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Celulose em Destaque

Arauco redefine Inocência, implantando a maior fábrica de celulose do mundo no MS

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Em 6 de fevereiro, um evento marcou a obra do Projeto Sucuriú da Arauco, em Inocência/MS. O lançamento da Pedra Fundamental da Ferrovia um marco histórico para o setor e para a infraestrutura logística do país, executivos da companhia, reunindo autoridades: o prefeito de Inocência, Antonio Ângelo Garcia dos Santos, o Toninho da Cofap, Paulo Hartung, presidente executivo da IBÁ, Guilherme Theo, diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Senadora Tereza Cristina, Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, Ministro dos Transportes, Renan Filho, além de parceiros como AFRY, Castilho, Comexport, Construcap, EPYA, GBMX, Randon, Rumo e Wabtec.

Ao percorrer a área do empreendimento, observamos a dimensão da planta industrial, o volume de máquinas, a quantidade de trabalhadores e a infraestrutura já em pleno funcionamento, torna‑se impossível dissociar o projeto da transformação acelerada vivida pelo município e por toda a região leste de Mato Grosso do Sul.

Um marco industrial, logístico e humano

O Projeto Arauco Inocência MS não é apenas mais uma fábrica de celulose. Ele nasce como um marco industrial, logístico e humano. Concebido para operar em escala global, implantado em etapa única, já se consolida como o maior projeto de celulose do mundo em construção simultânea.

Mais do que números, o empreendimento redefine a relação entre indústria, território, poder público e comunidade local, produzindo impactos que ultrapassam a economia formal e alcançam a organização urbana, os serviços públicos e a dinâmica social.

O canteiro de obras

Logo na chegada, o primeiro impacto foi logístico. Uma estrutura provisória, mas altamente organizada, foi montada exclusivamente para receber jornalistas e convidados.

O cenário deixava claro que não se tratava de um ato simbólico, mas da apresentação de um empreendimento em plena execução, com cronogramas definidos e efeitos concretos já visíveis no território.

A extensão da área ocupada, as vias internas, o número de frentes de trabalho simultâneas e a presença constante de equipamentos pesados criam uma percepção inequívoca: trata‑se de um complexo industrial que opera como uma cidade em funcionamento.

Estruturas metálicas em montagem, fundações em diferentes estágios, áreas de apoio, circulação contínua de caminhões e equipes trabalhando em turnos organizados reforçam a ideia que sintetiza a visita: a obra da Arauco é maior do que a cidade de Inocência, em fluxo diário de pessoas, consumo de serviços e impacto sobre a infraestrutura pública.

Projeto Sucuriú

O nome Projeto Sucuriú remete diretamente ao território e simboliza a conexão entre natureza, indústria e desenvolvimento sustentável. Desde a concepção, o projeto foi pensado de forma integrada, unindo planta industrial, base florestal e logística própria.

Diferentemente de empreendimentos em que a logística surge como complemento posterior, em Inocência a ferrovia nasce junto com a fábrica. Ela foi planejada como parte estrutural do processo industrial, garantindo eficiência, segurança e competitividade.

A ferrovia como eixo estruturante

Com mais de 45 quilômetros de extensão, a ferrovia do Projeto Sucuriú foi projetada para transportar 3,5 milhões de toneladas de celulose por ano, com trens de até 100 vagões, totalizando 721 vagões e 26 locomotivas em plena operação.

A opção pelo modal ferroviário retira cerca de 190 caminhões por dia das rodovias da região, reduzindo acidentes, desgaste da malha viária e emissões. A sustentabilidade, nesse caso, se materializa em decisões técnicas e operacionais.

A ferrovia da Arauco é a primeira short‑line autorizada no Brasil dentro do novo marco regulatório ferroviário. O modelo permite que a própria empresa construa e opere a linha voltada à sua carga, assumindo custos e riscos, com possibilidade de integração futura à malha nacional.

Durante a coletiva, autoridades destacaram que o projeto se insere em uma estratégia mais ampla de retomada do protagonismo ferroviário do Mato Grosso do Sul, especialmente com a prevista revitalização da Malha Oeste, conectando o estado aos principais corredores logísticos do país.

Peso político e institucional

A cerimônia oficial reuniu ministros, governador, parlamentares, prefeitos e executivos da empresa, evidenciando o peso político do empreendimento. O discurso convergiu para um ponto central: projetos dessa magnitude só avançam quando há diálogo e convergência entre iniciativa privada e poder público.

Impactos sociais

Mesmo antes da operação, os impactos sociais já são perceptíveis. A Arauco apresentou um Plano Estratégico Socioambiental (PES), com investimentos de R$ 85 milhões em áreas como saúde, educação, assistência social, segurança pública, habitação, saneamento, trabalho e renda.

Programas de qualificação profissional, apoio a fornecedores locais e investimentos em infraestrutura urbana fazem parte das ações anunciadas, articuladas com políticas públicas municipais e estaduais.

Inocência em transformação acelerada

Com pouco mais de 9 mil habitantes, Inocência vive uma transformação sem precedentes. No pico das obras, o número de trabalhadores superou a população local, pressionando serviços públicos e infraestrutura urbana.

Autoridades reconheceram as chamadas dores do crescimento, especialmente em áreas como habitação, saúde, educação e segurança. Ao mesmo tempo, reforçaram que o planejamento de longo prazo busca preparar a cidade para o período pós‑obra, quando a operação industrial estiver consolidada.

Logística, rodovias e integração de modais

Embora a ferrovia seja o eixo central, as rodovias continuam estratégicas. Atualmente, cerca de 200 caminhões circulam diariamente pelos acessos à obra. Por isso, investimentos em viadutos, terceiras faixas e duplicações já estão em andamento, incluindo aportes na MS‑377 e MS‑240.

A lógica apresentada é de integração de modais, e não substituição: ferrovia, rodovia e, futuramente, outras rotas logísticas formam um sistema único.

Um projeto que ultrapassa governos

Outro ponto destacado foi o caráter estruturante do Projeto Arauco Inocência MS, que ultrapassa ciclos eleitorais. Autoridades relataram que a concretização desse conjunto de obras é resultado de décadas de debates e tentativas frustradas, viabilizadas agora por uma convergência institucional rara.

Quando a obra vira cidade

Ao final da visita, a percepção é clara: o canteiro de obras funciona como uma cidade provisória, com regras próprias, fluxos internos, logística e serviços. Em paralelo, Inocência precisa se reorganizar para absorver os efeitos permanentes da operação.

O desafio central é garantir que, ao final do processo, não apenas a obra seja maior, mas que a cidade também se torne maior em qualidade de vida, oportunidades e desenvolvimento humano.

O Projeto Arauco Inocência MS já é um marco para o município, para o Mato Grosso do Sul e para o Brasil. Ele reposiciona uma pequena cidade no mapa da economia global, redefine fluxos logísticos e acelera decisões públicas e privadas.

A obra avança. A cidade se adapta. O futuro começa a ser construído agora — trilho por trilho, decisão por decisão.

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Arauco conclui dragagem de lago em parque de Campo Grande (MS)

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A atuação sustentável do Projeto Sucuriú, que marca a chegada da Arauco ao setor de celulose no Brasil, estende-se para além de Inocência, alcançando também a capital sul-mato-grossense. Como parte de uma compensação ambiental em conjunto com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), a Companhia concluiu, no final de junho, a dragagem do lago do Parque Estadual do Prosa, em Campo Grande. Foram retirados 12 mil m³ de sedimentos, em profundidade de até um metro. Realizada ao longo de seis meses, com aporte de R$ 675 mil, a ação incluiu a limpeza, o transporte e a destinação ambientalmente adequados do material coletado.

Com 135 hectares de área verde e rica biodiversidade com remanescentes do Cerrado em pleno perímetro urbano, o Parque Estadual do Prosa é uma das principais áreas de preservação urbana de Campo Grande, com nascentes que alimentam os córregos Joaquim Português e Desbarrancado. Estes dois córregos se encontram dentro da área do parque, formando o Córrego Prosa, que alimenta o sistema hídrico da região, incluindo áreas associadas ao Parque das Nações Indígenas.

O diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da Arauco, Theófilo Militão, destaca que o Parque do Prosa é um espaço público importante para os moradores por seu potencial para caminhadas, contato com a natureza e outras formas de lazer no entorno dos lagos, daí a importância de contribuir para sua manutenção.

“Os compromissos de sustentabilidade do Projeto Sucuriú vão além da Costa Leste do Estado. Essa compensação ambiental junto ao Imasul, no Parque do Prosa, materializa essa visão de maneira muito clara, porque o lago é um patrimônio ambiental urbano estratégico para a conservação do Cerrado. E isso interessa a toda a população sul-mato-grossense”, afirma o executivo. 

A dragagem do lago do Parque do Prosa integra um conjunto de ações de compensação ambiental executadas pela Arauco em conjunto com o Imasul, com investimento total de aproximadamente R$ 4,17 milhões. A iniciativa inclui a doação de nove caminhonetes (cinco Toyota Hilux e quatro Mitsubishi L200 Triton) para reforçar a fiscalização ambiental, inclusive na região do Pantanal, além de dois tratores e roçadeiras destinados à manutenção dos Parques Estaduais das Várzeas do Rio Ivinhema, em Jateí (MS), e das Nações Indígenas, na Capital.

Realizadas em dezembro de 2025, as entregas dos veículos, máquinas e equipamentos foram celebradas pelo diretor-presidente do Imasul, André Borges. “Estes equipamentos chegam para apoiar a gestão ambiental e o nosso trabalho, que é a conservação da natureza, das áreas protegidas e o desenvolvimento sustentável por meio dos licenciamentos ambientais”, afirma ele.

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).

Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

 

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Arauco inicia obras sociais de R$ 9,2 milhões em Inocência (MS) e amplia legado para a comunidade

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A estrutura do CEI Professor Olivalto Elias será ampliada

Com investimento de R$ 9,2 milhões da Arauco, Inocência (MS) inicia uma nova etapa de fortalecimento de sua infraestrutura social e educacional. O pacote de obras prevê a construção da nova sede do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e da Casa de Passagem, além da ampliação do Centro Educacional Infantil (CEI) Professor Olivalto Elias da Silva. As iniciativas compõem o Plano Estratégico Socioambiental (PES) do Projeto Sucuriú, da Arauco, e irão ampliar a capacidade de atendimento à população, fortalecendo a rede de acolhimento e educação infantil do município. A entrega das novas estruturas está prevista para 2027.

Claudia Belchior, gerente de Desempenho Social da Arauco, explica que os projetos foram definidos em parceria com a Prefeitura. Segundo ela, o pacote de investimentos materializa a visão de longo prazo da Companhia para a região. “Estas obras reafirmam que o Projeto Sucuriú caminha lado a lado com o desenvolvimento da região. Ao fortalecer as estruturas de educação e assistência social, atuamos diretamente na qualidade de vida no presente e no futuro de Inocência”, destaca.

A atenção voltada ao bem-estar das famílias locais também é detalhada pela coordenadora de Desempenho Social da Arauco, Tatiane Rodrigues Palazzio. “Esse investimento se transforma em benefício real na rotina da comunidade. Estamos criando um ambiente comunitário mais forte, onde o crescimento econômico da região se traduz em inclusão social e cuidado com cada morador”, afirma.

No eixo dedicado à Educação, a intervenção no CEI Professor Olivalto Elias da Silva vai ampliar a capacidade de atendimento. O centro contará com novas salas de aula mobiliadas e equipadas, banheiros e um pátio coberto. Com essa melhoria, a unidade ampliará sua capacidade de 868 para 948 alunos em um ambiente de aprendizado mais moderno e confortável.

No eixo de Assistência Social, a construção da nova sede do CRAS tem foco na dignidade no atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade. O espaço, que será erguido atrás do Centro de Educação Infantil Margarida Tomázia de Paula – Vó Nona, O prédio seguirá os padrões do Ministério da Assistência Social, proporcionando condições ideais para a oferta de serviços de proteção básica e acolhimento à comunidade local.

A futura sede do Cras ofertará serviços de proteção social básica e acolhimento social

Complementando a rede de proteção, a construção da Casa de Passagem representa um avanço histórico para o município. Localizada na avenida Três Lagoas, a unidade será entregue totalmente mobiliada, com dormitórios, cozinha e salas preparadas para acolher até 20 pessoas simultaneamente, oferecendo suporte humanizado inclusive para famílias com crianças. Tal como a Casa de Passagem que já funciona provisoriamente em Inocência, a futura instalação vai acolher temporariamente pessoas em situação de vulnerabilidade social, que não possuem local para se instalarem.

A futura Casa de Passagem vai substituir a estrutura atual (foto), mantendo os mes­mos objetivos

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).

Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

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