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Mato Grosso do Sul

Em Juti e Amambai, Governo de MS lança obra da MS-289 e entrega obras de educação e infrastrutura

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Com atuação municipalista, o Governo de Mato Grosso do Sul mantém investimentos em todos os municípios contribuindo para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida da população. O governador Eduardo Riedel cumpriu agenda de trabalho em Amambai e Juti, no domingo (14), onde formalizou e entregou obras.

Governador na MS-289

Na MS-289, que liga os municípios de Amambai e Juti, foi assinada a homologação da licitação da obra de implantação e pavimentação de 32 quilômetros da rodovia, com investimentos de R$ 104,7 milhões.

A implantação e pavimentação da MS-289, no trecho entre os dois municípios é uma demanda antiga e importante para o desenvolvimento da região, com o objetivo de melhorar a infraestrutura, segurança e economia local. A rodovia MS-289, no trecho que liga a MS-156, em Amambai, a BR-163, passando por Juti, é uma obra estratégica para a logística, integração regional e fortalecimento econômico. A região é dotada de propriedades rurais, assentamentos e comunidades indígenas.

“No município de Amambai, na divisa com Juti, lançamos a obra MS-289, que é uma estrada importante, eixo de desenvolvimento. A rodovia liga Juti a Amambai, passa pelo trecho da MS-180, e no início do ano que vem, vamos lançar a restauração da MS-180 entre a rotatória até o município de Iguatemi. A gente ficou feliz de ver a empresa responsável pela obra, iniciando os trabalhos e vai ajudar muito o desenvolvimento dessa região entre Juti e Amambai”, afirmou Riedel.

Governador cumprimenta prefeito de Amambai, Sérgio barbosa

Em Juti, o governador fez a supervisão técnica da obra de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais em diversas ruas do município. Com investimentos públicos de R$ 9,3 milhões, o asfalto chegou a diversas ruas de Juti, município que completa 38 anos neste domingo (14).

“Tivemos uma série de inaugurações em Juti, chegando a 100% de pavimentação asfáltica e em 60 dias o esgotamento sanitário estará universalizado com 97% de cobertura. Fico muito feliz, uma cidade que saiu do zero, universalizando esgotamento, praticamente toda pavimentada. Vamos dar sequência nos investimentos aqui para que isso ocorra. Inauguramos a reestruturação da escola 31 de Março, que atende 750 alunos. É uma escola fantástica, completamente nova, a única estadual aqui de Juti, atendendo e servindo de polo de crescimento, desenvolvimento para toda a sociedade”, afirmou Riedel.

Também foram entregues as obras de reforma geral e ampliação da Escola Estadual 31 de Março, além da construção de uma ponte em concreto sobre o Rio Saiju e três pontes em concreto armado sobre os rios Laranjaí e Moroti – com mais de R$ 4,4 milhões. O Governo do Estado investe na substituição de pontes de madeira por concreto em estradas vicinais, com o objetivo de melhorar os acessos de moradores das áreas rurais e ainda garantir o escoamento da produção agropecuária em todas as regiões de MS.

Escola 31 de Março reformada em Juti

A estrutura da Escola Estadual 31 de Março é a única unidade da Rede Estadual de Ensino no município e foi totalmente revitalizada – com recursos de R$ 6,6 milhões – para oferecer mais conforto, segurança e qualidade de ensino aos 631 estudantes matriculados em turmas que vão do 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio, com a oferta de turmas parciais (meio período) e integral.

Ainda em Amambai o governador também esteve na casa de Berenilza Paim, 49 anos, beneficiada pelo programa ‘Lote Urbanizado’, idealizado pela Agehab (Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul), com construção da residência de alvenaria. “Já tem um ano que moro nesta casa, antes era de madeira, lona. Mas agora eu tenho uma casa bonita, que me protege do frio e da chuva. Estou muito feliz”, afirmou Berenilza.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Frio intenso provoca morte de 74 bovinos em fazendas da região de Nova Andradina

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A forte onda de frio que atingiu Nova Andradina nos últimos dias provocou a morte de 74 bovinos em propriedades rurais da região. A confirmação foi feita pela Iagro por meio de boletim divulgado nesta terça-feira (12).

Segundo o órgão, os casos ocorreram em quatro fazendas e estão associados à hipotermia, condição causada pela exposição prolongada às baixas temperaturas. Bezerros e animais debilitados estão entre os mais vulneráveis, especialmente quando não possuem abrigo adequado contra frio, vento e chuva.

A mortalidade de bovinos durante o inverno já é considerada um problema recorrente em Mato Grosso do Sul. Dados anteriores apontam que, em 2023, mais de 2,7 mil animais morreram devido ao frio intenso no estado. Em 2024, aproximadamente 540 bovinos também foram vítimas das baixas temperaturas.

Diante do atual cenário climático, a Iagro reforçou orientações aos produtores rurais para reduzir os riscos ao rebanho. Entre as recomendações estão o reforço alimentar com suplementação adequada e a disponibilização de áreas protegidas para minimizar os impactos das mudanças bruscas de temperatura.

O órgão alerta ainda que fatores como raça, idade, condição corporal e exposição ao vento influenciam diretamente na resistência dos animais ao frio. Em casos de mortes acima do esperado, os pecuaristas devem comunicar imediatamente o serviço veterinário oficial para realização de vistoria técnica e regularização da baixa dos animais.

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Mato Grosso do Sul

Atvos anuncia investimento bilionário em etanol de milho em Nova Alvorada do Sul e amplia aposta no MS

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A Atvos anunciou um investimento bilionário na construção de uma nova planta de etanol de milho anexa à Usina Santa Luzia, em Nova Alvorada do Sul. O projeto reforça a expansão do setor sucroenergético em Mato Grosso do Sul e coloca a empresa entre as gigantes que passaram a apostar no milho como alternativa estratégica para ampliar a produção de biocombustíveis no Brasil.

Segundo o CEO da companhia, Bruno Serapião, o investimento ultrapassa R$ 1 bilhão e a nova unidade deverá entrar em operação em 2028. A planta terá capacidade para processar 642 mil toneladas de milho por ano, produzindo cerca de 273 milhões de litros de etanol, além de 183 mil toneladas de DDG (grãos secos de destilaria) e 13 mil toneladas de óleo de milho anualmente.

A escolha da Usina Santa Luzia ocorreu por se tratar da maior unidade da empresa, com elevada disponibilidade de biomassa proveniente do bagaço da cana-de-açúcar, utilizada para geração de energia. A integração entre a produção de etanol de cana e milho deve reduzir custos industriais e diminuir a pegada de carbono da operação.

De acordo com a Atvos, a combinação das duas matrizes produtivas poderá gerar uma redução superior a 10% no custo final de produção do etanol. Outro fator decisivo foi a localização estratégica da unidade, já que muitos fornecedores da empresa também cultivam milho e atuam na pecuária, criando demanda natural para o DDG produzido.

A expectativa é de que grande parte da nova produção abasteça o mercado do Centro-Oeste, região onde o consumo de etanol cresce acima da média nacional. Com isso, parte da produção de etanol de cana poderá ser direcionada para exportação.

A empresa também aposta no avanço da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para até 35%, prevista na Lei do Combustível do Futuro. Atualmente, a Atvos já exporta etanol industrial para o Japão e observa crescente interesse internacional de países como Indonésia, Filipinas e Índia por combustíveis com baixa emissão de carbono.

Além da planta de etanol de milho, a companhia também investe na construção de uma unidade de biometano na mesma usina, com aporte estimado em R$ 350 milhões e previsão de conclusão em 2027.

Os novos investimentos marcam uma nova fase da empresa, que nos últimos anos passou por recuperação judicial e reestruturação financeira. Segundo a companhia, a alavancagem caiu de 1,4 vez em 2023 para 1,3 vez em dezembro de 2025, permitindo agora direcionar recursos para expansão e modernização.

Nos últimos três anos, a Atvos ampliou sua moagem de cana de 22 milhões para 27 milhões de toneladas por safra, mantendo cerca de 500 mil hectares de área fornecedora para suas oito usinas. A meta da empresa é atingir 30 milhões de toneladas processadas nos próximos ciclos.

Entre os investimentos realizados no campo estão tecnologias de agricultura de precisão, conectividade 4G, uso de drones na aplicação de insumos e desenvolvimento de variedades mais resistentes à estiagem. Na safra passada, a produtividade média da companhia alcançou 73 toneladas por hectare, próximo da média do Centro-Sul do país.

SOBRE ATVOS

Atvos é uma empresa brasileira do setor sucroenergético e uma das maiores produtoras de biocombustíveis do país. Fundada em 2007 e sediada em São Paulo, atua na produção de etanol, açúcar VHP e energia elétrica a partir da biomassa da cana-de-açúcar, com foco em soluções de baixa emissão de carbono para a transição energética.

Principais fatos

  • Fundação: 2007

  • Sede: São Paulo (SP), Brasil

  • Unidades: 8 usinas agroindustriais em 4 estados

  • Funcionários: cerca de 11 mil

  • Capacidade anual: 3,3 bilhões de litros de etanol e 4,2 mil GWh de energia limpa

Operações e produtos

A empresa transforma cana-de-açúcar em três produtos estratégicos: etanol hidratado e anidro (usado como biocombustível), açúcar VHP (para exportação e refino) e energia elétrica cogenerada a partir do bagaço e da palha. Essa energia renovável é suficiente para abastecer mais de 18 milhões de pessoas. Além disso, a Atvos é uma das principais emissoras de Créditos de Descarbonização (CBIOs) do programa RenovaBio, com capacidade superior a 4 milhões de créditos por safra .

Presença e sustentabilidade

Com unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, a Atvos integra agricultura e indústria de forma circular, aproveitando integralmente resíduos como torta de filtro e vinhaça. A empresa é signatária do Pacto Global das Nações Unidas desde 2016, comprometendo-se com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) .

Estratégia e inovação

Desde 2024, a companhia vem expandindo práticas de agricultura regenerativa e digitalização industrial. Investe em projetos de biometano e etanol de milho para diversificar o portfólio e reduzir ainda mais sua pegada de carbono. Sua plataforma digital de gestão integra inteligência artificial e dados em tempo real para otimizar produtividade e sustentabilidade .

Relevância

Controlada pela Mubadala Capital, a Atvos consolidou-se como um dos maiores agentes da transição energética no Brasil, conectando inovação tecnológica, eficiência agrícola e compromisso ambiental em larga escala.

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