Saúde
O que as pessoas de sobrepeso erram na hora de emagrecer?
Na luta contra a balança, muitos erros são cometidos. Conheça os 3 grandes mitos do processo de emagrecimento e como perder peso de maneira saudável
Você sabia que um em cada quatro brasileiros com mais de 18 anos se encontra acima do peso no país? É isso que confirma a pesquisa realizada em 2019, pelo IBGE.
Com tantas pessoas obesas, muitos mitos e maus hábitos estão sendo cultivados em busca do emagrecimento. No entanto, algumas atitudes, além de não ajudar, podem ser prejudiciais à saúde.
Pensando nisso, confira neste artigo, 3 grandes mitos sobre o emagrecimento, quais os maiores erros na hora de perder peso e a melhor maneira de emagrecer saudável. Confira!
Como posso saber se estou acima do peso?
Existe um cálculo simples, chamado de Índice de Massa Corporal (IMC) que médicos e outros profissionais da saúde usam para avaliar se uma pessoa está acima do peso ideal, considerando sua altura Basicamente, o cálculo consiste na seguinte fórmula matemática:
- Peso / (altura x altura)
Como resultado, confira os valores conforme a Organização Mundial da Saúde e saiba se, segundo o IMC, você está ou não dentro do seu peso ideal:
| Resultado | Valor do IMC | Peso |
| Magreza | < 18,5 | > 50,4 kg |
| Normal | 18,5 a 24,9 | 50,4 a 67,8 kg |
| Sobrepeso | 24,9 a 30 | 67,8 a 81,7 kg |
| Obesidade | > 30 | >81,7 kg |
Vale destacar que embora essa ferramenta seja muito usada, ainda assim não é considerada uma maneira exata de avaliar o peso, já que não considera a composição corporal da pessoa.
Portanto, para uma avaliação mais detalhada, como no caso de atletas, outras técnicas são usadas como a bioimpedância. Neste caso, muitos nutricionistas usam este tipo de avaliação para considerar o peso exato do paciente.
3 Mitos do emagrecimento
Na luta contra a balança, muita gente muda os hábitos por conta própria ou pelo que lê e escuta por aí, sem nem ao menos saber se isso faz sentido. Essa atitude pode ser perigosa para a saúde e até mesmo causar efeito contrário: ganhar mais peso.
Por isso é importante reconhecer o que são mitos no processo de perder peso. Confira as 3 maiores mentiras quando o assunto é emagrecer:
1. Precisa comer de 3h em 3h
Muitas pessoas acreditam que para emagrecer é necessário comer várias vezes ao dia, mais precisamente de 3 em 3h. Assim, evitaria a fome excessiva e ainda estimularia o corpo a gastar energia para digerir pequenos lanches.
Mas, em 2015, um levantamento de dados feito pela Nutrition Reviews contestou o fato. Eles analisaram mais de 15 estudos, feitos entre 1966 e 2013, que analisaram os efeitos de comer a cada três horas. Apenas um, dos 15 estudos, mostrou resultado com essa estratégia.
Assim, a teoria de fracionar a alimentação em pequenos intervalos diários não passa de um mito. Já que, conforme explica o endocrinologista Henrique Suplicy, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o funcionamento do metabolismo é muito complexo e, além disso, para a digestão o corpo só gasta em torno de 10% das calorias ingeridas.
2. Carboidrato à noite engorda
É verdade que após as 18h o funcionamento do nosso metabolismo diminui. Deste modo, reduzir a quantidade de alimentos no geral e não apenas o carboidrato é recomendado Contudo, não se deve colocar este tipo de alimento como o grande vilão do emagrecimento.
Afinal, o carboidrato funciona na quebra de gordura. Ou seja, se não tiver carboidratos, o corpo usará substratos energéticos derivados da degradação da massa muscular. Isto quer dizer que você até pode perder peso, mas se trata de músculo e não gordura.
Para quem busca o emagrecimento, perder musculatura atrasa a perda de peso e ainda resulta em fraqueza muscular.
3. Comer só alimentos light ou diet
Um chocolate light, por exemplo, apresenta uma redução de 25% de seus componentes Enquanto um chocolate diet não apresenta açúcar em sua composição. Assim, engana-se quem pensa que, por conta disso, comer esses tipos de alimentos emagrece.
Isso não acontece porque, apesar de não ter açúcar em sua composição, eles continuam gordurosos e abusam do sódio. Portanto, além de não ajudar no emagrecimento, pode causar problemas de pressão alta, por exemplo.
Veja os maiores erros que as pessoas cometem na hora de emagrecer
Com tantos mitos sendo espalhados por aí, as pessoas acabam acreditando em crenças erradas e cometem muitos erros no processo de emagrecimento. Neste contexto, confira alguns dos equívocos mais praticados na perda de peso:
Cortar frutas por causa do açúcar
Acredite, tem gente deixando de comer frutas por conta da frutose, o açúcar da fruta, pensando que, desta maneira, irá contribuir para a perda de peso. Para se ter ideia, para atingir a quantidade de açúcar de um copo de refrigerante, por exemplo, é necessário muitos cachos inteiros de bananas.
Além disso, as frutas são ricas em fibras, elemento indispensável para o emagrecimento. Uma vez que o seu consumo aumenta a sensação de saciedade, já que, ao serem digeridas, as fibras ocupam um grande espaço no estômago, diminuindo a fome.
Acreditar em fórmulas mágicas
Limão em jejum, colher de vinagre, suplementos mágicos ou até mesmo medicamentos são usados sem prescrições médicas visando o emagrecimento rápido. No entanto, não existe uma fórmula mágica.
Isso porque cada metabolismo funciona de uma maneira, com suas peculiaridades. Em primeiro momento, você até pode perder peso usando uma medicação para acelerar o metabolismo. Porém, também estará aumentando os riscos de AVC, por exemplo.
Portanto, antes de adotar qualquer medicação ou até mesmo um suplemento como recurso para a perda de peso, consulte um médico ou nutricionista. Só assim, saberá do que o seu metabolismo precisa.
Apostar em dietas restritivas
Dieta mediterrânea, cetogênica, paleolítica, sem sopa, sem glúten, do ovo, enfim. É uma infinidade de dietas. A verdade é que muitas pessoas embarcam nessas tendências do momento e não se dão conta dos riscos que este tipo de dieta apresenta.
Segundo a nutricionista Marcela Kotait, coordenadora do Ambulatório de Anorexia Nervosa do HC USP, 95% das pessoas que recorrem a este tipo de dieta recuperarão o peso perdido em pouco tempo. Assim, terão dificuldades nutricionais e sofrerão com o efeito sanfona.
Então, como perder peso?
Como você viu, são vários os mitos espalhados sobre o processo de emagrecimento e, assim, muitos hábitos começam a ser cultivados erroneamente. Deste modo, além de não emagrecer, a pessoa pode causar danos à saúde.
Conforme a nutricionista Rachel Oliveira, o processo de emagrecimento saudável não tem segredo. Para isso, é necessário adotar bons hábitos alimentares e praticar atividades físicas. O ideal é ter uma alimentação variada, sem realizar cortes em determinados tipos de alimentos, para evitar o efeito rebote.
Vale lembrar que, ao adotar medidas drásticas, como dietas restritivas ou medicações, a perda de peso pode acontecer rapidamente, mas a pessoa enfrentará outros problemas, como a flacidez e o excesso de pele.
Nesses casos, existem algumas ações que contribuem para evitar o aparecimento de estrias e sobras de pele, como:
- Emagrecer saudável e sem pressa;
- Evitar restrições calóricas;
- Fazer atividades físicas, como a musculação;
- Beber muita água;
- Reeducar a alimentação.
De acordo com a nutricionista Karina Peloi, um emagrecimento saudável é aquele que se perde, no máximo, um quilo por semana. Contudo, quando se perde muitos quilos, ainda que saudável, algumas sobras de pele surgem naturalmente Para os casos de sobra excessiva, uma abdominoplastia deve ser realizada.
Saúde
Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão: condição silenciosa atinge cerca de 28% dos brasileiros
Especialista reforça a importância do acompanhamento médico e de hábitos saudáveis para diminuir riscos e complicações da doença
Silenciosa e muitas vezes assintomática, a hipertensão arterial atinge cerca de 28% da população brasileira adulta, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento contínuo dos pacientes.
Doença silenciosa
Caracterizada pela elevação persistente da pressão arterial, geralmente igual ou superior a 140/90 mmHg, a hipertensão pode evoluir sem apresentar manifestações claras. Quando surgem, sinais como dor de cabeça frequente, tontura, falta de ar e alterações visuais podem indicar a necessidade de avaliação médica.
De acordo com Leonardo Abreu, médico de família e comunidade e coordenador técnico da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária à Saúde do Grupo Sabin, a hipertensão costuma evoluir de forma silenciosa, mas a ausência de sintomas não significa ausência de risco, uma vez que seus impactos são acumulativos e potencialmente graves. “Quando não tratada, pode comprometer órgãos vitais como coração, cérebro e rins”, explica.
Diagnóstico e acompanhamento
O especialista destaca que o diagnóstico deve ser feito com medições repetidas e acompanhamento ao longo do tempo. “Vale lembrar que uma única aferição acima do normal não fecha diagnóstico, mas serve como alerta. O mais importante é acompanhar esse paciente de forma contínua, para agir precocemente e reduzir riscos”, explica.
“Com um monitoramento regular e ajustes progressivos no tratamento é possível manter níveis de pressão arterial mais estáveis e reduzir significativamente o risco de eventos graves ao longo do tempo”, completa.
Nesse contexto, modelos de cuidado baseados na Medicina de Família e Comunidade (MFC) têm ganhado destaque por priorizar a prevenção, o vínculo entre médico e paciente e monitoramento regular. Iniciativas como a Amparo Saúde oferecem linhas de cuidado especializadas para grupos populacionais em, por exemplo, empresas e operadoras de saúde, que vão de pacientes com condições crônicas, como hipertensão, até pessoas saudáveis, para prevenção e cuidado integral.
Segundo o médico, a especialidade tem um papel no manejo da hipertensão por sua atuação proativa e integral, diferente de modelos reativos, que esperam o paciente chegar doente ao consultório. “Esse cuidado antecipatório é fundamental diante de uma condição silenciosa, permitindo identificar precocemente alterações e intervir antes do surgimento de complicações”, destaca Leonardo.
Além de fatores genéticos, a hipertensão está associada ao estilo de vida. Consumo excessivo de sal, sedentarismo, tabagismo, álcool e estresse estão entre os principais fatores de risco. “Pequenas mudanças na rotina já fazem diferença, mas precisam ser sustentáveis. Quando o cuidado é construído junto ao paciente, os resultados tendem a ser mais consistentes”, completa.
Saúde
Novo tratamento para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é aprovado no Brasil
• Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que inibe a ação da IL-58
• Aprovação é baseada em resultados do estudo de fase III, que demonstrou redução significativa das exacerbações moderadas e graves2
• Tratamento é indicado para pacientes com DPOC não controlada associada à inflamação tipo 22,3
• Dados também mostram redução de exacerbações que levam a hospitalizações e atendimentos de emergência2
• Subdiagnosticada, DPOC é a quinta causa de morte no Brasil9
Rio de Janeiro, abril de 2026 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou Nucala (mepolizumabe) para o tratamento de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).1 No Brasil, o medicamento já possui aprovação regulatória para outras indicações, como Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8
A aprovação da nova indicação contempla seu uso como tratamento complementar de manutenção em pacientes adultos com DPOC não controlada, caracterizada por níveis elevados de eosinófilos no sangue, apesar do uso de terapia inalatória otimizada com corticosteroide inalatório (ICS), broncodilatador de longa duração beta-agonista (LABA) e antagonista muscarínico de longa duração (LAMA)1,8,conhecida também como tripla terapia.
A decisão é baseada nos dados de estudo de fase III MATINEE, que avaliou a eficácia e segurança de mepolizumabe em uma população ampla de pacientes com DPOC e evidência de inflamação tipo 2, identificada por contagem elevada de eosinófilos. No estudo, o medicamento demonstrou redução estatisticamente significativa e clinicamente relevante na taxa de exacerbações, episódios de crises, moderadas ou graves. Além disso, foi observada redução na taxa de exacerbações que resultam em atendimentos de emergência ou hospitalizações, eventos associados à progressão da doença, piora da qualidade de vida e aumento do risco de mortalidade.2
DPOC é subdiagnosticada
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma doença inflamatória pulmonar, progressiva e heterogênea, que inclui condições como bronquite crônica e enfisema. Estima-se que mais de 390 milhões de pessoas vivam com a doença globalmente, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo.3,4 No Brasil, a doença afeta aproximadamente 15 milhões de brasileiros, sendo a quinta causa de morte no país.5,9 A doença também representa um importante desafio de saúde pública, pois estima-se que cerca de 70% das pessoas com a doença não tenham diagnóstico, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o risco de complicações.5,6
Caracterizada por sintomas respiratórios persistentes, como falta de ar, tosse e produção de muco, a DPOC decorre de alterações nas vias aéreas que levam à limitação progressiva do fluxo de ar. Embora não tenha cura, a doença pode ser tratada e controlada. O manejo adequado, que inclui farmacoterapia, reabilitação pulmonar e acompanhamento médico, pode melhorar a qualidade de vida, retardar a progressão da doença e reduzir o risco de mortalidade.3
Apesar dos avanços no tratamento, muitos pacientes continuam apresentando sintomas persistentes e crises, mesmo com o uso de terapias inalatórias combinadas. Essas exacerbações, também conhecidas como “ataques pulmonares”, representam episódios agudos de piora dos sintomas e podem levar a danos irreversíveis nos pulmões, além de aumentar o risco de hospitalização e morte.3
“A DPOC é uma doença complexa e heterogênea, e uma parcela relevante dos pacientes apresenta inflamação tipo 2, associada a maior risco de exacerbações graves. Com mepolizumabe, biológico de administração mensal, ampliamos a possibilidade de uma abordagem mais direcionada e personalizada, baseada em biomarcadores, com potencial de reduzir eventos que aceleram a progressão da doença e impactam significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Luciana Giangrande, Diretora Médica da GSK Brasil.
Mais sobre o tratamento
O mepolizumabe é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína central no processo inflamatório tipo 2. Ao inibir a ação da IL-5, o tratamento reduz os níveis de eosinófilos, contribuindo para o controle da inflamação subjacente à doença.7,8
“A aprovação de mepolizumabe para DPOC no Brasil representa um avanço importante no cuidado de pacientes que continuam passando por crises, mesmo com o uso de outras terapias. Esse marco reforça o compromisso da GSK em trazer inovações que atuem nos mecanismos da doença e contribuam para reduzir o impacto da DPOC na vida das pessoas e no sistema de saúde”, afirma Olavo Corrêa, presidente da GSK Brasil.
Sobre a DPOC
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por inflamação persistente das vias aéreas e limitação progressiva do fluxo de ar, resultando em sintomas como falta de ar, tosse crônica e produção de secreção.3
Sobre o estudo MATINEE
O MATINEE é um estudo clínico de fase III, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, que avaliou o mepolizumabe como terapia complementar em pacientes com DPOC e histórico de exacerbações, apesar do tratamento com terapia inalatória otimizada.2
O estudo incluiu pacientes com diferentes apresentações clínicas da doença, incluindo bronquite crônica, enfisema ou ambos, todos com evidência de inflamação tipo 2 caracterizada por contagem elevada de eosinófilos.2 Os participantes receberam mepolizumabe 100 mg por via subcutânea a cada quatro semanas, além do tratamento padrão, por um período de até 104 semanas.2
Sobre Nucala (mepolizumabe)
Nucala (mepolizumabe) é um anticorpo monoclonal que atua bloqueando a interleucina-5 (IL-5), uma proteína-chave na inflamação tipo 2.7,8 O medicamento foi desenvolvido para o tratamento de doenças associadas a esse tipo de inflamação e já é aprovado para outras indicações, incluindo Asma Eosinofílica Grave, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte (GEPA), Síndrome Hipereosinofílica e Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN).8
Sobre a GSK
A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Respiratória/Imunologia/Inflamatória. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.
Referências
- BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.583, de 16 de abril de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 abr. 2026. Seção 1, p. 254. Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2026.
- Sciurba F, et al. Mepolizumab to prevent exacerbations in COPD with an eosinophilic phenotype. N Engl J Med. Apr 2025;392:1710-1720. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
- Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). 2026 Gold Report. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
- Adeloye D, et al. Global, regional, and national prevalence of COPD. Lancet Respir Med. 2022; 10: 447-458.
- Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. 2025. Disponível em: . Acesso em abril de 2026.
- Moreira GL et al. PLATINO, a nine-year follow-up study of COPD in the city of São Paulo, Brazil: the problem of underdiagnosis. J Bras Pneumol. 2013; 40(1): 30-37.
- Maspero J, et al. Type 2 inflammation in airway diseases. ERJ Open Res. 2022; 8: 00576–2021.
- Nucala (mepolizumabe). Bula do produto
- Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. DPOC on the road [Internet]. 2025 [citado 2025 out 24]. Disponível em: Acesso em abril de 2026.
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