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Mato Grosso do Sul

Investimentos em recursos humanos e tecnológicos contribuem para aumento do índice de elucidação de crimes

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Dedicação, comprometimento, poder de observação, resiliência, antifragilidade e objetividade são habilidades essenciais para o trabalho de perito criminal, diz coordenadora-geral de Perícias de MS, Glória Suzuki

A perícia criminal é essencial em uma investigação e fundamental para a elucidação de crimes. Hoje a Justiça já conta com os recursos tecnológicos para suas decisões, mas a celeridade depende de um bom trabalho de investigação amparado com provas técnicas e materiais. Elas são menos questionáveis do que as provas testemunhais. Em Mato Grosso do Sul, o trabalho de investigação com o suporte da perícia contribuiu para a posição do Estado no ranking dos melhores índices de resolução de homicídios. De acordo com o Instituto Sou da Paz, a taxa de elucidação de homicídios em MS foi de 89% em 2021, enquanto a média nacional é de 44%.

É por meio da perícia que se pode comprovar a existência de um crime, ainda que não exista um corpo material. ‘É imprescindível que haja sempre investimento em recursos humanos, científicos e tecnológicos”, destaca a coordenadora-geral de Perícias de Mato Grosso do Sul, Glória Suzuki. Segundo a Secretaria de Administração e Desburocratização, nos últimos anos foram contratados, mediante concurso público, 187 novos servidores na Coordenadoria-Geral de Perícias

De acordo com a articulista do portal JUS, Vanesca Maria Barbosa de Lira, “a perícia criminal surge a partir da Medicina Legal, que historicamente vem sendo utilizada de forma a subsidiar a investigação e o processo criminal, principalmente em decorrência da primazia que é dada aos delitos contra a pessoa. Com o aumento da complexidade das relações humanas e a evolução do conhecimento científico, as necessidades da produção da prova tornaram-se mais complexas, exigindo que outros profissionais, especialistas em outros ramos do conhecimento científico, passassem a também colaborar com o magistrado, assessorando-o naquelas áreas que envolvem conhecimentos técnicos específicos. Isso significa dizer que uma boa perícia faz com que tenha mais êxito nas investigações de assassinatos”.

Desde então, com a evolução da sociedade, da tecnologia, diversos fatores concorreram para a criação e o desenvolvimento de uma nova área especializada na análise e interpretação dos vestígios materiais relacionados ao crime. Dentre elas, “destacam-se a evolução do conhecimento científico, o desenvolvimento de novas áreas técnicas, a constatação da fragilidade da prova testemunhal, o reconhecimento das sérias limitações a que a confissão do acusado se submete, o aumento e a diversificação da criminalidade e o repúdio da sociedade aos métodos arbitrários e violentos”.

Segundo a coordenadora-geral de Perícias de Mato Grosso do Sul, entre as competências necessárias ao desempenho da atividade pericial estão as habilidades, tanto para buscar e coletar os vestígios na cena do crime, quanto para conduzir os exames dos vestígios e as respectivas análises probatórias articuladas no laudo pericial, ambas legitimadas pelo conhecimento científico e pela tecnologia utilizada.  A perícia pode ser solicitada no local onde ocorreu, ou supostamente teria ocorrido um crime. É lá que o perito criminal buscará por vestígios, indícios e provas.

A atividade pericial está regulada pelo Código de Processo Penal (CPP) e pelo Código de Processo Civil (CPC). Os peritos, sejam eles criminais ou civis, são classificados como auxiliares da justiça, com conhecimento especializado em determinada área, sujeitos à disciplina judiciária e aos mesmos impedimentos dos juízes.

Saiba mais sobre a importância da Perícia Criminal para a Justiça e Segurança Pública. Confira entrevista com a Coordenadora-Geral de Perícias de Mato Grosso do Sul, Glória Suzuki:

Pergunta – No âmbito da polícia científica e judiciária em quais situações é necessário o trabalho pericial?

Glória Suzuki: A polícia cientifica é a responsável pela análise de todos os vestígios em decorrência da infração penal, gerando assim a prova material que é indispensável para a instrução do processo.

Pergunta: Uma das citações mais antigas no âmbito da investigação policial é de que “não existe crime perfeito”, que não possa ser esclarecido. Isso é uma constatação verdadeira e válida até hoje?

Glória Suzuki: Sim, conforme um dos princípios forenses fundamentais é o Princípio da Troca de Locard, de acordo com esse princípio, qualquer um, ou qualquer coisa, que entra em um local de crime leva consigo algo do local e deixa alguma coisa para trás quando parte. O que pode acontecer é a ausência de ferramenta/tecnologia que não permita a revelação deste vestígio.

Pergunta: Quais as ferramentas mais eficazes utilizadas por um perito para elucidação de um crime? A identificação do autor de um crime pela impressão digital coletada no local do fato continua sendo decisiva na apuração e elucidação?

Glória Suzuki: A polícia cientifica hoje dispõe de diversas tecnologias capazes de identificar os mais diversos tipos de vestígios, tudo irá depender do tipo crime. A expertise do perito é fundamental decisão da técnica que será utilizada. Sobre a identificação de autores não somente a identificação digital, mas hoje usa-se muito a análise de DNA.

Pergunta: Quais os principais recursos da ciência e da tecnologia utilizados hoje para desvendar um crime? Antes das ferramentas mais modernas, como a genética, que tipo de provas eram determinantes em uma investigação?

Glória Suzuki: A perícia atual usa todas as tecnologias relacionadas a ciências fundamentais, tais como física, química, biologia, medicina, engenharias, dentre outras, assim como a utilização de softwares de extração de dados, de dispositivos moveis computacionais, bancos de perfis genéticos, bancos de impressão digitais, equipamentos modernos como imagens radiográficas, imagens de satélites, drones, ou seja, parque tecnológico de ponta, que nada perde para países de primeiro mundo.  E a cada dia surgem novas tecnologias com aplicação nas áreas forenses, que ainda serão implantadas no nosso Estado.

Antigamente a perícia não dispunha de muitas ferramentas e tecnologias, e a investigação acabava sendo embasada em provas testemunhais.

Pergunta: Com a tecnologia também servindo de ferramenta para a prática de crime aumentaram as dificuldades de uma investigação?

Glória Suzuki: Sim, pois o conhecimento e a acessibilidade às novas tecnologias não é restrita aos cientistas. Portanto é imprescindível que haja sempre investimento em recursos humanos, científicos e tecnológicos.

Pergunta: Sabe-se que na investigação de um homicídio cabe à perícia buscar respostas que levam à elucidação do caso, como a dinâmica do crime, autoria do fato, entre outros detalhes. Qual a pergunta mais difícil para responder na investigação? Em que situação a perícia não é suficiente para o esclarecimento de um crime?

Glória Suzuki: A resposta mais difícil na investigação de um crime de homicídio é quem cometeu o crime. Fatores que dificultam o esclarecimento de um crime através da perícia é a não preservação do local e a ausência de tecnologias/ferramentas disponíveis para o perito realizar seu trabalho com maestria. 

Pergunta: Até que ponto a alteração da cena de um crime pode dificultar o trabalho pericial?

Glória SuzukiA preservação do local de crime é de suma importância para o melhor levantamento de vestígios e do esclarecimento da dinâmica dos fatos, portanto a alteração da cena do crime pode levar à contaminação destes vestígios prejudicando assim os trabalhos periciais.

Pergunta: As estatísticas mostram que o índice de elucidação de crimes contra a pessoa é um dos maiores do País, entre 80% e 90%. Qual o recurso de apuração que mais contribui para uma taxa de elucidação tão alta?

Glória Suzuki: O recurso que mais contribui para a elucidação dos fatos é junção da investigação alinhada ao trabalho pericial.

Pergunta: Além do conhecimento científico, que habilidade pessoal e intelectual é necessária para o exercício da profissão de perito criminal?

Glória Suzuki: Dedicação, comprometimento, poder de observação, resiliência, antifragilidade, objetividade.

Edmir Conceição, Subcom
Fotos: Divulgação

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Governo do Estado investe R$ 176 milhões e reforça segurança com 522 novas viaturas, armas e coletes

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O Governo de Mato Grosso do Sul realiza nesta terça-feira (30), às 14 horas, no Comando-Geral da Polícia Militar, no Parque dos Poderes, em Campo Grande, a maior entrega de viaturas da história da segurança pública estadual. Durante a solenidade, que contará com a presença do governador do Estado e do secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, serão entregues 522 novas viaturas, além de 970 coletes balísticos e 624 pistolas, totalizando um investimento de R$ 176.190.029,49.

Os equipamentos atenderão todas as instituições que integram o sistema estadual de segurança pública e beneficiarão os 79 municípios sul-mato-grossenses, além de distritos como Anhanduí (Campo Grande), Casa Verde (Nova Andradina), Nova Itamarati (Ponta Porã), Palmeiras e Piraputanga (Aquidauana), Prudêncio Thomaz (Rio Brilhante), Vista Alegre (Maracaju), entre outras localidades.

Do montante investido, R$ 174.181.105,74 foram destinados exclusivamente à aquisição das viaturas, enquanto R$ 2.008.923,75 financiaram a compra de novos coletes balísticos e pistolas, ampliando a proteção e a capacidade operacional dos agentes de segurança.

O reequipamento representa um avanço estratégico para o sistema de segurança pública estadual. Com veículos novos, modernos, mais tecnológicos e adequados às diferentes realidades operacionais, as forças de segurança terão maior mobilidade, agilidade no atendimento das ocorrências, redução dos custos de manutenção da frota e melhores condições para intensificar o combate ao crime organizado, especialmente nas regiões de fronteira, além de ampliar a presença policial em áreas urbanas e rurais.

A renovação da frota contempla diferentes perfis de atuação, permitindo respostas mais rápidas às demandas da população e fortalecendo operações de patrulhamento, investigação, perícia, resgate, combate a incêndios, policiamento ostensivo, policiamento aéreo e ações especializadas em todo o território sul-mato-grossense.

Entre os veículos entregues estão 98 caminhões e viaturas especializadas para o Corpo de Bombeiros Militar, incluindo veículos de salvamento, bomba-tanque, unidades de resgate, combate a incêndios florestais, UTVs para operações em áreas de difícil acesso e dois micro-ônibus com capacidade para 17 passageiros.

A Polícia Militar será contemplada com 219 viaturas, entre automóveis hatch, sedãs, SUVs caracterizadas e descaracterizadas, quatro micro-ônibus, um ônibus e um caminhão destinado ao transporte de animais. Já a Polícia Civil receberá 131 novos veículos, sendo 122 SUVs caracterizadas e 9 sedãs, ampliando a capacidade de atuação das delegacias e das unidades especializadas em todas as regiões do Estado.

Também serão entregues dois caminhões-baú destinados ao Corpo de Bombeiros e à Coordenadoria-Geral de Perícias; dois caminhões-tanque para a Coordenadoria-Geral de Policiamento Aéreo (CGPA); uma carreta para o Centro de Atenção Biopsicossocial (CABS), além de um micro-ônibus e três Unidades de Resgate e Salvamento (URS) para atendimento especializado.

Além da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar, a entrega contempla a Polícia Penal, a Polícia Científica, a Coordenadoria-Geral de Perícias, o Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e a Coordenadoria-Geral de Policiamento Aéreo (CGPA), fortalecendo de forma integrada toda a estrutura da segurança pública estadual.

Os investimentos foram viabilizados por meio da integração de diferentes fontes de recursos, demonstrando o esforço conjunto entre Estado, União e parlamentares para ampliar a capacidade operacional das forças de segurança. Os recursos são provenientes do Fundo Especial de Segurança Pública (FESP), emendas da bancada federal, Fundo de Reequipamento da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Funresp), Fundo Nacional de Segurança Pública, Tesouro do Estado, convênios estaduais e emendas parlamentares.

Serviço
Evento:
Entrega de 522 viaturas, 970 coletes balísticos e 624 pistolas às forças de segurança pública de Mato Grosso do Sul.
Data: Terça-feira (30)
Horário: 14h
Local: Comando-Geral da Polícia Militar – Rua Desembargodor Leão Neto do Carmo, em Campo Grande (MS)

Joelma Belchior, Comunicação Sejusp
Fotos: Max Arantes

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Hemosul promove manhã de solidariedade, humanização e incentivo à doação de sangue

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Ação realizada no último sábado contou com a participação do grupo RIR, da UFMS, do Moto Clube Abutres e do grupo especial de doação de Sidrolândia, que homenagearam doadores e reforçaram a importância da doação de sangue e do cadastro de medula óssea

O Hemosul Coordenador promoveu no último sábado (27) uma manhã dedicada à solidariedade, à humanização e ao incentivo à doação de sangue. Doadores e visitantes participaram de uma programação especial que reuniu arte, acolhimento e mobilização social, por meio de uma parceria com o grupo de extensão “RIR é o Melhor Remédio”, da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), e com o Moto Clube Abutres.

Além das atividades de conscientização e homenagem aos voluntários, o Moto Clube Abutres realizou uma campanha de doação de sangue e cadastro de medula óssea, reforçando a importância do gesto solidário para a manutenção dos estoques da Rede Hemosul.

Criado em 2010, o projeto de extensão “RIR é o Melhor Remédio” atua na promoção da humanização no ambiente hospitalar por meio da arte do palhaço, desenvolvendo atividades junto aos pacientes do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian. Esta foi a segunda participação do grupo em ações realizadas no Hemosul.

A coordenadora da Rede Hemosul, Marina Sawada Torres, ressaltou que as parcerias estabelecidas pela instituição são fundamentais para sensibilizar a população sobre a importância da doação regular.

“As parcerias que a Rede Hemosul promove com grupos, entidades e empresas são extremamente importantes para ampliar a conscientização sobre a doação de sangue e o cadastro de medula óssea. Recebemos parceiros muito especiais, que por meio da humanização e da arte do palhaço homenagearam e conscientizaram os doadores. Também contamos com a participação do Moto Clube Abutres, que realizou doações de sangue e cadastro de medula. Com iniciativas como essa conseguimos manter os estoques e atender a demanda de todo o Mato Grosso do Sul”, afirmou.

Segundo a responsável administrativa do dia no Hemosul, Rudylene Zanúncio, ações diferenciadas tornam o ambiente ainda mais acolhedor tanto para os doadores quanto para os profissionais da instituição.

“É muito importante proporcionar atividades diferentes para o doador. Além do gesto solidário da doação, essas ações oferecem momentos de alegria e tornam a experiência ainda mais especial. Isso também impacta positivamente toda a equipe, criando um ambiente de trabalho mais leve e acolhedor”, explicou.

Rudylene reforçou ainda que, apesar da melhora nos estoques obtida por meio das campanhas realizadas nos últimos meses, a demanda permanece elevada, especialmente para os tipos sanguíneos O positivo e O negativo.

Humanização além do ambiente hospitalar

Integrante do grupo RIR, Maria Luiza Diniz explicou que a proposta do projeto é levar acolhimento e esperança às pessoas em situação de vulnerabilidade, ampliando essa atuação para além do ambiente hospitalar.

“Muitas pessoas permanecem internadas por longos períodos e, às vezes, não recebem visitas ou contato externo. O trabalho dos palhaços busca levar esperança, acolhimento e um pouco de felicidade. Percebemos que também existe toda uma rede de apoio ao redor do paciente, formada por familiares, acompanhantes e doadores. Por isso decidimos expandir nossas ações para outros espaços, como o Hemosul”, relatou.

Segundo ela, o grupo também participou da campanha por meio da doação voluntária de sangue.

“A doação de sangue é extremamente importante. Além de conscientizar, nós também incentivamos nossos integrantes a se tornarem doadores. Queremos mostrar que o cuidado vai além do tratamento clínico e que acolher as pessoas faz toda a diferença”, afirmou.

Solidariedade que inspira

A campanha também contou com a mobilização do Moto Clube Abutres. O integrante Fábio Capibaribe explicou que a iniciativa surgiu após um integrante do grupo sofrer um grave acidente motociclístico e necessitar de transfusões sanguíneas.

“Foi nesse momento que percebemos, na prática, a importância dos estoques de sangue e a dificuldade para mobilizar doadores rapidamente. A partir dessa experiência, decidimos realizar ações permanentes de incentivo à doação de sangue”, destacou.

Profissional da área da saúde, Capibaribe reforçou que a necessidade de sangue é constante.

“Vemos diariamente acidentes e pessoas precisando de transfusões. Apenas uma pequena parcela da população doa regularmente, enquanto muitas pessoas precisarão de sangue em algum momento da vida. Por isso buscamos conscientizar não apenas os motociclistas, mas toda a sociedade”, acrescentou.

A solidariedade também mobilizou grupos organizados do interior do Estado. Moradora de Sidrolândia, Fátima Aparecida participou da ação representando o grupo Love Sidro, que reúne voluntários para doações regulares no Hemosul.

Doadora há mais de 15 anos, Fátima explicou que o grupo organiza caravanas mensais para Campo Grande.

“Todos os últimos sábados do mês reunimos voluntários e viemos ao Hemosul para realizar esse gesto de amor. Atualmente nosso grupo conta com cerca de 150 participantes engajados nessa causa”, relatou.

Doador há 16 anos, Marcos Vieira destacou que o ato de doar sangue se transformou em um compromisso pessoal.

“Doar sangue passou a ser um dever de cidadania. Sempre que somos chamados, procuramos ajudar. É um gesto simples que pode salvar vidas”, afirmou.

Para ele, ações de humanização como essa, tornam o ambiente ainda mais acolhedor e reforçam o caráter solidário da doação.

“O bom humor e a alegria fazem bem em qualquer ambiente, especialmente no hospital. Iniciativas como essa levam acolhimento e esperança para quem precisa”, concluiu.

Para doar

Para doar sangue é necessário estar em boas condições de saúde, estar bem alimentado e hidratado, ter dormido bem na noite anterior e apresentar documento oficial com foto. Podem doar pessoas com idade entre 16 e 69 anos, menores de 18 anos devem estar acompanhados pelo responsável legal e pesar no mínimo 51 quilos.

A Rede Hemosul reforça a importância da doação regular, especialmente dos tipos sanguíneos O+ (positivo) e O- (negativo), devido à alta demanda transfusional em todo o Estado.

André Lima, Comunicação SES
Fotos: André Lima

Fonte: Governo MS

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