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Arapuá

51 anos de casados “Bodas de Bronze” de Cleodete Araújo e Orvino Tiago

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Um momento muito diferente que estamos vivendo neste ano de 2021, com o vírus do Coronavírus Covid-19, onde temos que usar máscaras, álcool em gel nas mãos e distanciamento de uma pessoa à outra.

Mas mesmo assim caro leitor, o casal Orvino Tiago de Souza e Cleodete de Araujo Souza, sitiantes do Distrito de Arapuá do Município de Três Lagoas-MS comemorou com alguns familiares e amigos,  a data de cinquenta e um anos de união (bodas de bronze). O significado da Bodas de Bronze é: O bronze é um metal bastante resistente que não tem perigo de corrosão e possui facilidade de fundição, um casamento com 51 anos é tão resistente quanto o bronze.

E assim começamos a história desse casal, que pode ser conferida em vídeo logo abaixo.

No dia 13 de março de 1945 nasce em Iturama-MG Orvino Tiago de Souza filho de Thomé Tiago de Araújo e Maria Rufino de Toledo.

Em 7 de maio de 1950 nasce Cleodete de Araujo na cidade de Alves Florence-SP filha de Antonio Pinto de Araújo e Mariana Braulina de Jesus.

Orvino e Dete tiveram uma infância simples, sempre morando na área rural em fazendas. E foi numa dessas fazendas que na juventude se conheceram na região de Paranaíba-MS, onde eram vizinhos de fazenda, e num baile tiveram o primeiro contato.

Em 1967 o casal se conhece e passam quase três anos namorando, um namoro bem diferente dos dias atuais, naquela época o namoro era na presença dos pais a cada 15 dias aos finais de semana, onde cada um sentava num banco, e mais tarde se divertiam no baile, com muito muito respeito, uma vez o outra que podiam ir ao cinema.

Dete muda-se para a cidade, e Orvino só via a namorada a cada um mês, com a distância entre fazenda e cidade, Orvino pede a mão de Dete em casamento ao pai Antonio.

E no dia 25 de julho de 1970 acontece o casamento, com celebração religiosa e civil, no final da tarde os convidados foram recebidos num jantar na casa da irmã de Orvino.

Após vários anos morando em Paranaíba, trabalhando em fazendas, Orvino foi trabalhar na Fazenda Pinheiro na região do Rio Verde, e lá conheceu o Distrito de Arapuá, o casal já tinha Marli com 6 anos de idade, quando chegou o segundo filho o Thomé.

Com o trabalhado na fazenda Orvino consegue juntar 15 novilhas, e com o dinheiro compra seu primeiro sitio de dois alqueires. E foi nesse sitio que o casal começou a ficar conhecido na região, com a confecção de rapadura, pinga, farinha e doces.

E foi no Sitio São Thomé que aconteceu grandes festas, entre elas o casamento da filha Marly com Sandovete, enlace esse que foi registrada pela equipe do Globo Rural no mês de outubro de 1990, o casal Marly e Sandovete, saíram da igreja São João Batista casados e montados à cavalo, sendo seguidos pelos padrinhos, o primeiro casamento da região em forma de cavalgada, o maior casamento caipira com mais de duas mil pessoas, realizado no Município de Três Lagoas em especial no Distrito de Arapuá.

A reportagem do ArapuáNews Orvino Tiago disse “nesses cinquenta e um ano de união, tenho que agradecer a Deus pelo dom da vida e saúde, durante esse tempo já perdi vários amigos e familiares, obrigado meu Deus pela nossa vida e união, não somos dono de nada estamos aqui de passagem. E nesses cinquenta e um anos de união, deixo de exemplo aos mais novos, que para ter uma união tem que ter respeito pela mulher, sempre viver um pelo outro”.

Muito emocionada Cleodete relata “todos os momentos em minha vida foram bons, e deixo de exemplo a moça que pretende constituir uma família, não é só de flores um casamento, tem dias que terás espinhos, e nesse momento que tem que saber levar, quando tiver tudo calmo, chama o marido para dialogar, tudo tem sua hora certa, e assim permanecerá com uma união por muitos anos”, explicou Dete.

E dessa forma contamos um pouco da história desse casal, que faz parte do nosso Distrito de Arapuá, começaram apenas os dois e dessa união tiveram dois filhos Marli e Thomé, que vieram os netos Jhonatan, Leticia e Mariana. E os bisnetos Muryllo e José.Muito obrigado Dete e Orvino por ter escolhido nosso querido Distrito, onde fizeram e fazem parte a história de lutas diárias, levando muito trabalho, prosperidade e desenvolvimento a esse lugar. Que Deus os abençoe com muita saúde e união.

As fotos ilustradas na matéria são do arquivo pessoal da família, antes da pandemia. E a data comemorada, não houve festa.

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Arapuá

Em Arapuá | Ponte da Japonesa é substituída por linhas de tubos para garantir mais segurança à população

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A Prefeitura de Três Lagoas, por meio do Departamento de Obras da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito (SEINTRA), em conjunto com o Departamento de Manutenção do Distrito de Arapuá e da zona rural, realizou a substituição da antiga ponte de madeira sobre o córrego Arapuá, conhecida como Ponte da Japonesa.

A estrutura é fundamental para o acesso ao Distrito de Arapuá/MS e também às comunidades Piaba, Limoeiro e região da Ponte do Rio Verde.

Os trabalhos foram executados sob a coordenação do encarregado Marco Antonio Dantas, atendendo a uma demanda considerada urgente pelos moradores da região. Segundo informações repassadas pelas equipes responsáveis, a antiga ponte de madeira apresentava constantes problemas e necessitava de frequentes manutenções, comprometendo a segurança de motoristas e produtores rurais que utilizam o trecho diariamente.

Durante as obras, a passagem permaneceu interditada por 13 dias para a retirada completa da antiga estrutura e implantação do novo sistema de drenagem e travessia.

No local, foram instaladas duas linhas de tubos de 1.000 milímetros, proporcionando mais segurança, durabilidade e melhores condições de tráfego, principalmente em períodos de chuva.

Após a conclusão dos serviços, a Ponte da Japonesa já foi liberada para o trânsito de veículos e, conforme a equipe responsável, o trecho se encontra em perfeitas condições de uso, com o fluxo normalizado para moradores, produtores rurais e demais usuários da estrada.

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Arapuá

LUTO NO ESPORTE | Morre Valdemir Machado Leonel, o “Lona”, ex-jogador do Arapuá, aos 53 anos

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Três Lagoas (MS) — Faleceu em Três Lagoas, aos 53 anos, Valdemir Machado Leonel, conhecido carinhosamente como “Lona”, ex-jogador do Arapuá. A notícia causou forte comoção entre familiares, amigos e a comunidade esportiva da região.

Valdemir foi encontrado sem vida no último sábado, 2 de maio, em sua residência localizada no Condomínio Novo Oeste. De acordo com informações, a causa da morte foi cirrose hepática.

A despedida foi marcada por grande comoção. O sepultamento ocorreu no Cemitério Santo Antônio, em Três Lagoas. Ele deixa seis filhos.

TRAJETÓRIA NO ESPORTE E NA COMUNIDADE 

Muito conhecido no Distrito de Arapuá, Valdemir construiu uma história marcada pelo trabalho e pela paixão pelo futebol. Atuou em fazendas da região, como Água Limpa, Rodeio e Lobo, e nos finais de semana se dedicava ao esporte, defendendo equipes locais.

Foi no time do Arapuá que “Lona” deixou seu maior legado. Vestindo a camisa da SERA (Sociedade Esportiva Recreativa Arapuá), atuava como volante — posição em que ficou conhecido como o “xerife” do time. Com a camisa número 20, seu número preferido, destacou-se como um dos jogadores mais firmes e respeitados que passaram pela equipe.

Valdemir integrou o time por vários anos e também participou da equipe de veteranos. Sua última aparição em campo foi em julho de 2023, durante o jogo de inauguração da iluminação de LED do Campo Municipal José Rodrigues, no Distrito de Arapuá, em uma partida entre veteranos.

HOMENAGENS E DESPEDIDA

Nas redes sociais, amigos, familiares e ex-companheiros de equipe prestam homenagens, relembrando momentos vividos e destacando o legado deixado por “Lona” dentro e fora de campo.

Moradores do Distrito de Arapuá também manifestaram gratidão pela dedicação de Valdemir ao futebol local:

“Só temos a agradecer por todos esses anos de dedicação ao nosso time. Vá com Deus, nosso irmão Valdemir.”

Neste momento de dor, amigos e familiares se unem em solidariedade, desejando força e conforto a todos que conviviam com Valdemir Machado Leonel.

MENSAGEM

É difícil encontrar palavras diante de uma perda tão sentida. Valdemir Machado Leonel, o querido “Lona”, parte deixando não apenas saudades, mas um legado de amizade, companheirismo e amor pelo futebol que jamais será esquecido.

Que Deus o receba de braços abertos e conceda descanso eterno. Que conforte o coração de todos os familiares, amigos e daqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele, transformando a dor da despedida em lembranças eternas de momentos vividos com alegria.

“Lona” seguirá vivo na memória de cada jogo, de cada história compartilhada e em cada coração que teve sua vida marcada por sua presença.

Nossos mais sinceros sentimentos.

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