Tecnologia
Smart Home: dicas para automatizar sua casa
Com a tecnologia cada vez mais avançada, ter uma casa automatizada e contar com os recursos disponíveis para facilitar a vida cotidiana é, sem dúvidas, uma das grandes vantagens do mundo moderno.
E, seja com lâmpadas inteligentes – que apagam e acendem mediante comando de voz – ou eletrodomésticos que funcionam à um clique, tudo isso pode estar na palma da sua mão, precisando apenas de um celular.
Se você, ainda não se rendeu aos encantos desse tipo de tecnologia, mas quer saber como funciona e quais as vantagens em ter uma casa inteligente, continue acompanhando o conteúdo, que nós vamos te explicar!
O que é smart home?
O conceito de smart home é baseado na internet das coisas e, basicamente, refere-se ao processo de conectar os objetos a uma rede na nuvem de dados e a internet, capaz de automatizar seu funcionamento.
Ele pode ser aplicado a diferentes eletrônicos da sua casa, tornando a utilização muito mais fácil e simplificada.
Como deixar sua casa mais inteligente?
Conhecer o que é smart home te deixou mais familiarizado com a ideia e você deseja automatizar sua casa e deixá-la mais inteligente? Então descubra a seguir como é possível implantar essa tecnologia no seu lar!
Escolha um ecossistema
O primeiro passo para automatizar sua casa é escolher o ecossistema no qual os gadgets – dispositivos eletrônicos portáteis – serão conectados. Essa é uma etapa indispensável, que determinará o restante do andamento do seu projeto.
Atualmente, existem três principais sistemas que podem ser utilizados:
- Alexa: desenvolvida pela Amazon, trata-se de uma assistente virtual que permite a conectividade por comandos de voz, e possui uma ampla gama de produtos para tornar sua casa inteligente;
- Google Nest: esse ecossistema faz parte do time Google Assistente e, assim como a opção anterior, utiliza os comandos de voz para acionar os dispositivos a ele conectados;
- Apple HomeKit: ecossistema do grupo Apple direcionado aos usuários que utilizam os demais produtos da marca, conta com o auxílio da Siri para facilitar tarefas das mais simples às mais complexas no dia a dia.
Vale lembrar que a escolha deve ser feita com base em uma série de fatores que vão influenciar na experiência final: preços dos produtos, facilidade no uso, compatibilidade com dispositivos que você já tem, dentre outros.
Contrate uma boa internet
Ter uma boa internet que pegue até nos cantos mais remotos da casa é fundamental para que seu ecossistema de smart home funcione perfeitamente.
Portanto, a dica é contratar um plano que atenda às necessidades do seu lar de acordo com o tamanho da casa, bem como contar com a ajuda de roteadores e repetidores de sinal para garantir que nenhum cômodo fique desassistido.
Afinal, sem internet, você não poderá acionar os comandos remotamente, uma vez que a conectividade é a premissa do conceito.
Escolha um hub central
Embora os comandos possam ser acionados por dispositivos móveis – tablets e celulares – é importante definir um hub central – central de controle principal – para que todos os moradores possam acionar os dispositivos conectados sempre que necessário.
No caso dos usuários que optam pela Alexa, o sistema usado costuma ser a Echo. Já para quem escolheu o ecossistema Apple, o HomePod é o principal centro de controle. O Google Nest por sua vez, cumpre a função para os usuários Android.
Quais processos podem ser automatizados?
São muitos os itens que podem passar pela automatização na sua casa e facilitar ao máximo o seu dia a dia. Conforme mencionamos acima, a lista é extensa e vai desde tomadas inteligentes, até eletrodomésticos que podem ser acionados por comandos de voz.
Em linhas gerais, é preciso ter em mente que, basicamente tudo que vai conectado à energia elétrica pode ser automatizado. A seguir, separamos os principais pontos para iniciar sua smart home.
Iluminação
Os sistemas de iluminação costumam ser o ponto de partida para quem quer ter uma casa mais inteligente.
Isso porque, a possibilidade de apagar a acender as luzes remotamente ajuda não só a economizar energia, como também torna tudo mais fácil e prático.
Para funcionar, no entanto, devem ser instalados sensores, lâmpadas e interruptores especiais que se conectem com o ecossistema escolhido.
Segurança
Outra grande vantagem em ter um ecossistema inteligente em casa está na possibilidade de automatizar os sistemas de segurança do seu lar.
Essa automação vale tanto para câmeras de segurança, quanto para alarmes, trancas de portas e outros elementos que mantém sua casa segura, permitindo que você controle-os de onde estiver.
Entretenimento
Para quem não abre mão de um momento de relaxamento, saiba que os gadgets de casa inteligente voltados para o entretenimento estão cada vez mais sofisticados e vão desde o acionamento da televisão, por exemplo, à escolha de uma série ou opção de streaming.
No entanto, assim como no caso dos demais objetos automatizados, é preciso ter aparelhos que permitam a conectividade, ou seja, que possuam tecnologia smart.
Vale lembrar que os objetos substituídos não precisam necessariamente ser jogados fora, doados ou vendidos: é possível contar com uma solução de guarda móveis para que sejam armazenados até que se queira usá-los novamente.
Isso vale não só para eletrodomésticos, mas também para equipamentos que não esteja usando, móveis que não estejam mais de acordo com sua casa inteligente e outros pertences que não são usados frequentemente no dia a dia.
Afinal, se o objetivo é facilitar o cotidiano, nada melhor do que ganhar espaço para as novas tecnologias, sem, é claro, precisar abrir mão das antigas.
Tecnologia
Prédios que respiram: a arquitetura que ajuda a enfrentar o calor sem depender do ar-condicionado
Ventilação cruzada, sombreamento, escolha adequada de materiais e telhados verdes estão entre as estratégias usadas para melhorar o conforto térmico e reduzir a dependência da climatização artificial
Com a aproximação da primavera e a elevação gradual das temperaturas, o projeto das edificações ganha um papel central na busca por ambientes mais confortáveis sem depender exclusivamente do ar-condicionado. A chamada arquitetura bioclimática considera as características do clima e do local desde o planejamento da construção, utilizando fatores como direção dos ventos, incidência solar, temperatura média e umidade para definir as melhores soluções.
Um estudo de 2023 realizado pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) apontou que a implementação de estratégias bioclimáticas em habitações populares reduziu o consumo de energia em até 82,6%, com o percentual de horas dentro de uma faixa de temperatura tida como confortável ficando em torno de 80% do dia. O investimento adicional necessário para a implementação das estratégias não chegou a 7% do valor total da edificação.
É nesse contexto que aparece a expressão “prédio que respira”. A ideia está relacionada a edificações que favorecem a renovação natural do ar e aproveitam as condições do ambiente para melhorar o conforto interno. Segundo Vitor Del Giudice Pena, professor de Arquitetura e Urbanismo da UNIASSELVI, um dos principais recursos é a ventilação cruzada, que permite a circulação do ar entre diferentes aberturas.
“Não é apenas abrir grandes janelas. O projeto precisa entender de onde o vento vem, por onde ele entra, como ele percorre o ambiente e por onde ele sai”, explica Vitor. Para isso, a posição das janelas, a orientação da edificação e até a presença de construções vizinhas precisam ser consideradas. Em situações nas quais a ventilação natural não é suficiente, sistemas mecânicos de ventilação ou exaustão podem complementar a estratégia.
“Em alguns projetos mais específicos também podem ser utilizadas estratégias mais complexas, como torres de ventilação, pátios internos ou sistemas subterrâneos de condicionamento do ar”, complementa o especialista.
Cada clima exige uma resposta
A arquitetura bioclimática pode ser aplicada tanto em grandes edifícios quanto em residências, mas as soluções precisam ser adaptadas às condições de cada região brasileira. “Nosso país possui diferentes zonas climáticas e as estratégias precisam ser adaptadas a cada uma delas. Uma solução que funciona muito bem em uma região mais quente, como o Nordeste ou o Centro-Oeste, pode não ser a melhor escolha para uma região fria, como o Sul ou o Sudeste”, afirma Pena.
Além da ventilação cruzada, que funcionaria em boa parte dos contextos brasileiros, há outras soluções mais específicas que podem ser avaliadas na criação de um projeto arquitetônico. “Podemos trabalhar com sombreamento das fachadas e das aberturas; orientação adequada da edificação em relação ao nascente e ao poente do sol; proteção contra a radiação solar direta; utilização de materiais apropriados e, dependendo da situação, estratégias como o ‘efeito chaminé’, com aberturas em diferentes alturas para facilitar a saída do ar quente”, enumera o professor da UNIASSELVI.
Material certo para o contexto da edificação
A escolha dos materiais também interfere diretamente no comportamento térmico das construções. Características como condutividade térmica, densidade e capacidade de armazenar calor determinam como cada sistema construtivo absorve, transmite e libera energia.
“Em algumas situações, podemos buscar materiais e sistemas construtivos que dificultem a transferência de calor, funcionando como uma espécie de barreira térmica. Em outras, podemos aproveitar a capacidade térmica de determinados materiais para armazenar calor e liberá-lo posteriormente, em horários mais frios do dia”, explica o especialista.
Por isso, a decisão não deve considerar apenas o material isoladamente, mas sua aplicação em conjunto com o sistema construtivo e as condições climáticas do local. “Não existe simplesmente um ‘material melhor’ para o conforto térmico. O mais importante é entender qual é o comportamento daquele material dentro do sistema construtivo e em relação ao clima onde a edificação está localizada”, explica Pena.
‘Telhado verde’ vai além da estética
Outra estratégia que pode ser incorporada aos projetos são os ‘telhados verdes’, sistemas de cobertura de edificações que recebem vegetação, reduzindo a transferência direta da radiação solar para a cobertura e contribuindo para melhorar o desempenho térmico do edifício.
“Além da estética, o telhado verde pode funcionar como uma estratégia de desempenho ambiental. Mas ele exige projeto adequado, execução especializada e manutenção posterior, justamente para evitar problemas”, ressalta o professor.
O sistema também pode ajudar no gerenciamento das águas pluviais, retendo parte da chuva e liberando-a gradualmente. Mas, para isso, a adoção exige planejamento específico. “É importante destacar que telhados verdes não são simplesmente terra e plantas colocadas sobre o edifício. Existe uma composição de camadas necessária para que o sistema funcione corretamente, como estrutura apropriada, impermeabilização, sistemas de drenagem e filtragem, entre outras camadas específicas”, afirma Vitor.
Mais do que depender de uma tecnologia isolada, a arquitetura bioclimática busca integrar diferentes decisões desde o início do projeto. Ventilação, orientação, sombreamento, materiais e vegetação podem atuar em conjunto para aproveitar melhor as condições naturais do local e contribuir para o conforto dos usuários.
Sobre a UNIASSELVI
A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação e Profissionalizantes, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.
Tecnologia
Descartes usa IA para acelerar processos aduaneiros e reduzir trabalho manual com documentos
A Descartes Systems Group, líder global em conectar empresas intensivas em logística no comércio internacional, anunciou novos recursos de Image Document Management (IDM) baseados em inteligência artificial (IA). Esses recursos ajudam despachantes aduaneiros, forwarders e prestadores de serviços logísticos a acelerar a preparação de declarações aduaneiras, além da criação e execução de embarques. Com agentes de IA treinados para operações logísticas e incorporados diretamente às soluções de transporte e aduaneiras da Descartes, as organizações podem transformar documentos comerciais em dados prontos para uso operacional, reduzindo a entrada manual de dados e aumentando a eficiência operacional.
“Inserir dados de fatura comercial é uma das atividades que mais consome tempo no processo de importação, especialmente quando os embarques envolvem documentos complexos com centenas de itens de linha”, disse Scott Sangster, General Manager, Logistics Service Providers da Descartes. “Em vez de simplesmente digitalizar documentos um a um, nossa solução de IDM habilitada por agentes interpreta faturas comerciais, conhecimentos de embarque, packing lists e outros documentos relacionados ao embarque dentro do seu contexto. Ela consegue extrair, validar e preparar dados que podem iniciar imediatamente fluxos de trabalho aduaneiros e de transporte, com significativamente menos exceções e correções manuais. Ao eliminar a necessidade de redigitar informações de múltiplos documentos e permitir que os usuários permaneçam dentro das aplicações Descartes que já utilizam, as organizações conseguem processar volumes maiores de embarques com mais consistência e muito menos esforço manual.”
Por meio da Descartes Global Logistics Network™ (Descartes GLN™), os recursos de IDM baseados em IA permitem que as organizações processem documentos comerciais diretamente dentro das aplicações Descartes que utilizam no dia a dia para criar embarques e preparar declarações aduaneiras. Diferentemente de soluções isoladas de processamento de documentos com IA, que exigem aplicações separadas, integrações personalizadas ou transferências manuais de informações entre sistemas, a solução da Descartes elimina a troca de fluxos de trabalho entre plataformas, reduz a complexidade de implementação e acelera o tempo de retorno. A solução também é capaz de entender e processar múltiplos tipos de documentos associados a um mesmo embarque.
Principais benefícios
- Menos entrada manual de dados por meio da extração, interpretação e preparação, orientadas por IA, de informações aduaneiras e logísticas a partir de faturas comerciais, conhecimentos de embarque, packing lists e outros documentos comerciais.
- Preparação mais rápida de declarações aduaneiras e criação de embarques por meio de dados prontos para uso operacional, capazes de iniciar transações aduaneiras e de transporte sem redigitação.
- Processamento mais consistente de documentos relacionados ao embarque, com menos exceções, correções manuais e retrabalho em operações aduaneiras e logísticas de alto volume.
- Maior escalabilidade operacional por meio da ampliação da capacidade de processamento de documentos, que sustenta o crescimento do negócio sem aumento proporcional de equipe.
- Adoção de IA simples e prática por meio de agentes treinados para logística, incorporados às soluções Descartes já existentes, eliminando a necessidade de aplicações isoladas, integrações complexas ou modelos de IA treinados pelo cliente.
“Embora o processamento de documentos continue sendo uma das maiores fontes de esforço manual nas operações de despacho aduaneiro e logística, a maioria dos clientes não está em busca de mais uma aplicação de IA isolada para gerenciar documentos”, disse Ken Wood, Executive Vice President of Product Management da Descartes. “Nossa solução automatiza uma das atividades que mais consome tempo nas operações aduaneiras e logísticas por meio de capacidades agênticas incorporadas à plataforma Descartes que os clientes já usam todos os dias. O objetivo não é simplesmente ler um documento de embarque, mas compreender rapidamente seu contexto logístico e preparar os dados necessários para movimentar declarações aduaneiras ou embarques de forma mais rápida e precisa.”
Saiba mais sobre os recursos de Image Document Management baseados em IA da Descartes.
Sobre a Descartes
A Descartes impulsiona supply chains internacionais e domésticas mais responsivas, eficientes, seguras e sustentáveis, conectando empresas intensivas em logística em sua Global Logistics Network (GLN). Embarcadores, transportadoras e prestadores de serviços logísticos se conectam e colaboram na GLN, utilizando tecnologia, dados e IA para gerenciar entregas de última milha, embarques nacionais e internacionais, cotação e pagamento de fretes, pesquisas de comércio global, conformidade aduaneira e uma variedade de processos regulatórios. Saiba mais sobre a Descartes em www.descartes.com e conecte-se conosco no LinkedIn e no X.
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