Mato Grosso do Sul
Funtrab oferece mais de 5,1 mil vagas de emprego em Mato Grosso do Sul
A Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul) oferece 5.177 vagas de emprego em 530 diferentes ocupações, em 35 municípios do Estado nesta segunda-feira (30).
Em Campo Grande são 1.954 vagas com oportunidades para auxiliar de limpeza (138) e de linha de produção (137), além de mecânico, recepcionista, vendedor, entre outras.
Para pessoas com deficiência são oferecidas 63 vagas exclusivas, todas na Capital, entre elas para auxiliar administrativo. Também são oferecidas 163 vagas exclusivas para estágio, somente para pessoas que cursam nível superior ou médio.
No interior são oferecidas vagas em Cassilândia, Chapadão do Sul, Dourados, Amambai, Aparecida do Taboado, Aquidauana, Bataguassu e Batayporã, além de Caarapó, Corumbá e Costa Rica.
Também há vagas disponíveis em Iguatemi, Guia Lopes da Laguna, Itaquiraí, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Ponta Porã, Paranaíba, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia, Sonora e Três Lagoas.
AS VAGAS NO ESTADO
Os interessados podem comparecer na Casa do Trabalhador de seu interesse com RG, CPF e Carteira de Trabalho, para concorrer às vagas e requerer Seguro-Desemprego.
Clique aqui e Confira o endereço das 35 Casas do Trabalhador em Mato Grosso do Sul .
A lista completa de vagas você pode conferir aqui, onde também consta os endereços das unidades da Casa do Trabalhador nos municípios em que as vagas são ofertadas. Os interessados devem comparecer com RG, CPF e Carteira de Trabalho no horário indicado.
Comunicação Governo de MS
Foto: Bruno Rezende
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Para conservar e proteger biomas, Governo de MS realiza técnica de queima prescrita em parque estadual
Com atuação preventiva aos grandes incêndios florestais em Mato Grosso do Sul, o Corpo de Bombeiros realizou queima prescrita no Pevri (Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema), localizado na Bacia do Rio Paraná. A atividade conhecida como MIF (Manejo Integrado do Fogo) auxilia na prevenção e redução de riscos, e ainda fortalece a capacidade de resposta do Corpo de Bombeiros em caso de emergência e ocorrência de incêndio.
“Essas práticas são essenciais para o controle da biomassa acumulada, reduzindo o risco de grandes incêndios florestais. O uso do fogo controlado, aliado a abertura de aceiros e ao planejamento adequado se mostra extremamente eficiente na mitigação dos incêndios, principalmente quando realizado no período correto”, destacou o capitão dos Bombeiros, Samuel Pedrozo, responsável pela operação no parque.
Com atuação coordenada e estratégica, o Governo do Estado consolida o trabalho de prevenção que desde 2023 contribui para a preservação, controle e extinção dos incêndios florestais em todos os biomas.
Para a realização da ação, o Corpo de Bombeiros considerou a influência do fenômeno climático El Niño em Mato Grosso do Sul, que neste ano tem previsão de intensificar a ocorrências de incêndios florestais nos biomas do Estado – Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. O El Niño interfere no regime de chuvas e no padrão de temperatura e de ventos, elevando consideravelmente o risco de fogo na região.
Em Mato Grosso do Sul o fenômeno deve atuar de forma direta, deixando as temperaturas mais quentes – situação que em 2026 tem previsão de ocorrer durante o inverno – e provoca também irregularidades de chuva. Diante de tal cenário, o Estado já conta com uma estrutura de resposta ágil e planejamento com ações estratégicas de prevenção e combate aos focos.
O trabalho no Pevri ocorreu durante quatro dias (entre 1° e 4 de maio) e envolveu, além dos bombeiros militares com viaturas equipadas para atividades de combate a incêndios, equipe do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), responsável pela área, que tem 73,3 mil hectares, e faz parte do bioma Mata Atlântica, localizada nos municípios de Taquarussu, Naviraí e Jateí.
“Nas unidades de conservação, como o Parque Estadual Várzeas do Rio Ivinhema, o manejo adequado do fogo é essencial para manter o equilíbrio ecológico e proteger a biodiversidade. Essas ações são planejadas com base em critérios técnicos rigorosos”, disse o gerente das Unidades de Conservação do Imasul, Leonardo Tostes, sobre a importância do manejo dentro das áreas protegidas.
Planejamento com tecnologia
Antes do início das atividades foi realizado um mapeamento detalhado da área com o uso de geotecnologias. A operação contou com o apoio de drone equipado com sensores infravermelhos e câmeras térmicas, possibilitando o monitoramento contínuo da área, inclusive durante o período noturno, além da identificação da presença de fauna.
O planejamento considerou as condições climáticas locais. A queima teve início no período de maior temperatura do dia, em torno de 30 °C. Ao longo da tarde, com a queda da temperatura, o aumento da umidade do ar e a formação de orvalho, o fogo perdeu a intensidade e se extinguiu naturalmente. Ainda assim, as equipes permaneceram em alerta para agir imediatamente em caso de qualquer alteração no comportamento das chamas.
Prevenção e conservação
A ação ocorre em uma área previamente mapeada do parque, com objetivo de reduzir a biomassa acumulada e material combustível disponível, além do risco de incêndios severos durante o período de estiagem.
Além da prevenção, o manejo contribui para a eliminação de espécies exóticas e favorece a regeneração da vegetação nativa. Outro aspecto importante é a proteção das áreas de floresta nativa, que são mais sensíveis ao fogo.
A queima prescrita é conduzida de forma lenta e com baixa intensidade, permitindo a fuga da fauna e preservando a estrutura da vegetação. Esse tipo de manejo remove apenas o excesso de biomassa, mantendo o equilíbrio ecológico da área.
“Se esse manejo não fosse feito, o material serviria como combustível para incêndios de grandes proporções no período de seca, como ocorreu em 2024. Com o MIF, conseguimos manter o fogo sob controle, preservar a vegetação e garantir que os animais tenham onde se refugiar. É a forma correta de manejo, feita no período adequado, para evitar danos maiores no futuro”, explicou o guarda-parque do Pevri, Dione Sales dos Santos.
A unidade de conservação, com 78,3 mil hectares localizada nos municípios de Aquidauana e Corumbá, foi a primeira – localizada na região pantaneira – que recebeu o emprego de técnicas do MIF, em antecipação aos incêndios florestais previstos na época.
“Buscamos com isso mitigar efeitos de possíveis incêndios e reduzir prejuízos, tanto na fauna, flora, como em propriedades próximas”, explicou o subdiretor da DPA (Diretoria de Proteção Ambiental) do Corpo de Bombeiros, major Eduardo Teixeira.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Gustavo Escobar, Comunicação Imasul
Fotos: Ewerton Pereira/Secom-MS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Exportações de MS crescem 6,26% e saldo da balança comercial chega a US$ 2,72 bilhões até abril
As exportações de Mato Grosso do Sul avançaram novamente em abril, mantendo o bom desempenho da balança comercial neste ano. É o que mostra a Carta de Conjuntura do Setor Externo de mês de Maio de 2026, elaborada pela Assessoria Especial de Economia e Estatística da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).
Os números apontam que as exportações sul-mato-grossenses alcançaram US$ 3,61 bilhões entre janeiro e abril deste ano, crescimento de 6,26% em relação ao mesmo período de 2025.
No mesmo período, as importações somaram US$ 893,11 milhões, alta de 1,51%, garantindo ao Estado um superávit comercial de US$ 2,72 bilhões, resultado 7,91% superior ao registrado no ano anterior. Além do avanço em valor, o volume exportado também registrou crescimento expressivo. Entre janeiro e abril de 2026, Mato Grosso do Sul exportou 9,67 milhões de toneladas, aumento de 16,61% frente ao mesmo período de 2025.
O agronegócio e a indústria de transformação continuam puxando os índices, com destaque entre os principais produtos exportados. A soja lidera com 32,01% da pauta exportadora, seguida pela celulose (26,02%) e carne bovina (19,02%).
A China permanece como principal destino das exportações sul-mato-grossenses, respondendo por 48,29% das vendas internacionais do Estado. Na sequência aparecem Estados Unidos (8%) e Países Baixos (4,23%).
Entre os municípios, Três Lagoas lidera o ranking estadual de exportações, com 17,84% do total comercializado, seguida por Ribas do Rio Pardo (11,62%), Dourados (10,65%) e Campo Grande (7,59%).
O levantamento também aponta desempenho positivo da agropecuária, que registrou crescimento de 28,59% nos preços e de 25,16% no volume exportado. Já a indústria de transformação teve alta de 1,15% nos preços e 0,68% no volume comercializado.
Outro destaque é a logística de exportação. O Porto de Paranaguá concentrou 40,36% das mercadorias exportadas por Mato Grosso do Sul, seguido pelo Porto de Santos, com 37,62%.
Consolidação
O secretário Artur Falcette, da Semadesc, destacou que o resultado da balança comercial é reflexo direto da maturação dos investimentos realizados em Mato Grosso do Sul nos últimos anos.
“O Estado vem consolidando um ambiente de segurança jurídica, infraestrutura, logística e competitividade que permitiu ampliar a capacidade industrial, agregar valor à produção e diversificar mercados internacionais. Hoje vemos os efeitos concretos desse processo, com crescimento das exportações, fortalecimento da agroindústria e geração de oportunidades em diferentes regiões do Estado”, avaliou.
Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Fonte: Governo MS
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