Saúde
Campanha Lenço Solidário é lançada em apoio a pacientes com câncer em MS
No mês de outubro, dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, a Campanha Lenço Solidário do Grupo Pereira ganha destaque no estado de Mato Grosso do Sul. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) revelam que o câncer de mama é o mais incidente no Brasil e também a principal causa de mortalidade por câncer entre mulheres. Para o triênio de 2023 a 2025, são estimados anualmente 73.610 novos casos de câncer de mama, correspondendo a um risco de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres, conforme a publicação “Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil”.
A campanha, que se estende além do câncer de mama, arrecada lenços, bandanas, toucas, bonés, boinas, chapéus e turbantes para homens e mulheres em tratamento oncológico. Criada em 2014 pela rede de supermercados Comper, a iniciativa passou a contar também com a participação do Fort Atacadista nesta edição.
A ação foi lançada em 4 de outubro, no Comper Itanhangá, em Campo Grande, e será encerrada no dia 31 de outubro, no mesmo local, com a entrega dos itens arrecadados às instituições beneficiadas. Participam da campanha sete lojas da rede Comper e três unidades do Fort Atacadista, localizadas em Campo Grande e Dourados. Os pontos de arrecadação incluem as lojas Comper Itanhangá, Jardim dos Estados, Ypê Center, Tamandaré, Brilhante, Spipe Calarge e Dourados, além das unidades Fort Atacadista Três Barras, Norte Sul Plaza e Tiradentes, totalizando dez pontos de arrecadação em Campo Grande e Dourados.
As doações feitas na loja Comper de Dourados serão destinadas exclusivamente ao Hospital de Amor da cidade. Nas demais unidades, os itens arrecadados serão distribuídos entre a Associação Lenços de Luz, a Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC) e a Associação Brasileira de Assistência às Pessoas com Câncer (ABRAPEC), todas atuantes em Campo Grande.
A origem da Campanha Lenço Solidário remonta à história de Rosa Mavignier, idealizadora do projeto. Após ser diagnosticada com câncer no útero e iniciar o tratamento com quimioterapia, Rosa enfrentou o impacto emocional da perda dos cabelos. Segundo sua filha, Ana Paula Mavignier, a família se mobilizou após uma amiga, Marluci, colocar um lenço na cabeça em solidariedade. O gesto foi compartilhado nas redes sociais e, rapidamente, começaram a chegar doações de diversas partes do país. A partir desse movimento espontâneo, Rosa passou a distribuir os lenços recebidos a outros pacientes. Ela faleceu em 2016, aos 66 anos, após três anos de tratamento. “Agradeço ao Comper por continuar o legado da minha mãe, ajudando tantas pessoas”, afirma Ana Paula.
A gerente nacional de relacionamento do Grupo Pereira, Fernanda Bardauil, afirma que a campanha representa um gesto de empatia e acolhimento. “A doação de um lenço é um ato simbólico, mas com grande impacto emocional. Ele transmite carinho, respeito e solidariedade a quem está enfrentando o tratamento”, disse.
Perfil das instituições beneficiárias da campanha
A Associação Brasileira de Assistência às Pessoas com Câncer (ABRAPEC) oferece suporte socioeconômico, reabilitação física-emocional e jurídico a pessoas em tratamento de câncer em situação de vulnerabilidade social, além de atendimento aos familiares e cuidadores. Para mais informações, acesse o site oficial da ABRAPEC ou siga o Instagram da instituição.
A Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC) é uma entidade filantrópica composta por voluntárias que assistem gratuitamente pacientes com câncer e seus familiares, promovendo ações de prevenção e conscientização sobre a doença na comunidade. Detalhes estão disponíveis no site e Instagram da RFCC.
A Associação Lenços de Luz é um projeto social que arrecada e distribui lenços e acessórios, oferecendo conforto emocional e apoio à autoestima de pacientes oncológicos. Informações sobre a instituição podem ser obtidas em seu Instagram.
Por fim, o Instituto de Prevenção de Câncer de mama e colo de útero do Hospital de Amor em Dourados conta com unidade fixa e móvel para a realização de exames preventivos relacionados aos cânceres de mama e colo uterino, com atendimento 100% gratuito pelo SUS. Tem previsão de inauguração de uma sede própria onde realizarão rastreio precoce para câncer de mama e colo de útero, incluindo diagnóstico por imagem, cirurgias e tratamento a pacientes de Dourados e municípios da região. Site: hospitaldeamor.com.br/dourados
Serviço:
Campanha Lenço Solidário 2025

Arrecadação de lenços, turbantes, toucas, bonés, boinas e chapéus para pacientes em tratamento oncológico
Período: durante todo o mês de outubro
Onde doar – Campo Grande:
– Comper Itanhangá
– Comper Jardim dos Estados
– Comper Ypê Center
– Comper Tamandaré
– Comper Brilhante
– Comper Spipe Calarge
– Fort Atacadista Três Barras
– Fort Atacadista Norte Sul Plaza
– Fort Atacadista Tiradentes
Onde doar – Dourados:
– Comper Dourados
Instituições beneficiadas:
– Hospital de Amor Dourados (recebe doações feitas em Dourados)
– Associação Lenços de Luz
– Rede Feminina de Combate ao Câncer
– ABRAPEC (Associação Brasileira de Assistência às Pessoas com Câncer)
Sobre o Grupo Pereira
Fundado em 1962, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o Grupo Pereira completa 63 anos de história em 2025. Atualmente, conta com 22 mil funcionários nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.
O Grupo Pereira tem 174 unidades de negócio, incluindo 31 lojas da rede de supermercados Comper, 69 lojas do Fort Atacadista (atacarejo), 7 lojas Schmit, 18 unidades do restaurante Trudy’s e uma steakhouse, 3 filiais do Atacado Bate Forte (atacadista de distribuição), 27 lojas SempreFort (varejo farmacêutico), um Broker – distribuidor oficial da Nestlé -, 5 agências de viagens, 2 postos de combustível e um Centro de Distribuição. Além disso, o Grupo Pereira completa seu ecossistema de soluções ao incluir o braço logístico Perlog e os serviços financeiros do Vuon, que inclui o private label Vuon Card, com mais de 1,5 milhão de cartões emitidos, além de gift cards, seguros e assistência odontológica.
O Grupo Pereira é o primeiro varejista brasileiro a ser contemplado com o selo CAFE (Certified Age Friendly Employer), concedido pelo norte-americano Age Friendly Institute a empresas que promovem a contratação e retenção de funcionários 50+.
Com a missão de oferecer uma experiência de compra positiva por meio da excelência no relacionamento com clientes, fornecedores e funcionários, o Grupo Pereira também contribui para a sociedade por meio de diferentes programas socioambientais.
Saúde
Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão: condição silenciosa atinge cerca de 28% dos brasileiros
Especialista reforça a importância do acompanhamento médico e de hábitos saudáveis para diminuir riscos e complicações da doença
Silenciosa e muitas vezes assintomática, a hipertensão arterial atinge cerca de 28% da população brasileira adulta, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento contínuo dos pacientes.
Doença silenciosa
Caracterizada pela elevação persistente da pressão arterial, geralmente igual ou superior a 140/90 mmHg, a hipertensão pode evoluir sem apresentar manifestações claras. Quando surgem, sinais como dor de cabeça frequente, tontura, falta de ar e alterações visuais podem indicar a necessidade de avaliação médica.
De acordo com Leonardo Abreu, médico de família e comunidade e coordenador técnico da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária à Saúde do Grupo Sabin, a hipertensão costuma evoluir de forma silenciosa, mas a ausência de sintomas não significa ausência de risco, uma vez que seus impactos são acumulativos e potencialmente graves. “Quando não tratada, pode comprometer órgãos vitais como coração, cérebro e rins”, explica.
Diagnóstico e acompanhamento
O especialista destaca que o diagnóstico deve ser feito com medições repetidas e acompanhamento ao longo do tempo. “Vale lembrar que uma única aferição acima do normal não fecha diagnóstico, mas serve como alerta. O mais importante é acompanhar esse paciente de forma contínua, para agir precocemente e reduzir riscos”, explica.
“Com um monitoramento regular e ajustes progressivos no tratamento é possível manter níveis de pressão arterial mais estáveis e reduzir significativamente o risco de eventos graves ao longo do tempo”, completa.
Nesse contexto, modelos de cuidado baseados na Medicina de Família e Comunidade (MFC) têm ganhado destaque por priorizar a prevenção, o vínculo entre médico e paciente e monitoramento regular. Iniciativas como a Amparo Saúde oferecem linhas de cuidado especializadas para grupos populacionais em, por exemplo, empresas e operadoras de saúde, que vão de pacientes com condições crônicas, como hipertensão, até pessoas saudáveis, para prevenção e cuidado integral.
Segundo o médico, a especialidade tem um papel no manejo da hipertensão por sua atuação proativa e integral, diferente de modelos reativos, que esperam o paciente chegar doente ao consultório. “Esse cuidado antecipatório é fundamental diante de uma condição silenciosa, permitindo identificar precocemente alterações e intervir antes do surgimento de complicações”, destaca Leonardo.
Além de fatores genéticos, a hipertensão está associada ao estilo de vida. Consumo excessivo de sal, sedentarismo, tabagismo, álcool e estresse estão entre os principais fatores de risco. “Pequenas mudanças na rotina já fazem diferença, mas precisam ser sustentáveis. Quando o cuidado é construído junto ao paciente, os resultados tendem a ser mais consistentes”, completa.
Saúde
Novo tratamento para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é aprovado no Brasil
• Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que inibe a ação da IL-58
• Aprovação é baseada em resultados do estudo de fase III, que demonstrou redução significativa das exacerbações moderadas e graves2
• Tratamento é indicado para pacientes com DPOC não controlada associada à inflamação tipo 22,3
• Dados também mostram redução de exacerbações que levam a hospitalizações e atendimentos de emergência2
• Subdiagnosticada, DPOC é a quinta causa de morte no Brasil9
Rio de Janeiro, abril de 2026 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou Nucala (mepolizumabe) para o tratamento de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).1 No Brasil, o medicamento já possui aprovação regulatória para outras indicações, como Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8
A aprovação da nova indicação contempla seu uso como tratamento complementar de manutenção em pacientes adultos com DPOC não controlada, caracterizada por níveis elevados de eosinófilos no sangue, apesar do uso de terapia inalatória otimizada com corticosteroide inalatório (ICS), broncodilatador de longa duração beta-agonista (LABA) e antagonista muscarínico de longa duração (LAMA)1,8,conhecida também como tripla terapia.
A decisão é baseada nos dados de estudo de fase III MATINEE, que avaliou a eficácia e segurança de mepolizumabe em uma população ampla de pacientes com DPOC e evidência de inflamação tipo 2, identificada por contagem elevada de eosinófilos. No estudo, o medicamento demonstrou redução estatisticamente significativa e clinicamente relevante na taxa de exacerbações, episódios de crises, moderadas ou graves. Além disso, foi observada redução na taxa de exacerbações que resultam em atendimentos de emergência ou hospitalizações, eventos associados à progressão da doença, piora da qualidade de vida e aumento do risco de mortalidade.2
DPOC é subdiagnosticada
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma doença inflamatória pulmonar, progressiva e heterogênea, que inclui condições como bronquite crônica e enfisema. Estima-se que mais de 390 milhões de pessoas vivam com a doença globalmente, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo.3,4 No Brasil, a doença afeta aproximadamente 15 milhões de brasileiros, sendo a quinta causa de morte no país.5,9 A doença também representa um importante desafio de saúde pública, pois estima-se que cerca de 70% das pessoas com a doença não tenham diagnóstico, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o risco de complicações.5,6
Caracterizada por sintomas respiratórios persistentes, como falta de ar, tosse e produção de muco, a DPOC decorre de alterações nas vias aéreas que levam à limitação progressiva do fluxo de ar. Embora não tenha cura, a doença pode ser tratada e controlada. O manejo adequado, que inclui farmacoterapia, reabilitação pulmonar e acompanhamento médico, pode melhorar a qualidade de vida, retardar a progressão da doença e reduzir o risco de mortalidade.3
Apesar dos avanços no tratamento, muitos pacientes continuam apresentando sintomas persistentes e crises, mesmo com o uso de terapias inalatórias combinadas. Essas exacerbações, também conhecidas como “ataques pulmonares”, representam episódios agudos de piora dos sintomas e podem levar a danos irreversíveis nos pulmões, além de aumentar o risco de hospitalização e morte.3
“A DPOC é uma doença complexa e heterogênea, e uma parcela relevante dos pacientes apresenta inflamação tipo 2, associada a maior risco de exacerbações graves. Com mepolizumabe, biológico de administração mensal, ampliamos a possibilidade de uma abordagem mais direcionada e personalizada, baseada em biomarcadores, com potencial de reduzir eventos que aceleram a progressão da doença e impactam significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Luciana Giangrande, Diretora Médica da GSK Brasil.
Mais sobre o tratamento
O mepolizumabe é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína central no processo inflamatório tipo 2. Ao inibir a ação da IL-5, o tratamento reduz os níveis de eosinófilos, contribuindo para o controle da inflamação subjacente à doença.7,8
“A aprovação de mepolizumabe para DPOC no Brasil representa um avanço importante no cuidado de pacientes que continuam passando por crises, mesmo com o uso de outras terapias. Esse marco reforça o compromisso da GSK em trazer inovações que atuem nos mecanismos da doença e contribuam para reduzir o impacto da DPOC na vida das pessoas e no sistema de saúde”, afirma Olavo Corrêa, presidente da GSK Brasil.
Sobre a DPOC
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por inflamação persistente das vias aéreas e limitação progressiva do fluxo de ar, resultando em sintomas como falta de ar, tosse crônica e produção de secreção.3
Sobre o estudo MATINEE
O MATINEE é um estudo clínico de fase III, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, que avaliou o mepolizumabe como terapia complementar em pacientes com DPOC e histórico de exacerbações, apesar do tratamento com terapia inalatória otimizada.2
O estudo incluiu pacientes com diferentes apresentações clínicas da doença, incluindo bronquite crônica, enfisema ou ambos, todos com evidência de inflamação tipo 2 caracterizada por contagem elevada de eosinófilos.2 Os participantes receberam mepolizumabe 100 mg por via subcutânea a cada quatro semanas, além do tratamento padrão, por um período de até 104 semanas.2
Sobre Nucala (mepolizumabe)
Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína-chave na inflamação tipo 2.7,8 O medicamento foi desenvolvido para o tratamento de doenças associadas a esse tipo de inflamação e já é aprovado para outras indicações, incluindo Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8
Sobre a GSK
A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Respiratória/Imunologia/Inflamatória. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.
Referências
- BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.583, de 16 de abril de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 abr. 2026. Seção 1, p. 254. Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2026.
- Sciurba F, et al. Mepolizumab to prevent exacerbations in COPD with an eosinophilic phenotype. N Engl J Med. Apr 2025;392:1710-1720. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
- Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). 2026 Gold Report. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
- Adeloye D, et al. Global, regional, and national prevalence of COPD. Lancet Respir Med. 2022; 10: 447-458.
- Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. 2025. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
- Moreira GL et al. PLATINO, a nine-year follow-up study of COPD in the city of São Paulo, Brazil: the problem of underdiagnosis. J Bras Pneumol. 2013; 40(1): 30-37.
- Maspero J, et al. Type 2 inflammation in airway diseases. ERJ Open Res. 2022; 8: 00576–2021.
- Nucala (mepolizumabe). Bula do produto
- Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. DPOC on the road [Internet]. 2025 [citado 2025 out 24]. Disponível em: Acesso em abril de 2026.
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