Economia
Dólar cai para R$ 5,19, mas sobe 1,53% na semana
Num dia de alívio no mercado internacional, o dólar caiu para abaixo de R$ 5,20. A bolsa de valores subiu pela segunda vez consecutiva.
O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (19) vendido a R$ 5,199, com recuo de R$ 0,044 (-0,96%). A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 5,27 pouco depois das 9h, ainda sob a tensão dos ataques israelenses a instalações militares iranianas. Após a abertura dos mercados norte-americanos, no entanto, a moeda inverteu o movimento. Na mínima do dia, por volta das 15h30, chegou a R$ 5,18.
Apesar do recuo desta sexta, o dólar fechou a semana com alta de 1,53%. A divisa acumula valorização de 3,67% em abril e de 7,13% em 2024.
No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo alívio. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.124 pontos, com alta de 0,75%. Mesmo com as altas de ontem (18) e de hoje, o indicador caiu 0,65% na semana.
No mercado externo, o dólar passou a cair num momento de ajuste internacional, em que investidores aproveitam ganhos recentes para venderem a moeda e embolsarem os lucros. O esvaziamento das tensões no Oriente Médio, após a constatação de que o ataque de Israel provocou danos mínimos à infraestrutura iraniana, ajudou a amenizar o clima no cenário global.
Nas últimas semanas, a divulgação de dados que mostram o aquecimento da economia norte-americana tem provocado tensões no mercado. No entanto, a ausência de novos indicadores econômicos nos Estados Unidos ajudou a dissipar a turbulência nesta sexta-feira.
* Agência Brasil com informações da Reuters
Economia
IR zero para quem ganha até R$ 5 mil já aparece no contracheque de fevereiro
Os efeitos da nova tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) já começaram a ser sentidos pelos trabalhadores brasileiros. Desde janeiro de 2026, quem recebe até R$ 5 mil brutos por mês está totalmente isento do Imposto de Renda, com reflexo direto nos salários pagos a partir deste mês de fevereiro.
A medida, segundo o Ministério da Fazenda, deve beneficiar cerca de 16 milhões de pessoas em todo o país. Para quem ganha entre R$ 5.001 e R$ 7.350, a cobrança do imposto passa a ser feita de forma gradual, com redução no valor retido na fonte.
Entre os beneficiados está o pedreiro Genival Gil, de 49 anos, morador do Paranoá, no Distrito Federal. Com salário de aproximadamente R$ 2,7 mil, ele aguarda o próximo contracheque para confirmar o valor que deixará de ser descontado. “Vai ajudar a pagar umas contas a mais da casa”, afirma.
A isenção vale para trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS ou de regimes próprios, incluindo também o 13º salário.
Para o jardineiro Arnaldo Manoel Nunes, de 55 anos, que recebe o piso da categoria, R$ 2.574, a medida traz alívio ao orçamento doméstico. “Mal dá para se manter. Vou usar esse dinheiro para pagar água e luz, que estão um absurdo”, relata.
Apesar do impacto positivo, muitos trabalhadores ainda desconhecem a mudança. A atendente de farmácia Renata Correa, que recebe R$ 1.620, ficou surpresa ao saber que não terá mais desconto de IR. “Vou guardar esse dinheiro para emergências ou para o fim do ano”, disse.
Segundo o conselheiro do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Adriano Marrocos, os descontos ou a ausência deles serão aplicados automaticamente. “Quem tem carteira assinada não precisa se preocupar. Os cálculos são feitos diretamente na folha de pagamento”, explica.
A cozinheira Elisabete Silva Ribeiro dos Santos, de 48 anos, afirma que só soube da isenção por meio da imprensa. “Eu acho excelente, mas vamos ver se vai valer mesmo”, comentou, destacando a falta de comunicação dos empregadores.
Para evitar dúvidas, Marrocos recomenda que as empresas informem seus funcionários. “É importante explicar que não se trata de aumento salarial, mas de redução de imposto.”
A renúncia fiscal estimada é de R$ 25,4 bilhões, que será compensada pela criação do Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), voltado às altas rendas. A nova cobrança atinge cerca de 141 mil contribuintes que recebem acima de R$ 50 mil mensais ou R$ 600 mil anuais, com alíquotas progressivas de até 10%.
Para o gerente de loja Pedro Henrique Mendonça Marques, de 23 anos, a medida representa justiça tributária. “Quem ganha menos paga menos, quem ganha mais paga mais. Essa é a lógica”, afirma.
O Ministério da Fazenda esclarece que as mudanças não alteram a declaração do Imposto de Renda de 2026, que será entregue neste ano. Os efeitos aparecerão apenas na declaração de 2027, referente aos rendimentos de 2026.
As deduções permanecem as mesmas, como gastos com dependentes, educação e o desconto simplificado. Contribuintes com mais de uma fonte de renda devem ficar atentos, pois poderão precisar complementar o imposto na declaração anual.
A orientação é conferir atentamente o Informe de Rendimentos e os dados da declaração pré-preenchida da Receita Federal antes do envio.
Com informações agência Brasil
Economia
Mega Feirão do Nome Limpo da Recovery oferece até 99% de desconto na quitação de dívidas
De acordo com o último levantamento do Serasa, são quase R$500 bilhões em dívidas ativas atualmente, distribuídos entre 79 milhões de consumidores inadimplentes, o que significa nove meses consecutivos de alta. Boa parte dessas dívidas já estão sob a gestão de empresas especialistas em renegociação como a Recovery, empresa do Grupo Itaú e líder na compra e gestão de créditos inadimplentes no Brasil. Com isso, atualmente, a empresa é responsável pela gestão de dívidas de mais de 33 milhões de brasileiros, sendo cerca da metade decorrente de dívidas em cartão de crédito.
Para que mais brasileiros tenham a oportunidade de passar o Natal sem dívidas, a campanha Mega Feirão do Nome Limpo Recovery, que acontece de 27/11 a 12/12. Com descontos de até 99% e parcelamentos de até 48 vezes, com valor mínimo de R$ 50,00 por parcela, a ação é direcionada a clientes com dívidas que estão sob gestão da Recovery, mas que originalmente foram feitas em bancos, financeiras, varejistas e em empresas de diferentes setores.
Os interessados na renegociação devem fazer uma consulta do número do CPF pelo site https://renegocie.gruporecovery.com, pelo WhatsApp (11) 4765-8402. O time de atendimento da empresa também entrará em contato ativamente com os clientes através de atendimento telefônico.
Já na primeira quinzena da campanha, a expectativa é que milhões de clientes da Recovery possam negociar suas dívidas com mais desconto. Novas ofertas poderão ser divulgadas ao longo da campanha e, para aproveitá-las, as pessoas podem ficar atentas aos canais de comunicação da empresa.
“O Feirão é uma boa oportunidade para que as pessoas endividadas consigam colocar suas contas em dia e começar 2026 com o nome limpo. Além de condições facilitadas para que as pessoas fechem um acordo, à vista ou parcelado, a campanha oferece descontos atrativos para milhares de pessoas. A sugestão é que as pessoas aproveitem essa oportunidade, mas sem esquecer de avaliar se os acordos cabem no orçamento familiar”, aponta Camila Poltronieri Flaquer, head de Cobrança Digital da Recovery.
Sobre a Recovery
A Recovery é uma empresa do Grupo Itaú e plataforma especialista em recuperação de crédito no Brasil. Líder de mercado, a companhia possui sob sua gestão mais de R$ 144 bilhões de créditos inadimplidos e, atualmente, mais de 33 milhões de clientes com dívidas ativas em sua base. Mais informações em https://www.gruporecovery.com.
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