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Como se preparar fisicamente e psicologicamente para uma cirurgia?

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Veja, neste artigo, 3 ações que você não deve fazer e 5 ações para colocar em prática se deseja se preparar fisicamente e acalmar sua mente para uma cirurgia!

Não há como negar que uma cirurgia gera sentimentos de ansiedade e medo. Afinal, a ansiedade é uma reação ao perigo ou à ameaça. Mesmo se tratando de uma cirurgia eletiva, o corpo encara o procedimento como uma situação de risco.

Cientificamente, ansiedades são definidas como reações de luta e fuga. Embora o procedimento seja feito com cuidados e segurança, é normal sentir medo, estresse e ansiedade. Isso porque se trata de uma relação natural do nosso organismo.

Mas, é possível minimizar esses efeitos e se preparar para esta situação? Acompanhe este artigo e veja 3 atitudes que você não deve fazer e 5 ações que vão te ajudar a se preparar para este momento.

3 Coisas você não deve fazer

Toda cirurgia causa certo nervosismo no paciente. Como mencionamos, se trata de um sentimento natural. Mas, ao ser bem assistido por uma equipe de profissionais qualificados, não há o que temer. Mesmo assim, existem algumas ações que é preciso evitar, veja quais são as mais importantes a seguir:

1.   Não se automedique

Mais de 70% dos brasileiros com mais de 16 anos já se automedicaram, segundo pesquisa do Datafolha. A maioria procura alívio imediato de sintomas, seja uma dor de cabeça ou de um resfriado.

Apesar de funcionar como forma paliativa em alguns casos, a automedicação pode causar sérios problemas à saúde O risco aumenta quando se trata de um momento pré-cirúrgico, já que determinados medicamentos podem prejudicar o procedimento.

Existem alguns remédios como a aspirina ou derivados, arnica, remédios naturais ou homeopáticos que precisam ser interrompidos por 2 semanas antes e 2 semanas depois.

Portanto, use somente remédios que o seu médico indicar. Afinal, ele recomendará somente o que for necessário nessas situações e que não causem danos ou prejuízos à cicatrização, por exemplo, evitando complicações.

2. Não beba nem fume

Tanto o cigarro como a bebida prejudicam a circulação e a oxigenação do sangue, causando problemas na cicatrização. Por isso, é recomendado que não fume nem beba, principalmente o vinho, cerca de duas semanas antes da cirurgia.

Caso seja fumante, o ideal é parar uma semana antes do procedimento. Portanto, converse com seu médico e encontre soluções adequadas para este vício. Isso porque o cigarro pode causar trombose ou embolia pulmonar Deste modo, os cuidados com pacientes fumantes precisam ser redobrados.

3. Não faça dietas restritivas

Dietas restritivas privam o organismo de nutrientes que contribuem para uma rápida recuperação. Afinal, a alimentação é importante para preservar a saúde e a imunidade do organismo.

Por isso, busque uma alimentação saudável rica em alimentos cicatrizantes como o leite, o iogurte, a laranja e o abacaxi. Caso precise, busque um especialista para desenvolver um plano alimentar específico para este período e para o pós-operatório.

5 coisas que podem ser feitas para se preparar

Embora seja normal ficar ansioso ou nervoso antes de uma cirurgia, existem diversas técnicas e ações de relaxamento que ajudam você a ficar menos tenso nesta situação. Assim, você fortalece seu sistema imunológico, evitando inflamações e infecções. Então, conheça 5 atitudes eficazes para se preparar para a cirurgia:

1. Aconselhamento profissional

O primeiro passo para diminuir a ansiedade desse momento é buscar um aconselhamento profissional. Isto é, busque um médico de sua confiança ou até mesmo o próprio doutor que fará sua cirurgia e tenha uma conversa franca sobre todo o procedimento.

Ou seja, anote todas as suas dúvidas e leve-as para esclarecer com o especialista. Sem dúvidas, após as informações, você se sentirá mais tranquilo, mesmo sabendo que toda cirurgia apresenta riscos

Esta atitude minimiza os riscos do estresse, comprovados por um estudo da Universidade do Texas que revelou que pacientes que passaram por aulas de relaxamento e controle do estresse apresentaram uma recuperação mais rápida.

2. Meditação

A meditação é uma das práticas mais realizadas por quem deseja reduzir a ansiedade, a depressão e a tensão. Com a prática, a pessoa diminui a atividade muscular, controlando seu metabolismo, sua respiração, frequência cardíaca e atividade cerebral.

Além disso, existem muitos benefícios comprovados por meio dessa prática milenar que promove o relaxamento físico e mental. Para iniciar é fácil, já que, atualmente, existem muitos aplicativos e canais no YouTube ensinando a meditar, através da meditação guiada.

3. Planejamento de agenda

Você precisará fazer repouso assim como precisará planejar sua agenda no pré-operatório, buscando planejar suas atividades evitando fortes emoções e estresse.

Deste modo, lembre-se que precisará reservar alguns dias de repouso e descanso para se recuperar do procedimento. Então, evite marcar viagens antes ou depois da cirurgia. Verifique com seu médico a quantidade de dias necessários para repousar

4.Realize um check up

Outra importante dica é verificar como está sua saúde realizando um check up completo Em geral, os médicos já solicitam uma bateria de exames antes do procedimento.

Como o eletrocardiograma e o exame Risco Cirúrgico, ambos servem para avaliar as condições físicas do paciente antes da operação. Desta forma, os resultados dos exames podem te acalmar, ao perceber que seu organismo está preparado para o procedimento.

No entanto, a maioria dos exames solicitados se relacionam com a área que passará pela cirurgia. Por isso, converse com seu médico e verifique se há a necessidade de um levantamento mais completo sobre sua saúde.

Além disso, vale lembrar também que é importante ter conversas com o cirurgião que realizará o procedimento, isso te deixará mais tranquilo e mais informado quanto as dúvidas em relação a ele.

5.           Massagem

Recentemente, um estudo australiano revelou que a massagem diminui os níveis do hormônio do estresse cortisol em até 31% após a realização de uma sessão. E tem mais, os níveis de hormônios como dopamina e serotonina aumentaram cerca de 30%.

Desta forma, a massagem além de aumentar os hormônios calmantes e benéficos, atua combatendo a depressão e oferecendo várias vantagens ao sistema imunológico, facilitando a recuperação e cicatrização da cirurgia.

Além de ser recomendada para controlar a ansiedade e o estresse pré-cirúrgico, em muitos casos, se trata de prescrição médica no pós-cirúrgico, como em cirurgias de abdominoplastia pós bariátrica, por exemplo. Isso porque a massagem previne e trata as fibroses e outras aderências cicatriciais, além de aliviar as dores e inchaços.

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Saúde

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão: condição silenciosa atinge cerca de 28% dos brasileiros 

Especialista reforça a importância do acompanhamento médico e de hábitos saudáveis para diminuir riscos e complicações da doença

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Silenciosa e muitas vezes assintomática, a hipertensão arterial atinge cerca de 28% da população brasileira adulta, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento contínuo dos pacientes.

Doença silenciosa

Caracterizada pela elevação persistente da pressão arterial, geralmente igual ou superior a 140/90 mmHg, a hipertensão pode evoluir sem apresentar manifestações claras. Quando surgem, sinais como dor de cabeça frequente, tontura, falta de ar e alterações visuais podem indicar a necessidade de avaliação médica.

De acordo com Leonardo Abreu, médico de família e comunidade e coordenador técnico da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária à Saúde do Grupo Sabin, a hipertensão costuma evoluir de forma silenciosa, mas a ausência de sintomas não significa ausência de risco, uma vez que seus impactos são acumulativos e potencialmente graves. “Quando não tratada, pode comprometer órgãos vitais como coração, cérebro e rins”, explica.

Diagnóstico e acompanhamento

O especialista destaca que o diagnóstico deve ser feito com medições repetidas e acompanhamento ao longo do tempo. “Vale lembrar que uma única aferição acima do normal não fecha diagnóstico, mas serve como alerta. O mais importante é acompanhar esse paciente de forma contínua, para agir precocemente e reduzir riscos”, explica.

“Com um monitoramento regular e ajustes progressivos no tratamento é possível manter níveis de pressão arterial mais estáveis e reduzir significativamente o risco de eventos graves ao longo do tempo”, completa.

Nesse contexto, modelos de cuidado baseados na Medicina de Família e Comunidade (MFC) têm ganhado destaque por priorizar a prevenção, o vínculo entre médico e paciente e monitoramento regular. Iniciativas como a Amparo Saúde oferecem linhas de cuidado especializadas para grupos populacionais em, por exemplo, empresas e operadoras de saúde, que vão de pacientes com condições crônicas, como hipertensão, até pessoas saudáveis, para prevenção e cuidado integral.

Segundo o médico, a especialidade tem um papel no manejo da hipertensão por sua atuação proativa e integral, diferente de modelos reativos, que esperam o paciente chegar doente ao consultório. “Esse cuidado antecipatório é fundamental diante de uma condição silenciosa, permitindo identificar precocemente alterações e intervir antes do surgimento de complicações”, destaca Leonardo.

Além de fatores genéticos, a hipertensão está associada ao estilo de vida. Consumo excessivo de sal, sedentarismo, tabagismo, álcool e estresse estão entre os principais fatores de risco. “Pequenas mudanças na rotina já fazem diferença, mas precisam ser sustentáveis. Quando o cuidado é construído junto ao paciente, os resultados tendem a ser mais consistentes”, completa.

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Novo tratamento para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é aprovado no Brasil

• Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que inibe a ação da IL-58
• Aprovação é baseada em resultados do estudo de fase III, que demonstrou redução significativa das exacerbações moderadas e graves2
• Tratamento é indicado para pacientes com DPOC não controlada associada à inflamação tipo 22,3
• Dados também mostram redução de exacerbações que levam a hospitalizações e atendimentos de emergência2
• Subdiagnosticada, DPOC é a quinta causa de morte no Brasil9

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Créditos da imagem: Freepik (Licença gratuita)

Rio de Janeiro, abril de 2026 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou Nucala (mepolizumabe) para o tratamento de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).1 No Brasil, o medicamento já possui aprovação regulatória para outras indicações, como Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8

A aprovação da nova indicação contempla seu uso como tratamento complementar de manutenção em pacientes adultos com DPOC não controlada, caracterizada por níveis elevados de eosinófilos no sangue, apesar do uso de terapia inalatória otimizada com corticosteroide inalatório (ICS), broncodilatador de longa duração beta-agonista (LABA) e antagonista muscarínico de longa duração (LAMA)1,8,conhecida também como tripla terapia.

A decisão é baseada nos dados de estudo de fase III MATINEE, que avaliou a eficácia e segurança de mepolizumabe em uma população ampla de pacientes com DPOC e evidência de inflamação tipo 2, identificada por contagem elevada de eosinófilos. No estudo, o medicamento demonstrou redução estatisticamente significativa e clinicamente relevante na taxa de exacerbações, episódios de crises, moderadas ou graves. Além disso, foi observada redução na taxa de exacerbações que resultam em atendimentos de emergência ou hospitalizações, eventos associados à progressão da doença, piora da qualidade de vida e aumento do risco de mortalidade.2

DPOC é subdiagnosticada

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma doença inflamatória pulmonar, progressiva e heterogênea, que inclui condições como bronquite crônica e enfisema. Estima-se que mais de 390 milhões de pessoas vivam com a doença globalmente, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo.3,4 No Brasil, a doença afeta aproximadamente 15 milhões de brasileiros, sendo a quinta causa de morte no país.5,9 A doença também representa um importante desafio de saúde pública, pois estima-se que cerca de 70% das pessoas com a doença não tenham diagnóstico, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o risco de complicações.5,6

Caracterizada por sintomas respiratórios persistentes, como falta de ar, tosse e produção de muco, a DPOC decorre de alterações nas vias aéreas que levam à limitação progressiva do fluxo de ar. Embora não tenha cura, a doença pode ser tratada e controlada. O manejo adequado, que inclui farmacoterapia, reabilitação pulmonar e acompanhamento médico, pode melhorar a qualidade de vida, retardar a progressão da doença e reduzir o risco de mortalidade.3

Apesar dos avanços no tratamento, muitos pacientes continuam apresentando sintomas persistentes e crises, mesmo com o uso de terapias inalatórias combinadas. Essas exacerbações, também conhecidas como “ataques pulmonares”, representam episódios agudos de piora dos sintomas e podem levar a danos irreversíveis nos pulmões, além de aumentar o risco de hospitalização e morte.3

“A DPOC é uma doença complexa e heterogênea, e uma parcela relevante dos pacientes apresenta inflamação tipo 2, associada a maior risco de exacerbações graves. Com mepolizumabe, biológico de administração mensal, ampliamos a possibilidade de uma abordagem mais direcionada e personalizada, baseada em biomarcadores, com potencial de reduzir eventos que aceleram a progressão da doença e impactam significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Luciana Giangrande, Diretora Médica da GSK Brasil.

Mais sobre o tratamento

O mepolizumabe é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína central no processo inflamatório tipo 2. Ao inibir a ação da IL-5, o tratamento reduz os níveis de eosinófilos, contribuindo para o controle da inflamação subjacente à doença.7,8

“A aprovação de mepolizumabe para DPOC no Brasil representa um avanço importante no cuidado de pacientes que continuam passando por crises, mesmo com o uso de outras terapias. Esse marco reforça o compromisso da GSK em trazer inovações que atuem nos mecanismos da doença e contribuam para reduzir o impacto da DPOC na vida das pessoas e no sistema de saúde”, afirma Olavo Corrêa, presidente da GSK Brasil.

Sobre a DPOC

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por inflamação persistente das vias aéreas e limitação progressiva do fluxo de ar, resultando em sintomas como falta de ar, tosse crônica e produção de secreção.3

Sobre o estudo MATINEE

O MATINEE é um estudo clínico de fase III, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, que avaliou o mepolizumabe como terapia complementar em pacientes com DPOC e histórico de exacerbações, apesar do tratamento com terapia inalatória otimizada.2

O estudo incluiu pacientes com diferentes apresentações clínicas da doença, incluindo bronquite crônica, enfisema ou ambos, todos com evidência de inflamação tipo 2 caracterizada por contagem elevada de eosinófilos.2 Os participantes receberam mepolizumabe 100 mg por via subcutânea a cada quatro semanas, além do tratamento padrão, por um período de até 104 semanas.2

Sobre Nucala (mepolizumabe)

Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína-chave na inflamação tipo 2.7,8 O medicamento foi desenvolvido para o tratamento de doenças associadas a esse tipo de inflamação e já é aprovado para outras indicações, incluindo Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8

Sobre a GSK

A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Respiratória/Imunologia/Inflamatória. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Referências

  1. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.583, de 16 de abril de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 abr. 2026. Seção 1, p. 254. Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2026.
  2. Sciurba F, et al. Mepolizumab to prevent exacerbations in COPD with an eosinophilic phenotype. N Engl J Med. Apr 2025;392:1710-1720. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  3. Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). 2026 Gold Report. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  4. Adeloye D, et al. Global, regional, and national prevalence of COPD. Lancet Respir Med. 2022; 10: 447-458.
  5. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. 2025. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
  6. Moreira GL et al. PLATINO, a nine-year follow-up study of COPD in the city of São Paulo, Brazil: the problem of underdiagnosis. J Bras Pneumol. 2013; 40(1): 30-37.
  7. Maspero J, et al. Type 2 inflammation in airway diseases. ERJ Open Res. 2022; 8: 00576–2021.
  8. Nucala (mepolizumabe). Bula do produto
  9. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. DPOC on the road [Internet]. 2025 [citado 2025 out 24]. Disponível em: Acesso em abril de 2026.

Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico

Por Thiago Nascimento

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