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Mato Grosso do Sul

Com foco no monitoramento das ações, Seilog avalia entregas pactuadas no Contrato de Gestão

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O primeiro ciclo de reuniões para monitoramento dos Contratos de Gestão 2024 da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog) aconteceu na tarde de quarta-feira (12). Promovido pela Secretaria-Executiva de Gestão Estratégica e Municipalismo (Segem), o encontro focou no planejamento, nas ações em andamento e nas entregas efetivas à população.

Este encontro serviu para medir os esforços da Seilog no planejamento estratégico e na execução dos compromissos pactuados, envolvendo suas vinculadas: Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), Agehab (Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul) e Sanesul (Empresa de Saneamento do Estado).

Atualmente, a pasta tem 10 projetos em andamento, totalizando 118 entregas à população e um investimento de R$ 1,6 bilhões planejado para 2024 em obras que visam melhorar a vida dos sul-mato-grossenses.

Representando o secretário da pasta Helio Peluffo, a secretária-adjunta da Seilog, Mirna Torres, destacou a rapidez com que algumas ações foram implementadas. “Em 60 dias, assinamos 112 convênios que já estão em fase de licitação pelos municípios. Obras em parceria do Governo do Estado com os municípios que somam mais de R$ 426 milhões em novas obras”, afirmou Mirna.

Ela ressaltou a importância de monitorar os investimentos na área de logística e infraestrutura, que estão alcançando todos os 79 municípios do estado. “Todos esses investimentos focam na infraestrutura de qualidade, na manutenção e ampliação da malha viária, além de obras de infraestrutura urbana”, pontuou a adjunta.

Entre as metas com 95% a 100% concluídas estão: iluminação pública com LED solar na ponte do Passo do Lontra na Rodovia MS-184, primeira etapa da pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no bairro Santa Fé, em Rio Negro; urbanização e paisagismo na Orla da Cachoeira dos Diamantes, em Rochedo; recuperação e pavimentação asfáltica de trechos das rodovias MS-382, MS-345, MS-488, MS-270, MS-432, MS-166, MS-460 e MS-316.

Para 2024, outras metas estão em andamento, como a ampliação e melhoria dos sistemas de abastecimento de água e expansão dos sistemas de esgotamento sanitário pela Sanesul, além da produção de unidades habitacionais e entregas de títulos de regularização fundiária pela Agehab.

A diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani, comentou sobre a importância do monitoramento. “Estamos com uma performance dentro da expectativa. Toda a equipe está mobilizada para garantir a eficácia das entregas para a sociedade. Essa avaliação nos orienta e permite ajustes necessários para cumprir o que foi pactuado”, explicou.

As discussões técnicas, nesta fase dos Contratos de Gestão, são cruciais para aprimorar o gerenciamento de projetos e entender como as entregas podem beneficiar a população e melhorar o fluxo de informações. Segundo o secretário-executivo de Gestão Estratégica e Municipalismo, Thaner Nogueira, os resultados apresentados na reunião estão dentro do esperado e planejado.

“Faremos alguns ajustes contratuais, a pedido da Seilog, em especial nas ações do MS Ativo dentro da pasta, que tem se esforçado para viabilizar mais de 112 convênios. Isso certamente refletirá em melhorias significativas para os municípios”, afirmou Thaner.

No final do ano, os resultados serão apresentados ao governador Eduardo Riedel em reunião com os secretários para balizar os novos contratos e projetos a serem executados em 2025 e apresentar os resultados obtidos em 2024 em todas as pastas.

Luciana Bomfim, Comunicação Seilog/Agesul
Fotos: Chico Ribeiro

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Atvos anuncia investimento bilionário em etanol de milho em Nova Alvorada do Sul e amplia aposta no MS

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A Atvos anunciou um investimento bilionário na construção de uma nova planta de etanol de milho anexa à Usina Santa Luzia, em Nova Alvorada do Sul. O projeto reforça a expansão do setor sucroenergético em Mato Grosso do Sul e coloca a empresa entre as gigantes que passaram a apostar no milho como alternativa estratégica para ampliar a produção de biocombustíveis no Brasil.

Segundo o CEO da companhia, Bruno Serapião, o investimento ultrapassa R$ 1 bilhão e a nova unidade deverá entrar em operação em 2028. A planta terá capacidade para processar 642 mil toneladas de milho por ano, produzindo cerca de 273 milhões de litros de etanol, além de 183 mil toneladas de DDG (grãos secos de destilaria) e 13 mil toneladas de óleo de milho anualmente.

A escolha da Usina Santa Luzia ocorreu por se tratar da maior unidade da empresa, com elevada disponibilidade de biomassa proveniente do bagaço da cana-de-açúcar, utilizada para geração de energia. A integração entre a produção de etanol de cana e milho deve reduzir custos industriais e diminuir a pegada de carbono da operação.

De acordo com a Atvos, a combinação das duas matrizes produtivas poderá gerar uma redução superior a 10% no custo final de produção do etanol. Outro fator decisivo foi a localização estratégica da unidade, já que muitos fornecedores da empresa também cultivam milho e atuam na pecuária, criando demanda natural para o DDG produzido.

A expectativa é de que grande parte da nova produção abasteça o mercado do Centro-Oeste, região onde o consumo de etanol cresce acima da média nacional. Com isso, parte da produção de etanol de cana poderá ser direcionada para exportação.

A empresa também aposta no avanço da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para até 35%, prevista na Lei do Combustível do Futuro. Atualmente, a Atvos já exporta etanol industrial para o Japão e observa crescente interesse internacional de países como Indonésia, Filipinas e Índia por combustíveis com baixa emissão de carbono.

Além da planta de etanol de milho, a companhia também investe na construção de uma unidade de biometano na mesma usina, com aporte estimado em R$ 350 milhões e previsão de conclusão em 2027.

Os novos investimentos marcam uma nova fase da empresa, que nos últimos anos passou por recuperação judicial e reestruturação financeira. Segundo a companhia, a alavancagem caiu de 1,4 vez em 2023 para 1,3 vez em dezembro de 2025, permitindo agora direcionar recursos para expansão e modernização.

Nos últimos três anos, a Atvos ampliou sua moagem de cana de 22 milhões para 27 milhões de toneladas por safra, mantendo cerca de 500 mil hectares de área fornecedora para suas oito usinas. A meta da empresa é atingir 30 milhões de toneladas processadas nos próximos ciclos.

Entre os investimentos realizados no campo estão tecnologias de agricultura de precisão, conectividade 4G, uso de drones na aplicação de insumos e desenvolvimento de variedades mais resistentes à estiagem. Na safra passada, a produtividade média da companhia alcançou 73 toneladas por hectare, próximo da média do Centro-Sul do país.

SOBRE ATVOS

Atvos é uma empresa brasileira do setor sucroenergético e uma das maiores produtoras de biocombustíveis do país. Fundada em 2007 e sediada em São Paulo, atua na produção de etanol, açúcar VHP e energia elétrica a partir da biomassa da cana-de-açúcar, com foco em soluções de baixa emissão de carbono para a transição energética.

Principais fatos

  • Fundação: 2007

  • Sede: São Paulo (SP), Brasil

  • Unidades: 8 usinas agroindustriais em 4 estados

  • Funcionários: cerca de 11 mil

  • Capacidade anual: 3,3 bilhões de litros de etanol e 4,2 mil GWh de energia limpa

Operações e produtos

A empresa transforma cana-de-açúcar em três produtos estratégicos: etanol hidratado e anidro (usado como biocombustível), açúcar VHP (para exportação e refino) e energia elétrica cogenerada a partir do bagaço e da palha. Essa energia renovável é suficiente para abastecer mais de 18 milhões de pessoas. Além disso, a Atvos é uma das principais emissoras de Créditos de Descarbonização (CBIOs) do programa RenovaBio, com capacidade superior a 4 milhões de créditos por safra .

Presença e sustentabilidade

Com unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, a Atvos integra agricultura e indústria de forma circular, aproveitando integralmente resíduos como torta de filtro e vinhaça. A empresa é signatária do Pacto Global das Nações Unidas desde 2016, comprometendo-se com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) .

Estratégia e inovação

Desde 2024, a companhia vem expandindo práticas de agricultura regenerativa e digitalização industrial. Investe em projetos de biometano e etanol de milho para diversificar o portfólio e reduzir ainda mais sua pegada de carbono. Sua plataforma digital de gestão integra inteligência artificial e dados em tempo real para otimizar produtividade e sustentabilidade .

Relevância

Controlada pela Mubadala Capital, a Atvos consolidou-se como um dos maiores agentes da transição energética no Brasil, conectando inovação tecnológica, eficiência agrícola e compromisso ambiental em larga escala.

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Mato Grosso do Sul

Sala Lilás: Aquidauna tem reforço na rede de enfrentamento à violência contra a mulher

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Para avançar na rede de proteção e acolhimento às mulheres e meninas em situação de violência, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Polícia Civil, inaugurou a 64ª Sala Lilás, no município de Aquidauana.

A sétima inauguração realizada este ano ocorreu na sexta-feira (8), reafirmando o compromisso de fortalecer o atendimento cada vez mais humanizado, reservado e especializado.

A Sala Lilás oferece um ambiente acolhedor e seguro dentro da unidade policial, preparado para garantir escuta qualificada, respeito e dignidade às vítimas, contribuindo para que se sintam protegidas e amparadas no momento em que mais necessitam de apoio.

Com a inauguração em Aquidauana, o Estado amplia sua rede de atendimento especializado, levando mais cuidado e proteção às mulheres sul-mato-grossenses.

As Salas Lilás são espaços reservados dentro de delegacias da Polícia Civil, idealizados para garantir privacidade e atendimento humanizado a vítimas de violência. Implantadas com base nos princípios da Lei Maria da Penha (11.340/06) e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90), elas oferecem suporte especializado para o registro de boletins de ocorrência, solicitação de medidas protetivas de urgência e requisição de exames periciais — tudo no mesmo local.

O atendimento é realizado por equipes capacitadas, com escuta qualificada e apoio psicológico, reduzindo o risco de revitimização e o impacto emocional de quem procura a Polícia Civil para pedir ajuda.

“As salas também são equipadas de forma a permitir que seja realizado o depoimento especial de crianças e adolescentes vítimas, atendidas por profissionais de segurança pública capacitados, impedindo a “revitimização” dessas pessoas que teriam que relatar inúmeras vezes os fatos nas diversas esferas da investigação e do acolhimento psicossocial. Temos também um espaço para que as mulheres que, chegam acompanhadas de filhos pequenos, possam deixar essas crianças próximas, ao “alcance dos olhos”, permitindo maior tranquilidade no atendimento”, disse a delegada responsável pelo projeto, Christiane Grossi.

A primeira Sala Lilás de Mato Grosso do Sul foi criada em 2019. Desde então, o projeto tem se consolidado como uma política de Estado. A atuação ocorre em parceria com os serviços de assistência social dos municípios, que mantêm técnicos de plantão para acompanhar as vítimas durante os trâmites na delegacia e no encaminhamento posterior a redes de proteção.

O Estado já tem 64 Salas Lilás e 12 Delegacias de Atendimento à Mulher (DAMs) distribuídas pelo interior, além da DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) de Campo Grande, que funciona na Casa da Mulher Brasileira.

Comunicação PCMS / Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS (colaboração)
Fotos: PCMS

Fonte: Governo MS

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