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Tecnologia

Axis lança câmera com fabricação própria protegida contra explosões

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O modelo PTZ, AXIS XPQ1785, chega ao mercado com analíticos para a detecção precoce de incêndios em grandes áreas

A câmera AXIS XPQ1785 é a primeira protegida contra explosões da Axis Communications fabricada internamente pela empresa sueca líder mundial em vídeo em rede. O modelo PTZ é projetado para monitorar grandes áreas e conta com certificação para o uso em zonas perigosas, como fábricas, plataformas de petróleo, indústria, e áreas com risco iminente de incêndios, como reservas florestais, em todo o mundo. O equipamento chega ao mercado com uma solução analítica de detecção de fumaça e incêndio pré-instalada, que fornece um nível adicional de segurança para a identificação precoce de incêndios, uma vantagem real em aplicações relacionadas à saúde, segurança e meio ambiente.

“Estou certo que muitas pessoas já sabiam que a Axis tinha câmeras protegidas contra explosão em seu portfólio de produtos há anos, mas uma câmera self-made deste tipo oferece inúmeras vantagens. Agora podemos otimizar o design de todos os aspectos do equipamento, desde o sistema ARTPEC no chip até a caixa à prova de explosão. Além disso, os clientes têm a tranquilidade de poder acessar todos os recursos avançados das câmeras Axis e, ao mesmo tempo, desfrutar de proteção máxima contra em situações críticas”, explica o gerente global de produtos e responsável pelas câmeras protegidas contra explosão da Axis Communications, Jesper Olavi.

A câmera fabricada em aço inoxidável (316L) possui certificações internacionais Classe I/II/III, Divisão 1 e Zona 1/21 para o uso em zonas perigosas – atendendo aos requisitos NEC, CEC, ATEX, IECEx e outros. Equipada com a solução analítica de detecção de fumaça, é possível identificar sinais de fumaça ou fogo em ambientes potencialmente inflamáveis, ajudando a proteger as pessoas e minimizar os riscos.

“O controle do design da caixa é essencial, pois permite adaptar a estrutura às características da câmera, em vez de ter que fazer o contrário. Assim, a caixa à prova de explosão nunca limitará as possibilidades de uma câmera Axis, em aspectos como campo de visão, faixa de temperatura de trabalho ou opções de conectividade. Além disso, as certificações internacionais e os números de peça exclusivos se traduzem em maior simplicidade, reduzindo os prazos de entrega, melhorando a disponibilidade em todo o mundo e oferecendo aos clientes grande flexibilidade de implantação” complementa Olavi.

Principais recursos da AXIS XPQ1785:

  • Certificações internacionais para áreas classificadas
  • Analíticos de detecção de fumaça
  • Zipstream e Lightfinder
  • HDTV 1080p e zoom óptico de 32x
  • Suporta temperaturas de -40°C a 60°C

Ultraresistente, o modelo ainda facilita o monitoramento remoto dos processos de produção, reduzindo ao mínimo as visitas profissionais a ambientes restritos e com risco de explosão. Além disso, pode usar energia CA de 110-230V, portanto, nenhuma fonte de alimentação externa é necessária. E as portas RJ45 e SFP garantem uma instalação fácil em diferentes cenários. “Com a fabricação interna das câmeras protegidas contra explosão, podemos garantir desempenho e qualidade em todos os níveis, além de integrar a cibersegurança em todas as etapas da cadeia de suprimentos. Temos total controle de todo o processo e, assim, podemos aproveitar ao máximo nossos 40 anos de experiência na área de produção”, finaliza o gerente global de produtos .

Para mais informações sobre as soluções Axis, acesse: www.axis.com

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Sobre a Axis Communications

A Axis oferece soluções de segurança inteligentes para um mundo mais seguro e eficiente. Líder de mercado no segmento de vídeo em rede, a Axis está sempre na vanguarda do setor, graças ao lançamento contínuo de produtos de rede inovadores baseados em uma plataforma aberta e ao serviço de primeira classe que oferece aos clientes por meio de sua rede parceiros internacionais. A Axis está comprometida com relacionamentos de longo prazo com seus parceiros e disponibiliza os produtos de rede mais avançados e todo o conhecimento de que precisam para comercializá-los em mercados consolidados e em novos países

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Tecnologia

Smart Home: dicas para automatizar sua casa

Publicado

Com a tecnologia cada vez mais avançada, ter uma casa automatizada e contar com os recursos disponíveis para facilitar a vida cotidiana é, sem dúvidas, uma das grandes vantagens do mundo moderno.

E, seja com lâmpadas inteligentes – que apagam e acendem mediante comando de voz – ou eletrodomésticos que funcionam à um clique, tudo isso pode estar na palma da sua mão, precisando apenas de um celular.

Se você, ainda não se rendeu aos encantos desse tipo de tecnologia, mas quer saber como funciona e quais as vantagens em ter uma casa inteligente, continue acompanhando o conteúdo, que nós vamos te explicar!

O que é smart home?

O conceito de smart home é baseado na internet das coisas e, basicamente, refere-se ao processo de conectar os objetos a uma rede na nuvem de dados e a internet, capaz de automatizar seu funcionamento.

Ele pode ser aplicado a diferentes eletrônicos da sua casa, tornando a utilização muito mais fácil e simplificada.

Como deixar sua casa mais inteligente?

Conhecer o que é smart home te deixou mais familiarizado com a ideia e você deseja automatizar sua casa e deixá-la mais inteligente? Então descubra a seguir como é possível implantar essa tecnologia no seu lar!

Escolha um ecossistema

O primeiro passo para automatizar sua casa é escolher o ecossistema no qual os gadgets – dispositivos eletrônicos portáteis – serão conectados. Essa é uma etapa indispensável, que determinará o restante do andamento do seu projeto.

Atualmente, existem três principais sistemas que podem ser utilizados:

  • Alexa: desenvolvida pela Amazon, trata-se de uma assistente virtual que permite a conectividade por comandos de voz, e possui uma ampla gama de produtos para tornar sua casa inteligente;
  • Google Nest: esse ecossistema faz parte do time Google Assistente e, assim como a opção anterior, utiliza os comandos de voz para acionar os dispositivos a ele conectados;
  • Apple HomeKit: ecossistema do grupo Apple direcionado aos usuários que utilizam os demais produtos da marca, conta com o auxílio da Siri para facilitar tarefas das mais simples às mais complexas no dia a dia.

Vale lembrar que a escolha deve ser feita com base em uma série de fatores que vão influenciar na experiência final: preços dos produtos, facilidade no uso, compatibilidade com dispositivos que você já tem, dentre outros.

Contrate uma boa internet

Ter uma boa internet que pegue até nos cantos mais remotos da casa é fundamental para que seu ecossistema de smart home funcione perfeitamente.

Portanto, a dica é contratar um plano que atenda às necessidades do seu lar de acordo com o tamanho da casa, bem como contar com a ajuda de roteadores e repetidores de sinal para garantir que nenhum cômodo fique desassistido.

Afinal, sem internet, você não poderá acionar os comandos remotamente, uma vez que a conectividade é a premissa do conceito.

Escolha um hub central

Embora os comandos possam ser acionados por dispositivos móveis – tablets e celulares – é importante definir um hub central – central de controle principal – para que todos os moradores possam acionar os dispositivos conectados sempre que necessário.

No caso dos usuários que optam pela Alexa, o sistema usado costuma ser a Echo. Já para quem escolheu o ecossistema Apple, o HomePod é o principal centro de controle. O Google Nest por sua vez, cumpre a função para os usuários Android.

Quais processos podem ser automatizados?

São muitos os itens que podem passar pela automatização na sua casa e facilitar ao máximo o seu dia a dia. Conforme mencionamos acima, a lista é extensa e vai desde tomadas inteligentes, até eletrodomésticos que podem ser acionados por comandos de voz.

Em linhas gerais, é preciso ter em mente que, basicamente tudo que vai conectado à energia elétrica pode ser automatizado. A seguir, separamos os principais pontos para iniciar sua smart home.

Iluminação

Os sistemas de iluminação costumam ser o ponto de partida para quem quer ter uma casa mais inteligente.

Isso porque, a possibilidade de apagar a acender as luzes remotamente ajuda não só a economizar energia, como também torna tudo mais fácil e prático.

Para funcionar, no entanto, devem ser instalados sensores, lâmpadas e interruptores especiais que se conectem com o ecossistema escolhido.

Segurança

Outra grande vantagem em ter um ecossistema inteligente em casa está na possibilidade de automatizar os sistemas de segurança do seu lar.

Essa automação vale tanto para câmeras de segurança, quanto para alarmes, trancas de portas e outros elementos que mantém sua casa segura, permitindo que você controle-os de onde estiver.

Entretenimento

Para quem não abre mão de um momento de relaxamento, saiba que os gadgets de casa inteligente voltados para o entretenimento estão cada vez mais sofisticados e vão desde o acionamento da televisão, por exemplo, à escolha de uma série ou opção de streaming.

No entanto, assim como no caso dos demais objetos automatizados, é preciso ter aparelhos que permitam a conectividade, ou seja, que possuam tecnologia smart.

Vale lembrar que os objetos substituídos não precisam necessariamente ser jogados fora, doados ou vendidos: é possível contar com uma solução de guarda móveis para que sejam armazenados até que se queira usá-los novamente.

Isso vale não só para eletrodomésticos, mas também para equipamentos que não esteja usando, móveis que não estejam mais de acordo com sua casa inteligente e outros pertences que não são usados frequentemente no dia a dia.

Afinal, se o objetivo é facilitar o cotidiano, nada melhor do que ganhar espaço para as novas tecnologias, sem, é claro, precisar abrir mão das antigas.

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Tecnologia

Modismos e falta de informação têm gerado muitas perdas para investidores de ações de tecnologia

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Investir com responsabilidade e estratégia, conforme sócio-fundador do Hub do Investidor, requer planejamento, estratégia e estar munido de informação especializada, sem euforia

 

Curitiba, maio de 2022 – Muita gente gosta da adrenalina dos mercados financeiros apresentada nos filmes. Na vida real, investir seu dinheiro apenas pela emoção ou pela expectativa de um determinado setor pode resultar em prejuízo. Volta e meia vemos isso acontecendo com as “vedetes” de algumas áreas, de bancos a empresas privadas que abrem capital e começam a provocar uma grande expectativa. A bola da vez, nos últimos meses, foi o mercado de tecnologia. As potentes empresas virtuais são realmente um exemplo de sucesso, mas isso não significa que suas ações vão se comportar da mesma forma.

Exemplo recente que vem frustrando não só investidores, como, também, correntistas, são as ações do Nubank, que depois da abertura de capital já despejou prejuízos de -63% nos sonhos daqueles que esperavam crescer tanto quanto o banco. No mesmo período, tristeza maior ainda para os investidores da Zoom (-84%) e da Netflix (-73%).

Segundo Ricardo Penha, sócio-fundador do Hub do Investidor, muitos estão comparando a recente correção no mercado americano à bolha.com dos anos 2000. “O índice Nasdaq perdeu US$ 9 trilhões em valor de mercado e vimos ações despencarem 70/80% de suas máximas”, comenta, complementando que a correção atingiu também nomes sólidos também, como a Amazon (-42%), Google (-28%) e Microsoft (-28%).

Penha diz que o mercado é movido por narrativas. “Recentemente vimos o Nubank ser avaliado como o banco mais valioso da América Latina, mesmo não sendo rentável ainda. Já a Netflix iria quebrar as emissoras de televisão e consolidaria o streaming no mundo. Essas narrativas fizeram com que investidores pagassem caríssimo por essas ações, a mudança de percepção sobre essas empresas é uma mudança de paradigma em que se valorizaram histórias bem contadas em power point, promessas de crescimento a qualquer custo e palavras bonitas, como sinergia, disrupção e green friendly, tudo isso para substituir as palavras que estavam fora de moda, como geração de caixa, EBITDA e lucro”, ressalta.

As palavras bonitas e os modismos podem esconder alguns riscos para os novos investidores. “Para os novatos nesse mercado, e que não estavam munidos de boas análises, ficou o prejuízo. Da mesma forma para aquele que comprou sem motivo, sem técnica e pela euforia: vai vender da mesma forma”, diz o especialista.

Investir com responsabilidade e estratégia, conforme Penha, requer planejamento, estratégia e estar munido de informação especializada, sem euforia. “O investidor anticíclico – e que tem estratégia -, sabe que são nos momentos de crise, de preocupação e de pânico que as verdadeiras oportunidades de multiplicação de riqueza acontecem”, completa.

Para conhecer mais sobre o Hub do Investidor acesse https://hubdoinvestidor.com.br/; no linkedin: https://www.linkedin.com/company/hub-do-investidor; no Twitter: @hubdoinvestidor; no Instagram: @hubdoinvestidor; e no canal do Youtube: https://www.youtube.com/channel/HubdoInvestidor

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