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Saúde

Mercur investe em insumos renováveis para a evolução do seu negócio

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O objetivo é aumentar para 70% o uso de fontes renováveis ou de reuso até o final de 2027

 

A Mercur, indústria das áreas da saúde e educação, desde a sua virada de chave em 2009, avança no desenvolvimento de produtos e soluções mais sustentáveis por meio de pesquisas em suas operações e laboratórios, por entender que o desafio é reduzir, ou substituir a quantidade de insumos não renováveis nos produtos. Em 2022, a empresa consolidou 44,5% de matérias-primas renováveis em suas operações. O objetivo é aumentar para 70% o uso de fontes renováveis ou de reuso até o final de 2027. 

A empresa busca por meio das cadeias produtivas extrair insumos naturais com moderação “pensando no desenvolvimento sustentável do planeta como um todo e no bem-estar das próximas gerações”, comenta Airton Miguel Heck, Coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento da Mercur.  Ainda no desenvolvimento de cada produto busca-se identificar os impactos dos materiais na cadeia produtiva, aperfeiçoar os processos, potencializar os efeitos positivos e eliminar os negativos.  

Confira os avanços da empresa nesse sentido: 

Borrachas de apagar com matérias-primas renováveis  

Desde 2009, a Mercur investe em pesquisa e desenvolve formulações que aumentam o percentual de matéria-prima renovável das borrachas naturais. Antes dessa mudança, apenas 13% da matéria-prima era renovável em sua composição. Nos últimos anos, utiliza a fécula da mandioca ao substituir a dolomita, componente mineral. A fécula da mandioca garante a qualidade ao produto, maciez ao toque, melhor apagabilidade e menor resíduo ao ser manuseada no dia a dia. As Borracha Record apresentam entre 59% e 75% de matéria-prima renovável em sua composição: os minerais e derivados do petróleo foram substituídos por materiais renováveis. “A utilização da fécula de mandioca teve um crescimento de utilização de mais de 76%, se comparado ao ano de 2020 e 249% em relação ao ano de 2021”, explica Airton. 

Produtos da área da saúde com matérias-primas renováveis 

A Mercur tem usado insumos de origem renovável como o caroço de açaí da palmeira juçara, tecido de algodão cru, orgânico e reciclado, entre outros, utilizados nos produtos da saúde. São exemplos de produtos: a bolsa para água quente, ponteiras de muletas e bengalas e a Bolsa Térmica Natural (BTN).  

A Bolsa Térmica Natural, em três versões, é um produto 100% renovável que auxilia na recuperação e manutenção do ecossistema e é uma aposta na economia circular e solidária. A BTN com algodão orgânico prioriza o uso e conservação da biodiversidade e demais recursos naturais próprios do local de produção, prima pelo comércio justo e solidário e consolida a relação com os agroecologistas. A versão da BTN com algodão reciclado, lançada em 2022, busca reduzir os impactos humano, social e ambiental. O uso do algodão reciclado busca reduzir os impactos negativos gerados pela produção do algodão convencional e o descarte inadequado, inclusive das sobras de tecidos dos processos fabris da Mercur. Em janeiro de 2023, a empresa lançou a versão BTN para bebês por identificar uma necessidade de famílias e profissionais da área da saúde nos primeiros cuidados da infância. Dessa forma, a empresa oferta um produto 100% renovável em suas matérias-primas, incentiva as cadeias de agroecologistas e promove o desenvolvimento regional, a ocupação e a renda. Para saber mais sobre a Mercur e seus produtos, acesse www.mercur.com.br 

Sobre a Mercur  

A Mercur é uma empresa brasileira, quase centenária, localizada na cidade de Santa Cruz do Sul (RS) que começou sua trajetória com produtos derivados da borracha. A partir da construção coletiva, oferece soluções em saúde e educação que impulsionam o potencial humano e regeneram o planeta. Em seu portfólio de produtos encontra-se: borrachas de apagar, colas, corretivos, andadores, bengalas, bolsas térmicas, muletas, órteses e produtos voltados à pessoa com deficiência. Atualmente, a empresa conta com cerca de 600 colaboradores Para conhecer mais, acesse: mercur.com.br  

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Saúde

Veganismo pode aumentar o risco de anemia?

Especialista explica por que dietas restritivas exigem atenção redobrada ao consumo de ferro e acompanhamento nutricional adequado

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A decisão de seguir uma alimentação vegana ou vegetariana tem se tornado cada vez mais comum, seja por questões de saúde, sustentabilidade ou escolhas pessoais. Recentemente, o tema voltou ao debate após declarações da modelo Gisele Bündchen sobre mudanças em sua alimentação e os impactos percebidos em sua saúde, reacendendo discussões sobre os desafios nutricionais de dietas restritivas.

Embora padrões alimentares baseados em vegetais possam trazer benefícios e ser perfeitamente saudáveis, a restrição de alimentos de origem animal exige atenção especial ao consumo de nutrientes essenciais, entre eles o ferro, mineral fundamental para o transporte de oxigênio no organismo e prevenção da anemia.

De acordo com o Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios, dietas veganas e vegetarianas podem ser saudáveis e equilibradas, desde que bem planejadas. O principal ponto de atenção está na ingestão e absorção de ferro, já que a principal fonte de ferro de alta biodisponibilidade é encontrada em alimentos de origem animal.

“O ferro presente em vegetais existe, mas sua absorção costuma ser menor quando comparada ao ferro heme, encontrado em carnes e vísceras. Isso significa que pessoas vegetarianas e veganas precisam ter um olhar ainda mais atento para a composição da dieta e para possíveis sinais de deficiência”, explica.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a anemia afeta cerca de 1,62 bilhão de pessoas no mundo, sendo a deficiência de ferro sua principal causa. Mulheres em idade fértil, gestantes, crianças e pessoas com dietas restritivas estão entre os grupos de maior risco.

Dados publicados pelo periódico científico Nutrients apontam que vegetarianos e veganos podem apresentar estoques de ferro mais baixos quando comparados à população onívora, especialmente mulheres, devido à combinação entre maior necessidade fisiológica e menor biodisponibilidade do mineral na dieta.

Entre os alimentos vegetais ricos em ferro estão feijões, lentilha, grão-de-bico, tofu, vegetais verde-escuros, sementes e oleaginosas. Ainda assim, especialistas reforçam que a absorção pode ser prejudicada por compostos presentes em alguns alimentos, como fitatos e polifenóis, encontrados em cereais integrais, café e chás.

Uma estratégia recomendada é associar fontes vegetais de ferro ao consumo de vitamina C, presente em frutas cítricas, acerola, morango e kiwi, que melhora a absorção do nutriente.

Os sinais de deficiência de ferro incluem cansaço excessivo, falta de concentração, queda de cabelo, palidez, unhas frágeis e baixa imunidade. Quando identificados, devem ser avaliados por um profissional de saúde.

“O mais importante não é demonizar nenhum padrão alimentar, mas entender que cada escolha nutricional exige responsabilidade e acompanhamento. Em alguns casos, a suplementação pode ser necessária para garantir níveis adequados de ferro e prevenir complicações”, reforça Dr. Carlos.

Com o crescimento do número de adeptos às dietas baseadas em vegetais, o debate sobre nutrição individualizada ganha ainda mais relevância. A orientação profissional continua sendo essencial para garantir saúde, equilíbrio e prevenção de deficiências nutricionais.

Sobre a Carnot Laboratórios

A Carnot® Laboratórios é uma empresa focada na pesquisa e desenvolvimento de produtos inovadores para a saúde. Fundada no México há mais de 80 anos, em 1941, a Carnot® é uma empresa empreendedora capaz de gerar medicamentos e tratamentos inovadores, em nichos especializados baseados em pesquisa e tecnologia próprias. O Grupo oferece uma grande variedade de medicamentos especializados em saúde da mulher, dermatologia, pediatria, gastroenterologia, sistema respiratório, sistema nervoso central, entre outros.

 

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Saúde

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão: condição silenciosa atinge cerca de 28% dos brasileiros 

Especialista reforça a importância do acompanhamento médico e de hábitos saudáveis para diminuir riscos e complicações da doença

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Silenciosa e muitas vezes assintomática, a hipertensão arterial atinge cerca de 28% da população brasileira adulta, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento contínuo dos pacientes.

Doença silenciosa

Caracterizada pela elevação persistente da pressão arterial, geralmente igual ou superior a 140/90 mmHg, a hipertensão pode evoluir sem apresentar manifestações claras. Quando surgem, sinais como dor de cabeça frequente, tontura, falta de ar e alterações visuais podem indicar a necessidade de avaliação médica.

De acordo com Leonardo Abreu, médico de família e comunidade e coordenador técnico da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária à Saúde do Grupo Sabin, a hipertensão costuma evoluir de forma silenciosa, mas a ausência de sintomas não significa ausência de risco, uma vez que seus impactos são acumulativos e potencialmente graves. “Quando não tratada, pode comprometer órgãos vitais como coração, cérebro e rins”, explica.

Diagnóstico e acompanhamento

O especialista destaca que o diagnóstico deve ser feito com medições repetidas e acompanhamento ao longo do tempo. “Vale lembrar que uma única aferição acima do normal não fecha diagnóstico, mas serve como alerta. O mais importante é acompanhar esse paciente de forma contínua, para agir precocemente e reduzir riscos”, explica.

“Com um monitoramento regular e ajustes progressivos no tratamento é possível manter níveis de pressão arterial mais estáveis e reduzir significativamente o risco de eventos graves ao longo do tempo”, completa.

Nesse contexto, modelos de cuidado baseados na Medicina de Família e Comunidade (MFC) têm ganhado destaque por priorizar a prevenção, o vínculo entre médico e paciente e monitoramento regular. Iniciativas como a Amparo Saúde oferecem linhas de cuidado especializadas para grupos populacionais em, por exemplo, empresas e operadoras de saúde, que vão de pacientes com condições crônicas, como hipertensão, até pessoas saudáveis, para prevenção e cuidado integral.

Segundo o médico, a especialidade tem um papel no manejo da hipertensão por sua atuação proativa e integral, diferente de modelos reativos, que esperam o paciente chegar doente ao consultório. “Esse cuidado antecipatório é fundamental diante de uma condição silenciosa, permitindo identificar precocemente alterações e intervir antes do surgimento de complicações”, destaca Leonardo.

Além de fatores genéticos, a hipertensão está associada ao estilo de vida. Consumo excessivo de sal, sedentarismo, tabagismo, álcool e estresse estão entre os principais fatores de risco. “Pequenas mudanças na rotina já fazem diferença, mas precisam ser sustentáveis. Quando o cuidado é construído junto ao paciente, os resultados tendem a ser mais consistentes”, completa.

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