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Polêmica! Saiba o real motivo de filho de Káh ter sido expulso de casa pelo marido da influenciadora
Nesta semana, uma notícia abalou os seguidores da influenciadora Káh Felipe, que faleceu no mês de julho, vítima de um câncer metastático que atingiu os ossos, fígado e pulmões. De acordo com a filha mais velha da comunicadora, seu irmão, Gabriel, de apenas 14 anos, teria sido expulso pelo padrasto, Edmilson, da casa deixada pela mãe. A declaração rapidamente repercutiu nas redes sociais, principalmente pela relação que Káh mantinha com os filhos e pela promessa que, segundo familiares, teria sido feita por Edmilson antes da morte da influenciadora.
A alegação é de que ele teria se comprometido a cuidar do adolescente após a partida da esposa. Gabriel vivia com a mãe, o padrasto e a irmã caçula, Zaya, de três anos, que é filha de Edmilson e Káh. A influenciadora, que tinha 36 anos e era acompanhada por mais de 800 mil pessoas nas redes sociais, deixou quatro filhos.
Diante da repercussão, Edmilson se manifestou e confirmou que pediu para Gabriel deixar a residência. No entanto, ele contestou a afirmação de que teria “expulsado” o adolescente. Segundo o viúvo, pediu apenas que o garoto se retirasse e afirmou que as questões relacionadas ao patrimônio de Káh estão sendo tratadas no processo de inventário.
Edmilson também falou sobre a promessa de cuidar do enteado. Segundo ele, embora tenha realmente assumido esse compromisso com Káh, a convivência entre os dois teria enfrentado dificuldades. O adolescente acabou indo morar com os avós.
A situação ganhou novos contornos após a filha mais velha de Káh reforçar, nos comentários de uma publicação, que o episódio realmente teria acontecido. Ela ainda afirmou que aquilo que chegou ao conhecimento público “não é nem metade’ do que teria ocorrido. Outra familiar também declarou que Edmilson havia prometido cuidar de Gabriel, mas que, na visão da família, a promessa não teria sido cumprida.
As declarações representam as versões apresentadas pelos familiares e pelo viúvo nas redes sociais. Atualmente, Gabriel está morando com os avós. Já as questões envolvendo a residência e os demais bens deixados por Káh estão sendo tratadas no processo de inventário, que segue os protocolos e os trâmites previstos pela Justiça.
Por MSN
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Show de Michel Teló no ES vira piada por falta de público
O cantor Michel Teló chamou atenção nas redes sociais após realizar um show para poucas pessoas na noite deste domingo (6), em Vitória, no Espírito Santo.
A apresentação fazia parte das comemorações pelos 475 anos da capital capixaba e foi marcada por chuva e ventos fortes.
O evento aconteceu na Praça do Papa, com início por volta das 19h. Mesmo diante das condições climáticas, o artista manteve a apresentação e cantou sucessos da carreira, além de músicas de outros artistas.
Em um vídeo que circula nas redes sociais, Teló aparece interpretando “Ana Júlia”, da banda Los Hermanos, diante de um público bastante reduzido.Após a apresentação, o cantor agradeceu às pessoas que permaneceram no local apesar do mau tempo.“Mesmo com chuva, vento e frio.
Obrigado, turma”, escreveu Michel Teló nas redes sociais.A atitude repercutiu entre os internautas, que elogiaram o cantor por manter o compromisso mesmo com a baixa presença de público.
“Artista que é artista, do jeito que faz show para milhares de pessoas, tem que fazer para uma. Máximo respeito”, comentou um internauta.
Outros seguidores também lamentaram que o mau tempo tenha afastado o público. “Com esse tempo, infelizmente, não dá”, escreveu uma internauta.
Outra pessoa comentou: “Que pena o público não ter aparecido”.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Midiamax
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Camila Morgado será homenageada hoje no 33º Festival de Cinema de Vitória
A atriz Camila Morgado será homenageada nesta segunda-feira (20/07) na 33ª edição do Festival de Cinema de Vitória, que acontece até o dia 25 de julho no Espírito Santo. Camila receberá o Troféu Vitória, entregue pela atriz Vera Holtz, e o Caderno da Homenageada, publicação biográfica assinada pelos jornalistas Leonardo Vais e Paulo Gois Bastos. Com três décadas de uma trajetória que transita entre o teatro, o cinema e o streaming, a atriz define sua relação com o ofício: “Quando percebi que podia usar a manipulação, o artifício, o trabalho virou um grande playground. Eu vi que podia brincar, me colocar em vários lugares e adaptar essa manipulação para qualquer linguagem, seja no experimental, na tragédia, na comédia, no teatro ou em uma série. É aí que a magia acontece”.
A estreia de Camila Morgado em longas-metragens ocorreu em “Olga” (2004), drama biográfico dirigido por Jayme Monjardim e baseado no livro de Fernando Morais. O papel foi um dos principais marcos na carreira da atriz, que reflete sobre o impacto da obra: “Já se passaram mais de 20 anos e as pessoas ainda me param na rua para falar desse trabalho. Acredito que essa história continua muito viva porque dialoga com o que passamos hoje, com esses fantasmas de democracias ruindo. ‘Olga’ fala justamente sobre o espaço democrático, sobre a construção da sociedade, sobre nossos direitos e deveres, e sobre o peso de uma ditadura e de sua repressão”. O sucesso também trouxe desafios. “Logo depois que eu fiz ‘Olga’, só me chamavam para viver revolucionárias ou papéis dramáticos”, recorda.
Camila Morgado no filme “Olga” (2004), na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” (2003), na peça “Palácio do Fim” (2012) e na série “Bom dia, Verônica” (2020)
Camila também se destacou na comédia, com diferentes papéis no cinema e na TV. Uma de suas personagens mais marcantes foi Noêmia em “Avenida Brasil” (2012). “O meu núcleo era divertidíssimo, repleto de atores maravilhosos e fez um sucesso estrondoso. Foi ali que senti que o público começou a me enxergar de outro jeito. As pessoas se surpreendiam e comentavam se era a mesma atriz que tinha feito a Olga. Foi uma virada de chave importante na minha carreira para quebrar estereótipos e mostrar que eu podia fazer coisas completamente diferentes”, lembra.
A trajetória da atriz nos cinemas soma mais de 10 produções, incluindo os blockbusters “Até que a Sorte nos Separe” 2 e 3, de Roberto Santucci, o documentário “Vinicius” (2005), de Miguel Faria Jr., o thriller “O Animal Cordial” (2018), de Gabriela Amaral Almeida, o drama experimental “Vergel” (2017), rodado na Argentina por Kris Niklison, além das comédias “Bem Casados” (2015), de Aluizio Abranches, “Divórcio” (2017), de Pedro Amorim, e o premiado “Domingo” (2018), de Clara Linhart e Fellipe Barbosa.
Para este ano, Camila se prepara para filmar em Caiena, na Guiana Francesa, o longa-metragem “O Passeio de Dendiara”, escrito e dirigido pela mineira Elza Cataldo, adaptação do livro homônimo de Ana Beltrame. Na história, baseada em fatos reais, Camila interpreta Isabel Valoni, cônsul-geral do Brasil na Guiana Francesa. Na história, que retrata o submundo do garimpo e da exploração sexual infantil, a diplomata se depara com o caso de uma menina de 11 anos, que está grávida e foi encontrada no Oiapoque, na fronteira entre Brasil e Guiana Francesa.
Camila também aguarda o lançamento de dois outros longas este ano: o thriller “Nova Éden”, de Aly Muritiba, que se passa na década de 1920 numa vila de imigrantes no sul do país, e “Sedução”, dirigido por Zelito Vianna e Marcos Palmeira, em que interpreta a atriz Sara Teixeira, companheira de Paulo, personagem de Marcos Palmeira.
Nas plataformas de streaming, a atriz teve destaque como Janete na primeira temporada de “Bom Dia, Verônica” (2020), original Netflix que lhe rendeu o Prêmio APCA de Melhor Atriz. “Tentei trabalhar na Janete a implosão de tudo que não se pode dizer. Tentei não fazê-la vítima, apesar de nós sabermos que ela era, porque senão já iríamos ter pena. Eu queria fazê-la uma mulher íntegra, com toda sua complexidade. Foquei na solidão, na carência e no silêncio”, explica. Outro papel marcante em séries foi a advogada criminalista Heloísa em “Sentença” (Prime Video).
Na TV, sua estreia foi como a heroína Manuela na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” (2003). Seus trabalhos mais marcantes em novelas incluem “América” (2004), “A Lei do Amor” (2016) e dois remakes recentes de Benedito Ruy Barbosa adaptados por Bruno Luperi: “Pantanal” (2022), como Irma, e “Renascer” (2024), como Iolanda (Dona Patroa). Sobre a experiência na região centro-oeste em “Pantanal”, Camila relembra a experiência: “Essa viagem me lembrou o quanto a minha profissão é generosa. Ela nos presenteia com experiências que não teríamos tão facilmente na vida real. De repente, eu me vi numa fazenda, ouvindo o Almir Sater tocar viola como se fosse um show para poucos. Sentir a força daquela região; eu não tinha noção de como era exuberante”. A novela seguinte, “Renascer”, teve um significado ainda mais profundo em sua vida pessoal, coincidindo com a perda de sua mãe. “Fui salva por esse trabalho, por esta personagem tão delicada e lúdica. Iolanda me trouxe alegria de viver num momento em que eu não tinha nenhuma. Às vezes, é o personagem que te acolhe e salva a vida da gente”.
A atriz também construiu uma base sólida no teatro. Camila estreou nos palcos no final da década de 1990 com o espetáculo “Graal” (1997), dirigido por Gerald Thomas, que marcou sua formatura na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), e integrou a Cia de Ópera Seca. Anos depois, foi dirigida por Marília Pêra na comédia “Doce Deleite” (2008) e atuou ao lado de Vera Holtz em “Palácio do Fim” (2012), sob a direção de José Wilker. Após um hiato de mais de 10 anos, retornou aos palcos em “A Falecida” (2023), texto de Nelson Rodrigues dirigido por Sérgio Modena, realizando um sonho antigo. Ao olhar para as últimas três décadas e para o caminho percorrido até aqui, ela reflete: “Tenho tido a sorte de construir uma carreira bem diversa. Já fiz de tudo: todos os gêneros, passei pelo público infantil e pelo adulto, fiz produções super populares e outras mais experimentais. Olho para onde cheguei hoje… sinto muita gratidão, porque vejo que estou conseguindo desenhar uma trajetória muito linda, da qual me orgulho demais”, finaliza.
Pelo segundo ano consecutivo, Camila assina a curadoria de longas-metragens de ficção e documentários do 54º Festival de Cinema de Gramado, junto com a atriz Ana Flavia Cavalcanti e o jornalista Marcos Santuario e também a curadoria da 30ª edição do Inffinito Brazilian Film Festival, que acontece em setembro em Miami.
O 33° Festival de Cinema de Vitória conta com patrocínio da Vale, através da Lei Rouanet, Ministério da Cultura, Governo Federal. Conta com o apoio da TV Gazeta, da Carla Buaiz Joias, do Canal Brasil, do Fórum dos Festivais, da TVE Espírito Santo e do Canal Like. Conta também com o apoio cultural da Vol Service e a parceria do Sesc Espírito Santo. A realização é da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte – IBCA.
ASSESSORIA DE IMPRENSA NACIONAL:
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