Mato Grosso do Sul
Turismo de MS capacita agentes de viagens durante a Travel Next Minas
Além de capacitações, MS participará de rodadas de negócios com agentes e operadores de turismo
Em mais uma ação estratégica, a Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul participa do Travel Next Minas com o intuito de promover e divulgar o Estado como um importante destino turístico brasileiro. O evento acontece nos próximos dias 23 e 24 de junho, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
O diretor-presidente da FundturMS, Bruno Wendling, fala sobre a expectativa da participação do Estado no evento. “É a primeira vez que participaremos do Travel Next Minas, que contará com a presença de parceiros, empresas e player de destaque no mercado turístico. Belo Horizonte é um mercado importante para Mato Grosso do Sul e a expectativa é de que a FundturMS, juntamente com o trade, possa estabelecer boas conexões para fortalecermos ainda mais a imagem e o posicionamento do turismo de Mato Grosso do Sul no mercado mineiro, na região sudeste e em todo o país”, exalta.
Capacitações de MS
Mato Grosso do Sul fará duas capacitações sobre seus principais destinos turísticos: Pantanal e Bonito/Serra da Bodoquena. No dia 23 à tarde será realizada a capacitação ‘Desbravando Bonito’, que apresentará as peculiaridades do destino eleito 16 vezes como o melhor destino de ecoturismo do Brasil.
Já no dia 24, é a vez de capacitar agentes de turismo sobre o Pantanal, o que o destino pode oferecer nos diferentes períodos (como cheia, vazante e seca) e, principalmente, como oferecer cada experiência do bioma para públicos diversos.
O evento
Voltado para a geração de negócios turísticos, o evento pretende conectar as principais operadoras de turismo e agências de viagens da região sudeste com os destinos de natureza e ecoturismo do Brasil.
A participação da FundturMS no Travel Next Minas é mais uma oportunidade para o trade turístico sul-mato-grossense apresentar os destinos de MS a novos mercados, criar novas possibilidades de comercialização, num evento que tratará de sustentabilidade, inovação e criatividade. Para saber mais sobre o evento, basta acessar https://travelnext.com.br.
Débora Bordin – FundturMS
Foto: @visitmsoficial
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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