Mato Grosso do Sul
Tempo quente e seco: Mato Grosso do Sul pode registrar até 40°C neste fim de semana
O tempo continua firme, com sol e poucas nuvens neste sábado (7). Além disso, de acordo com a previsão do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), a umidade relativa do ar deve ficar muito baixa no período da tarde, com valores entre 5% e 20%.
“Essa situação meteorológica ocorre devido a atuação de um sistema de alta pressão atmosférica que atua como um bloqueio atmosférico, inibindo a formação de nuvens favorecendo o tempo quente e seco no Estado”, explica o órgão. Recomenda-se beber bastante líquido, umidificar os ambientes e não atear fogo em nenhuma situação.
Os termômetros em Campo Grande marcam 22°C inicialmente e chegam aos 38°C nos horários mais quentes. A mínima prevista em Dourados é de 19°C e a máxima de 38°C. Nas regiões Cone-Sul e leste, Iguatemi e Anaurilândia amanhecem com 19°C e atingem máximas de 36°C e 38°C, respectivamente.
Paranaíba, no Bolsão, tem mínima de 21°C e máxima de 39°C, já em Três Lagoas os valores variam entre 20°C e 39°C. Na região norte, os municípios de Coxim e Camapuã apresentam temperaturas semelhantes, com mínimas de 22°C e máximas de 39°C.
No Pantanal, Corumbá registra 25°C pela manhã e 38°C à tarde; Aquidauana, na mesma região, tem mínima de 22°C e máxima de 40°C. Na região sudoeste, Porto Murtinho inicia o dia com 22°C e atinge máxima de 40°C.
Domingo
Para o domingo (8), a previsão indica sol e poucas nuvens em Mato Grosso do Sul. A atuação de um sistema de alta pressão atmosférica inibe a formação de nuvens e favorece o tempo quente e seco, que deve registrar temperaturas de até 41°C e umidade relativa do ar entre 5% e 20%.
Além de causar riscos à saúde, as condições também são favoráveis para a ocorrência de incêndios florestais. Entre as orientações do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) estão: beber bastante líquido, evitar exposição ao sol nos horários mais quentes e secos, umidificar os ambientes e não atear fogo em nenhuma situação.
Campo Grande encerra a semana com mínima prevista de 20°C e máxima de 38°C. Os termômetros em Dourados marcam 20°C inicialmente e chegam aos 39°C ao longo do dia. Na região Sul-Fronteira, Ponta Porã apresenta variação entre 22°C e 35°C. Anaurilândia, no leste, tem mínima de 21°C e máxima de 39°C.
Na região do Bolsão, os municípios de Paranaíba e Três Lagoas registram temperaturas semelhantes, com mínimas de 21°C e máximas de 38°C. No norte, Coxim e Camapuã atingem 39°C nos horários mais quentes, com mínimas de 23°C e 24°C, respectivamente.
Corumbá, na região pantaneira, amanhece com 26°C e marca 39°C à tarde, já em Aquidauana, a mínima é de 23°C e a máxima de 41°C. Em Porto Murtinho, as temperaturas iniciam em 24°C e sobem até 41°C.
Heloisa Duim, Programa de Estágio Supervisionado
Foto: Saul Schramm
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Agehab amplia faixa de renda e aumenta subsídios para facilitar acesso à casa própria em MS
Realizar o sonho da casa própria vai ficar mais acessível para milhares de famílias de Mato Grosso do Sul. A Agehab (Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul) ampliou o alcance dos programas habitacionais e assim fortaleceu o apoio oferecido às famílias que buscam financiar sua moradia com mais segurança, dignidade e qualidade de vida.
As mudanças atualizam os limites de renda dos programas estaduais e reajustam os valores dos subsídios concedidos pelo Governo do Estado, permitindo que mais pessoas possam participar das iniciativas habitacionais desenvolvidas em parceria com os municípios e o Governo Federal.
Com a nova regulamentação, famílias com renda entre R$ 1,5 mil e R$ 8,1 mil passam a se enquadrar em modalidades como Crédito Associativo e Lote Urbanizado. A atualização acompanha a realidade econômica atual e amplia as possibilidades de acesso à moradia para trabalhadores que antes acabavam fora dos critérios dos programas.
A diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani Lopez, destaca que as alterações representam um avanço importante na política habitacional do Estado. “Nosso compromisso é fazer com que mais famílias tenham condições reais de conquistar sua casa própria. Muitas vezes, pequenos aumentos na renda acabavam impedindo o acesso aos programas habitacionais. Com essa atualização, conseguimos ampliar esse atendimento e alcançar pessoas que realmente precisam desse apoio”, afirmou.
Além da ampliação da faixa de renda, os subsídios estaduais também foram reajustados. Nos municípios com mais de 100 mil habitantes, o benefício poderá chegar a R$ 32 mil para famílias com renda de até R$ 3,2 mil. Já nos municípios menores e em cidades impactadas por grandes empreendimentos, os subsídios podem alcançar R$ 25 mil.
Outro ponto importante das novas regras é a exigência de acabamento interno nas unidades habitacionais contratadas a partir da atualização da portaria. As moradias deverão ser entregues com piso cerâmico, porcelanato ou laminado nas áreas internas, garantindo mais conforto e qualidade para os futuros moradores.
“A habitação vai além da entrega de paredes e telhado. Estamos falando de dignidade, acolhimento e qualidade de vida. Quando entregamos uma casa com melhor acabamento, também entregamos mais tranquilidade para as famílias iniciarem uma nova etapa de suas vidas”, ressaltou Maria do Carmo.
As alterações também reorganizam a distribuição das cotas habitacionais em Mato Grosso do Sul. Campo Grande lidera a previsão de atendimento, com 4,3 mil unidades previstas, seguida por Dourados, Três Lagoas, Ribas do Rio Pardo e outros municípios contemplados pelos programas estaduais.
As novas regras entram em vigor a partir da publicação da portaria e serão válidas para novos contratos, solicitações de subsídio e futuras seleções habitacionais, sem aplicação retroativa.
Edyelk Santos, Comunicação Agehab
Foto: Saul Schramm, Secom/MS (arquivo)
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Servidor usa história de vida como inspiração para mestrado sobre inclusão de pessoas com deficiência
Pesquisa reforça avanços na inclusão de pessoas com deficiência e contribui para o aprimoramento de políticas no ensino superior
Exemplo de empenho e dedicação, o servidor da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), Lucas Helpis de Lima, usou sua própria história de vida como inspiração para fazer um mestrado profissional em Educação, que trata do processo de inclusão de pessoas com deficiência na universidade. Ele inclusive se tornou o primeiro mestre com deficiência decorrente de paralisia cerebral em Mato Grosso do Sul, consolidando uma caminhada construída entre formação acadêmica e atuação profissional.
Para a orientadora da pesquisa, a professora Celi Correa Neres, a conquista representa um avanço histórico. Segundo ela, o feito evidencia o protagonismo da pessoa com deficiência e também o amadurecimento de políticas inclusivas desenvolvidas ao longo das últimas décadas. “A pesquisa de mestrado do Lucas é considerada um marco para as políticas de inclusão. Ela mostra o protagonismo da pessoa com deficiência e é resultado das políticas de inclusão que vivenciamos ao longo do tempo”, destacou a docente.

Na dissertação, Lucas realizou uma análise sobre o processo de inclusão de pessoas com deficiência na UEMS, considerando a experiência universitária e os caminhos para o fortalecimento institucional. O estudo reúne diagnóstico, reflexão crítica e proposições que podem contribuir para qualificar ainda mais as ações já desenvolvidas pela universidade.

Ao explicar a escolha pelo mestrado profissional em Educação, Lucas ressaltou o caráter prático do programa. Para ele, o diferencial está na possibilidade de aliar formação acadêmica à produção de resultados concretos. “Além do processo acadêmico, a gente precisa gerar um trabalho, um produto que possa trazer benefício, melhoramento e resultado”.
Lucas também destacou que a pesquisa permitiu ampliar conhecimentos sobre direitos, legislação e acessibilidade, além de reconhecer os avanços já alcançados pela UEMS no atendimento às pessoas com deficiência. “Foi uma pesquisa que trouxe resultados e apontamentos de melhorias, mas também mostrou os avanços que a Universidade Estadual tem tido e sido referência”, avaliou.
O estudante completou quase dez anos de vínculo com a UEMS, entre graduação, trabalho e pós-graduação. Mesmo diante dos desafios do período da pandemia, quando muitos estudantes interromperam seus cursos, ele persistiu, concluiu a graduação e colou grau em fevereiro de 2022. Lucas simboliza uma universidade pública que amplia oportunidades, reconhece capacidades e transforma experiências em conhecimento, além de beneficiar a comunidade além dos portões da universidade.
Comunicação Uems
Fonte: Governo MS
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