Celulose em Destaque
Arauco apresenta Relatório de Impacto Ambiental em Audiência Pública do Projeto Sucuriú realizada pelo Imasul em Inocência/MS
O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) promoveu na última quinta-feira, 17 de agosto, a Audiência Pública para apresentação do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) da fábrica de celulose que a Arauco deve construir na cidade de Inocência (MS). Realizado de forma híbrida, com participação digital e presencial, o evento contou com 386 inscritos, de oito estados brasileiros, além da presença de autoridades do Estado do Mato Grosso do Sul e do município de Inocência.
Referência global nos setores de celulose, produtos de madeira, reservas florestais e bioenergia, a Arauco apresentou na audiência pública os impactos econômicos, sociais e ambientais, bem como as devidas medidas mitigatórias, relacionadas ao Projeto Sucuriú, que consiste na construção de uma fábrica de celulose branqueada com capacidade para produzir, na primeira fase, 2,5 milhões toneladas de celulose por ano.
O diretor de desenvolvimento e novos negócios da Arauco, Mário José de Souza Neto, e o gerente de meio ambiente da Poyry, Ricardo Quadros, fizeram a apresentação do RIMA, referente à instalação do empreendimento na cidade de Inocência. O documento traz as informações necessárias para instrumentalizar a possibilidade de emissão da licença ambiental que permitirá que o Projeto Sucuriú seja implantado no município. “Nossa maior preocupação é deixarmos um legado positivo para a cidade e o Estado, contribuindo não apenas com a economia, geração de empregos e novas oportunidades, mas sobretudo com o crescimento estratégico e sustentável da região, pensando no futuro da população, para que a cidade possa viver um processo de transformação em que os cidadãos se sintam agentes dessa mudança”, ressaltou o executivo da Arauco.
O empreendimento, que tem previsão de início das obras em 2025 e operação em 2028, estará localizado a 35km (em linha reta) do centro de Inocência, na margem esquerda do Rio Sucuriú, a 100km do Rio Paraná, próximo à rodovia MS 377 e à 47km da malha ferroviária, facilitando assim a logística para o escoamento da celulose para exportação. Com investimento previsto de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 14,5 bilhões pelo dólar atual) na primeira fase, o Projeto deve gerar 12 mil empregos no pico das obras, com geração indireta de demandas por produtos e serviços locais. Após a operação, o contingente permanente será de 2.350 trabalhadores diretos e indiretos.
Para abrigar os trabalhadores que atuarão na construção da fábrica, Mário Neto ressaltou que a Arauco irá construir um alojamento centralizado próximo ao local das obras, com estrutura completa de moradia e lazer. O alojamento visa justamente reduzir e até eliminar alguns impactos na estrutura da cidade – ponto amplamente discutido durante os estudos para elaboração do RIMA e a partir de aprendizados dos últimos projetos implantados na região.
Desde a assinatura do Termo de Acordo, em junho de 2022, diretores e equipe técnica da Arauco têm se reunido periodicamente com autoridades do município de Inocência e do governo de Mato Grosso de Sul, bem como com entidades, como Sistema S (Sebrae, SESI, Senac, Senai e Senar) e FIEMS, e com lideranças da região, para planejar não apenas questões relacionadas à infraestrutura, mas também à capacitação de mão de obra local e preparação de empresas fornecedoras na região para atender às demandas diretas e indiretas que surgirão em função do Projeto. Para conhecer a cultura do município e as expectativas da população, a Arauco tem realizado ainda escutas com a comunidade de Inocência e região.
Após as apresentações de Mario Neto e Ricardo Quadros, o Imasul deu início aos questionamentos, realizados pelos inscritos por meio de formulário online. A geração de empregos foi um dos temas mais abordados. Entre os destaques apresentados pela Arauco para responder aos questionamentos estão as parcerias já em andamentos com entidades regionais, que visam capacitar mão de obra local para atuação junto ao Projeto. Entre elas, é possível mencionar o curso preparatório para o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências), desenvolvido junto ao Sesi para auxiliar jovens e adultos na conclusão dos estudos, e o Programa de Qualificação de Fornecedores (PQF), desenvolvido em parceria com o IEL, que tem por objetivo fomentar e desenvolver empresas voltadas às demandas atuais da área florestal.
Outra iniciativa da Arauco apontada no RIMA, e muito discutida durante a audiência pública, foi o apoio à Prefeitura Municipal de Inocência na implementação do Plano Estratégico de Organização Territorial (PEOT), elaborado por especialistas da municipalidade com apoio de uma consultoria especializada em planejamento urbano. Aprovado e debatido em audiência pública em outubro de 2022, o PEOT é um instrumento previsto na Lei Federal do Estatuto da Cidade (10.257/2001), que colabora com o crescimento territorial estruturado do município, garantindo assim o desenvolvimento sustentável da região. “Com esse instrumento, podemos contribuir com o desenvolvimento da região, colaborando para que a cidade cresça de forma ordenada”, aponta Mário Neto.
Focando em temáticas ESG (Environmental, Social and Corporate Governance), uma questão de destaque no evento foi a utilização de energia para operação da fábrica. Durante a apresentação do empreendimento, foi esclarecido que o Projeto Sucuriú terá geração própria de energia limpa e renovável, feita a partir do reaproveitamento de biomassa (cascas, lignina, entre outros insumos) não utilizada no processo da fabricação da celulose. Serão gerados 400 megawatts (MW) de eletricidade na primeira fase, dos quais 200 MW serão usados para consumo próprio pela unidade industrial. Os 200 MW de energia excedente – suficiente para abastecer uma cidade de mais de 400 mil habitantes – serão disponibilizados ao mercado livre de energia.
Na audiência, Mário Neto explicou ainda que a Arauco emprega método de neutralidade de carbono para a captura e retenção do CO2 dos produtos florestais, sendo a primeira empresa florestal do mundo a obter certificação como carbono neutro, utilizando o protocolo desenvolvido pela consultoria Delloite e auditado pela consultoria da Price Waterhouse. Além disso, em março deste ano, a empresa conquistou a recertificação FSC® (Forest Stewardship Council®), com reconhecimento global no manejo florestal ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável.
Após as perguntas, o Presidente da Arauco Brasil, Carlos Altimiras, agradeceu e participação de todos e reforçou a importância do envolvimento da população no evento e no desenvolvimento do Projeto. “Primeiramente gostaria de agradecer a presença de todos vocês. Ficamos muito contentes com a presença massiva que tivemos hoje na audiência. Agradeço também às autoridades do Mato Grosso do Sul, de Inocência e do Imasul pela oportunidade de estar aqui. Hoje tivemos uma boa oportunidade para falar quem somos como Arauco, e também para escutar as dúvidas que vocês têm sobre o nosso projeto. Temos muitos objetivos pela frente, mas temos um único propósito no Projeto Sucuriú. Nosso propósito é que, quando terminarmos a construção da fábrica e começarmos a produção, vocês possam se lembrar da Arauco não apenas como uma empresa que conseguiu desenvolver um projeto, mas que conseguiu escutar vocês, e que quando surgiram problemas, conversamos e buscamos uma solução juntos. Que conseguimos cuidar do meio ambiente. Que respeitamos as pessoas de Inocência, bem com sua cultura e suas tradições. Essa noite me comprometo pessoalmente com todos vocês, e digo que vamos trabalhar incansavelmente até atingirmos esse propósito. Nós contamos com vocês e vocês podem contar conosco”, ressaltou Altimiras.
O Diretor Presidente do Imasul, André Borges Barros de Araújo, encerrou a audiência pública agradecendo a participação de todos e ressaltando a importância do evento. “Parabenizo toda a equipe do Imasul, que tem trabalhado incansavelmente para tocar um projeto tão importante não só para Inocência, mas para o Mato Grosso do Sul, para o Brasil e para o mundo. É importante ressaltar que o Imasul está atento a todos os impactos e medidas que foram aqui apresentados. Essa é apenas uma etapa do procedimento. Durante a licença de instalação, a instalação do empreendimento e a operação há todo um monitoramento realizado pela empresa e acompanhado pelo Instituto, e temos também canais disponíveis para ouvir a população. Agradeço a todos, entendo que o rito foi cumprido, todas as questões foram trazidas aqui e muito bem esclarecidas por toda a equipe. Muito obrigado”, finalizou André.
Representado no evento pelo Diretor Presidente do Imasul, o Secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciências, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso do Sul, Jayme Verruck, destacou o alinhamento do projeto da Arauco à estratégia de desenvolvimento do Governo do Estado. “O Estado de Mato Grosso do Sul tem trabalhado de forma permanente para criar um ambiente de negócios extremamente favorável aos empreendedores contemplando, essencialmente, as questões econômicas, sociais e ambientais. Quando se estabelece o processo de licenciamento ambiental de um estudo de EIA/RIMA, avaliando todos os impactos econômicos, ambientais e sociais daquele empreendimento no município, é imprescindível que haja absoluta transparência. A audiência pública possibilita justamente a clareza para que a sociedade conheça o projeto de forma transparente. E permite ainda avaliar quais os possíveis impactos e como mitigá-los para o desenvolvimento econômico do Estado. O projeto da Arauco teve como primeiro ponto positivo a forma ética como a empresa vem trabalhando, desde o princípio, todas as questões relativas aos impactos nesse tripé. Do nosso lado, estabelecemos um cronograma, tendo como próximos passos o término das análises e, posteriormente, a apresentação junto ao Conselho Estadual de Controle Ambiental, o CECA. Esse trabalho técnico, em conjunto com as equipes do Imasul, responsável por conduzir todo esse processo, somado ao ambiente positivo criado no Mato Grosso do Sul, propicia uma segurança para que os empresários invistam em nosso Estado e tenham também um foco. Hoje, existe um alinhamento entre o projeto da Arauco e a estratégia do Governo do Estado, que é a agregação de valor, a geração de emprego e, principalmente, o desenvolvimento sustentável”, ressaltou Verruck.
Celulose em Destaque
Arauco conclui dragagem de lago em parque de Campo Grande (MS)
A atuação sustentável do Projeto Sucuriú, que marca a chegada da Arauco ao setor de celulose no Brasil, estende-se para além de Inocência, alcançando também a capital sul-mato-grossense. Como parte de uma compensação ambiental em conjunto com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), a Companhia concluiu, no final de junho, a dragagem do lago do Parque Estadual do Prosa, em Campo Grande. Foram retirados 12 mil m³ de sedimentos, em profundidade de até um metro. Realizada ao longo de seis meses, com aporte de R$ 675 mil, a ação incluiu a limpeza, o transporte e a destinação ambientalmente adequados do material coletado.
Com 135 hectares de área verde e rica biodiversidade com remanescentes do Cerrado em pleno perímetro urbano, o Parque Estadual do Prosa é uma das principais áreas de preservação urbana de Campo Grande, com nascentes que alimentam os córregos Joaquim Português e Desbarrancado. Estes dois córregos se encontram dentro da área do parque, formando o Córrego Prosa, que alimenta o sistema hídrico da região, incluindo áreas associadas ao Parque das Nações Indígenas.
O diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da Arauco, Theófilo Militão, destaca que o Parque do Prosa é um espaço público importante para os moradores por seu potencial para caminhadas, contato com a natureza e outras formas de lazer no entorno dos lagos, daí a importância de contribuir para sua manutenção.
“Os compromissos de sustentabilidade do Projeto Sucuriú vão além da Costa Leste do Estado. Essa compensação ambiental junto ao Imasul, no Parque do Prosa, materializa essa visão de maneira muito clara, porque o lago é um patrimônio ambiental urbano estratégico para a conservação do Cerrado. E isso interessa a toda a população sul-mato-grossense”, afirma o executivo.
A dragagem do lago do Parque do Prosa integra um conjunto de ações de compensação ambiental executadas pela Arauco em conjunto com o Imasul, com investimento total de aproximadamente R$ 4,17 milhões. A iniciativa inclui a doação de nove caminhonetes (cinco Toyota Hilux e quatro Mitsubishi L200 Triton) para reforçar a fiscalização ambiental, inclusive na região do Pantanal, além de dois tratores e roçadeiras destinados à manutenção dos Parques Estaduais das Várzeas do Rio Ivinhema, em Jateí (MS), e das Nações Indígenas, na Capital.
Realizadas em dezembro de 2025, as entregas dos veículos, máquinas e equipamentos foram celebradas pelo diretor-presidente do Imasul, André Borges. “Estes equipamentos chegam para apoiar a gestão ambiental e o nosso trabalho, que é a conservação da natureza, das áreas protegidas e o desenvolvimento sustentável por meio dos licenciamentos ambientais”, afirma ele.
Sobre o Projeto Sucuriú
O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.
Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.
Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.
Sobre a Arauco Brasil
No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.
As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).
Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.
Celulose em Destaque
Arauco inicia obras sociais de R$ 9,2 milhões em Inocência (MS) e amplia legado para a comunidade
Com investimento de R$ 9,2 milhões da Arauco, Inocência (MS) inicia uma nova etapa de fortalecimento de sua infraestrutura social e educacional. O pacote de obras prevê a construção da nova sede do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e da Casa de Passagem, além da ampliação do Centro Educacional Infantil (CEI) Professor Olivalto Elias da Silva. As iniciativas compõem o Plano Estratégico Socioambiental (PES) do Projeto Sucuriú, da Arauco, e irão ampliar a capacidade de atendimento à população, fortalecendo a rede de acolhimento e educação infantil do município. A entrega das novas estruturas está prevista para 2027.
Claudia Belchior, gerente de Desempenho Social da Arauco, explica que os projetos foram definidos em parceria com a Prefeitura. Segundo ela, o pacote de investimentos materializa a visão de longo prazo da Companhia para a região. “Estas obras reafirmam que o Projeto Sucuriú caminha lado a lado com o desenvolvimento da região. Ao fortalecer as estruturas de educação e assistência social, atuamos diretamente na qualidade de vida no presente e no futuro de Inocência”, destaca.
A atenção voltada ao bem-estar das famílias locais também é detalhada pela coordenadora de Desempenho Social da Arauco, Tatiane Rodrigues Palazzio. “Esse investimento se transforma em benefício real na rotina da comunidade. Estamos criando um ambiente comunitário mais forte, onde o crescimento econômico da região se traduz em inclusão social e cuidado com cada morador”, afirma.
No eixo dedicado à Educação, a intervenção no CEI Professor Olivalto Elias da Silva vai ampliar a capacidade de atendimento. O centro contará com novas salas de aula mobiliadas e equipadas, banheiros e um pátio coberto. Com essa melhoria, a unidade ampliará sua capacidade de 868 para 948 alunos em um ambiente de aprendizado mais moderno e confortável.
No eixo de Assistência Social, a construção da nova sede do CRAS tem foco na dignidade no atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade. O espaço, que será erguido atrás do Centro de Educação Infantil Margarida Tomázia de Paula – Vó Nona, O prédio seguirá os padrões do Ministério da Assistência Social, proporcionando condições ideais para a oferta de serviços de proteção básica e acolhimento à comunidade local.
Complementando a rede de proteção, a construção da Casa de Passagem representa um avanço histórico para o município. Localizada na avenida Três Lagoas, a unidade será entregue totalmente mobiliada, com dormitórios, cozinha e salas preparadas para acolher até 20 pessoas simultaneamente, oferecendo suporte humanizado inclusive para famílias com crianças. Tal como a Casa de Passagem que já funciona provisoriamente em Inocência, a futura instalação vai acolher temporariamente pessoas em situação de vulnerabilidade social, que não possuem local para se instalarem.
Sobre o Projeto Sucuriú
O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.
Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.
Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.
Sobre a Arauco Brasil
No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.
As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).
Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.
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