com prefeitos de Brasilândia e Ribas do Rio Pardo

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Ao dar sequência nos atendimentos do programa “Governo Presente e Municipalista”, o governador Reinaldo Azambuja e os secretários Sérgio de Paula (Casa Civil) e Eduardo Riedel (Infraestrutura) se reuniram nesta segunda-feira (24), na governadoria, com os prefeitos de Brasilândia e Ribas do Rio Pardo, Dr. Antônio e João Alfredo, respectivamente. Nos encontros, os gestores alinharam projetos de desenvolvimento para as duas cidades sul-mato-grossenses.

Dr. Antônio

De Brasilândia, o prefeito Dr. Antônio comemorou obras realizadas no município, como a pavimentação da MS-395, na ligação com Bataguassu, e pediu a execução de novos projetos de infraestrutura. “Pedimos a pavimentação e drenagem para os bairros José Arara e Juvenal Uchoa. Além disso, o governador falou para nós darmos prosseguimento no programa Lote Urbanizado, para termos mais moradias”, destacou.

Já o gestor de Ribas, João Alfredo Danieze, tratou de mais investimentos para a Saúde. “Solicitamos algumas emergências por causa do anúncio da fábrica de celulose na cidade. Nossa preocupação é a ampliação do hospital municipal, assim como a imunização (contra a covid-19) da população de Ribas, diante do grande número de trabalhadores de várias partes do País que estão vindo para nossa cidade”, contou o prefeito.

João Alfredo Danieze

Neste mês, a indústria Suzano anunciou ao mercado que vai instalar em Ribas do Rio Pardo a maior fábrica de celulose do mundo, com R$ 14,7 bilhões de investimento e geração de 10 mil empregos diretos durante a construção da unidade, que deve começar a operar em 2024. “O PIB de Ribas vai triplicar. A economia vai dar uma guinada. Isso (investimentos na saúde) é importante para o município”, completou o prefeito.

Os dois prefeitos destacaram a gestão municipalista de Reinaldo Azambuja, que entrega investimentos nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. “Tudo ocorre nos municípios. A base é o município. Então, essa visão é uma coisa muito boa”, disse Dr. Antônio. “Iniciativa louvável. As pessoas moram no município, na  rua e no número. Por termos um governo que pensa dessa forma temos que louvar”, emendou João Alfredo.

Nos últimos seis anos e meio, o Governo do Estado aplicou R$ 52 milhões em Brasilândia e R$ 105 milhões em Ribas do Rio Pardo, nos setores de infraestrutura, saneamento e habitação.

“As reuniões com os prefeitos de Brasilândia e Ribas do Rio Pardo mostraram o perfil municipalista do nosso modo de governar, assim efeitos imediatos do planejamento. São municípios de muita força para o desenvolvimento do nosso Estado. E assim seguimos com o Governo Presente e Municipalista, fazendo os alinhamentos necessários para encontrarmos as melhores soluções de cada localidade e assim as ações mais assertivas”, afirmou o secretário Eduardo Riedel.

Governo Presente e Municipalista

Lançado em março de 2020 contemplando os 79 municípios de Mato Grosso do Sul com investimentos de R$ 4,2 bilhões até 2022, o “Governo Presente” avançou com as entregas de obras em pouco mais de um ano. Agora, o programa volta a atender os municípios para acompanhar o andamento das obras e pactuar novas prioridades.

Na etapa de 2021 do programa já foram atendidos 33 prefeitos das regiões Sudoeste, Fronteira, Conesul e Vale do Ivinhema.

Bruno Chaves, Subcom
Fotos: Chico Ribeiro

Fonte: Governo MS

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