Saúde
Síndromes respiratórias e os cuidados com as crianças
“Se a criança está com coriza, febre ou tosse, não deve ir à escola”, diz pediatra
Quando o assunto é síndromes respiratórias virais em crianças, muitos pais e responsáveis pelos pequenos compartilham das mesmas dúvidas em relação à necessidade de levar o filho à emergência ou quando cuidá-lo em casa. Diferenciar os quadros e saber quais as melhores medidas a serem tomadas é essencial.
Dr. Alberto Jorge Félix Costa, pediatra da Unimed Campo Grande, responde perguntas frequentes sobre cuidados com as crianças em casos de síndromes respiratórias virais e como agir em cada caso, além de dar dicas essenciais para o dia a dia dos pequenos.
O que são síndromes respiratórias virais?
É qualquer situação que a criança apresente uma coriza, tosse, febre. É um quadro que envolve o sistema respiratório e por trás deste quadro existem alguns agentes etiológicos (causadores da doença), que podem desencadear sintomas diferentes.
Crescente
Presenciamos em todo o país quadros de bronquiolite, que afetam principalmente os bebês e o maior causador deste quadro é o vírus sincicial respiratório. Nesses quadros, quanto menor a criança, maior a gravidade.
Quando levar a criança ao hospital?
Os quadros respiratórios nas crianças podem ser bem leves, apresentando coriza, tosses esporádicas e febre baixa. Geralmente, esses são casos de resfriados comuns, que é um quadro respiratório viral mais frequente entre os pequenos, e normalmente elas conseguem brincar e se alimentar.
Os quadros vão ficando mais preocupantes à medida que a criança vai ficando mais debilitada, prostrada, apresentando febres com intervalos mais curtos (a cada 4 ou 6 horas, por exemplo), dificuldade respiratória de graus variados (nariz obstruído ou um padrão respiratório torácico, quando a criança fica mais cansada, ofegante ou gemente). Nesses casos, usualmente os pais já devem buscar um atendimento médico.
Algo importante para falar é que nas situações de resfriados comuns, que são situações mais leves, pode ocorrer de evoluírem para algo maior, por isso a necessidade de sempre estar atento aos sintomas.
Quando a criança fica bem entre as febres e é um quadro recente, o ideal é que uma consulta com o pediatra seja marcada, até para desafogar os prontos atendimentos. Outro ponto é que leva-los a um hospital é uma exposição, pois às vezes um pequeno com resfriado leve senta ao lado de alguém com pneumonia, por exemplo, podendo contaminar essa criança que já está debilitada.
Tempo de evolução
Os quadros virais têm um tempo de evolução, podendo durar até 10 dias, como no caso do resfriado comum, que até passa sozinho sem o uso de medicamento, apenas com a utilização de soro no nariz, hidratação e mantendo uma boa alimentação.
Antibiótico
Em casos virais não se utiliza antibiótico. É importante frisar para os pais que a febre, por exemplo, pode ocorrer e permanecer até 72 horas. Isso é normal.
Lavagem nasal é necessária
A lavagem nasal é a conduta mais importante para se manter em casa, além da hidratação. É necessária e faz parte do tratamento. Isso porque esse método mantém as vias aéreas livres e as chances de uma inflamação no ouvido, evolução para sinusite, entre outros, são diminuídas.
Uma boa dica para realizar a lavagem é com a criança sentada ou em pé, fazendo o processo primeiro em uma narina e depois em outra. Nem sempre o soro atravessa para o outro lado, é normal. O soro precisa ser pré-aquecido (bem pouco), deixando no sol ou amornando no micro-ondas. Isso torna a lavagem mais confortável e desobstrui melhor as vias aéreas.
Para os pais que têm dificuldade de realizar essa limpeza, mesmo com a explicação do pediatra, uma boa saída é assistir tutoriais no Youtube.
Na escola
Se a criança está com coriza, febre ou tosse, não deve ir à escola, principalmente aquelas que são pequenas. Os pequenos alunos ficam “confinados”, juntos, em um ambiente menor e com janelas fechadas. A imunidade nessa faixa etária é menor, por isso é tão comum uma criança resfriada que vai à escola passar para todos os outros.
O mesmo vale para aniversários ou outras situações. Levar bebês em locais públicos e cheios de pessoas também deve ser evitado, isso é uma super exposição. Uma criança com 40 dias de vida que pega um resfriado, por exemplo, precisa que o pediatra olhe essa situação com outros olhos, porque a chance de evolução para algo mais grave não é pequena. A conduta mais correta, principalmente em épocas do ano como o outono, é não expor a aglomerações, a criança precisa estar melhor preparada imunologicamente para isso.
Alimentação
Além de garantir um desenvolvimento saudável, estimular a alimentação balanceada e bons hábitos desde cedo nas crianças pode diminuir consideravelmente a ocorrência e a intensidade de doenças, como síndromes respiratórias virais, gripes e resfriados.
Três alimentos bons para ter no dia a dia e que aumentam a imunidade infantil:
– Amêndoas, sementes e cereais: são fontes de fibras, vitamina E e zinco.
– Frutas: ricas em vitaminas variadas. A laranja e o morango, por exemplo, apresentam grandes índices de vitaminas A, B e C.
– Vegetais: ricos em vitaminas A, C e E, além de cálcio, ferro e outros.
Vacinas
As vacinas são fundamentais. Infelizmente hoje há uma onda de hesitação vacinal, e isso prejudica a compreensão científica para fazer o melhor para as crianças. A imunidade coletiva é essencial, inclusive ajuda na proteção da saúde dos pequenos.
Para saber mais sobre o assunto acompanhe “SÍNDROMES RESPIRATÓRIAS E OS CUIDADOS COM AS CRIANÇAS” no podcast Cuidar de Você, da Unimed Campo Grande. Clique aqui e acesse o podcast.
Meio século de história
Já são cinco décadas de uma história escrita pelas mãos de médicos cooperados, colaboradores, clientes e pessoas que acreditam na Unimed Campo Grande. Esses 50 anos de existência, lutas e conquistas serão celebrados no dia 12 de maio, data em que é reforçada a trajetória do nascimento de um novo conceito em saúde para nosso estado.
Inúmeros desafios foram enfrentados, mas diversas conquistas foram alcançadas para que hoje a cooperativa médica chegasse à posição de maior plano de saúde de Mato Grosso do Sul. Desde a sua criação, em 1973, os propósitos da Unimed CG continuam sendo a busca constante por cuidado, crescimento e inovação, a fim de proporcionar a melhor assistência à saúde aos seus beneficiários e ser um porto seguro aos médicos cooperados, para que exerçam sua profissão com autonomia e, assim, continuem dialogando de forma democrática os rumos da saúde. Isto é a base do nosso cooperativismo, focado fundamentalmente no ser humano.
Aqui tem esperança. Aqui tem vida. Aqui tem Unimed.
Saúde
Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão: condição silenciosa atinge cerca de 28% dos brasileiros
Especialista reforça a importância do acompanhamento médico e de hábitos saudáveis para diminuir riscos e complicações da doença
Silenciosa e muitas vezes assintomática, a hipertensão arterial atinge cerca de 28% da população brasileira adulta, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento contínuo dos pacientes.
Doença silenciosa
Caracterizada pela elevação persistente da pressão arterial, geralmente igual ou superior a 140/90 mmHg, a hipertensão pode evoluir sem apresentar manifestações claras. Quando surgem, sinais como dor de cabeça frequente, tontura, falta de ar e alterações visuais podem indicar a necessidade de avaliação médica.
De acordo com Leonardo Abreu, médico de família e comunidade e coordenador técnico da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária à Saúde do Grupo Sabin, a hipertensão costuma evoluir de forma silenciosa, mas a ausência de sintomas não significa ausência de risco, uma vez que seus impactos são acumulativos e potencialmente graves. “Quando não tratada, pode comprometer órgãos vitais como coração, cérebro e rins”, explica.
Diagnóstico e acompanhamento
O especialista destaca que o diagnóstico deve ser feito com medições repetidas e acompanhamento ao longo do tempo. “Vale lembrar que uma única aferição acima do normal não fecha diagnóstico, mas serve como alerta. O mais importante é acompanhar esse paciente de forma contínua, para agir precocemente e reduzir riscos”, explica.
“Com um monitoramento regular e ajustes progressivos no tratamento é possível manter níveis de pressão arterial mais estáveis e reduzir significativamente o risco de eventos graves ao longo do tempo”, completa.
Nesse contexto, modelos de cuidado baseados na Medicina de Família e Comunidade (MFC) têm ganhado destaque por priorizar a prevenção, o vínculo entre médico e paciente e monitoramento regular. Iniciativas como a Amparo Saúde oferecem linhas de cuidado especializadas para grupos populacionais em, por exemplo, empresas e operadoras de saúde, que vão de pacientes com condições crônicas, como hipertensão, até pessoas saudáveis, para prevenção e cuidado integral.
Segundo o médico, a especialidade tem um papel no manejo da hipertensão por sua atuação proativa e integral, diferente de modelos reativos, que esperam o paciente chegar doente ao consultório. “Esse cuidado antecipatório é fundamental diante de uma condição silenciosa, permitindo identificar precocemente alterações e intervir antes do surgimento de complicações”, destaca Leonardo.
Além de fatores genéticos, a hipertensão está associada ao estilo de vida. Consumo excessivo de sal, sedentarismo, tabagismo, álcool e estresse estão entre os principais fatores de risco. “Pequenas mudanças na rotina já fazem diferença, mas precisam ser sustentáveis. Quando o cuidado é construído junto ao paciente, os resultados tendem a ser mais consistentes”, completa.
Saúde
Novo tratamento para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é aprovado no Brasil
• Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que inibe a ação da IL-58
• Aprovação é baseada em resultados do estudo de fase III, que demonstrou redução significativa das exacerbações moderadas e graves2
• Tratamento é indicado para pacientes com DPOC não controlada associada à inflamação tipo 22,3
• Dados também mostram redução de exacerbações que levam a hospitalizações e atendimentos de emergência2
• Subdiagnosticada, DPOC é a quinta causa de morte no Brasil9
Rio de Janeiro, abril de 2026 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou Nucala (mepolizumabe) para o tratamento de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).1 No Brasil, o medicamento já possui aprovação regulatória para outras indicações, como Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8
A aprovação da nova indicação contempla seu uso como tratamento complementar de manutenção em pacientes adultos com DPOC não controlada, caracterizada por níveis elevados de eosinófilos no sangue, apesar do uso de terapia inalatória otimizada com corticosteroide inalatório (ICS), broncodilatador de longa duração beta-agonista (LABA) e antagonista muscarínico de longa duração (LAMA)1,8,conhecida também como tripla terapia.
A decisão é baseada nos dados de estudo de fase III MATINEE, que avaliou a eficácia e segurança de mepolizumabe em uma população ampla de pacientes com DPOC e evidência de inflamação tipo 2, identificada por contagem elevada de eosinófilos. No estudo, o medicamento demonstrou redução estatisticamente significativa e clinicamente relevante na taxa de exacerbações, episódios de crises, moderadas ou graves. Além disso, foi observada redução na taxa de exacerbações que resultam em atendimentos de emergência ou hospitalizações, eventos associados à progressão da doença, piora da qualidade de vida e aumento do risco de mortalidade.2
DPOC é subdiagnosticada
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma doença inflamatória pulmonar, progressiva e heterogênea, que inclui condições como bronquite crônica e enfisema. Estima-se que mais de 390 milhões de pessoas vivam com a doença globalmente, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo.3,4 No Brasil, a doença afeta aproximadamente 15 milhões de brasileiros, sendo a quinta causa de morte no país.5,9 A doença também representa um importante desafio de saúde pública, pois estima-se que cerca de 70% das pessoas com a doença não tenham diagnóstico, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o risco de complicações.5,6
Caracterizada por sintomas respiratórios persistentes, como falta de ar, tosse e produção de muco, a DPOC decorre de alterações nas vias aéreas que levam à limitação progressiva do fluxo de ar. Embora não tenha cura, a doença pode ser tratada e controlada. O manejo adequado, que inclui farmacoterapia, reabilitação pulmonar e acompanhamento médico, pode melhorar a qualidade de vida, retardar a progressão da doença e reduzir o risco de mortalidade.3
Apesar dos avanços no tratamento, muitos pacientes continuam apresentando sintomas persistentes e crises, mesmo com o uso de terapias inalatórias combinadas. Essas exacerbações, também conhecidas como “ataques pulmonares”, representam episódios agudos de piora dos sintomas e podem levar a danos irreversíveis nos pulmões, além de aumentar o risco de hospitalização e morte.3
“A DPOC é uma doença complexa e heterogênea, e uma parcela relevante dos pacientes apresenta inflamação tipo 2, associada a maior risco de exacerbações graves. Com mepolizumabe, biológico de administração mensal, ampliamos a possibilidade de uma abordagem mais direcionada e personalizada, baseada em biomarcadores, com potencial de reduzir eventos que aceleram a progressão da doença e impactam significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Luciana Giangrande, Diretora Médica da GSK Brasil.
Mais sobre o tratamento
O mepolizumabe é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína central no processo inflamatório tipo 2. Ao inibir a ação da IL-5, o tratamento reduz os níveis de eosinófilos, contribuindo para o controle da inflamação subjacente à doença.7,8
“A aprovação de mepolizumabe para DPOC no Brasil representa um avanço importante no cuidado de pacientes que continuam passando por crises, mesmo com o uso de outras terapias. Esse marco reforça o compromisso da GSK em trazer inovações que atuem nos mecanismos da doença e contribuam para reduzir o impacto da DPOC na vida das pessoas e no sistema de saúde”, afirma Olavo Corrêa, presidente da GSK Brasil.
Sobre a DPOC
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por inflamação persistente das vias aéreas e limitação progressiva do fluxo de ar, resultando em sintomas como falta de ar, tosse crônica e produção de secreção.3
Sobre o estudo MATINEE
O MATINEE é um estudo clínico de fase III, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, que avaliou o mepolizumabe como terapia complementar em pacientes com DPOC e histórico de exacerbações, apesar do tratamento com terapia inalatória otimizada.2
O estudo incluiu pacientes com diferentes apresentações clínicas da doença, incluindo bronquite crônica, enfisema ou ambos, todos com evidência de inflamação tipo 2 caracterizada por contagem elevada de eosinófilos.2 Os participantes receberam mepolizumabe 100 mg por via subcutânea a cada quatro semanas, além do tratamento padrão, por um período de até 104 semanas.2
Sobre Nucala (mepolizumabe)
Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína-chave na inflamação tipo 2.7,8 O medicamento foi desenvolvido para o tratamento de doenças associadas a esse tipo de inflamação e já é aprovado para outras indicações, incluindo Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8
Sobre a GSK
A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Respiratória/Imunologia/Inflamatória. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.
Referências
- BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.583, de 16 de abril de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 abr. 2026. Seção 1, p. 254. Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2026.
- Sciurba F, et al. Mepolizumab to prevent exacerbations in COPD with an eosinophilic phenotype. N Engl J Med. Apr 2025;392:1710-1720. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
- Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). 2026 Gold Report. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
- Adeloye D, et al. Global, regional, and national prevalence of COPD. Lancet Respir Med. 2022; 10: 447-458.
- Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. 2025. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
- Moreira GL et al. PLATINO, a nine-year follow-up study of COPD in the city of São Paulo, Brazil: the problem of underdiagnosis. J Bras Pneumol. 2013; 40(1): 30-37.
- Maspero J, et al. Type 2 inflammation in airway diseases. ERJ Open Res. 2022; 8: 00576–2021.
- Nucala (mepolizumabe). Bula do produto
- Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. DPOC on the road [Internet]. 2025 [citado 2025 out 24]. Disponível em: Acesso em abril de 2026.
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