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NAVA alerta sobre quatro erros de segurança que e-commerces precisam evitar na Black Friday

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Na última sexta-feira deste mês, ocorre a Black Friday, um período caracterizado por promoções, mas também por um aumento considerável de fraudes e golpes. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, os crimes de estelionato virtual podem crescer até 13,6% durante esse evento. Enquanto muito se discute sobre como os consumidores podem se proteger contra-ataques, também existem estratégias que os e-commerces podem adotar para evitar que criminosos se aproveitem de suas informações.

O aumento no tráfego e nas transações online durante a Black Friday coloca os e-commerces em risco. Para ajudar as empresas a se prepararem, a NAVA Technology for Business compartilha quatro erros que e-commerces devem se atentar para aumentar a segurança durante a Black Friday

1- Infraestrutura de tecnologia frágil: Muitos sites não estão preparados para suportar o volume elevado de acessos. É fundamental revisar todos os elementos da infraestrutura, especialmente links de comunicação, para garantir a estabilidade do ambiente digital.

2- Segurança de dados limitada à Black Friday: a segurança deve ser um processo contínuo, integrado à governança corporativa e não ser uma preocupação apenas em uma época específica do ano, como o caso da Black Friday. Empresas que investem em um desenvolvimento seguro, testam e implementam práticas de segurança robustas no ambiente de tecnologia, seja na nuvem ou local, no decorrer do ano estarão mais bem preparadas para enfrentar picos de tráfego e ameaças.

3-Falta do conceito Zero Trust: controles tradicionais de segurança podem ser insuficientes para o cenário atual. Implementar uma abordagem Zero Trust – que valida continuamente usuários e dispositivos – ajuda a proteger o ambiente digital de forma mais abrangente.

4- Falta de treinamento da equipe: É vital que as equipes responsáveis pela operação do e-commerce sejam treinadas ao longo do ano. Profissionais preparados são capazes de identificar e resolver problemas com mais eficiência durante o período da Black Friday.

Proteção Contra Fraudes

Além das verificações citadas, as empresas precisam adotar cuidados técnicos específicos no ambiente virtual. E-commerces na nuvem devem seguir práticas que assegurem segurança e conformidade, começando pela definição das responsabilidades de segurança, separando os controles que competem ao provedor de nuvem daqueles da própria empresa. “A adesão a padrões de segurança, como os da Cloud Security Alliance (CSA), também é necessária para proteger dados e transações. Revisões regulares são recomendadas para garantir que todos os controles de segurança estejam corretamente implementados e funcionando com alto grau de confiabilidade”, afirma Edison Fontes, Chief Information Security Officer (CISO) da NAVA.

O executivo ainda alerta sobre a ameaça do aumento do uso da Inteligência Artificial por cibercriminosos. Embora a IA possa ser uma aliada para empresas, o crime organizado também a utiliza para ataques mais complexos. A velocidade e o volume de dados que a IA permite processar são explorados para aumentar o número e a complexidade das tentativas de invasão. “Antecipar-se a essas ameaças envolve investimento em Monitoramento de IA que identifica comportamentos suspeitos que possam indicar o uso malicioso de IA”, complementa o especialista.

Sobre a NAVA Technology for Business

Com mais de 28 anos de atuação, a NAVA Technology for Business fornece serviços e soluções de negócios e tecnologia, como Plataforma de AIOps & Observability Strategy, Digital Strategy & Agile Development, Payments, Intelligent Outsourcing, Cloud & Infrastructure Solutions, Advanced Analytics & Automation e Cybersecurity. Assim, a NAVA inspira pessoas e empresas dos setores financeiro, seguros, meios de pagamento, educação, energia, saúde, telecomunicações e varejo a transformar e impactar positivamente o mundo. Saiba mais em https://nava.com.br

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Mercado solar brasileiro avança com tecnologia que reduz dependência das concessionárias

Com capacidade instalada de 17.7MWp, Solarprime é uma das empresas que aposta em tecnologias de armazenamento e gestão energética

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O Brasil segue entre os mercados mais promissores para energia solar e armazenamento em 2026. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar, é um dos países mais ensolarados, com a oportunidade de se tornar uma nação líder no setor. De acordo com a ANEEL, as fontes renováveis já representam 84,63% da matriz elétrica nacional, um dos maiores percentuais do mundo, (considerando as fontes eólica, solar e hídrica), e crescem os investimentos em tecnologias capazes de ampliar a eficiência energética, como sistemas de armazenamento e soluções inteligentes de gestão de energia. Diante desse cenário, empresas como a Solarprime, uma das maiores redes de franquias de energia solar do país, têm avançado no desenvolvimento de soluções voltadas ao armazenamento. Em parceria com fabricantes chineses, a empresa vem implementando sistemas baseados em baterias que reduzem a dependência das concessionárias de energia. Com capacidade instalada de 17.7MWp  e atuação consolidada em diferentes regiões do país, a rede posiciona o armazenamento energético como um dos pilares estratégicos da sua oferta para os próximos anos.

Entre as tecnologias adotadas está o Battery Energy Storage System (BESS), voltado principalmente para clientes comerciais e industriais de alto consumo (C&I). Segundo Raphael Brito, Diretor Executivo da empresa, a tecnologia surge como uma alternativa estratégica para reduzir custos com energia, especialmente em regiões onde a variação tarifária pode ser significativa. “Esse sistema permite armazenar energia em horários de tarifa mais barata, fora do horário de pico, para utilização nos momentos em que o custo da eletricidade é mais elevado, podendo chegar a ser mais de seis vezes maior em alguns estados”, explica.

Nos últimos anos, essa opção energética deixou de ser apenas uma alternativa sustentável para se tornar uma estratégia de eficiência operacional e redução de custos. Se antes o foco estava principalmente na instalação de painéis fotovoltaicos para geração própria, o mercado agora evolui para soluções mais completas. São sistemas de monitoramento inteligente que fazem a integração entre diferentes fontes de energia, com tecnologias de armazenamento que permitem a utilização da eletricidade de forma estratégica, equilibrando consumo e tarifas.

O executivo afirma que esse mercado ainda se encontra em fase inicial no Brasil, mas que é apontado como o próximo grande ciclo de crescimento do setor. “Tivemos no mercado o primeiro momento marcado pela popularização da energia distribuída. Agora entramos em uma etapa impulsionada por tecnologias mais eficientes. Esse movimento amplia o uso da energia solar e de armazenamento não apenas como alternativa sustentável, mas como ferramenta estratégica de eficiência e competitividade para empresas que adotam essa alternativa”, afirma Brito.

Sobre a Solarprime

Fundada em 2014, é uma das maiores redes de franquias de energia solar do Brasil. Além da geração solar tradicional, oferece sistemas híbridos e soluções de armazenamento por baterias, voltadas aos segmentos comercial e industrial, que permitem acumular energia fora do horário de pico e ampliar a eficiência energética. Com uma estratégia focada em expansão sustentável, a rede estima R$100 milhões em faturamento em 2026.

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Tecnologia

Você sabia que o sol que bate no seu telhado pode virar desconto na conta de luz?

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Se o sol nasce todos os dias, por que não permitir que ele trabalhe a favor do seu bolso? Enquanto uma residência brasileira consome, em média, entre 10 e 15 kWh por dia, volume suficiente para manter geladeira, chuveiro, iluminação e eletrônicos em funcionamento, um sistema fotovoltaico residencial é capaz de gerar praticamente a mesma quantidade de energia diariamente. Na prática, isso significa que aquilo que antes representava despesa mensal pode ser compensado pela própria produção de energia, possibilitando uma redução de até 90% na conta de luz.

Com o aumento das tarifas energéticas, a energia solar deixou de ser tendência e se tornou estratégia financeira. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a geração solar cresceu 22,1% em janeiro na comparação anual, reforçando o avanço da fonte no país. Diante desse cenário, essa opção vem ganhando cada vez mais espaço nos lares e até mesmo nos negócios do país. 

De acordo com Raphael Brito, Diretor Executivo da Solarprime, uma das maiores redes de franquias de energia solar do Brasil, a tecnologia permite que consumidores transformem um custo fixo em investimento de longo prazo. “Essa opção não é apenas uma escolha sustentável, ela representa previsibilidade financeira, autonomia energética e redução de despesas, tanto para famílias quanto para empresas”, afirma o executivo. 

Abaixo, o profissional lista pontos positivos da adoção de sistemas fotovoltaicos:

Redução na conta de energia e proteção contra aumentos tarifários: Ao gerar a própria energia, o consumidor passa a depender menos da concessionária e reduz o valor pago mensalmente. Quando o sistema produz mais do que o consumo imediato, o excedente vira crédito energético, que pode ser utilizado para compensar contas futuras. Na prática, isso significa economia. Além disso, ter um sistema próprio diminui o impacto das bandeiras tarifárias e dos reajustes anuais, que costumam pesar no orçamento. O resultado é mais previsibilidade financeira, controle sobre os gastos e menos surpresas no fim do mês.

Valorização do imóvel: No mercado imobiliário, imóveis com sistema de geração solar instalado ganham diferencial competitivo, maior atratividade para venda ou locação e potencial de valorização, tornando-se mais modernos, econômicos e alinhados às novas demandas de sustentabilidade.

Eficiência para empresas: No setor comercial e industrial, a economia pode ser ainda mais estratégica. Sistemas híbridos e baterias permitem armazenar energia e utilizá-la nos horários de pico, quando a tarifa é mais alta, reduzindo custos operacionais e aumentando a competitividade do negócio. A energia deixa de ser apenas uma despesa e passa a ser parte da estratégia de eficiência da empresa. 

Sobre a Solarprime

Fundada em 2014, é uma das maiores redes de franquias de energia solar do Brasil. Além da geração solar tradicional, oferece sistemas híbridos e soluções de armazenamento por baterias, voltadas aos segmentos comercial e industrial, que permitem acumular energia fora do horário de pico e ampliar a eficiência energética. Com uma estratégia focada em expansão sustentável, a rede estima R$100 milhões em faturamento em 2026

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