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ArapuáMS entrevista Terezinha Trannin e José Alexandre Trannin

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Na segunda-feira do dia 20 de Julho, foi realizada sessão solene, na noite de segunda-feira (20), na Câmara Municipal, com a concessão de moções de congratulação a ex-prefeitos vivos e in memoriam, por meio de seus familiares. Por proposição dos vereadores Tonhão, Marcus Bazé e Gilmar Garcia, foram homenageadas 21 personalidades, sendo que ainda serão enviadas moções para os ex-prefeitos ou familiares que não puderam comparecer à solenidade.

Após a solenidade conversamos Dr. José Alexandre Trannin, diretor executivo da Agraer/MS e um dos filhos do homenageado ex-prefeito Altair Cabral Trannin, e com a esposa a Sr.ª Terezinha Trannin

Dr. José Alexandre nos disse, que é uma grande emoção, por que não é fácil ser lembrado, pelos eventos que se passaram, ele foi Prefeito, um bom Prefeito, soubemos que ele cuidou muito da área rural, tendo em vista que ele era do meio rural e esta homenagem só engrandece a família Trannin.

ArapuáMS: Na época que Altair Trannin era vivo, a maioria você passou estudando? O que você sentia de dificuldade pra se ter um estudo.

Era difícil, por que naquela época não tinha, oportunidade de estudo na cidade de Três Lagoas, por exemplo, você tinha que sair, eu saí no caso para estudar em Curitiba, depois fui para Pinhal, quem não saísse não tinha condições de estudar, então a dificuldade era muito grande. Hoje se faz curso até a distancia, através da internet, você resolve uma serie de problemas, naquela época, (idos de 60) não tinha esta facilidade.

ArapuáMS: Qual seu sentimento levando o nome Trannin em nível de estado hoje?

Um sentimento grande, por que meu pai foi uma honra muito grande, o que ele fez, a simplicidade dele, o trabalho desenvolvido junto as pessoas, ele gostava muito das pessoas, entendia muito de pessoas e a gente poder levar o nome Trannin a nível de estado, como Diretor da Agraer, isso é muito importante enobrece muito a família.

ArapuáMS: Qual a dificuldade hoje na sua pasta na Agraer.

A dificuldade da Agraer é que os recursos financeiros, eles estão todos provenientes dos municípios e vão a Brasília a gente tem que negociar os recursos financeiros em Brasília e aí numa crise financeira que está o Governo federal, o convênio não tem sidos liberados, de forma que estamos com dificuldades financeiras de “andar” fazer o trabalho de Assistência Técnica, junto aos Agricultores familiares, tendo em vista este problema, finalizou José Alexandre.

Srª Terezinha Trannin é esposa do saudoso ex-prefeito, vereador e morador do Distrito de Arapuá, Altair Cabral Trannin.

Terezinha nos fala, que a historia de sua família, as pessoas mais novas em Arapuá, não lembram, mas chegamos em 60, eu, Altair Trannin e meus seis filhos: Jose Alexandre Ramos Trannin, Sueli Trannin Bernardo, Carlos Alberto Ramos Trannin, Afonso Ramos Trannin, Roberto Luiz Ramos Trannin e Jocilea Trannin Pasqualim, fomos morar na fazenda Arapuá, íamos com as crianças da colônia, da Fazenda até o distrito, lecionar na escola da Estação, ganhamos um terreno, que é estes terrenos que temos em Arapuá, que nosso ex patrão nos deu em tempo de serviço. E a partir dai a vida começou, meus filhos, foram estudar, se formaram. E nós demos aula, demos aula até a noite para o pessoal que eram analfabetos (Mobral), enfim cuidamos das pessoas. E tivemos uma vida que Deus nos proporcionou de estarmos aqui recebendo uma homenagem a uma pessoa, já falecida, mas que a família está viva e Graças a Deus, amiga de todo mundo.

ArapuáMS: Como era a vida de vocês em Londrina, PR.

Olha um vidão, casa bonita, cedida pela firma, nós tínhamos muito prestigio, de um trabalho muito bom, fazíamos trabalhos sociais, festas na Cervejaria, arrumávamos escola pra crianças (os Pais trabalhavam na Cervejaria) tínhamos domingos de lazer, tomávamos uma cervejinha, e vivíamos maravilhosamente bem.

ArapuáMS: A cervejaria Londrina, hoje é a famosa SKOL?

A cervejaria foi vendida, mas hoje o prédio está fechado. O Sr. Fausto Tavares que era dono da cervejaria, vendeu e comprou uma fazenda em Arapuá, de 30 mil alqueires com 3.000 cabeças de gado e viemos para cá administrar a Fazenda Arapuá, nos disse Terezinha Trannin.

Família Trannin
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Em Arapuá | Ponte da Japonesa é substituída por linhas de tubos para garantir mais segurança à população

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A Prefeitura de Três Lagoas, por meio do Departamento de Obras da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito (SEINTRA), em conjunto com o Departamento de Manutenção do Distrito de Arapuá e da zona rural, realizou a substituição da antiga ponte de madeira sobre o córrego Arapuá, conhecida como Ponte da Japonesa.

A estrutura é fundamental para o acesso ao Distrito de Arapuá/MS e também às comunidades Piaba, Limoeiro e região da Ponte do Rio Verde.

Os trabalhos foram executados sob a coordenação do encarregado Marco Antonio Dantas, atendendo a uma demanda considerada urgente pelos moradores da região. Segundo informações repassadas pelas equipes responsáveis, a antiga ponte de madeira apresentava constantes problemas e necessitava de frequentes manutenções, comprometendo a segurança de motoristas e produtores rurais que utilizam o trecho diariamente.

Durante as obras, a passagem permaneceu interditada por 13 dias para a retirada completa da antiga estrutura e implantação do novo sistema de drenagem e travessia.

No local, foram instaladas duas linhas de tubos de 1.000 milímetros, proporcionando mais segurança, durabilidade e melhores condições de tráfego, principalmente em períodos de chuva.

Após a conclusão dos serviços, a Ponte da Japonesa já foi liberada para o trânsito de veículos e, conforme a equipe responsável, o trecho se encontra em perfeitas condições de uso, com o fluxo normalizado para moradores, produtores rurais e demais usuários da estrada.

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LUTO NO ESPORTE | Morre Valdemir Machado Leonel, o “Lona”, ex-jogador do Arapuá, aos 53 anos

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Três Lagoas (MS) — Faleceu em Três Lagoas, aos 53 anos, Valdemir Machado Leonel, conhecido carinhosamente como “Lona”, ex-jogador do Arapuá. A notícia causou forte comoção entre familiares, amigos e a comunidade esportiva da região.

Valdemir foi encontrado sem vida no último sábado, 2 de maio, em sua residência localizada no Condomínio Novo Oeste. De acordo com informações, a causa da morte foi cirrose hepática.

A despedida foi marcada por grande comoção. O sepultamento ocorreu no Cemitério Santo Antônio, em Três Lagoas. Ele deixa seis filhos.

TRAJETÓRIA NO ESPORTE E NA COMUNIDADE 

Muito conhecido no Distrito de Arapuá, Valdemir construiu uma história marcada pelo trabalho e pela paixão pelo futebol. Atuou em fazendas da região, como Água Limpa, Rodeio e Lobo, e nos finais de semana se dedicava ao esporte, defendendo equipes locais.

Foi no time do Arapuá que “Lona” deixou seu maior legado. Vestindo a camisa da SERA (Sociedade Esportiva Recreativa Arapuá), atuava como volante — posição em que ficou conhecido como o “xerife” do time. Com a camisa número 20, seu número preferido, destacou-se como um dos jogadores mais firmes e respeitados que passaram pela equipe.

Valdemir integrou o time por vários anos e também participou da equipe de veteranos. Sua última aparição em campo foi em julho de 2023, durante o jogo de inauguração da iluminação de LED do Campo Municipal José Rodrigues, no Distrito de Arapuá, em uma partida entre veteranos.

HOMENAGENS E DESPEDIDA

Nas redes sociais, amigos, familiares e ex-companheiros de equipe prestam homenagens, relembrando momentos vividos e destacando o legado deixado por “Lona” dentro e fora de campo.

Moradores do Distrito de Arapuá também manifestaram gratidão pela dedicação de Valdemir ao futebol local:

“Só temos a agradecer por todos esses anos de dedicação ao nosso time. Vá com Deus, nosso irmão Valdemir.”

Neste momento de dor, amigos e familiares se unem em solidariedade, desejando força e conforto a todos que conviviam com Valdemir Machado Leonel.

MENSAGEM

É difícil encontrar palavras diante de uma perda tão sentida. Valdemir Machado Leonel, o querido “Lona”, parte deixando não apenas saudades, mas um legado de amizade, companheirismo e amor pelo futebol que jamais será esquecido.

Que Deus o receba de braços abertos e conceda descanso eterno. Que conforte o coração de todos os familiares, amigos e daqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele, transformando a dor da despedida em lembranças eternas de momentos vividos com alegria.

“Lona” seguirá vivo na memória de cada jogo, de cada história compartilhada e em cada coração que teve sua vida marcada por sua presença.

Nossos mais sinceros sentimentos.

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