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Sicredi fortalece o empreendedorismo feminino através de programas locais com foco no segmento, soluções financeiras e capacitação

Reforçando seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social, a instituição destinou mais de R$ 14 bilhões em crédito para empresas lideradas por mulheres apenas em 2024

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O empreendedorismo feminino tem se consolidado como um motor de transformação econômica e social no Brasil. Hoje, mais de 10 milhões de mulheres estão à frente de seus próprios negócios, segundo o Sebrae. No entanto, muitas ainda enfrentam desafios para o acesso ao crédito, capacitação e equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Para ampliar as oportunidades a essas empreendedoras, o Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em todo país e com mais de 8,5 milhões de associados, destinou mais de R$ 14 bilhões em crédito para empresas lideradas por mulheres em 2024. Esse volume representa um crescimento significativo dentro da carteira desse segmento, que encerrou 2024 com mais de R$16 bilhões de carteira de crédito.  Além disso, captou no último ano mais de R$ 1,5 bilhão junto ao Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e do Caribe, e à Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), para ampliar o financiamento às empreendedoras no Brasil.

Para Stella Trabulsi Fraiha Franca, superintendente de Negócios PJ do Sicredi, é essencial criar oportunidades para que as mulheres desenvolvam seus negócios e tenham acesso a ferramentas que impulsionem seu crescimento. “Nosso compromisso vai além do crédito. Oferecemos um suporte completo, que inclui capacitação e um atendimento humanizado e personalizado, atento às necessidades de cada empreendedora. Dessa forma, promovemos o desenvolvimento econômico e social e contribuímos para uma sociedade mais justa e equitativa”, destaca.

Stella Fraiha Franca| Credito Daiane Peixoto

Mais do que o portfólio diverso de produtos de crédito, as empreendedoras podem contar com outras soluções financeiras essenciais para o negócio como maquininhas de cartões, pix, cobrança e cartão de crédito, além do Organizador PJ que apoia nas rotinas de organização da empresa. Além disso, o Sicredi também investe na capacitação. O curso Mulher Empreendedora, lançado em 2023, oferece conteúdo gratuito e acessível para apoiar a formalização e o crescimento de pequenos negócios liderados por mulheres.

Disponível na plataforma Sicredi na Comunidade, o curso também passou a ser oferecido presencialmente em parte das cooperativas do Sicredi a partir de 2024. Até o momento, mais de 1.350 pessoas participaram da versão online, e mais de 200 mulheres concluíram a formação presencial.

Outra importante iniciativa de apoio do Sicredi é o Comitê Mulher, que tem o objetivo de promover a equidade de gênero, buscando o empoderamento das associadas por meio de uma jornada educativa, para que estas possam assumir papeis de liderança nas cooperativas e nas suas comunidades. Atualmente quase 50% das cooperativas do Sicredi desenvolvem o programa, que conta com a participação de mais de 4 mil mulheres.

Casos de sucesso

O impacto do apoio às empreendedoras pode ser visto na história da associada Ana Leire, da Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia, em Luís  Eduardo Magalhães (BA). Fundadora da Acorata Biscoitos, Ana transformou sua paixão pela gastronomia em um negócio de sucesso.

Ana Leire

“Empreender é como subir uma escada, um degrau de cada vez, e nessa trajetória busquei apoio em instituições que acreditam no poder dos negócios femininos. O Sicredi foi um parceiro fundamental no meu crescimento, participar do programa Donas do Negócio foi um divisor de águas, agregando conhecimento e conexões que impulsionaram minha trajetória. Além disso, obtive uma linha de crédito para minha empresa e, no final do ano, recebi um patrocínio para o lançamento do meu livro DNA de Cozinheira, em que compartilho minha jornada,” contou.

O projeto Donas do Negócio é desenvolvido pela Cooperativa Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia. A iniciativa, que visa estimular o empreendedorismo e a qualificação das mulheres, agentes fundamentais na transformação socioeconômica do país, atendeu mais de 3 mil associadas e, desde a sua criação, gerou cerca de R$ 2 milhões em negócios por meio de feiras e eventos.

Outro exemplo é Cheyenne Garcia, associada da Sicredi Noroeste SP, de Nova Granada (SP), que que concilia a sua atuação como veterinária com o empreendedorismo ao abrir uma loja de moda country.

Cheyenne Garcia

Ela conta como a facilidade no processo de contratação de crédito impulsionou os planos da família: “Decidimos abrir uma loja que tivesse a ver conosco e que fosse única na cidade. Estamos indo para o nosso segundo ano de operação e temos o objetivo de crescer cada vez mais. Ao conhecer o Sicredi, descobri as diversas facilidades para empreendedoras. Recentemente, precisei de um financiamento e o processo foi extremamente ágil, rápido e sem burocracia”, afirmou.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 8,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.800 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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Robô humanoide do Exército presta continência a Presidente durante desfile de 7 de Setembro

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Um robô humanoide desenvolvido pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) chamou a atenção durante o desfile de 7 de Setembro, realizado nesta segunda-feira (7), em Brasília. O equipamento prestou continência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a cerimônia em homenagem ao Dia da Independência.

O robô desfilou sobre uma viatura Marruá do Exército Brasileiro e foi apresentado como parte das iniciativas tecnológicas desenvolvidas pela instituição. Operado remotamente, o equipamento foi projetado para atuar em locais considerados de risco para os militares.

Entre as funções do humanoide está a atuação em operações antibombas. O sistema permite que artefatos explosivos sejam inspecionados, identificados, manuseados e neutralizados à distância, diminuindo a exposição dos militares a situações potencialmente perigosas.

O desenvolvimento do equipamento também está ligado aos estudos de inteligência artificial conduzidos pelo Exército. A tecnologia busca ampliar a capacidade de atuação das Forças Armadas em operações que exigem o uso de equipamentos controlados remotamente.

Neste ano, o desfile de 7 de Setembro foi organizado em três eixos: “Soberania, a força que une o Brasil”; “Brasil unido pela proteção de meninas e mulheres”; e “Copa do Mundo Feminina 2027 é no Brasil!”. A defesa da soberania é também uma das principais bandeiras apresentadas por Lula na preparação para as eleições de 2026.

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Prazo para empresas optarem por Simples Nacional começa nesta terça

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As micro e pequenas empresas devem estar atentas. Começa nesta terça-feira (1º) o prazo de adesão ao Simples Nacional, regime simplificado de tributação para quem fatura até R$ 4,8 milhões por ano.

Por causa da reforma tributária, o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) antecipou a escolha de regime tributário em quatro meses. As empresas que desejarem ingressar no regime em 2027 deverão fazer o pedido de 1º a 30 de setembro de 2026. Até então, a opção pelo Simples era realizada em janeiro de cada ano.

A alteração foi regulamentada pela Resolução CGSN nº 186, de 9 de abril de 2026. As normas incorporaram ao regime simplificado o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributos criados pela reforma tributária sobre o consumo.

A nova regra vale para empresas que ainda não são optantes pelo Simples Nacional e querem utilizar o regime a partir de janeiro de 2027.

Principais prazos

  • 1º a 30 de setembro de 2026: período para solicitar a opção pelo Simples Nacional para 2027;
  • 1º de janeiro de 2027: início dos efeitos da opção;
  • até 30 de novembro de 2026: prazo para desistir da opção feita em setembro;
  • 1º a 31 de março de 2027: nova oportunidade para escolher o recolhimento do IBS e da CBS pelo regime regular, com efeitos no segundo semestre.

Criada por causa da transição para o novo sistema tributário, a alteração busca dar mais previsibilidade às empresas antes do início do ano-calendário.

IBS e CBS

Outra mudança envolve a forma de recolhimento do IBS e da CBS. A empresa poderá permanecer no Simples Nacional e, simultaneamente, optar pelo recolhimento desses dois tributos pelo regime regular.

Para o primeiro semestre de 2027, a escolha deverá ser feita em setembro de 2026 e terá validade de janeiro a junho.

Quem não fizer a opção pelo regime regular nesse período permanecerá, no primeiro semestre, com IBS e CBS dentro da sistemática do Simples.

A decisão poderá ser revista em março de 2027, com efeitos para o segundo semestre.

A escolha pode ter impacto especialmente para empresas que vendem para outras empresas, devido à possibilidade de geração e aproveitamento de créditos tributários.

Por isso, a avaliação do regime não deve considerar apenas a alíquota. Também entram na análise fatores como:

  • perfil dos clientes;
  • cadeia de fornecedores;
  • possibilidade de geração e aproveitamento de créditos;
  • formação de preços;
  • impacto dos novos tributos no fluxo financeiro.

Empresas já optantes

Quem já está no Simples Nacional, em regra, não precisa solicitar novamente a permanência no regime.

Ainda assim, é recomendado verificar a situação fiscal da empresa durante setembro de 2026 para identificar eventuais pendências ou exclusões para 2027.

As empresas que permanecerem no Simples e não quiserem recolher IBS e CBS pelo regime regular não precisarão fazer uma nova opção.

Quem quiser retirar esses dois tributos da sistemática do Simples deverá formalizar a escolha dentro do prazo estabelecido.

Abertura no fim do ano

As empresas abertas entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026 terão uma regra específica.

Nesse caso, a opção pelo Simples Nacional feita no momento da inscrição do CNPJ produzirá efeitos tanto para o período restante de 2026 quanto para todo o ano de 2027.

A escolha relacionada ao IBS e à CBS pelo regime regular também poderá ser feita na abertura da empresa, com efeitos a partir de janeiro de 2027.

Se o empresário não quiser permanecer no Simples em 2027, poderá solicitar a exclusão por opção até o último dia de 2026.

Prazo para desistir

A antecipação da opção também criou uma possibilidade de desistência.

Quem fizer o pedido em setembro poderá cancelar a solicitação até 30 de novembro de 2026.

O cancelamento, porém, será irretratável. Isso significa que, depois de desistir, a empresa não poderá fazer uma nova opção para produzir efeitos em 2027.

A antecipação também permite que eventuais pendências sejam identificadas antes do início do ano. Em caso de indeferimento por problemas que possam ser regularizados, a empresa terá prazo para corrigir a situação.

Regra do MEI

A mudança não altera o calendário de opção pelo Simei, sistema aplicável ao microempreendedor individual (MEI).

Para o MEI, a opção pelo Simei continua sendo realizada em janeiro de cada ano, até o último dia útil do mês.

Dessa forma, a antecipação para setembro não deve ser confundida com as regras específicas aplicáveis aos microempreendedores individuais.

NFS-e nacional

Outra mudança anunciada pelo CGSN envolve a emissão da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) no emissor nacional.

A obrigatoriedade para empresas optantes pelo Simples Nacional foi adiada de 1º de setembro para 1º de novembro de 2026.

O adiamento busca dar mais tempo para municípios e empresas realizarem adaptações tecnológicas e operacionais.

Entre as providências recomendadas estão:

  • testar a emissão das notas;
  • verificar a integração com sistemas de gestão;
  • conferir a parametrização dos dados fiscais;
  • preparar os procedimentos internos antes do início da obrigatoriedade.

Informações socioeconômicas

A regulamentação também altera a forma de prestação de informações fiscais e socioeconômicas.

A Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) deixará de ser apresentada como declaração separada. As informações passarão a ser incorporadas ao Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D), com entrega anual de janeiro a março.

A mudança faz parte da adaptação do Simples Nacional ao novo modelo tributário.

Planejamento para 2027

Com setembro concentrando decisões relevantes para o próximo ano, especialistas recomendam que empresas e contadores antecipem a análise tributária.

A escolha entre manter IBS e CBS no Simples ou recolhê-los pelo regime regular pode produzir efeitos diferentes dependendo do setor, dos fornecedores e do perfil dos clientes.

Por isso, antes de formalizar a opção, a recomendação é que a micro e pequena empresa simule os dois cenários, além de revisar os sistemas, a emissão de notas fiscais e planejar o caixa para 2027.

Por Agência Brasil

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ÁGUA CLARA

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