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Mato Grosso do Sul

Professores que paralisarem atividades contra a Reforma da Previdência terão dias cortados

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O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) confirmou, na manhã desta sexta-feira (22), que professores e demais trabalhadores da educação que paralisaram atividades para manifestações contra a Reforma da Previdência terão o dia de trabalho descontado.

Azambuja afirmou que há legalidade na decisão, amparada por entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal), que considera prática de greve, ainda que não abusiva, suspensão do trabalho – o que implica no desconto do dia.

“O Supremo já decidiu essas questões. Simplesmente pode se manifestar, só que aquele que se manifestar tem uma resolução da Secretaria de Educação que nós vamos cortar o ponto no vencimento. Isso é uma regra que está estabelecida pela instância máxima do judiciário. E serve ao setor de educação e a todos os outros setores também”, destacou o governador.

Sem reposição

Mais cedo, o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Jaime Teixeira, afirmou que haveria reposição de aula em virtude da paralisação, a fim de não prejudicar o calendário escolar. “Mas, se o desconto ocorrer, os professores não farão a reposição”, destacou.

Para Teixeira, o ofício circular enviado pela SED (Secretaria de Estado de Educação) demonstra que o governo é contra o ato.

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Mato Grosso do Sul

Investimentos do Governo do Estado reforçam o desenvolvimento de Porto Murtinho

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Com entrega de obras de infraestrutura e anúncio de investimentos de mais de R$ 72,9 milhões do Governo de Mato Grosso do Sul, o município de Porto Murtinho comemora 114 anos. A cidade integra a Rota Bioceânica e as obras são resultado das ações de infraestrutura e desenvolvimento regional com foco no corredor logístico que vai reduzir o tempo de deslocamento para o mercado asiático.

O governador Eduardo Riedel participou, ontem (12) e hoje (13), das comemorações alusivas ao aniversário do município, que incluiu a abertura oficial do Rodeio na Rota, atos cívicos e a entrega de importantes obras de infraestrutura urbana e logística. A programação teve ainda a assinatura de autorizações para os novos investimentos nas áreas de mobilidade, aviação regional e habitação.

“Nós vamos dar sequência na pavimentação dos bairros de Porto Murtinho. É uma transformação muito grande, fruto da Rota Bioceânica. A gente está comercializando com o mundo inteiro, principalmente com a Ásia, e aqui vai ficar todo o desenvolvimento que a gente quer ver para o município”, disse Riedel.

As ações ampliam a segurança viária, fortalecem a capacidade de atendimento à população, melhoram as condições de transporte e acesso às áreas rurais e impulsionam a qualidade de vida dos moradores. Além dos benefícios diretos para o município, os investimentos contribuem para a valorização urbana de Porto Murtinho e reforçam sua posição estratégica como porta de entrada da Rota Bioceânica e um dos principais corredores de integração entre o Brasil e os países da América do Sul.

Com investimento de R$ 8,4 milhões, a obra de pavimentação, drenagem de águas pluviais e duplicação do trecho urbano da BR-267, principal acesso a Porto Murtinho, incluiu a execução de mais de 17 mil metros quadrados de pavimentação e aproximadamente 1,2 quilômetro de drenagem, contribuindo para a melhoria da mobilidade e da segurança viária no município.

“Tudo que estamos fazendo para melhorar a vida da população que vive em Porto Murtinho e para receber a Rota tem o apoio do Governo do Estado. Por isso, agradeço, só com essa união o trabalho é possível”, afirmou o prefeito Nelson Cintra.

Também foi construída a ponte sobre o rio Amonguijá, que garante melhores condições de tráfego para os usuários da via. A obra recebeu investimento de R$ 3,3 milhões e substituiu a travessia precária por uma ponte definitiva, mais segura e adequada às condições da região. A nova ponte beneficia diretamente produtores rurais, moradores e transportadores que utilizam a estrada para deslocamento e escoamento da produção, com maior confiabilidade ao tráfego.

Além de ampliar a conectividade entre as áreas rurais e a área urbana do município, a obra fortalece a infraestrutura logística de Porto Murtinho, contribuindo para o desenvolvimento econômico regional e para a melhoria da qualidade de vida da população.

Com investimento de R$ 44,5 milhões, a obra da rodovia Estrada do Firme contemplou a implantação de revestimento primário no trecho entre Porto Murtinho e o entroncamento da MS-458, em uma extensão de 83,5 quilômetros. A intervenção melhora as condições de trafegabilidade e segurança da via, garantindo maior regularidade no deslocamento e fortalecendo o escoamento da produção agropecuária.

Com investimento de R$ 290 mil, a obra de iluminação pública do perímetro urbano da BR-267 contemplou a implantação do sistema com instalação de 41 postes metálicos equipados com luminárias de LED. A intervenção reforça a segurança viária, melhora a visibilidade noturna e qualifica a infraestrutura de um dos principais acessos a Porto Murtinho.

Já com investimento de R$ 3,94 milhões – R$ 3,3 milhões em recursos estaduais – o Hospital Municipal Oscar Ramires Pereira foi reformado e ampliado. A nova estrutura inclui duas salas cirúrgicas, enfermaria com 18 leitos e laboratório.

A ponte sobre o Rio Tereré recebeu R$ 2,2 milhões de investimentos, melhorando as condições de tráfego e segurança.

Entre as obras anunciadas está a autorização para licitação da implantação de balizamento noturno no aeródromo com mais de R$ 4,1 milhões de investimentos. O trabalho é parte do plano aeroviário do Estado.

Também foi autorizada a execução da sinalização viária do município, com recursos de R$ 868 mil. As ações contemplam sinalização horizontal e vertical, além da instalação de semáforo e construção de travessias elevadas em frente a unidades escolares.

Ainda foi autorizado convênio para construção de 50 unidades habitacionais no loteamento Vila Piloto com investimentos de mais de R$ 5,2 milhões – R$ 3,1 milhões do Governo do Estado.

Ponte Bioceânica

A ponte binacional da Rota Bioceânica e aos acessos nos dois lados da fronteira, entre a cidade brasileira de Porto Murtinho e Carmelo Peralta, no Paraguai, está com obras em execução. O empreendimento é considerado estratégico para a integração sul-americana aos mercados asiáticos, por meio dos portos do Chile, no Oceano Pacífico.

No lado brasileiro, avança também a construção do acesso que ligará a BR-267 à ponte. Essa obra federal está orçada em R$ 472 milhões. Além da alça de 13,1 km, que ligará a rodovia à ponte, também é construído o contorno rodoviário em Porto Murtinho e o Centro Aduaneiro, que fará o controle do acesso entre o Brasil e o Paraguai.

Construída entre Porto Murtinho e a paraguaia Carmelo Peralta, a ponte é executada por consórcio binacional, com investimento de R$ 575,5 milhões (US$ 93 milhões), financiado pela administração paraguaia da Itaipu.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom-MS

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Fórum de Gestoras de Políticas para Mulheres ocupa espaço inédito no 4º Congresso dos Municípios de MS

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A participação inédita do Fórum Permanente Estadual de Gestoras Municipais de Políticas Públicas para Mulheres marcou o 4º Congresso dos Municípios de Mato Grosso do Sul, realizado pela Assomasul, como um importante passo para o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres em todo o Estado.

Com apoio da Secretaria de Estado da Cidadania, por meio da Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres e do Programa Protege, o Fórum esteve presente nos dois dias de evento com estande próprio, articulações institucionais, troca de experiências entre municípios e a realização do painel “Políticas Públicas para Mulheres: da escuta à ação”.

Painel teve participações de gestoras de Ponta Porã, Corumbá, da subsecretária Manuela Nicodemos Bailosa, que fez a mediação, juntamente com as gestoras de Maracaju e Rio Brilhante.

Mediado pela subsecretária de Estado de Políticas Públicas para Mulheres, Manuela Nicodemos Bailosa, o painel reuniu representantes de diferentes regiões de Mato Grosso do Sul: Jamaica do Carmo, coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres de Maracaju; Wânia Alecrim, gerente de Políticas Públicas para Mulheres de Corumbá; Eliana Rodrigues de Souza Barbosa, coordenadora do Núcleo de Políticas Públicas para a Mulher de Ponta Porã; e Francis Jaqueline, gestora da Divisão de Direitos Humanos e Cidadania e coordenadora das Políticas Públicas para Mulheres de Rio Brilhante.

Durante a apresentação, Manuela destacou que o Fórum nasceu da necessidade de fortalecer as mulheres que estão à frente das políticas públicas nos municípios.

“Nosso objetivo é organizar coletivamente as mulheres gestoras que fazem as políticas públicas acontecerem em seus territórios. Por meio do Fórum, construímos caminhos que fortalecem a atuação dessas profissionais e ampliam sua autonomia para enfrentar os desafios locais”, afirmou.

Criado como espaço permanente de articulação, o Fórum reúne atualmente representantes de 52 dos 79 municípios sul-mato-grossenses. A estrutura é composta por dez gestoras, entre titulares e suplentes, representando todas as regiões do Estado. Os encontros acontecem quinzenalmente e têm como foco a discussão dos fluxos da rede de atendimento, a auto-organização das gestoras e a construção conjunta de estratégias para fortalecer as políticas públicas para mulheres.

Segundo a subsecretária, a troca constante entre os municípios têm produzido resultados concretos.

Mediado por Manuela Nicodemos, painel trouxe propósitos e metas do Fórum Permanente.

“A troca de experiências tem colaborado para dar visibilidade aos problemas enfrentados nos territórios, mas também para encontrar soluções. As gestoras compartilham desafios, aprendizados e boas práticas que ajudam outras cidades a avançarem”, ressaltou.

Manuela também chamou atenção para a necessidade de ampliar o olhar sobre as políticas públicas para mulheres. “A pauta da violência nos consome muito, porque é urgente, mas a vida das mulheres não é atravessada apenas pela violência. Precisamos falar de autonomia financeira, saúde, trabalho, participação política e acesso a oportunidades. As políticas públicas para mulheres precisam estar presentes em todas as áreas da gestão pública”, pontuou.

Entre as metas do Fórum estão a ampliação da representatividade municipal e a criação de grupos temáticos voltados a áreas como saúde da mulher, participação política, autonomia econômica e fortalecimento institucional das políticas públicas.

Experiências dos territórios

Representando a região de Rio Brilhante, Francis Jaqueline destacou a importância de fortalecer institucionalmente as políticas públicas para mulheres nos municípios e ampliar o diálogo com gestores e prefeitos.

“Precisamos trabalhar dentro das diretrizes das políticas públicas para mulheres e olhar para todas elas. Não se trata apenas de reduzir índices de violência, mas de garantir direitos, oportunidades e cidadania”, afirmou.

À frente da política pública para mulheres em Rio Brilhante, Francis compartilhou experiências da região.

Segundo ela, fortalecer as políticas públicas para mulheres significa assegurar que os municípios compreendam seu papel na promoção da igualdade e na garantia de direitos.

“Queremos que essa discussão chegue aos prefeitos e às gestões municipais para que possamos fortalecer cada vez mais essa política. Precisamos olhar para todas as mulheres e para todas as suas necessidades”, ressaltou.

De Corumbá, Wânia Alecrim compartilhou experiências relacionadas aos desafios da região de fronteira e à necessidade de articulação permanente entre diferentes instituições.

“A política pública para mulheres não pode ser construída de forma isolada. É preciso envolver toda a rede, conhecer os territórios e entender suas especificidades para construir respostas efetivas”, destacou.

De Corumbá, Wania Alecrim narrou desafios de viver na cidade de MS onde o Brasil faz fronteira com a Bolívia.

Ela também apresentou resultados da Patrulha Maria da Penha no município, considerada referência no Estado, e reforçou a importância da integração entre poder público, sistema de justiça e sociedade civil.

“Quando pensamos em proteção às mulheres, precisamos envolver todas as instituições. A articulação entre os diversos setores é o que possibilita construir respostas concretas para as demandas de cada território”, afirmou.

Wânia também defendeu que as gestões municipais documentem suas experiências e boas práticas para garantir a continuidade das políticas públicas. “Os mandatos passam, mas as políticas públicas precisam permanecer. Por isso, é importante registrar processos, experiências e resultados para que esse legado continue beneficiando outras mulheres.”

Representando a região de Ponta Porã, Eliana Rodrigues de Souza Barbosa apresentou iniciativas voltadas à autonomia econômica e ao fortalecimento das mulheres da região de fronteira. Entre elas está a transformação do antigo Casarão do Itamaraty em um espaço de capacitação e qualificação profissional, além de ações desenvolvidas em parceria com universidades, instituições de ensino e organismos internacionais.

Desafios e também conquistas foram descritas pela gestora da política de Ponta Porã, Eliana Barbosa.

“Trabalhamos para alcançar todas as mulheres, seja no campo, nas aldeias, nos assentamentos ou em situação de privação de liberdade. Sozinhos não construímos nada. É a força da rede que torna possível transformar realidades”, afirmou.

A coordenadora também destacou o trabalho binacional realizado entre Brasil e Paraguai para enfrentamento da violência e promoção dos direitos das mulheres na região de fronteira.

“Temos reuniões permanentes envolvendo instituições dos dois países porque entendemos que a proteção das mulheres exige atuação conjunta. Quando a rede trabalha unida, conseguimos avançar muito mais.”

Momento em que representantes dos municípios sinalizaram que já aderiram ao Protege.

Representando Maracaju, Jamaica do Carmo ressaltou o papel das redes intersetoriais no acolhimento e proteção das mulheres.

“Quando investimos na rede e fortalecemos sua articulação, deixamos de permitir que aquela mulher enfrente seus desafios sozinha. O poder público passa a caminhar ao lado dela, envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, educação e demais instituições.”

Para ela, a consolidação das políticas públicas para mulheres depende do fortalecimento dessas conexões.

“Se não tivermos uma rede ativa, forte e articulada, muitas ações acabam parando no meio do caminho. Quando todos os órgãos trabalham juntos, conseguimos oferecer proteção, acolhimento e oportunidades para quem mais precisa.”

Gestores reforçam compromisso

Prefeito de Batayporã, Germino Roz, assinando carta-compromisso proposta pelo Fórum.

A participação do Fórum também mobilizou prefeitos e prefeitas presentes no Congresso, que destacaram a importância de ampliar o debate sobre a proteção, a autonomia e a garantia de direitos das mulheres nos municípios.

Prefeito de Batayporã, Germino Roz ressaltou que a construção de uma sociedade mais justa para as mulheres também depende do envolvimento ativo dos homens, especialmente daqueles que ocupam espaços de liderança e tomada de decisão.

“As mulheres já sabem muito bem o que almejam e o que querem. Nós, homens, é que precisamos aprender mais sobre esse tema. Por mais que escutemos palestras, acompanhemos notícias ou participemos de debates, ainda precisamos compreender profundamente o que podemos apoiar, o que devemos defender e como devemos nos posicionar.”

Segundo o prefeito, a defesa das políticas públicas para mulheres deve estar acima de disputas ideológicas ou partidárias.

“Essa não é uma discussão partidária. É uma discussão em defesa da vida. Somos um país que ainda massacra mulheres e precisamos reduzir esses índices. Isso só será possível por meio de um debate sincero, justo e do reconhecimento de que vivemos em uma cultura machista que precisa ser transformada.”

Germino também destacou a responsabilidade dos gestores públicos nesse processo. “Nós temos voz, representamos instituições e somos observados pela população. Precisamos usar esse espaço para defender as políticas públicas para as mulheres, incentivar mudanças de comportamento e reconhecer o quanto determinadas práticas ainda interferem na vida delas. Quando entendermos verdadeiramente esse impacto, estaremos dando um passo importante na direção da sociedade que queremos construir.”

Parte do público presente no painel dentro do 4º Congresso dos Municípios.

Ao final, o prefeito parabenizou o Fórum Permanente Estadual de Gestoras Municipais de Políticas Públicas para Mulheres, as participantes do painel, e convidou outros gestores municipais a se somarem à iniciativa.

A prefeita de Brasilândia, Márcia Amaral, também destacou a importância da presença do Fórum no Congresso como forma de sensibilizar gestores municipais e fortalecer a construção de políticas públicas específicas para as mulheres.

“É de grande importância ver esse espaço ocupado pelo Fórum e esse convite sendo feito aos prefeitos para abraçarem essa causa. As mulheres precisam ser valorizadas em todas as políticas públicas, mas valorizadas de fato, com legislação própria, recursos direcionados e ações que realmente aconteçam na vida delas”, afirmou.

Para a prefeita, a escuta qualificada é um dos principais instrumentos para a construção de políticas públicas efetivas. “Precisamos ouvir as mulheres, entender quais são as dificuldades que elas enfrentam e verificar se as políticas públicas estão chegando até elas. É preciso saber se estão sendo acolhidas, cuidadas e atendidas em suas necessidades.”

Subsecretária da Mulher, Manuela Nicodemos Bailosa, ao lado da prefeita de Brasilândia, Márcia Amaral e da secretária da Mulher do município, Patrícia Aparecida Lopes.

Márcia ressaltou ainda o papel estratégico dos organismos de políticas para mulheres na identificação das demandas locais.

“A Secretaria da Mulher de Brasilândia se torna um apoio fundamental porque é a partir da escuta que conseguimos compreender a realidade de cada mulher e desenvolver políticas específicas para responder a essas necessidades.”

Como exemplo, ela citou uma iniciativa implantada em Brasilândia para apoiar mulheres em situação de violência. “Percebemos que muitas mulheres não tinham para onde voltar após romper um ciclo de violência. Então criamos um programa de auxílio-aluguel custeado pelo município. Durante esse período, elas recebem suporte da rede de atendimento para reconstruir suas vidas, cuidar de suas famílias e conquistar autonomia. São ações como essa que mostram como a política pública pode transformar realidades.”

Ao longo do Congresso, o Fórum também apresentou sua Carta de Compromisso com o Fortalecimento das Políticas Públicas Municipais para as Mulheres, documento que incentiva prefeitos e prefeitas a investirem na institucionalização, no financiamento e na continuidade dessas políticas.

Paula Maciulevicius, Comunicação da Cidadania
Fotos: Paula Maviulevicius

Fonte: Governo MS

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