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Mato Grosso do Sul

Com 100% do contrato de gestão, Fundtur faz balanço de 2024 e define metas para 2025

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A Fundtur MS (Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul) divulgou a retrospectiva das ações realizadas em 2024 e também as metas para 2025. Além do balanço, o diretor-presidente da instituição, Bruno Wendling anunciou que a Fundação cumpriu 100% do contrato de gestão estabelecido no início do ano pelo Governo do Estado.

“Estou bem feliz com o balanço de 2024, com todo o trabalho, esforço e o que nós conseguimos alcançar dentro da Fundação de Turismo, todas as entregas para a sociedade, para o trade turístico, o reconhecimento do nosso trabalho (pelos parceiros) e poder ter compartilhado com toda a equipe foi um ótimo momento para que todos se sintam parte fundamental do que temos alcançado. Nivelamos o que as áreas têm feito e projetamos 2025 para que seja mais um ótimo ano, com desafios, capacidade de inovar e de entregar, que é o que a Fundtur vem fazendo nos últimos anos. Compartilhamos também o resultado da execução de 100% do contrato de gestão, a Fundtur é uma das autarquias e fundações que conseguiram alcançar o resultado máximo e isso é fruto do trabalho de toda a equipe que tem cumprido com seu papel e auxiliado a Fundação a contribuir de fato para um turismo melhor e vamos trabalhar para continuar nessa toada”, enfatiza Wendling.

Contrato de Gestão

No “Contrato de Gestão”, cada secretário ou gestor de autarquia define metas e projetos da pasta para o ano. Um documento com os compromissos é assinado com o governador e todas ações são acompanhadas ao longo do ano.

Depois das assinaturas dos contratos, os gerentes de cada projeto planejam as ações, estabelecem as datas, valores e andamento das propostas. O trabalho de planejamento estratégico de todas as secretarias e autarquias estaduais é acompanhado de perto em diversas reuniões ao longo do ano, para saber que projetos estão tendo resultados e quais precisam de ajustes ou novo rumo. No final do ano são avaliadas quais metas foram concluídas com sucesso.

Equipe da Fundtur-MS no Rubens Gil de Camillo

Metas da Fundtur MS para 2025

Entre as metas para 2025, além das ações estabelecidas no Plano Estratégico, a Fundtur-MS pretende capacitar e fortalecer ainda mais as Instâncias de Governança Regionais, assim como desenvolver as ações de inovação da oferta turística planejadas em 2024 como o Turismo de Base Comunitária e o Afroturismo, criação de novas rotas, realização de eventos internacionais em Mato Grosso do Sul como a FIDI e Adventure Elevate, realização de uma nova edição do evento MS Especial por Natureza em São Paulo, assim como a realização do ‘Prêmio Isto é Mato Grosso do Sul 2025’, novo layout do estande de MS nas feiras e eventos focado em ESG, inserção do Painel Sustentabilidade na plataforma Alumia e posicionamento cada vez mais assertivo na agenda climática.

“Que 2025 seja um ano mais inovador, de mais entregas e que a gente contribua para um turismo melhor para todos os que moram em Mato Grosso do Sul e, claro, que continuemos sendo referência para nosso país”, finaliza o diretor-presidente.

Débora Bordin /Fundtur
Fotos: Divulgação/FundturMS

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas

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Único hospital público do Centro-Oeste com MALDI-TOF, o hospital identifica bactérias e fungos em menos de 24 horas — revolucionando o tratamento de infecções graves

Com investimento contínuo no parque tecnológico, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) deu mais um passo na qualidade do atendimento aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). O Laboratório de Análises Clínicas da unidade passou a contar com o MALDI-TOF — técnica avançada de espectrometria de massa que identifica microrganismos como bactérias e fungos com alta velocidade e precisão. O HRMS é o único hospital público do Centro-Oeste equipado com essa tecnologia.

Se antes a identificação de bactérias e fungos levava até cinco dias, agora o diagnóstico microbiano pode ser liberado em menos de 24 horas. Na prática, isso significa que o paciente inicia o tratamento adequado mais rápido e, com isso, pode até receber alta mais cedo.

Segundo a bióloga Eliane Borges de Almeida, gerente e responsável técnica do laboratório, a grande inovação está na velocidade. “Enquanto os métodos tradicionais de identificação de bactérias e fungos levam de 48 a 72 horas, o MALDI-TOF entrega o resultado em poucos minutos. Para um paciente em estado grave, como em casos de sepse, cada minuto conta para aumentar as chances de sobrevivência”, explica.

Ela destaca ainda o impacto no uso de medicamentos: com a identificação imediata do agente causador da infecção, a equipe médica pode prescrever o antibiótico exato logo no início do tratamento. Isso evita o uso de medicamentos de amplo espectro desnecessários, combatendo a resistência bacteriana.

Os benefícios vão além do paciente individual. A diretora técnica do HRMS, Patricia Rubini, ressalta o impacto no sistema como um todo. “Quando o paciente recebe o tratamento com o antibiótico específico desde o primeiro dia, sua recuperação é mais rápida e segura. Isso significa alta mais precoce, mais leitos disponíveis para quem precisa e um uso muito mais responsável dos recursos do SUS. O MALDI-TOF é, ao mesmo tempo, uma conquista clínica e uma ferramenta de gestão eficiente para o hospital”, destaca a médica.

Na prática, a redução no tempo de internação permite que mais pacientes sejam atendidos pela unidade, otimizando a fila do SUS.

Patrícia Belarmino, Comunicação HRMS
Fotos: Patrícia Belarmino

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Motor novo, horizonte aberto: como a Agraer mudou a vida de uma família na Serra do Amolar

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Na borda mais isolada do Pantanal sul-mato-grossense, a Serra do Amolar se ergue como um recorte de resistência. Ali, o acesso não se mede em quilômetros, mas em horas de navegação. Não há estrada e quem chega, chega pelas águas – ou pelo céu. Para a maioria, a rodovia é o rio.

Entre as pessoas que vivem ali está a família de Edilaine Nogales de Arruda, pescadora profissional e moradora da região. Até então, a burocracia era uma barreira concreta: a distância da cidade tornava quase impossível a emissão de documentos essenciais para acessar políticas públicas.

“Como nós somos ribeirinhos, temos o privilégio de sermos pescadores profissionais. Sou filiada a uma colônia, e por meio dela me orientaram sobre o CAF (Cadastro da Agricultura Familiar). Para termos a possibilidade de investimento, melhorar os equipamentos de pesca, motor e ter os benefícios’’, afirma.

O problema é que dificilmente a família se deslocava até Corumbá, município mais próximo. Foi então que ano passado a Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) entrou na jogada por meio da 10ª Expedição Pantanal, organizada pela PMA (Polícia Militar Ambiental). Na ocasião, o extensionista Isaque Pécora de Andrade passou vários dias embarcado e voltou com 45 novos CAFs na bagagem.

Na vida de Edilaine, o serviço abriu a possibilidade do financiamento via Pronaf B de um motor para o barco da família. “Antes da melhoria, o pescado muitas vezes não passava da porta de casa. A venda dependia de quem chegasse. Agora conseguimos transportar o nosso produto. Só nos trouxe melhoria.”

Além disso, o equipamento também encurtou o tempo. E, no Pantanal, isso é expandir o mundo. Corumbá, que antes consumia um dia inteiro de deslocamento, passou a caber em menos horas. O que era exceção virou possibilidade.

‘’Melhorou muito a nossa logística. Agora em caso de uma emergência, consigo chegar mais rápido com minha família até a cidade’’, diz Edilaine.

Não se trata apenas de velocidade. Trata-se de autonomia. De poder escolher quando ir, para onde ir, a quem vender. De transformar o rio — antes obstáculo — em caminho de escoamento e renda.

A presença da Agraer na expedição não levou soluções prontas; levou acesso a direitos. Em territórios como o da Serra do Amolar, políticas públicas não chegam por inércia. Precisam ir — com planejamento, parceria e disposição para atravessar distâncias reais.

E no fim, a história de Edilaine não é sobre um motor. É sobre o que ele move: dignidade, renda e a possibilidade de ficar — por escolha, não por falta de opção. No coração do Pantanal, onde tudo parece longe, um documento aproximou o futuro.

A Agraer está presente em todos os municípios de Mato Grosso do Sul e segue ao lado de quem faz o campo acontecer. A instituição mantém o compromisso de fortalecer práticas sustentáveis, unindo conhecimento, tecnologia e tradição para que cada propriedade avance com equilíbrio e rentabilidade.

Produtores que desejam iniciar e aprimorar alguma atividade, ou agregar valor à produção, podem procurar um de nossos escritórios e conversar com nossos extensionistas.

Ricardo Campos Jr. e Brennon Quintino, Comunicação Agraer
Foto de capa: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo
Internas: Agraer

Fonte: Governo MS

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