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Trânsito

Cresce o número de mulheres motoristas profissionais

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Em São Paulo, os números de 2021 demonstram que o público feminino representa 23% dos profissionais que trabalham na condução de veículos

 

Curitiba, abril de 2022 – Dados do Detran SP apontam que a presença feminina no trânsito aumentou no último ano em São Paulo e representa 23% do total de motoristas que trabalham na condução de veículos e que possuem essa informação em suas habilitações.

Segundo a entidade, o número de motoristas mulheres que exercem atividade remunerada cresceu 17,54% na comparação entre os anos de 2019 e 2021. O contingente de mulheres paulistas que incluíram a observação “Exerce Atividade Remunerada” (EAR) na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) passou de 1.023.237, em 2019, para 1.202.747, em 2021. O total é o maior dos últimos cinco anos.

            Essa realidade também está presente nas ruas de outros estados brasileiros. A paranaense Rosemeira Martins, 56 anos, é um exemplo. Ela transformou o transporte de passageiros no seu trabalho diário, cumprindo horário e mantendo uma rotina constante, durante toda a semana E ela não se contenta enquanto não completa o número esperado de corridas por dia e busca sempre estar na melhor categoria do aplicativo. “Comecei a trabalhar dirigindo antes mesmo do aplicativo. Após o falecimento do meu marido, há 13 anos, eu assumi os negócios, peguei o caminhão de pequeno porte e comecei a entregar produtos de alimentação em toda a cidade. Trabalhava todo dia, de segunda a sábado. No início tinha medo de dirigir, mas a necessidade me forçou a ir atrás do meu sustento e do meu trabalho”, conta.

            Após alguns anos, Rose, como é conhecida, estimulada pela irmã e com a ajuda dos filhos, decidiu transportar pessoas. “Lembro que depois da primeira corrida eu tremia muito, de nervosa. As duas primeiras passageiras foram mulheres, o que deixou a situação um pouco mais tranquila. Mas logo me acostumei; é comum ouvir dos homens que dirijo muito bem e todos se espantam quando sabem que já conduzi caminhão”, comenta.

            Outro levantamento, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), com dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), revela que o Brasil contava com 25,8 milhões de motoristas mulheres até março de 2021, o equivalente a 35% do total de CNHs válidas no país.

O diretor da Perkons, Luiz Gustavo Campos, comenta que a presença feminina no mercado de transporte de pessoas leva também a uma visão amplificada sobre a importância da segurança nas ruas e vias. Segundo ele, uma pesquisa realizada pela Abeetrans, em 2019, mostra que as mulheres aprovam mais o controle de velocidade e isso contribui para um trânsito mais seguro. “83,9% das mulheres entrevistadas, entre pedestres e condutoras, aprovam o uso de radares para controle da velocidade, diante de 74,3% do público masculino”, explica. “Isso traduz muito do que estamos vendo nesses últimos anos, com o crescimento do número de mulheres que encaram o trânsito como trabalho e buscam ter um lugar seguro para isso”, ressalta.

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Trânsito

Colisão entre carretas deixa um morto e trava trecho da BR-262 próximo ao Mutum

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Colisão entre duas carretas, na manhã desta sexta-feira (20), deixou um morto na BR-262, entre Água Clara e Ribas do Rio Pardo. O trecho está totalmente interditado para os trabalhos da polícia e bombeiros.

Conforme as primeiras informações levantadas pela reportagem do Campo Grande News, as duas carretas colidiram frontalmente próximo a entrada do Assentamento Mutum, sentido a cidade de Água Clara. Um dos veículos pegou fogo depois da colisão.

Houve um óbito no local e o outro motorista ficou preso entre as ferragens. Os veículos ficaram destruídos.

O trecho de quem segue sentido ao município de Água Clara foi totalmente interditado por causa do acidente e há registro de congestionamento. A PRF (Polícia Rodoviária Federal), Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e perícia estão no local.

Por Campo Grande News com colaboração do Rio Pardo News

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Trânsito

Maio Amarelo

Publicado

Rosildo Barcellos

   Durante todo o transcorrer do mês, o Brasil além da preocupação com o aumento de fluxo de veículos de passeio e de carga, pelo natural relaxamento do isolamento social, estará mobilizado para mais uma edição do “Maio Amarelo” – que este ano tem o lema: “Juntos Salvamos Vidas” um movimento internacional em prol da segurança viária objetivando salvar vidas nas vias e rodovias de todo o planeta. Sabedor que o trânsito tem várias vertentes, comento hoje sobre o excesso de peso, e um pouco das modificações da  lei 14071 que entrou em vigor em abril de 2021, fazendo na totalidade 57 alterações no CTB que tem alcançado e afetado diretamente a vida de motoristas e usuários do trânsito. As mudanças vão desde prazo de validade da CNH até uso dos faróis ligados e assento infantil. Neste artigo trato de uma prática corriqueira no trânsito de veículos de grande porte, notadamente nas rodovias. São inúmeras as vezes que encontramos e constatamos esta conduta pelos transportadores e embarcadores por todo este nosso rincão. Fato que exige uma ação sempre austera do Estado, haja vista que não considero falta de conscientização, mas da imposição da lógica do maior lucro e a qualquer custo, ainda em especial, a custo dos interesses difusos e coletivos que são por vezes mais difíceis de serem detectados e de desencadearem reações por parte da sociedade.

   Para termos uma ideia, no caso de um veículo com carga além do especificado para aquele automotor, um excesso médio de 10% de peso por eixo reduz em até 38% a vida útil projetada para aquele pavimento. Infelizmente a infração administrativa exposta no Art 237 do Código de Trânsito Brasileiro parece não ser um óbice para o fluente trânsito de veículos com excesso de peso. Além disso, o excesso de carga frequentemente é acompanhado de perdas parciais ao logo do trajeto, como areia, pedriscos, produtos químicos sólidos e a granel, posto que, estão acondicionadas em volumes superiores a capacidade das carrocerias, acelerando sobremaneira o processo de deterioração do pavimento, pela ação abrasiva, atacando o asfalto e acelerando sua depreciação.

   Por outro lado, o Exame Toxicológico voltou a ser notícia, apesar disso, não é um assunto novo. Este exame é exigido desde 2015, para todo motorista que mantém ou pretende obter a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nas categorias: C, D ou E. O Artigo 165B do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece multa de R$ 1.467,35 em caso de fiscalização em flagrante, ficando sujeito ainda à retenção do veículo até apresentação de novo condutor com exame em dia e devidamente habilitado, e suspensão por 90 dias do direito de dirigir.

   O parágrafo único desse mesmo artigo estabelece a necessidade de os condutores das três categorias profissionais que exercem atividade remunerada fazerem o exame a cada dois anos e seis meses. Hoje, o Brasil tem em torno de 10 milhões de motoristas profissionais C, D e E. Aproveito para esclarecer que depois que a droga é consumida, a corrente sanguínea, a oleosidade da pele e a transpiração são responsáveis por levar as substâncias e depositá-las na queratina. Conforme o cabelo cresce, as substâncias se incorporam no córtex capilar e se fixam.

   Em, aproximadamente, 6 dias o cabelo consegue sair da raiz e surgir no couro cabeludo. Assim, esse novo fio, já vem incorporado com as substâncias ilícitas. Se o consumo for contínuo, conforme o cabelo vai crescendo, mais fixas ao cabelo ficam os componentes das drogas. Inclusive, é por conta disso, que é possível medir o nível de consumo no exame toxicológico. Uma amostra de três centímetros de cabelo consegue detectar drogas consumidas nos últimos três meses (90 dias). Quando essa análise é feita com pelos do corpo ou, até mesmo, raspas da unha, detecta os elementos entorpecentes consumidas nos últimos seis meses (180 dias).

   O exame toxicológico, quando realizado para emissão ou renovação da CNH e para análises do Ministério do Trabalho, procura algumas substâncias específicas. São elas: Anfetamina, estimulante da atividade do sistema nervoso central; Cocaína e derivados, como o crack; Codeína;Ecstasy, (MDMA, MDA, MDE); Maconha, skunk e haxixe; assim como metanfetaminas, (meth, ice e speed); Heroína e Morfina. Lembrando que, o Exame Toxicológico deve ser realizado por motoristas com menos de 70 anos, a cada 2 anos e 6 meses, e também para obtenção ou renovação da CNH. No caso de motoristas com 70 anos ou mais, o toxicológico será realizado no ato de renovação da carteira, e a cada 3 anos.  Não podemos esquecer que é ainda mais preocupante ocorrer um acidente grave, posto que ainda temos escassez de leitos hospitalares em função da COVID 19 e suas variantes. Por isso reduzir acidentes é questão de ordem!

*Articulista

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