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No MS|Suzano apoia a produção e adquire 44 mil máscaras de tecido de costureiras e artesãos locais para doar a famílias de colaboradores e grupos estratégicos

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Além de gerar renda a costureiras e artesãos locais em meio à pandemia, a ação está alinhada a outras iniciativas da empresa para a prevenção e combate à Covid-19 nos estados onde atua

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está apoiando costureiras e artesãos na confecção de 44 mil máscaras de tecido em Três Lagoas (MS). Toda a produção será adquirida pela companhia para ser doada a famílias de colaboradores que estão trabalhando presencialmente nas unidades e para grupos considerados prioritários por conta do maior risco de exposição ao novo coronavírus nas regiões em que a empresa atua.

Em Três Lagoas, a iniciativa conta com a participação de 22 profissionais, dentre eles, costureiras de famílias apoiadas pelos projetos sociais da Suzano e artesãos de associações independentes do município. No País, a confecção das máscaras envolve 174 costureiras e artesãos de cinco estados brasileiros: Maranhão, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Juntos, eles vão produzir aproximadamente 125,6 mil máscaras de tecido, todas de acordo com as normas de segurança preconizadas pelo Ministério da Saúde.

“A Suzano tem trabalhado constantemente para garantir a segurança dentro e fora de suas unidades, seja adotando medidas preventivas em suas fábricas ou, em parceria com os governos, buscando mitigar os impactos dessa pandemia. Afinal, só é bom para nós, se for bom para o mundo. Nesta ação das máscaras, conseguimos unir dois objetivos: gerar renda a costureiras durante a crise e contribuir para a segurança da comunidade, uma vez que, ao usar a máscara, a pessoa protege a si e todos à sua volta”, destaca Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano

Somando todos os estados com atuação da Suzano, as máscaras de tecido irão beneficiar cerca de 55 mil pessoas, sendo 39,2 mil colaboradores e familiares, 3,8 mil caminhoneiros, 1,6 mil integrantes de projetos sociais apoiados pela empresa e 10,7 mil pessoas de grupos estratégicos.

Somente em Três Lagoas, a expectativa é que a doação beneficie, inicialmente, mais de 8,2 mil pessoas. Os primeiros a receber serão os colaboradores que estão atuando de forma presencial na unidade e seus familiares, o que corresponde a mais de sete mil pessoas atendidas. Cada uma receberá um kit contendo duas máscaras de tecido e material informativo sobre o uso e higienização corretos delas.

A ação contempla ainda motoristas de caminhão e colaboradores das centrais de distribuição – espaços para armazenagem e carregamento que auxiliam na logística de escoamento da celulose; integrantes de programas sociais apoiados pela empresa que trabalham presencialmente, como produtores de alimentos, e grupos que demandam cuidados específicos, como asilos, trabalhadores de postos de saúde etc. Juntos, totalizam mais de 1,2 mil beneficiados.

“É importante reforçar que essas máscaras de tecido são para uso domiciliar, para quando colaboradores precisarem ir a um supermercado, ao banco etc. Dentro das nossas unidades, permanece a exigência do uso das máscaras fornecidas pela empresa. Não se trata de uma substituição e sim de fornecer um recurso a mais de prevenção”, frisa Israel.

OMS

As máscaras são confeccionadas atendendo a todas as recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e do Ministério da Saúde. Para isso, antes de iniciar a produção, costureiras e artesãos receberam treinamento remoto, vídeo com todas as etapas de produção e uma cartilha contendo normas de segurança e higienização durante a fabricação.

Em todos os estados, a produção é acompanhada pelas equipes de Desenvolvimento Social e Saúde e Qualidade de Vida da Suzano para garantir o cumprimento das exigências sanitárias e conta ainda com o apoio da equipe do designer e artesão Renato Imbroisi. A empresa também fornece os insumos necessários (tecido, elástico, etc) para a produção em larga escala.

A confecção já está em andamento em boa parte dos estados e a distribuição está prevista para começar no início de maio; as entregas serão feitas conforme a finalização dos kits.  A empresa, contudo, não descarta a continuidade do projeto. “Este será o primeiro lote. É o início de uma nova ação da Suzano. Estamos avaliando a possibilidade de termos lotes subsequentes”, complementa o coordenador de Desenvolvimento Social.

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Reflore/MS e empresas associadas criam Protocolo de Boas Práticas e Ações de Controle da Dispersão da Covid-19

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Diante da atual pandemia que estamos vivendo, com o propósito de prevenir, mitigar e de controlar a dispersão do vírus da Covid-19, a Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas (Reflore/MS) e as empresas associadas estabeleceram e adotaram um Protocolo de Boas Práticas e Ações de Controle da Dispersão da Covid-19

O Protocolo traz as boas práticas que as empresas associadas adotaram em seus ambientes de trabalho, seja no campo, nas indústrias ou nos escritórios administrativos instalados nas cidades. O setor de base florestal está inserido dentro de um segmento essencial; a madeira é matéria-prima indispensável de inúmeros itens que são de primeira necessidade da população.

“Se a madeira não chegar na indústria alimentícia, provavelmente os supermercados serão desabastecidos com inúmeros produtos, assim também acontecerá com os laticínios, os frigoríficos e todas as indústrias que possuem caldeiras. Os secadores provavelmente não terão madeira para secarem seus produtos e a indústria de celulose também será afetada e não poderá oferecer tantos outros produtos importantíssimos (como papel higiênico por exemplo) para o bem estar das pessoas, dos nossos municípios, de MS, do Brasil e do mundo. Nosso propósito é continuar produzindo, mas a todo momento seguindo as recomendações de saúde e segurança com os trabalhadores da nossa cadeia”, diz Moacir Reis, presidente da Reflore/MS.

O documento traz as recomendações oficiais publicadas pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério do Trabalho e, as medidas adicionais que foram implementadas pelas empresas associadas da Reflore/MS, segundo as recomendações de suas equipes de saúde e segurança, adaptadas as particularidades das atividades. Também há recomendações sobre como se proceder após a identificação de colaborador sob suspeita de contaminação do vírus, visando conduzi-lo ao devido isolamento social e dos pares com os quais teve contato.

O protocolo completo pode ser acessado no site da Reflore/MS: www.reflore.com.br/.

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Produção de mel de Três Lagoas e região bate novo recorde e consolida Costa Leste no cenário estadual da apicultura

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Em pouco mais de dez anos do Programa Colmeias, a produção regional de mel saltou de 7,3 toneladas para 170 toneladas/ano, com uma produtividade acima da média nacional

Com o apoio da Suzano, por meio do Programa Colmeias, produtores rurais de Três Lagoas e região conseguiram quebrar novo recorde de produção e consolidar a Costa Leste como importante produtora de mel em Mato Grosso do Sul. Em pouco mais de uma década de atuação, a produção de mel nos municípios que abrangem a área de atuação da Suzano, em Mato Grosso do Sul, teve um crescimento que supera a marca de 2.228% – índice baseado nos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em 2009, apontou a pesquisa sobre pecuária do IBGE, os municípios de Três Lagoas, Brasilândia, Selvíria, Água Clara e Santa Rita do Pardo haviam produzidos, juntos, 7,3 toneladas de mel. Em 2018 (levantamento mais recente), o volume saltou para 107,7 toneladas de mel. Com isso, a região Leste passou a responder por 15% da produção estadual de mel no Estado. Já na última safra, os produtores apoiados pelo Colmeias atingiram a marca de 170 toneladas de mel, novo recorde para o programa no Estado.

“Uma das prioridades da Suzano é promover a geração de renda e desenvolvimento sustentável nas comunidades em seu entorno. O Programa Colmeias, assim como o PDRT [Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial], tem o objetivo de fortalecer o pequeno produtor rural, por meio de parcerias com associações, fomentando ainda a diversificação das culturas. Em Mato Grosso do Sul, o resultado do programa tem superado todas as expectativas e mostrado que a apicultura pode ser uma importante fonte de renda para a região”, destaca Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano.

O aumento na produção deve-se tanto à adesão de novos apicultores quanto ao aumento da produtividade, por meio de investimentos e melhora das técnicas do manejo – uma das prerrogativas do programa. Quando iniciado, o Colmeias apoiava nove produtores rurais. Hoje, são cerca de 170 apicultores na região. O número corresponde a 19,5% do total de produtores de mel em Mato Grosso do Sul, 870 ao todo, conforme dados da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal).

Atualmente, são cerca de sete mil colmeias instaladas nas florestas plantadas da Suzano. A produtividade registrada entre os apicultores apoiados pelo programa foi de 34,65 quilos por colmeia, 65% a mais que a média nacional, 21 quilos. No ano passado, somente os produtores apoiados pelo programa obtiveram uma produção de 117 toneladas de mel, o que corresponde a uma receita estimada em R$ 500 mil.

Investimentos e renda

“Muitos produtores viram os benefícios proporcionados pelo Colmeias e se interessaram pela cultura. Criou-se um efeito em cadeia, em que um apicultor repassa o aprendizado obtido a outro produtor. Também percebemos que, além do aumento dos apicultores, houve investimento na produção daqueles que já estavam atuando na cultura. Praticamente todos que estão na área conseguiram ampliar a capacidade de produção. É exatamente esse o nosso objetivo: proporcionar a autonomia desses produtores.”, completa Evânia Lopes, consultora de Desenvolvimento Social da Suzano em Mato Grosso do Sul.

A apicultura é, na maioria dos casos, a segunda ou terceira fonte de renda dos produtores, o que vem ao encontro da ideia de desenvolvimento sustentável e a diversificação das atividades no campo.

“Sempre houve produção de mel no município, mas o salto que tivemos com a chegada da Suzano e as florestas de eucalipto foi, de fato, muito expressivo. Com a parceria do Programa Colmeias conseguimos nos organizar, trabalhar de forma unida e com apoio técnico. Essas foram as principais conquistas proporcionadas pelo programa. Queremos um crescimento sustentável, em que o apicultor possa produzir cada vez mais e com maior qualidade. Buscamos o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos produtores, não um crescimento desordenado na região”, destacou Noel Lima de Araújo, presidente da Unileste (Associação Regional de Apicultores da Costa Leste).

Araújo está no Programa Colmeias desde 2015 e conta como as florestas plantadas de eucalipto ajudaram os produtores locais. “Tivemos três anos consecutivos ruins para a apicultura, por conta de, entre outros fatores, condições climáticas. Mesmo assim, mantivemos a produtividade acima da média nacional, por isso, acredito que até superamos essa estimativa do IBGE”, completou o presidente da Unileste.

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