Celulose em Destaque

Suzano valoriza a importância da família e apoia a maternidade em suas múltiplas faces

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Por meio do Plural, a empresa tem trabalhado ativamente para combater qualquer tipo de preconceito, incluindo gênero, e incentivar o respeito e apoio aos mais variados tipos de mães

Vivemos tempos desafiadores, onde as famílias estão isoladas em casa. Para a Suzano, o papel de quem cuida sempre é muito importante e, por isso, a empresa comemora a data do Dia das Mães com referência à Família, para valorizar aqueles que estão com as crianças, sejam eles mães, pais, avós, tios, pais adotivos ou até mesmo um amigo. Por meio de seu Grupo Plural, a Suzano acredita que, no Dia da Família, todos devem ser representados e homenageados.

O Grupo Plural tem buscado ainda ampliar cada vez mais a diversidade dentro das suas unidades e um dos pontos trabalhados é o da maternidade. “Na Suzano, olhamos talentos, não gênero. São competência, profissionalismo e valores que fazem a diferença para nós. E os resultados têm nos mostrado que estamos no caminho certo”, enfatizou Angela Aparecida dos Santos, gerente de Gente e Gestão da empresa

De acordo com Angela, a história dos colaboradores resume a postura da Suzano em relação aos vários perfis de famílias. “Faz parte dos nossos valores olhar para além de etnia, gênero e orientação sexual, se é mãe, pai, ambos ou nenhum. E, para acolher a todos igualmente, buscamos trabalhar o Dia da Família. Os novos modelos familiares são muitos, e todos contam com o nosso respeito e apoio”, explica a gerente de Gente e Gestão.

Sem rótulos

Luciene Sucato Scalfori, técnica em Celulose e Papel na Suzano, é uma das colaboradoras que vê na maternidade a oportunidade de trazer benefícios para as empresas. “O preconceito com mães no mercado de trabalho ainda é constante, mas a esperança vem de ações de empresas fortes como a Suzano, que não tem um olhar limitante para nós, mães, bem como para todos os perfis familiares. Se todas as empresas soubessem o quanto uma mulher é transformada e impactada positivamente pela maternidade, e o quanto isso poderia ser explorado para melhores resultados, a maternidade seria um diferencial e não um ônus”, destaca.

Aos 38 anos, Luciene é formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Gestão de Qualidade e Produtividade. Também é mãe de três filho: Rafael, “meu anjo que está no céu”, que teria 5 anos; Gabriel, de quase 4 anos, e Mariana de 8 meses. Todos nasceram quanto Luciene já trabalhava na Suzano, onde atua desde 2008. “A Suzano vê e trata as famílias com naturalidade por entender e valorizar os papeis familiares de seus colaboradores e que ser mãe, por exemplo, é mais um papel na vida da mulher e não rotular suas profissionais por esse motivo”, ressalta Luciene.

A visão de olhar para além de gênero também é defendida por Marina Sinicio de Barros, engenheira florestal. Aos 34 anos, Marina chegou a Três Lagoas em 2015 para conduzir o planejamento estratégico em um momento muito especial, de expansão da unidade, com a construção da segunda linha de produção da empresa na cidade.

“Assim como a Suzano, não acredito que gênero e maternidade sejam critérios para comparar profissionais. Ser um bom ou uma boa profissional está relacionado a fazer a diferença, trazer ganhos tangíveis e intangíveis, contribuir com as pessoas e estar conectado aos propósitos da organização. É fato que é mais difícil para mães (e pais) trabalharem fora do horário convencional, assim como as vezes também é difícil para outras pessoas (filhos que ajudam pais, avós, etc). Acredito que trazer resultado para empresa vá muito além de horário. Trazer resultado está relacionado à visão estratégica e foco ao que é relevante”, reforça.

Marina é mãe do Theo, de um ano, e teve de enfrentar dois desafios ao mesmo tempo, o da maternidade e de uma nova função dentro da empresa. Após retornar da licença maternidade, ela deixou a coordenação de PCP (Planejamento e Controle de Produção) para assumir o cargo de coordenadora de Logística Florestal.

“O processo de mudança de área após retornar da licença não foi fácil. Era aprendizado em casa (no universo de um bebê em constante evolução) e no trabalho (uma nova equipe, uma nova rotina e metas diferentes). Mas a maternidade é sábia, trouxe com ela um pacote de aprendizados ‘express’, que me ajudou muito. Voltei sentindo uma necessidade forte de me redescobrir como profissional”, recorda

Triplo desafio

Se para muitas mulheres, a maternidade é colocada como obstáculo pelo mercado de trabalho em geral, para Myrtha Branchedor, ajudante do Viveiro na Suzano, o desafio foi três vezes maior. Haitiana, ela chegou a Três Lagoas em 2013, grávida e sem falar português. Depois de deixar seu filho mais velho em sua terra natal, ela e o marido ficaram quatro meses no Equador. “Foi muito triste, terrível, mas Deus nos deu a vitória e conseguimos trazer nosso filho depois”, relembra.

Ela aproveitou o período de gestação para estudar e aprender a língua portuguesa, as novelas brasileiras ajudaram.  A busca por emprego, porém, foi não foi nada fácil. “Sempre é mais difícil para nós, tenho amigas que não encontraram até hoje”.

Antes de ingressar na Suzano, Myrtha teve outros empregos e, em um deles, foi vítima de racismo. “Por isso, amo a Suzano e agradeço a Deus por estar na empresa. Na Suzano, a gente tem valor, mulher, mãe, estrangeiro, qualquer pessoa. . Isso é muito bom”, reforça. Hoje, Myrtha é mãe de quatro meninos, Peterson Nelson (14 anos), Schwastenguer Theus (9 anos), Metzelder Theus (7 anos) e Mateus (5 anos).

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Produção de mel de Três Lagoas e região bate novo recorde e consolida Costa Leste no cenário estadual da apicultura

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Em pouco mais de dez anos do Programa Colmeias, a produção regional de mel saltou de 7,3 toneladas para 170 toneladas/ano, com uma produtividade acima da média nacional

Com o apoio da Suzano, por meio do Programa Colmeias, produtores rurais de Três Lagoas e região conseguiram quebrar novo recorde de produção e consolidar a Costa Leste como importante produtora de mel em Mato Grosso do Sul. Em pouco mais de uma década de atuação, a produção de mel nos municípios que abrangem a área de atuação da Suzano, em Mato Grosso do Sul, teve um crescimento que supera a marca de 2.228% – índice baseado nos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em 2009, apontou a pesquisa sobre pecuária do IBGE, os municípios de Três Lagoas, Brasilândia, Selvíria, Água Clara e Santa Rita do Pardo haviam produzidos, juntos, 7,3 toneladas de mel. Em 2018 (levantamento mais recente), o volume saltou para 107,7 toneladas de mel. Com isso, a região Leste passou a responder por 15% da produção estadual de mel no Estado. Já na última safra, os produtores apoiados pelo Colmeias atingiram a marca de 170 toneladas de mel, novo recorde para o programa no Estado.

“Uma das prioridades da Suzano é promover a geração de renda e desenvolvimento sustentável nas comunidades em seu entorno. O Programa Colmeias, assim como o PDRT [Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial], tem o objetivo de fortalecer o pequeno produtor rural, por meio de parcerias com associações, fomentando ainda a diversificação das culturas. Em Mato Grosso do Sul, o resultado do programa tem superado todas as expectativas e mostrado que a apicultura pode ser uma importante fonte de renda para a região”, destaca Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano.

O aumento na produção deve-se tanto à adesão de novos apicultores quanto ao aumento da produtividade, por meio de investimentos e melhora das técnicas do manejo – uma das prerrogativas do programa. Quando iniciado, o Colmeias apoiava nove produtores rurais. Hoje, são cerca de 170 apicultores na região. O número corresponde a 19,5% do total de produtores de mel em Mato Grosso do Sul, 870 ao todo, conforme dados da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal).

Atualmente, são cerca de sete mil colmeias instaladas nas florestas plantadas da Suzano. A produtividade registrada entre os apicultores apoiados pelo programa foi de 34,65 quilos por colmeia, 65% a mais que a média nacional, 21 quilos. No ano passado, somente os produtores apoiados pelo programa obtiveram uma produção de 117 toneladas de mel, o que corresponde a uma receita estimada em R$ 500 mil.

Investimentos e renda

“Muitos produtores viram os benefícios proporcionados pelo Colmeias e se interessaram pela cultura. Criou-se um efeito em cadeia, em que um apicultor repassa o aprendizado obtido a outro produtor. Também percebemos que, além do aumento dos apicultores, houve investimento na produção daqueles que já estavam atuando na cultura. Praticamente todos que estão na área conseguiram ampliar a capacidade de produção. É exatamente esse o nosso objetivo: proporcionar a autonomia desses produtores.”, completa Evânia Lopes, consultora de Desenvolvimento Social da Suzano em Mato Grosso do Sul.

A apicultura é, na maioria dos casos, a segunda ou terceira fonte de renda dos produtores, o que vem ao encontro da ideia de desenvolvimento sustentável e a diversificação das atividades no campo.

“Sempre houve produção de mel no município, mas o salto que tivemos com a chegada da Suzano e as florestas de eucalipto foi, de fato, muito expressivo. Com a parceria do Programa Colmeias conseguimos nos organizar, trabalhar de forma unida e com apoio técnico. Essas foram as principais conquistas proporcionadas pelo programa. Queremos um crescimento sustentável, em que o apicultor possa produzir cada vez mais e com maior qualidade. Buscamos o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos produtores, não um crescimento desordenado na região”, destacou Noel Lima de Araújo, presidente da Unileste (Associação Regional de Apicultores da Costa Leste).

Araújo está no Programa Colmeias desde 2015 e conta como as florestas plantadas de eucalipto ajudaram os produtores locais. “Tivemos três anos consecutivos ruins para a apicultura, por conta de, entre outros fatores, condições climáticas. Mesmo assim, mantivemos a produtividade acima da média nacional, por isso, acredito que até superamos essa estimativa do IBGE”, completou o presidente da Unileste.

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Arapuá

Em Três Lagoas/MS| Com sucesso do delivery, Suzano amplia ação e lança “O sabor do campo vai até você”

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Em menos de um mês, famílias tiveram aumento de 408,5% nas vendas de cestas agroecológicas; agora o foco é fortalecer também a renda das mulheres com serviço de entrega de produtos artesanais como pães, bolos e doces

Com a grande adesão de consumidores ao projeto “A feira vai até você”, ação que visa fomentar as vendas de cestas com produtos agroecológicos por meio de delivery, o Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT), da Suzano, estende a iniciativa às mulheres do campo, em Três Lagoas (MS), e lança “O sabor do campo vai até você”.

O objetivo desta ação é o mesmo que a “A feira vai até você”: reduzir os impactos econômicos gerados pelo novo coronavírus na agricultura familiar e garantir a geração de renda e a sobrevivência dessas famílias em tempos de isolamento social. Porém, em vez de verduras, estão comercializando produtos de fabricação artesanal. “Tivemos resultados excelentes em Mato Grosso do Sul com ‘A feira vai até você’ e isso nos levou a ampliar o projeto e implantar o sistema de delivery também no projeto Café do Campo, formado por grupo de mulheres do Assentamento 20 de Março, que visa a venda de produtos artesanais, como bolos, queijos, doces e salgados. Tudo preparado com ingredientes agroecológicos, frescos e saudáveis, produzidos no assentamento”, ressalta Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano.

O Grupo Café do Campo é um dos braços do PDRT e visa, além da geração de renda, incentivar empoderamento feminino. Hoje, ele é composto por seis produtoras atuantes e, dependendo da proporção do pedido, chega a envolver até 20 mulheres. “Com o apoio do PDRT, essas mulheres se organizaram e passaram a atender grandes empresas, com serviços como almoços e coffe breaks. Porém, desde o início da pandemia da Covid-19, houve uma queda expressiva nos pedidos do Café do Campo. Essas mulheres ficaram sem ter onde e para quem vender seus produtos. A nossa intenção é reverter esse quadro”, explica Evânia Lopes, consultora de Desenvolvimento Social da Suzano.

É o que espera também Elisangela Alves de Paula, coordenadora do Grupo Café do Campo, do 20 de Março. De acordo com ela, as encomendas estão paradas desde março. “Ainda no começo do mês retrasado, atendemos a umas três solicitações, depois não tivemos mais pedidos. Estamos seguindo com as hortas e, agora, com as cestas, que contam com nossos produtos, em uma forma de tentar manter a renda. Mas o impacto foi muito forte. Por isso, a nossa expectativa em torno dessa ação é grande”, conta.

Alta de 408,5%

O otimismo tem motivo. Iniciada na segunda quinzena de abril, a ação “A feira vai até você” superou todas as expectativas e atingiu a marca de 534 cestas agroecológicas vendidas em uma semana, em Mato Grosso do Sul. A estimativa é que as vendas tenham gerado uma receita bruta estimada em R$ 9,6 mil aos produtores rurais.

Conforme levantamento feito entre 26 de abril e 9 de maio, o resultado corresponde a um crescimento de 408,5% na comercialização por delivery em comparação às vendas antes da pandemia, 105 cestas semanais. Os dados mostraram ainda uma linha crescente da ação no Estado: Na primeira semana da ação, os produtores entregaram 412 cestas. Já na semana seguinte, houve aumento de 22%, passando para 502 cestas e, na última semana, chegando a um incremento de 6% na comercialização pelo novo sistema.

“O engajamento dos produtores rurais e da população dos municípios participantes nos surpreendeu. A nossa expectativa inicial era de chegarmos ao total de 312 cestas semanais, o que correspondia a um incremento de 197%. O resultado foi quase o dobro. São mais de 500 cestas, o que corresponde a cerca de 4,2 toneladas de alimentos entregues semanalmente no Estado e estamos somente no início da ação, que tem tudo para se tornar permanente no futuro”, explica Evânia.

Produtos e serviços

A ação “O sabor do campo vai até você”, oferece mais de 15 produtos artesanais, que vão desde tortas, salgados, pão caseiro, rosca recheada, à queijo, requeijão (corte e cremoso), bolos (arroz, cenoura, chocolate, laranja, milho, mandioca e fubá), biscoito de nata, manteiga e doce de leite (pedaço e cremoso).

“Além de ser feitos com alimentos agroecológicos, temos, por exemplo, bolos sem lactose, sem glúten, sem ovos, e bolo de araçá roxa, uma fruta típica do cerrado”, ressalta Elisangela.

Para encomendar os produtos, os interessados devem entrar em contato pelos telefones: (67) 99350-9380 e (67) 99206-8208. A entrega será feita uma vez por semana, conforme a demanda.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de árvores, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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